Pico a escorrer para o mar

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Kathleen Rita

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Lajes do Pico

.

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Água com fartura.
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  • e vai toda para o mar, há anos que digo que a deviam conter e preservar.. como escrevi em 2008
    12.9. DA ESTRADA INACABADA – A ÁGUA QUE RAREIA (HÁ UM CIDADÃO QUE NÃO SE CALA NA LOMBA DA MAIA)

    Artigo subsequentemente publicado nos jornais:

    http://www.correiodosacores.net/view.php?id=15668 15 novembro 2008 [Opinião] http://www.correiodosacores.net Diga Leitor / Carta ao Diretor | 2008-11-18 12:34 http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/176948

    Falta de chuva origina cortes de água na Ribeira Grande

    Regional 13/11/2008 08:11:8

    A falta de chuva na ilha de São Miguel está a obrigar a Câmara Municipal da Ribeira Grande a efetuar cortes noturnos no abastecimento de água em algumas zonas do concelho, anunciou ontem a autarquia. Segundo o vereador Jaime Rita, a pouca pluviosidade registada está a diminuir a pressão de água nas zonas altas do concelho, o que implica cortes noturnos para que os depósitos possam recuperar a sua capacidade.

    Recentemente, a autarquia anunciou um investimento de oito milhões de euros, até 2009, em obras de abastecimento de água na zona poente do concelho, que vai acabar com a falta de água sentida durante o verão nas freguesias do Pico da Pedra, Calhetas e Rabo de Peixe.

    O PSD da Ribeira Grande considerou que o anúncio da Câmara sobre os investimentos no abastecimento de água “está longe de constituir a varinha mágica”, alegando que os problemas persistem na área.

    “Este anúncio está longe de constituir a varinha mágica deste executivo camarário, quando, ainda por cima, as dificuldades no abastecimento de água voltaram a acentuar-se nos últimos dois anos na zona poente do concelho, devido à evidente expansão urbana que se verifica em Rabo de Peixe, Calhetas e Pico da Pedra“, salientou a comissão política concelhia.

    Esta notícia tem andado a desassossegar o cidadão da Lomba da Maia que não se cala. Esta falta de água e seus cortes tiveram início em agosto 2008, ainda em pleno verão, mas só agora foram anunciados em 13 de novembro quando a situação passou a ser crítica. Estes cortes de água, ignorados pelo resto da população da Ilha Verde, foram já sentidos pelo preço do consumo de água que disparou, pois, o ar sai sobre pressão e faz os contadores dispararem pela água não consumida, mas pelo ar com que ela se anuncia todas as manhãs.

    Não se compreende que os investimentos sejam todos na “Faixa de Gaza”, lá onde estão os beneficiários de Rendimento Mínimo Garantido, Rendimento de Inserção Social (esse subsídio de desincentivo ao trabalho que o Ferro Rodrigues inventou há uns anos, cheio de boas intenções e pelo qual espero que arda no inferno do desemprego profissional que criou).

    Ou será que isto faz já parte da campanha de reeleição por esses habitantes estarem, obviamente, mais inclinados a votar no partido que lhes dá todas as benesses? Assim, esquecidos, UMA VEZ MAIS, estão os habitantes das terras altas do concelho da Ribeira Grande

    [“É o caso das localidades de Lomba da Maia e de São Pedro, Lombinha da Maia, Lugar da Ribeira Funda e Burguete”], por serem poucos, menos vocais e por APARENTEMENTE não se importarem em serem continuamente discriminados.

    Essa “Faixa de Gaza” que ocupa a zona plana da Ribeira Grande, da Ribeirinha a Rabo de Peixe, é onde a maioria dos investimentos da autarquia foi feita neste mandato. Nós aqui, na Lomba da Maia, é que pagamos o preço da falta de água, pois é a nós que eles cortam a água para que não falte aos outros. pelas 21 horas é que temos de desligar as máquinas de lavar a louça, pois, a água nem para as sanitas corre…

    Se queremos água o melhor é levantarmo-nos lá pelas seis da manhã a ver se tomamos um duche às pinguinhas lembrando-me o tempo em que vivi em Timor nos anos 1970 e a água escorria de um bidão de óleo, cortado a meio a pairar sobre uma fogueira, para ir para a improvisada canalização e nos dar a sensação de que estávamos a tomar banho de duche.

    O RESTO DA ILHA NEM SE APERCEBEU.

    Continuam todos felizes, sem se darem conta da falta de água aqui na Costa Norte, a esvaziarem os depósitos do autoclismo em vez de os encherem de garrafas de água cheias ou de tijolos para preservarem a água que temos. Esta ilha não para de me espantar.

