HAMAS É UMA CRIAÇÃO ISRAELITA DA MOSSAD???

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Segundo Zeev Sternell, historiador da Universidade Hebraica de Jerusalém, o Hamas é uma criação da Mossad e está ao serviço de Israel: “Israel pensou que era uma tática astuciosa para empurrar os islamistas contra a Organização de Libertação da Palestina (OLP).” Graças à Mossad (Serviços Secretos Israelitas) foi permitido ao Hamas reforçar a sua presença nos territórios ocupados. [Global Research – Hassane Zerouky – 2002]
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ANÍBAL RAPOSO VELHAS DA PRIMEIRA DOSE

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VELHAS DA PRIMEIRA DOSE
Um velhinha gaiteira
Estava armada em enfermeira
Disse-me apontando o dedo
– Uma pica vais levar
Da Pfizer, vais amargar.
(Queria meter-me medo).
Disse-lhe: – Estou a tremer!
Mas eu não ligo pevide
Sei que um dia vou morrer
Mas não será de Covid.
A velha pra mim sorriu
E na conversa insistiu
Com maldosas intenções
Que sem ser coisa de morte
A picada era bem forte
E dava algumas reações
– Eu não sei, só sou artista,
Mas a tia é que tem ginga
E é também especialista
A trabalhar com a seringa.
Aníbal Raposo
No pavilhão das Portas do Mar à espera para sair depois de ter levado a primeira dose.
😉
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múmias inuit

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The Greenland Mummies have shed new light on the every-day lives of Inuit people who lived over 500 years ago, providing fascinating insight into the culture and methods of survival of the indigenous people of Greenland in the fifteenth century. Yet for this particular group of women and children, there are still many unanswered questions.
The mummies of Qilakitsoq and the Inuit baby that captured hearts around the world
ANCIENT-ORIGINS.NET
The mummies of Qilakitsoq and the Inuit baby that captured hearts around the world

leis injustas. desemprego, fome e pobreza

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Força contra fracos e fome
Após uma operação policial, que estava a ser preparada há um ano e meio, centenas de famílias de apanhadores de amêijoa nas margens do Tejo estão hoje sem dinheiro para comprar comida.
As autoridades detiveram os compradores de bivalves, que os exportavam para Espanha, Itália, França e Alemanha. Fecharam os armazéns dos intermediários, de quem dependiam os apanhadores e pescadores, arrombaram portas, revistaram casas, confiscaram carros, máquinas, embarcações, redes, balanças, arcas frigoríficas, ferramentas, congelaram contas bancárias e levaram os bens pessoais.
Os apanhadores que recebiam pelo seu trabalho no lodo entre dois a quatro euros por quilo de amêijoa ficaram sem o dinheiro que lhes assegurava a sobrevivência. São quatro a seis mil pessoas na zona metropolitana de Lisboa agora subitamente sem rendimento.
Ontem falei com uma compradora. “Vieram dezenas de pessoas bater-me à porta a dizer que estão a passar muito mal sem dinheiro para comer”.
O governo criminaliza, persegue, aplica multas, confisca e penhora. Muitos pequenos apanhadores, portugueses, imigrantes legais e ilegais, foram ao longo de anos multados em centenas de euros por apanharem amêijoas.
Muitos pescadores viram, ao longo dos anos, os seus barcos apreendidos e aprenderam a viver com a certeza de não poderem nunca pagar as multas de milhares de euros, e de mais cedo ou mais tarde, ficarem sem casa.
Desde que a actividade foi tornada ilegal (apesar de se tratar de uma espécie invasora e de, com as infraestrururas e políticas ambientais adequadas, as amêijoas do Tejo poderem ser processadas, comercializadas e consumidas), nunca foi feita a tentativa de criar oportunidades para estas pessoas poderem trabalhar em condições aceitáveis.
Parte da Comunicação Social habituou-se a falar da ‘máfia da amêijoa’. Há cinco anos que conheço o mercado da amêijoa e os seus agentes e há mais indícios de ‘máfia’ no sector financeiro, no mercado da electricidade ou dos combustíveis ou na distribuição de subsídios do que nas comunidades de apanhadores, pescadores e exportadores de bivalves. No mês passado falei com donos de cafés e com desempregados, com funcionários do comércio e empregados de restaurantes que estavam a resistir à crise graças à apanha da amêijoa.
Os níveis de toxicidade no Tejo variam e estão relacionados com a falta de fiscalização ambiental. Nas alturas em que os níveis excedem os limites europeus (o que nem sempre é o caso no Tejo) tal acontece por acção de outros agentes ou por omissão das autoridades e do governo. São muitas as indústrias que poluem impunemente. Quando os níveis de toxicidade são altos há mais uma razão para apanhar os bivalves invasores que, nesse caso, obviamente, não podem ser consumidos. Nesse caso o governo deveria pagar às pessoas para os apanharem. Retirar estes bivalves invasores do Tejo é também uma forma de despoluir o estuário. Ou então que se pagasse às pessoas para apanharem plásticos ou conchas (há uma cartilha de Keynes para estas situações). Não se pode é deixar milhares de pessoas sem apoios, sem meios de subsistência mínimos, na miséria por força da aplicação cega e estúpida de leis que, muitas das vezes, são desadequadas ou pelos erros de sucessivos governos na preservação de um habitat natural como o Tejo.
Este governo, tal como os anteriores, empurrou, ao longo dos anos, centenas de famílias para a ilegalidade. Agora, desmantelada a rede de compradores, atira-as para a miséria.
De que vão agora viver estas pessoas? O governo não preparou um plano. Não faz a menor ideia. Não há um grupo de trabalho que envolva cientistas e investigadores. Há muitos anos que o governo não tem contacto com as populações locais, a não ser através das acções repressivas e musculadas da polícia. As autoridades limitam-se a aplicar leis mal pensadas e mal feitas e a fazer aquilo que fazem melhor: ser fortes, muito fortes, com os mais fracos.
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o criador de singapura era luso

