TIMOR O TRATADO DE 20 ABRIL 1859

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20 de abril: um dia importante para Timor-Leste
No dia 20 de abril de 1859, começou a desenhar-se formalmente o que veio a ser o espaço geográfico de Timor-Leste.
Neste dia, em Lisboa, foi assinado um Tratado, que delimitou a fronteira de divisão da ilha de Timor em duas partes, a leste, para os portugueses, e a oeste para os holandeses.…

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You, José Bárbara Branco, Rosa Horta Carrascalao and 40 others
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  • Na revisão de 1904, assinada também pelo Governador Celestino da Silva, o enclave holandês de Maucatar foi incorporado definitivamente no Timor Português.
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    • José Bárbara Branco

      Obrigado. Há certamente outros dados relevantes a considerar, na evolução destes tratados, que eu, por deficiência de formação e falta de tempo não domino. Por exemplo, os tais 120.000 florins para perfazer os 200.000 chegaram a ser pagos? O que aconteceu ao Governador que usou o dinheiro e que, creio, chegou a ter ordem de prisão?

      Também interessante é depois a missão para a definição das fronteiras, com a participação do Gago Coutinho.
      Ver aqui uma publicação sobre esse episódio: https://www.facebook.com/100000145094686/posts/1548124675202354/?d=n
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Osvaldo José Vieira Cabral · À espera do Orçamento retificativo

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À espera do Orçamento rectificativo
O debate sobre o primeiro Plano e Orçamento do governo de coligação ainda não terminou e é mais do que claro que os dois documentos já eram.
Nenhum governo consegue, na presente conjuntura, elaborar um orçamento sem saber o que ainda vai enfrentar como consequência da pandemia e da crise económica.
No meio deste turbilhão é impossível prever uma execução orçamental sem que tenha de receber correcções para despesas inesperadas.
Vamos ter, com toda a certeza, um orçamento rectificativo algures este ano, até porque este Orçamento sofre de outros dois problemas: por um lado, já vai tarde (onde já se viu aprovar um Orçamento em Abril?) e, por outro, tem previsões económicas descabidas, como aquela do crescimento nominal do PIB de 3%, certamente com base na fé de um milagre no decorrer do ano.
A dimensão do impacto da pandemia nas contas públicas, no ano passado, foi surpreendente e, este ano, já passamos o primeiro trimestre e não se vislumbra cenário para grande recuperação, que até se agrava com a lentidão do processo de vacinação.
Só para se ter uma ideia do que aconteceu no ano passado, no saldo global da execução orçamental, ainda antes do fecho da Conta da Região, era notória uma degradação acentuada de -26,5 milhões de euros em 2019 para -261,817 milhões em 2020, um agravamento de cerca de -238,5 milhões.
Este saldo é explicado por um lado com a quebra de 3,8% nas receitas e um aumento de 17% nas despesas.
Este ano, para além das despesas da pandemia, temos a despesa “suplementar” da SATA, que não é coisa pouca, enquanto que nas receitas está por aferir o que virá com o impacto da descida dos impostos.
Em 2020 as despesas subiram, por norma, com um aumento de cerca de 310 milhões de euros entre acréscimos de juros (20 milhões) e acréscimos nas áreas sociais (88 milhões) e económicas (202 milhões), o que diz bem da nossa cada vez maior necessidade de recorrer ao endividamento para cobrir estas diferenças galopantes.
Conjugando todas as variações positivas e negativas, o saldo orçamental sofreu uma degradação muito grande de cerca de 26 milhões de euros em 2019 para cerca de 261,8 milhões em 2020.
Com este retrato, é fácil concluir que o orçamento em debate no parlamento, esta semana, é apenas um documento indicador, não muito fiável, que vai precisar de muitas correcções ao longo da sua execução.
Quanto ao nível do debate parlamentar, já se percebeu, mais uma vez, que é de uma pobreza franciscana.
O que não é surpresa para ninguém.
****
A PISTA DO PICO – O estudo sobre o aumento da pista da ilha do Pico, encomendado pelo anterior governo, e revelado, nas linhas essenciais, pelo “Diário dos Açores”, é pouco conclusivo, apesar da mão cheia de soluções.
É óbvio que um aeroporto com as características que se deseja para aquela ilha não é economicamente viável, como não foram os outros aeroportos e portos que se construíram noutras ilhas, sendo antes um investimento estruturante para a economia das ilhas do triângulo e um salto com enorme consequências sociais nas três ilhas.
A decisão final terá de ser sempre política e é aqui que entronca o problema.
Este governo, pela sua composição e pelo comportamento de alguns secretários regionais, está muito focado no acessório e na defesa de alguns tiques bairristas que só o prejudica.
Tomar decisões arrojadas para outras ilhas, que não seja a rotina tradicional de S. Miguel, Terceira e Faial, será sempre um problema de difícil consensualização interna.
Basta ver o erro clamoroso que foi não mexer no Plano de Recuperação e Resiliência, com receio de que provocasse atraso na aprovação das verbas comunitárias.
Ora, o Plano ainda não foi entregue a Bruxelas, o governo da República continua a aperfeiçoá-lo e nós, açorianos, não aproveitamos para alterar muitos disparates que lá estão, podendo incluir, por exemplo, o investimento da nova pista da ilha do Pico.
Ou as forças vivas do Pico (e do triângulo) mexem-se neste novo contexto político, em que vão surgir novos programas comunitários para injectar na economia, ou então vão continuar com a promessa histórica, quase estigma, da “ilha do futuro”…
Abril 2021
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
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PORTUGUES NA GALIZA