    Desde que cá cheguei, biliões de litros de água vieram diretamente das nuvens para as ribeiras que os despejam no mar. Um equilíbrio perfeito com a natureza, mas que esqueceu a presença humana.

    Espero que alguém já tenha lido alguma coisa sobre as mudanças climatéricas que se avizinham e comece a construir reservatórios maiores antes de esta ilha se começar a parecer com a metade seca da ilha de Santa Maria ou com a aridez das Canárias e de Cabo Verde.

    Nessa altura será tarde demais, a menos que nas terras altas como na Lomba da Maia tenhamos reservatórios suficientes para as nossas necessidades e deixemos de depender dos outros que não cuidam de nós como nos prometeram antes de serem eleitos para defenderem os nossos interesses.

    Ser vocal e “palestiniano” na Ribeira Grande tem imensas vantagens, mas não desisto de ser da Lomba da Maia, de me identificar com esta e por esta perseverar.

    Quando em 2008 sugeri em crónica publicada que se deveriam começar a construir reservatórios de água nas ilhas, para evitar futuras faltas de água, devido às mudanças climatéricas, ninguém ouviu nem levou a sério.

    A partir de 2018 a lavoura e pecuária mostraram interesse em construir reservatórios para abastecer o gado. Governos e políticos reativos em vez de pró-ativos

novo confinamento, o novo anormal que nos anquilosa…

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José Bárbara Branco

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22m ·
Pedro Girão
47m ·
ESTADO NOVO (A)NORMAL
Aproxima-se outro confinamento. Desta vez, ao contrário do que aconteceu em Março, sabe-se o que há a esperar e sabem-se as consequências. E o que há a esperar deste confinamento é nada, nenhum efeito relevante pois, tal como no anterior, só a Primavera resolverá o assunto; até lá, façam o que fizerem, teremos apenas mais do mesmo: a evolução natural da epidemia, medo, sensacionalismo, mentiras e ignorância. Quanto às consequências do confinamento são conhecidas: pobreza, depressão, fome, desespero, menos saúde, muitas mortes evitáveis por outras causas.
Mas os portugueses gostam disto. Não tenho qualquer dúvida de que a maioria apoia o endurecimento das medidas, porque “a culpa é dos irresponsáveis que andam para aí a transmitir o vírus”. Não foi por acaso que o regime de Salazar governou em ditadura durante 48 anos, de 1926 a 1974, com o aplauso geral. Repito, com o aplauso geral (e com a ajuda activa de muitos delatores e guardiões do Estado Novo). Só no dia 26 de Abril se revelaram de forma súbita muitos milhões de fervorosos democratas – que na antevéspera eram tranquilos fascistas.
António Costa, Rui Rio, Marcelo Rebelo de Sousa e tutti quanti sabem-no bem. Sabem bem que quanto mais baterem no povo mais o povo gosta deles. Sabem bem que o discurso “a culpa é do vizinho” podia ser o lema nacional. Sabem bem que o medo, a cobardia, a ignorância e o seguidismo são características partilhadas pela maioria dos portugueses. Não tenho dúvidas de que este assassinato a sangue frio a que chamam confinamento será recebido com aplausos. No fim de contas, temos quase 1 milhão de funcionários públicos (mais os respectivos dependentes). Temos portanto muita gente que, quer trabalhe ou não trabalhe, quer trabalhe bem ou trabalhe mal, quer cumpra, quer se arraste ou quer meta baixa, recebe o mesmo no fim do mês. Que melhor cenário do que um confinamento? O que lhes importa que os outros morram à sua volta?
Os mais preocupados com o aumento de casos, quando não o fazem por simples ignorância, ocultam em geral o próprio pânico, bem como o desprezo pelos muitos milhões de portugueses que não têm os mesmos privilégios, a mesma capacidade de aceder à Saúde, as mesmas hipótese de sobreviver.
Soluções? A solução é a mesma desde o início: reforçar os cuidados de saúde, usar todos os meios científicos comprovados para a profilaxia e tratamento, tratar os doentes, chorar os mortos, aguardar pacientemente o fim da pandemia, e viver; parece-me bem simples. Mas para quem tem medo da morte nada é simples. Para quem teme correr riscos nada é simples. Preferem paralisar, defender-se e matar outros por omissão de cuidados.
Não faço um apelo à revolta; não é esse o meu estilo. Mas faço um apelo ao raciocínio e à tranquilidade. E, claramente, faço um apelo ao desprezo pelos que nos governam e pelos muitos outros actores políticos que apoiam os que nos governam. (São quase todos.) Muitas vezes, quando se fala em política fala-se em corrupção. Talvez não seja justo; mas de cobardia e de assassínio premeditado podemos agora falar com segurança.
Apanhem o sol possível, respirem o ar possível, entretenham-se o melhor possível (evitem as notícias!), cuidem da vossa saúde não-Covid o máximo possível (se conseguirem), e espero que sobrevivam todos, não só ao Covid, mas à maior pandemia, à mais perigosa, a que usa gravata e discursa em público: a pandemia do medo e da hipocrisia.
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A iGREJA EM RABO DE PEIXE NÃO CANCELA COMUNHÕES, DEPOIS ADMIREM-SE…

