Alexandre Gaudêncio visita obras em curso na Lomba da Maia – Jornal Açores 9

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O presidente da Câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, visitou as obras em curso na freguesia da Lomba, localidade onde está em curso a construção da “Casa dos Amigos da Lomba da Maia”, imóvel polivalente que irá apoiar vários serviços da comunidade. “Este é um espaço que irá servir de apoio aos emigrantes, que muito […]

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A Conquista de Caiena : A Resposta do Império Português às Invasões Napoleônicas – História Militar Online

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A disputa por territórios na América do Sul entre Portugal e França, aconteceu por diversos séculos. O primeiro conflito entre as duas Nações, teve início no século XVI, quando os franceses chegaram ao que é hoje a cidade do Rio de Janeiro, e fundaram a chamada França Antártica.

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a perda de populaçao açoriana

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O colapso demográfico das ilhas mais pequenas.
Em ano de censos decidi elaborar um quadro comparativo da população residente em cada ilha dos Açores, em 1864 aquando o primeiro recenseamento geral da população portuguesa, conforme as orientações internacionais, durante o reinado de D. Luís; e a população residente por ilha, estimada pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores, em Dezembro de 2019.
A diferença de população é apresentada em percentagem (%).
Cada leitor poderá retirar as suas próprias conclusões. No entanto, julgo que não deixará ninguém indiferente este enorme colapso demográfico observado na maior parte das ilhas, que não S. Miguel e Terceira. Por exemplo, a ilha das Flores perdeu 65.5% da sua população em 155 anos!!
O problema não é de fácil solução, sejamos sinceros, e contribuem para estes números não um, mas vários factores interligados entre si. Independentemente do resultado dos Censos 2021, a desertificação atinge a generalidade das ilhas (com as Flores à cabeça!) bem como outras comunidades económica e socialmente menos desenvolvidas e distantes dos grandes centros urbanos, um pouco por todo o país.
A receita para inverter a tendência, essa, já está inventada há muito e foi aplicada por Portugal como também outras nações em séculos anteriores: a (i)migração. Não de colonos e escravos forçados pelos seus senhores, mas de cidadãos voluntários, conscientes, aliciados pelas condições de segurança, conforto, habitação, prosperidade e acolhimento que estas ilhas e suas comunidades possam oferecer, em detrimento dos tumultos cosmopolitas.
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Pierre Sousa Lima, Natália Susana Silva and 113 others
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o mistério da foto de Fátima

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UM MISTÉRIO A ILUSTRAR OUTRO
A fotografia foi publicada originalmente em 29 de outubro de 1917 na revista “Ilustração Portuguesa”, do jornal “O Século”, a ilustrar – juntamente com outras dez fotografias mostrando a multidão de peregrinos de olhos postos no céu «à espera do sinal de Deus» – uma reportagem sobre o milagre de Fátima, assinada pelo jornalista Avelino de Almeida.
Junto à parede de pedra de um curral de bois, três crianças, duas raparigas e um rapaz, por ordem: Lúcia, Francisco e Jacinta, olhando em frente, todos com ar muito sério para a idade. As raparigas usam um longo lenço escuro na cabeça, vestem camiseiros floridos, saias compridas até aos pés e calçam socas de madeira, o rapaz, apoiado num bastão de pastor, veste calças e casaco, usa um barrete à campino e traz o saco do farnel ao pescoço.
Lúcia dos Santos, com dez anos de idade na época das aparições, é prima, pelo lado materno, de Francisco Marto e de Jacinta Marto, ambos irmãos e com nove e sete anos, respetivamente. Os três nascidos e criados na aldeia de Aljustrel, em Fátima, os três analfabetos e os três pastores de animais.
Em 1916, a fazer fé no testemunho das três crianças, que ficarão conhecidos para a posteridade pelo nome de “pastorinhos de Fátima” ou “videntes de Fátima”, terão testemunhado três aparições de um anjo que se identificou como “Anjo da Paz” ou “Anjo de Portugal”, e em 1917, entre 13 de maio e 13 de outubro, a seis aparições de Nossa Senhora, sobre uma azinheira, no lugar da Cova da Iria.
A fotografia a partir da qual se construiu a iconografia dos pastorinhos é uma das mais conhecidas e emblemáticas das três crianças que dizem ter a Virgem falado com elas, e, arrisca quem sabe, uma das imagens com maior circulação no mundo. Porém, a sua autoria permanece um mistério, quase tão grande quanto o mistério das visões que os três pequenitos juraram a pés juntos ter assistido: Joshua Benoliel, um dos nomes maiores da fotografia portuguesa do século XX? Judah Bento Ruah, um engenheiro eletrotécnico, sobrinho de Joshua Benoliel, que à última hora teria substituído o tio na cobertura do evento? Ou uma das hipóteses mais plausíveis, de acordo com os especialistas do Museu do Santuário de Fátima, por encomenda de um estúdio do Porto (os “Estúdios Marques Abreu”) ou por algum fotógrafo anónimo que a tirou, mandando posteriormente estampar várias cópias em formato de bilhete postal para, à época, as vender aos crentes que inundavam o Santuário?