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José d’Almeida: the man who planted the seed of Singapore.
José d’Almeida Carvalho e Silva – Portuguese doctor, scientist and revolutionary – left Macao under a cloud but left a glorious legacy in Singapore.
It’s part of Asian folklore that Singapore grew from a swampy backwater into a phenomenally wealthy trading city in less than a century.
That it did so in part thanks to the efforts of a single visionary Portuguese – born in São Pedro do Sul, north of Portugal in 1784, and one of the world’s true Renaissance Men – is one of the entrepot’s little-known back-stories.
The tale starts half a world away at roughly the time that Singapore was founded.
Of all the major political changes that took place in Portugal, the Liberal Revolution of 1820 had the most far-reaching effects.
Its brutal repercussions affected the Portuguese colony of Macao nearly two years later, when the news finally reached its shores.
Shortly afterwards, Macao descended into a state of political and social upheaval.
The Governor and Ouvidor (a magistrate responsible for the colony’s day-to-day affairs) were both arrested; the members of the Leal Senado (Loyal Senate) were removed and others of a more liberal turn of mind elected in their place, a process repeated in other civilian and military institutions.
Most significantly, Macao cut ties binding it to the sister colony of Goa in India and for nearly a year the city thrived as an independent, democratic republic whose declaration of fealty to Lisbon was no more than lip service.
This happy state of affairs lasted until the arrival of a military force sent by the Viceroy of Portuguese India, Dom Manuel da Cámara, an ardent supporter of the absolutist King Dom Miguel I.
The main revolutionary leaders were dislodged and arrested, leaving the colony’s intellectual elite facing a stark choice between flight and imprisonment.
Among the imprisoned leaders was one Dr José d’Almeida Carvalho e Silva, the director of Macao’s only hospital, St Raphael’s, located in the building which now houses the Consulate-General of Portugal.
Other jailed revolutionaries included the Rector of St. Joseph’s Seminary, Father Pinto e Maia; the President of the Leal Senado, Colonel Paulino Barboso;
his comrade-in-arms António de Holanda Cavalcanti (who would later serve as Minister in various governments of Brazil);
and Priest António de São Gonçalo de Amarante, editor of the first Portuguese newspaper in the Far East.
Together they were clapped in irons and shipped to Goa to stand trial.
However the shifting political situation enabled the majority to escape and take refuge in the British-run city of Calcutta, where they were provisionally beyond the reach of the Viceroy’s justice.
An offer from Raffles
Exiled and living in fear of imprisonment, d’Almeida was presented with an opportunity by the British adventurer Stamford Raffles that he could not refuse.
Raffles had just recruited Major William Farquhar to oversee the project for which he would become famous – the foundation of a colony at the mouth of the Singapore River at the southern tip of the Malay peninsular.
However, he also needed someone to set up health services.
The island of Singapore was covered by swamps that exposed it to various diseases, especially dengue and malaria; public health would be a top priority.
D’Almeida quickly accepted the offer, as Singapore was not unknown to him.
During his various voyages in Southeast Asia as a naval physician, he had landed several times in the incipient colony, buying a few plots of land that were going cheap.
At the time, trade between Macao and the ports of Malaya and Indochina was brisk and there were also regular maritime links with Portuguese-owned Timor and Flores in the East Indies.
And so, under British protection, d’Almeida embarked on a new odyssey and settled under the Union Jack.
On landing in 1825, d’Almeida established his clinic near the shore on Beach Road, now known as Raffles Place, building his home a short distance away.
This spacious mansion would become a meeting place for Singapore’s best artists and musicians and d’Almeida became renowned for his fabulous soirées, even directing plays in his home that would often star many of his 20 sons and daughters.