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Pierre Sousa Lima

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“Estamos todos na mesma tempestade, mas não estamos todos no mesmo barco”, cónego Borges, homilia do Senhor Santo Cristo, 2020.
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Nossa Senhora da Conceição

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Conceição (Ribeira Grande)

.

⚠️ INFORMAÇÃO PAROQUIAL ⚠️
Após a notícia das novas medidas para toda a ilha de São Miguel e por decisão do Concelho do Governo, informamos que:
📍 As comunhões na nossa Paróquia, não serão adiadas, a hora é que será antecipada, em vez de ser às 15h serão às 13h, permitindo assim a celebração estar concluída muito antes do recolher obrigatório;
📍 As catequeses serão suspensas a partir de amanhã e por tempo indeterminado enquanto estás medidas do governo não forem alteradas;
📍 A missa do domingo será antecipada para as 11h, para depois poder haver a missa das comunhões às 13h;
📍 A missa vespertina (Sábado) está cancelada.
CUIDE DE SI E PROTEJA OS OUTROS!
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3h

E depois admiram-se !

MORREU O MARIENSE ANTÓNIO DIAS CHAVES

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4h

Faleceu nos EUA o mariense António Chaves
Faleceu António Dias Chaves, que disse adeus, sem o saber, à comunidade portuguesa, nos 100 anos do Hudson Portuguese Club.
Sem que ninguém o imaginasse seria o último banho de multidão que ouviria a voz de António Dias Chaves.
Salão cheio e atento ao desenrolar do cerimonial.
Em palco, a figura de António Dias Chaves.
Só dizia o essencial. Os convidados e homenageados é que eram o fulcro das atenções.
Nunca foi exagerado naquilo a que se propunha.
As funções era falar dos convidados. Dos homenageados. Não de si próprio. Limitava-se ao mínimo, deixando o máximo para os que apresentava.
Até que um dia foi ele o apresentado. E para tal subiu ao palco, José Francisco Costa, professor, homem das letras e das artes.
Aconteceu no dia do lançamento do livro “Os Meus Impérios”, de António Dias Chaves.
Com todos os pormenores, rituais, corações, cânticos, cantares, cantorias, entoação de “falsetes”, “alumiações”, presença constante dos foliões, e suas “encontradas”, enfim, o retrato a cores do ambiente de festa intrinsecamente popular e de profunda dimensão religiosa”.
A propósito de memórias pessoais, registamos esta entrada do narrador, que diz assim: “Fui embalado ao som das alvoradas e dos falsetes das folias do Império Mariense, sendo o principal o Império da Trindade. Era a principal festa da nossa freguesia, o dia em que calçavam os novos sapatos e se vestia o melhor fato, muitas vezes acabado de ser confeccionado minutos antes da Missa de Coroação”.
Foi deste modo que José Francisco Costa ilustrou o lançamento do livro “Os Meus Impérios”, do já saudoso António Dias Chaves.
Deixou de se ouvir a voz do mestre de cerimónias das grandes iniciativas do Hudson Portuguese Club.
Foi o mestre de cerimónias da mais dignificante presença física nos EUA. Uma presença que soube elevar nas suas intervenções.
“Era um homem que sabia falar. Era um grande mestre de cerimónias. Dava-se com toda a gente. É uma grande perda para o Hudson Portuguese Club. Tinha conhecimentos para os contactos com os cônsules e o governo português e mesmo entidades americanas”, sublinhou o comendador e empresário António Frias.
António Dias Chaves era uma fonte de informação sobre Santa Maria e freguesia de Santo Espírito, terra da sua naturalidade.
Teve honras de apresentar o Bispo Eméritus de Angra, D. António de Sousa Braga, seu digníssimo conterrâneo nas suas visitas ao Hudson Portuguese Club.
Em todas as intervenções em que assumia, as funçõs de mestre de cerimónias, junto do Hudson Portuguese Club, nunca se esquecia de fazer uma cópia extra para nos facilitar o trabalho de reportagem para o Portuguese Times.
“O livro “Os Meus Impérios” imortaliza os Açores, imortaliza as nossas tradições e eleva bem alto o nome de Portugal”, foram palavras de João Pedro Fins do Lago, cônsul de Portugal em Boston.
