URBANO BETTENCOURT EM CONFERÊNCIA

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May be an image of outdoors and text that says "M い UNIVERSIDADE FACULDADE ARTES EHUMANIDADES DEPARTAMENTO LÍNGUAS, LITERATURAS LITERATURASECR CULTURAS 19 de Março 2021 18h, Online-Zoom CONFERÊNCIA Urbano Bettencourt "Literatura açoriana alguns olhares" ParticipaçãonoZoom Û ID da reunião: 812 1177 9045 Senha de acesso: Ici 19mar Este financiado por fundos nacionais FCT- NIVERSIDADE LISBOA FLUL LISBOA FCT Ciência Tecnologia, 1.P.,no âmbito projecto IDB/00509/2020 CentrodeEstudos Comparatistas AP LC"
Conferência “Literatura açoriana – alguns olhares”
No próximo dia 19 de Março terá lugar uma conferência subordinada ao tema “Literatura açoriana – alguns olhares”.
A conferência está marcada para as 18h, via zoom, e será proferida por Urbano Bettencourt, um dos intelectuais de maior destaque na vida cultural dos Açores.
Esta iniciativa é organizada pela Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira e insere-se no âmbito do Doutoramento em Literaturas e Culturas Insulares.
Participação no zoom:
ID da reunião: 812 1177 9045 | Senha de acesso: lci19mar
Pedro Paulo Camara, João Pedro Porto and 17 others
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os portugueses eram diferentes?

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Miguel Castelo Branco
tSpo1l8nsmoergSed ·
Um povo para o mundoMay be art of 1 person
Ao contrário de outros povos europeus, cujos impérios se fixavam no estrito cumprimento dos quadros jurídico, militar e comercial e das resultantes competências que eram assinaladas aos seus funcionários, o império português sempre foi diferente nas práticas e na atitude. O holandês ou o inglês que passavam pela Ásia só tinham como fito acumular riqueza e regressarem à sua pátria de origem ao fim de dez anos de Oriente, para na Europa viverem dos rendimentos amealhados.
Porém, a massa de portugueses que se estabeleceu no Brasil, no Oriente e em África partia para lá ficar, pelo que a característica marcante dessa gente era a da total ambientação aos quadros geográficos locais e regionais em que vivia. Como bem notou Antonie van Diemen, governador da Batávia holandesa nas décadas de 1630 e 1640, “a maioria dos portugueses na Ásia olham para estas terras como a sua pátria. Não pensam mais em Portugal e dirigem pouco ou nenhum comércio para [Portugal], contentando-se com o comércio asiático, como se fossem nativos dela e não tivessem outro país”. Daí que estes homens, transplantados para regiões distantes se casassem, construíssem as suas vidas, as suas aldeias, cidades, entrepostos, igrejas e hospitais como se aquelas tivessem sido sempre a sua pátria.
Alfons van der Kraan – “Anthony van Diemen: Patron of Discovery and Exploration, 1636-45”. In The Great Circle: Journal of the Australian Association of Maritime History, 2005.
Joao Paulo Esperanca
12 m ·

não há corrupção em portugal

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1tSpoendhsorered

Municipios 253 queixas por corrupção! 396 denúncias arquivadas! A cidadania exige saber como é possível tanto arquivamento? E que raio se passa nos Municípios?
Municipios 253 queixas por corrupção! 396 denúncias arquivadas! A cidadania exige saber como é possível tanto arquivamento? E que raio se passa nos Municípios?
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  • Toda a gente sabe, só eles é que fecham os olhos
    Devia haver auditorias várias vezes no ano
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  • O Polvo existe…
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  • Todos sabemos , infelizmente.
    Mas vivemos com esta praga , como se nada acontecesse
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  • Nos municípios não é novidade…. Mas qual é a utilidade dos tribunais?!
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faleceu Luís Filipe Cabral.

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Faleceu o antigo líder da JS/Açores Luís Filipe Cabral - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
Faleceu o antigo líder da JS/Açores Luís Filipe Cabral – Jornal Açores 9
Faleceu esta terça-feira em Ponta Delgada, Luís Filipe Cabral. Luís Filipe Cabral, foi líder da Juventude Socialista nos Açores, foi jornalista e foi também deputado na Assembleia Legislativa Regional da IV Legislatura, foi um assessor político, entre outras actividades profissionais que dese…
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o crime compensa, corrupção em Portugal