These events would regularly be recorded for posterity with paintings and illustrations, which were often featured in the newspapers of British India.
A family dynasty
Apart from hosting glittering parties and developing Singapore’s early healthcare system, d’Almeida also devoted himself to general trade, creating the firm of Almeida & Sons.
The company had its own private quay, eventually opening branches throughout the region, including Macao, and extending its operations as far as Germany, where one of his sons later settled.
However, d’Almeida found that running the business took time away from his true passions for science and medicine, and he eventually handed over its management to his eldest sons Joaquim and José.
This freed up time for scientific study, with botany his field of choice. D’Almeida began research of the gutta-percha tree with another reputed scientist, William Montgomerie, who had arrived in Singapore in 1819 as a military surgeon.
But, like his Portuguese colleague, his activities extended far beyond medicine; at one point, he was both a magistrate and Sheriff of Singapore.
How does my garden grow
Together the scientists founded what would later become Singapore’s botanical garden, located in a swampy area of the city.
Gradually drained and propagated with new species, it was later formally laid out and officially handed over to the government.
In 2015 it was recognised as a UNESCO World Heritage site.
The two scientists’ work focused on the capacity for industrial use of gutta-percha latex, due to its elastic properties.
Their experiments led to the early discovery that it could be applied in surgery, specifically for dental moulding and filling.
This work led Montgomerie to India, where the latex was registered with the Calcutta Medical Board.
Even though it was developed for surgical medicine, gutta-percha’s first application was in the telecommunications industry, where it was used to insulate underwater telegraph cables laid by England for the first time in 1845.
Later it was used in the manufacture of golf balls.
Gutta-percha latex’s industrial use declined with the development of plastics and synthetic resins, however, it is still used today in dentistry, helping to seal dental canals and prevent infection.
As was the fashion of that time, D’Almeida’s experiments also included cross-breeding species to test their possible industrial use.
Among others, he experimented with vanilla, cloves and the cochineal, in addition to devoting time to the import of birds, such as quail.
All these species can be still seen today in the city-state’s botanical garden, including a banana-tree species that resulted from his cross-breeding.
The pisang d’Almeida, (d’Almeida banana) is now cultivated across Southeast Asia.
Sadly, d’Almeida’s public persona was consigned to historical oblivion in some quarters.
His progressive political outlook put him at odds with the Catholic Church, even though he had actively worked with Father Pinto Maia to further its establishment and consolidation in Singapore.
Subsequent ecclesiastical biographers did what they could to downplay his achievements.
Others were more eager to recognise his achievements.
He was decorated with the Order of Christ by Portugal, raised to the title of Counsellor of Queen Maria II and named Consul-General of the Straits, a region extending from Malacca to Singapore.
The services he rendered to Spain likewise earned him the title of Knight of the Order of Carlos III, while Great Britain granted him an honorary knighthood, the only foreign title recognised in Singapore.
When he died on 27 October 1850, there was an outpouring of grief unprecedented in Singapore’s history, with the city-state’s most prominent figures from all ethnic groups, along with all other citizens able to make the journey, attending his burial ceremony at the Catholic cemetery of Fort Canning.
In the intervening years, d’Almeida has been largely eclipsed by Sir Stamford Raffles, but one of Macao’s most dynamic sons is commemorated today by D’Almeida Street in downtown Singapore – and the Botanic Gardens, a verdant jewel in the city state’s crown, that spread across 82 hectares and which are a tribute to his unbounded horticultural enthusiasms.
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arca de noé, fim da viagem