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DPG inicia campanha de promoção do programa CUALE entre outras opções de oferta educativa em português
Programa CUALE para o ano 21/22 incluirá com normalidade a opção português
Da DPG (Docentes de Português na Galiza) iniciamos uma campanha informativa dirigida a todos os centros de ensino em que houver docentes com interesse em ampliar a oferta educativa em português. Para isso preparamos uma série de folhetos explicativos onde de maneira simples pode ser colocada numa visão de conjunto todos os diferentes modelos de implementação de matérias lecionadas em português, quer através da opção de constituir secções bilingues, quer através do programa CUALE que neste ano por vez primeira poderá ser solicitado com normalidade em língua portuguesa.
Estes programas, que não excluem a necessária expansão e assentamento da matéria de português língua estrangeira, acrescentam novos elementos à oferta educativa em português no ensino público.
Da DPG não podemos mais do que encorajar à sua expansão e promoção a todos os níveis.
O programa CUALE é um programa preparatório, totalmente gratuito, para aceder à certificação oficial através dos exames da EOI. Pensado para alunado que esteja a estudar em português sem se deslocar do seu centro oferece uma vantagem acrescida à hora de estudarmos português: obter uma certificação oficial de utilidade no futuro C. Vitae do alunado.
Toda a informação pode ser consultada nos folhetos que enviamos em anexo, onde oferecemos também assessoria a qualquer docente interessado/a (info@dpgaliza.org).
A notícia no nosso novo sítio web:
Em tempos de restrições horárias e de ajuntamento todas as associações têm-se visto afetadas na sua capacidade de realização, partilha e expansão das suas atividades. Entre os trabalhos que a DPG tem continuado a realizar apesar do confinamento encontram-se a estreia do novo sítio web ou a preparação de uma antologia de literaturas lusófonas com fins didáticos.
Muito em breve informaremos também com maior detalhe de uma nova campanha audiovisual de promoção da matéria de língua portuguesa na Galiza para o próximo ano académico 21/22.
A Equipa da DPG

Estudo português mostra que quem bebe café tem melhor controlo motor e maior nível de atenção

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“Esta é a primeira vez que o efeito de beber café regularmente tem na nossa rede cerebral é estudado com este nível de detalhe”, diz o autor do estudo.

Source: Estudo português mostra que quem bebe café tem melhor controlo motor e maior nível de atenção

NEONAZIS NA AUSTRÁLIA

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