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PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO
SÓ 1,3% DAS QUEIXAS RESULTAM EM CONDENAÇÕES
Conselho de Prevenção da Corrupção: só 1,3% das queixas resultam em condenações
16 MARÇO – Lusa
Autarquias lideram as queixas, mas mais de metade acabam em arquivamento. Corrupção e peculato dominam os motivos para abertura de processos
A “ausência de indícios ou elementos probatórios” é a explicação dada pelo Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) para o arquivamento de 52% das queixas e para a condenação apenas de 10 processos abertos em tribunal. Ao todo, no ano passado aquele organismo (que funciona junto do Tribunal de Contas) recebeu 763 comunicações dos tribunais, uma ligeira diminuição em relação a 2019. A grande maioria dos casos (738) incidiu sobre procedimentos criminais, indica um relatório anual divulgado esta terça-feira.
De entre as 738 comunicações dos tribunais de 2020, mais de metade (427) dizem respeito a corrupção, correspondentes a 32,1% e peculato (22,9%), seguidos pelo abuso de poder (82) e participação económica em negócio (70).
Segundo o balanço do CPC, as 738 comunicações judiciais correspondem a 396 despachos de arquivamento, 240 aberturas de inquérito e 102 decisões baseadas em “elementos indiciadores ou probatórios da ocorrência de crimes em entidades e organismos públicos”.
Conclui o Conselho que o arquivamento de uma grande parte dos inquéritos do Ministério Público se deve “à ausência de indícios ou elementos probatórios” e a dificuldades na realização da investigação criminal para a recolha de indícios e provas nestes crimes económico-financeiros.
O relatório enfatiza que a área da Administração Local é, uma vez mais, a que surge mais representada, estando associada a mais de metade (382 casos — 51,8%) dos reportes judiciais, com particular destaque para os municípios, que totalizam 239 comunicações.
Segue-se a área da Administração Central, que apresenta uma dimensão de cerca de 1/4 das comunicações (187 casos — 25,3%).
Nesta área, destacam-se as comunicações que envolvem as forças e serviços de segurança (54 comunicações), as entidades que operam nas áreas da educação (28) e da saúde (25).
O relatório infere que “uma vez mais as entidades com tipologias de funções mais representadas parecem estar particularmente expostas à possibilidade da ocorrência de atos de corrupção, de peculato e outros ilícitos conexos”.
As comarcas que apresentaram estas comunicações situam-se essencialmente no litoral, sendo 293 delas da região Norte (acima do rio Douro), 325 da região Centro (entre Doutro e Tejo), 55 da região Sul (abaixo do Tejo), e 65 das regiões autónomas dos Açores (57) e da Madeira (oito).
As principais áreas da Administração Pública onde ocorreram as 102 comunicações judiciais foram o processo de tomada da decisão administrativa, a gestão de recursos, o exercício de funções públicas delegadas, a gestão das áreas da tesouraria e da contabilidade, a gestão dos sistemas informáticos, o exercício de funções públicas em acumulação com outras funções, a contratação pública e ainda as áreas da concessão de benefícios e apoios financeiros.
O CPC alerta que “apenas 68 dispunham de planos de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas, 42 das quais têm procedido à elaboração e apresentação” de relatórios de execução.
O CPC sustenta que continua a ser necessário as entidades do setor público reforçarem a adoção das recomendações do Conselho sobre planos de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas e de gestão de conflitos de interesses, em articulação com outros instrumentos de promoção da ética e da integridade.
Das 102 comunicações das principais áreas da Administração Pública, 88 foram despachos de acusação, três despachos de suspensão provisória do processo, 10 condenações e uma absolvição.
Quanto aos arquivamentos, importa destacar a tendência para estarem associados sobretudo à corrupção (145 comunicações), peculato e peculato de uso (100 comunicações), abuso de poder (62), participação económica em negócio (42) e prevaricação (33).
Relativamente à abertura de inquéritos em 2020, a maior expressão de denúncias ou notícias de crime vai para a corrupção (73 comunicações), peculato (36), participação económica em negócio (22), abuso de poder (17) e prevaricação (12).
O Conselho de Prevenção da Corrupção recebeu também 25 relatórios de auditoria, nomeadamente da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (17 comunicações), da Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça (6), da Inspeção-Geral de Finanças (uma) e do Estado-Maior das Forças Armadas (uma).
Concluiu o CPC que estes relatórios de auditoria recomendam o aprofundamento e atualização dos planos de prevenção de riscos existentes relativamente às 20 entidades que deles dispõem, e a necessidade da sua elaboração e adoção relativamente a cinco entidades: três da área da Cultura, um da área da Justiça e um da era da Defesa.
O CPC é uma entidade administrativa independente que funciona junto do Tribunal de Contas e desenvolve atividade de âmbito nacional no domínio da prevenção da corrupção e infrações conexas.
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Fernão de Magalhães, o génio que cometeu um erro fatal | 500 Anos da Circum-Navegação | PÚBLICO

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O historiador Luís Filipe Thomaz conta que o navegador ao serviço de Castela percebeu tarde de mais que as ilhas Molucas – conhecidas como “ilhas das especiarias” – ficavam em território português. E que, perante esse erro, ficou sem saber o que faz

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O FACEBOOK E O MAMILO DA ROSINHA