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Da série: a Arca de Noé “was a thing”
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RABO DE PEIXE É COMPLEXO

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Rabo de Peixe é um lugar extremamente complexo e esta pandemia só faz soar o alarme ainda mais. Rabo de Peixe tem várias realidades com extremos bem acentuados. Não é fácil, vai demorar, mas é urgente repensar e intervir em Rabo de Peixe. Temos uma população que é vítima das suas diferenças e incapaz de lidar com a sua situação. Rabo de Peixe é Ribeira Grande, é São Miguel, é Açores. Se não queremos ser vítimas dos problemas de Rabo de Peixe, também não podemos ignorar e ostracizar essa população, temos de contribuir para a solução. Os problemas sociais fermentam nos guetos. Este post não é sobre a pandemia, mas a pandemia lembra-nos da complexidade de Rabo de Peixe. Nota Técnica: as vacinas não impedem o contágio, apenas reduzem o impacto da infeção.
May be an image of text that says "No concelho da Ribeira Grande há 31 novos casos (29 em Rabo de Peixe, um na Ribeira Seca e um um na Conceição). No concelho de Ponta Delgada há dois novos casos em São Roque, e no concelho de Vila Franca do Campo um novo caso diagnosticado em São Pedro."
atualização

Olá! Entretanto tive acesso a uma nova informação que considero de extrema importância e alterei de forma significativa a minha publicação sobre Rabo de Peixe.
Filipe sent Today at 13:38
Rabo de Peixe é um lugar extremamente complexo e esta pandemia só faz soar o alarme ainda mais. Rabo de Peixe tem várias realidades com extremos bem acentuados. Não é fácil, vai demorar, mas é urgente repensar e intervir em Rabo de Peixe. Temos uma população que é vítima das suas diferenças e incapaz de lidar com a sua situação. Rabo de Peixe é Ribeira Grande, é São Miguel, é Açores. Se não queremos ser vítimas dos problemas de Rabo de Peixe, também não podemos ignorar e ostracizar essa população, temos de contribuir para a solução. Os problemas sociais fermentam nos guetos. A pandemia lembra-nos da complexidade de Rabo de Peixe e da urgência e necessidade de contribuirmos para a sua transformação. No final somos todos vitimas, com ou sem pandemia, eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas. Segundo um estudo realizado em Itália, o primeiro realizado por um país da União Europeia sobre o impacto da campanha de vacinação contra a covid-19: “a partir de 35 dias após o início do ciclo de vacinação há uma redução de 80% nas infeções, 90% nos internamentos e 95% nas mortes”. Aceitemos a realidade e a necessidade? Vacinemos a RED ZONE de Rabo de Peixe?
Seen by Filipe at 13:38
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Olinda Moniz

Louvo a tua coragem. Prepara- te para os peditórios de cerca sanitária! Desde de dezembro, que Rabo de Peixe tem sido tratado como o apêndice do concelho! E após duas cercas sanitárias, e que deram provas de que não serviram para nada, a não ser estigmatizar ainda mais a população! A acção tarda e as medidas implantadas são sempre as mesmas. Só resta continuar e redobrar cuidados e esperar pelas recuperações!
  • Carlos Eiró

    Vacinem toda a freguesia!! talvez seja uma solução.
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  • Luis Filipe Franco

    Cerca sanitária dura – Eles devem ser responsáveis pelos seus atos
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Someone is typing a comment…

MARCELO BANHO DE MULTIDÃO, CRITICOU O SCP MAS AGORA NÃO???

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Será que, quando regressar a Portugal, o PR, irá fazer alguma conferência, falar e dizer o mesmo que, depois dos festejos do Sporting?
Vai acusar as autoridades de Guiné Bissau?
HIPOCRISIA
Há menos de 1 semana, Marcelo criticou os acontecimentos que se seguiram à conquista do campeonato do Sporting. Agora, em Bissau, é isto. Não há pior hipocrisia do que aquela que admite para os outros o que não se quer para si.
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  • Carlos Ferreira

    Somos governados por uma raça que olha só para o seu nariz Ele devia de apanhar o vires ? Não desejo mal a ninguém mas

RAFAEL FRAGA FALA DO DESPERDÍCIO E OUTRAS MALEITAS

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Era suposto falar de outra coisa hoje, mas uma pessoa com a mesma sensibilidade que a nossa enviou-nos ontem estas fotos.
São apenas quatro, e são uma ínfima amostra de uma das muitas obscenidades que a agroindústria que deixámos aqui instalar produz. E são também apenas quatro fotos das centenas que se poderiam tirar em todas as explorações. São toneladas e toneladas de comida em perfeitas condições que são atiradas para o lixo todos os dias.
Não somos um país rico e não é difícil constatar essa evidência, mas a nossa pobreza é numa imensidão de gradações incomparável com a verdadeira pobreza. Que uma vez vista e sentida faz rasgar dentro de nós qualquer coisa que nunca mais nos deixa ver coisas destas, sem sentir uma repulsa que chega a ser física. Uma náusea pela humanidade imbecil e arrogante.
Estas fotografias são radiografias de tudo o que está errado nesta operação nefasta, obscena e gerida por gente ridícula que não faz ideia do que anda a fazer neste mundo.
É esta mentalidade que eu vou combater para o resto dos meus dias e é contra este tipo de gente que eu me vou bater até não ter mais forças. E acreditem quando digo que a minha motivação para fazer implodir este atentado contra o ambiente a sociedade e inteligência colectiva, que aqui deixámos instalar, aumentou vários níveis, porque agora já nem respeito lhes devo.
Temos escolas, centros de dia, gente carenciada, lares de idosos e toda uma panóplia de soluções, para onde toda esta comida poderia ser enviada, se estivéssemos a falar de gente com o mínimo de preocupação pela sociedade onde está inserida. Se estivéssemos a falar de gente. Mas não estamos.
Estamos a falar de um processo de fabricação de dinheiro, com calibragem, aspecto e marketing que só quem é parvo é que pode chamar de agricultura. Este sorvedouro da nossa agua, que nos conspurca o ambiente com milhares de toneladas de produtos químicos, mata as espécies endémicas, inquina os nossos lençóis freáticos e explora e incita à exploração de cidadãos estrangeiros, e destrói o nosso tecido social e economia local, tem tanto respeito por nós e pela nossa terra, como tem pelos milhares de toneladas de vegetais com menos um milímetro que deita fora.
Isto não é agricultura meus amigos. Agricultura pressupõe respeito, inteligência emocional, e uma ligação ao meio que produz cultura e civilização. Os tipos e tipas que fazem isto, andam em bons carros, vestem roupas caras e arrogam-se de um estatuto social diferenciado, mas são uns parolos tão pobres que a única coisa que possuem é dinheiro. São aqueles saloios com taco de notas no bolso mas que comem de boca aberta.
É para deitar fora comida que poderia ser usada para ajudar quem precisa, que já estão a roubar a água aos habitantes do interior do concelho. É para continuarem a cometer este acto ridículo que têm o controle do bem mais precioso que possuímos.
Foi sem qualquer respeito por nós, pela nossa cultura universalista, e sociedade de entreajuda, que estes parasitas se vieram instalar aqui num Parque Natural com um património ambiental incalculável, e com vestígio civilizacional que remonta à pré-história.
Se não conseguirmos acabar com isto, vamos nós acabar cobertos de vergonha por não termos sido capazes de honrar o legado que aqui nos foi deixado com tanto sacrifício.
Se não soubermos levantar-nos agora, pois que fiquemos sentados para sempre, porque não merecemos a dignidade…
Um bom dia para todos…
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O INFERNO DE GAZA, VERDADEIRO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO

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O INFERNO DE GAZA ANTES DOS BOMBARDEAMENTOS
95% DA POPULAÇÃO JÁ NÃO TINHA ACESSO A ÁGUA POTÁVEL
O território encontra-se sob bloqueio de Israel desde 2007, quando o Hamas tomou o poder
Segundo o WPost de hoje, Gaza é uma das áreas mais densamente povoadas do mundo: 2,1 milhões de pessoas, a maioria refugiados das Nações Unidas -resultado das deslocações forçadas na sequência da criação do Estado de Israel em 1948 e da guerra israelo-árabe de 1967.
Segundo a ONU, 95% da população não tem acesso a água potável e está sujeita a frequentes cortes de energia elétrica que paralizam tudo.
As estatísticas do Banco Mundial mostram que em Gaza existe um dos mais elevados índices de desenprego do mundo e 80 por cento da população só tem acesso a serviços básicos com ajuda internacional.
The territory has been under Israeli blockade since 2007, after Hamas took power following a rift within the Palestinian Authority. “Living conditions in Gaza are bleak: 95 percent of the population does not have access to clean water, according to [the United Nations], and electricity shortages periodically bring life to a halt,” my colleagues reported. “The territory has one of the highest unemployment rates in the world, World Bank statistics show, and the United Nations estimates that roughly 80 percent of the population relies on international aid to survive and access basic services
As estatísticas do Banco Mundial mostram que em Gaza existe um dos mais elevados índices de desenprego do mundo e 80 por cento da população só tem acesso a serviços básicos com ajuda internacional.
The territory has been under Israeli blockade since 2007, after Hamas took power following a rift within the Palestinian Authority. “Living conditions in Gaza are bleak: 95 percent of the population does not have access to clean water, according to [the United Nations], and electricity shortages periodically bring life to a halt,” my colleagues reported. “The territory has one of the highest unemployment rates in the world, World Bank statistics show, and the United Nations estimates that roughly 80 percent of the population relies on international aid to survive and access basic services
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