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O FACEBOOK E O MAMILO DA ROSINHA
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Escreve Pedro Tadeu no DN:
O mamilo da Rosinha devia ser permitido?
A propósito de um pequeno trabalho sobre propaganda no Estado Novo no início da guerra colonial (passaram esta semana 60 anos), resolvi contar episódios de alguns antecedentes de promoção pelo poder político do chamado “império português”, entre os quais a famosa Exposição Colonial no Porto, em 1934.
Como se sabe, nessa mostra foi montada a simulação de uma aldeia “indígena”, formada por uma série de palhotas onde foram enfiadas 324 pessoas trazidas de Macau, Goa, Timor, Moçambique, Angola e Guiné. Estas pessoas estiveram quatro meses no Palácio de Cristal como atrações de um autêntico zoo humano, exposto à curiosidade de meio milhão de visitantes.
A maior vedeta desse zoo humano foi a “Rainha das Colónias”, uma jovem da Guiné, eleita a mais bela entre 19 raparigas, a quem chamaram “Rosinha”. Ao ser fotografada em trajes tradicionais, mamas descobertas e pequeno saiote, a jovem motivou uma verdadeira correria ao evento para ver a “pretinha nua”.
No Facebook escrevi um texto alusivo a este assunto, uma incrível ação de educação popular para o racismo e para o imperialismo, e juntei a dita fotografia da “Rosinha”. Quando carreguei no botão “publicar”, saltou-me uma mensagem a dizer que a foto violava o código da rede social.
Não é novidade que o Facebook tem horror a mamilos. Lembro-me dos protestos de 2017 pela censura feita pela empresa de Mark Zuckerberg a uma historiadora que quis publicar a foto da estatueta de uma Vénus do paleolítico ou, ainda antes, salvo erro em 2014, por ter apagado e republicado e voltado a apagar posts com a célebre pintura, de 1486, O Nascimento de Vénus de Boticelli. Mães a amamentar filhos também são fotografias igualmente banidas há anos.
Dada a rapidez da deteção do mamilo da “Rosinha” deduzo que em vez de esperar por denúncias de pessoas escandalizadas, como no princípio fazia, o Facebook decidiu elaborar algoritmos capazes de detetar instantaneamente um mamilo.
Imagino as reuniões do pessoal do Facebook, para decidirem os parâmetros a levar em conta no código informático do algoritmo e as perguntas para as quais foi preciso encontrar resposta: Que tipos de mamilos há? Que cores podem ter os mamilos? Que tamanhos? Os mamilos de homens podem ser publicados? E mamilos que tenham pelos? Há mamilos politicamente corretos? Todos os mamilos são inadmissíveis? Um mamilo revelado por debaixo de uma camisola molhada deve ou não ser proibido? Quantas fotografias de mamilos teremos de introduzir no sistema de inteligência artificial para ele aprender a detetar, antecipadamente, todas as tentativas de publicação de mamilos pelos utilizadores do Facebook?… Enfim, o trabalho deve ter sido árduo.
A proibição de publicação dos mamilos no Facebook quase que me é indiferente a não ser por significar o prelúdio de algo muito mais grave: as sociedades, sejam democráticas ou sejam autoritárias, estão a aceitar pacificamente uma normalização da ética e da moral segundo critérios comerciais, ou seja, segundo raciocínios que favorecem o negócio do Facebook e de outros potentados internéticos.
Essa nova “ética social definida pelo lucro”, dada a penetração massiva, absoluta, que estas redes têm na vida quotidiana das populações, é obviamente legítima do ponto de vista de quem gere o negócio e até pode parecer, à primeira vista, bem intencionada; mas como não obedece a um escrutínio político e, muito menos, democrático, configura um abuso de poder porque obriga toda a gente a aderir a um “pensamento único” se quiser frequentar a rede social.
Este abuso, que na forma de organização atual da sociedade não pode ser impedido, irá escalar. Agora é o mamilo da Rosinha que está proibido, mas nada me garante que, um dia, o algoritmo dos mamilos acabe por proibir toda e qualquer fotografia e todo e qualquer texto sobre a Rosinha por o dono do Facebook achar que prejudica o negócio falar de imperialismo, de colonialismo, de fascismo ou de outro “ismo” qualquer.
Como, ao sedimentarem-se tais critérios nas redes sociais, a própria sociedade, que já não pode abandonar as redes sociais, terá tendência em tornar sua a “ética social definida pelo lucro”, a Rosinha pode até correr o risco de acabar banida dos livros de História… E o mais grave virá a seguir.
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Iracema Clara, Carlos Fino and 15 others
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  • Marxismo cultural é assim…

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    • Nuno Ribeiro

      O Facebook é marxista? Não sabia…

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The 15 Most Beautiful Places To Visit In Australia

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Australia is a country that’s as diverse as it is beautiful, from the ochre-red outb

O SEF CONTINUA NA MESMA?????

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OUTRA DENÚNCIA CONTRA O SEF- AGORA, POR COAÇÃO.
SEF acusado de ameaçar testemunha: ″Não se meta″, ter-lhe-á dito inspetor
DN.PT
SEF acusado de ameaçar testemunha: ″Não se meta″, ter-lhe-á dito inspetor
O seu testemunho ao DN, sob anonimato, levou o governo a abrir um inquérito. Tendo decidido falar às autoridades, foi já ouvida pela IGAI. No dia em que o jornal noticiou a sua disponibilidade para testemunhar em tribunal, foi visitada por um inspetor do SEF que a aconselhou a “não se meter”.
Carlos Fino and 43 others
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  • Afinal não houve remodelação do SEF?
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