Entre os numerosos amigos tinha mais um que disse: “Lamento o seu desaparecimento. Substituir António Dias Chaves junto do Hudson Portuguese Club vai ser muito difícil. Sabia o que dizer em palco rodeado das mais diversas individualidades. Uma grande perda”, disse Silvino Cabral.
António Dias Chaves faleceu aos 71 anos a 31 de dezembro de 2020 no Umass Memorial Marlborough Hospital depois de uma breve e corajosa luta contra o Covid-19.
Em 6 de outubro de 2020 viu falecer o seu irmão, Abílio Chaves.
Deixa sua esposa Zélia, de um matrimónio de 41 anos. Um filho Derek e sua namorada Maura Silva de Berlin, Mass.. Deixa ainda os irmãos José Armando e esposa Colette, em Avondale, AZ;
Jorge e esposa Maria, em Hudson; José António e esposa Maria em Marlborough. Sobrevivem-lhe também as irmãs Rosa Paulino, Alda e Zita em Hudson, Elvira, casada com Abílio Chaves.
Deixa ainda os afilhados: Angela Doherty, Anthony Paulino, Carlos Sousa, Jessica Afonso e Kelly Hurd. Vários sobrinhos e sobrinhas.
Chaves frequentou o Seminário Menor de Ponta Delgada e o Seminário Episcopal de Angra.
Veio para os EUA em 1967. Era certificado em gestão de agências públicas do estado de Massachusetts pela University of Massachusetts Donahue Institute e pela Florence Heller Graduate School at Brandeis University.
Foi agente de seguros, professor bilingue, agente de viagens, operador turístico e funcionário público no Gabinete de Refugiados e Imigrantes no Departamento de Saúde Pública e Secretaria do Ambiente em Massachusetts.
Foi também recrutador e avaliador de candidatos no Departamento Federal de Segurança Nacional.
Foi veterano do exército norte americano, onde prestou serviço durante a guerra do Vietname até 1972. Foi vereador e presidente da junta da Câmara Municipal de Hudson, tendo sido o segundo imigrante português a ocupar este cargo no estado de Massachusetts.
É co-fundador de várias organizações comunitárias e foi por vários anos, presidente da assembleia geral do Clube Português de Hudson.
Em 1973 fundou o programa de rádio “Portugal 73”, que se manteve no ar até Dezembro de 2019.
António Dias Chaves trouxe das origens e manteve nos EUA os fortes laços de união que devem ser a base da família. Reunia os primos que orientava pela árvore genealógica como forma de descobrirem as origens.
“Chaves 5 years” era o encontro que António Chaves organizava que reunia os familiares espalhados pelos EUA, Canadá e Portugal. Com os irmãos organizava férias anuais “Brother Week”.
Já na sua posição de aposentado, ocupava os tempos livres como consultor de serviços de imigração, comunicações e traduções. No ano de 2004 foi agraciado pelo Presidente da República Portuguesa, como Comendador da Ordem de Mérito.
As cerimónias fúnebres a cargo da Tighe Hamilton Funeral Home em Hudson, foram privadas, dado a situação de covid-19. Foi celebrada missa de corpo presente na igreja de São Miguel em Hudson, às 9:00 da manhã de quinta-feira, 7 de janeiro de 2021.
Logo que a situação normalize será celebrado um memorial em homenagem a António Dias Chaves.
Por Augusto Pessoa
Exclusivo Portuguese Times/Diário dos Açores
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Roberto Medeiros, Humberto Victor Moura and 73 others
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…Hoje dia 10 de Janeiro e’ mais um dia para agradecer a Deus pelo Milagre da Vida que Ele nos ofereceu. Com muita ou pouca saude , estamos vivos, enquanto tantos irmaos nossos nao conseguiram sobreviver, por causa desse invisivel inimigo da Pandemia COVID-19 que nos esta’ infetando atrave’z do mundo inteiro… A Bencao que Deus nos da’ em cada dia de Vida, e’ para que vivemos em Paz e Amor, sempre numa boa harmonia familiar e com todos. Devemos fazer tudo para que na…

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AÇORES, CHEFE DA PSP E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A SUA MULHER

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Chefe da PSP nos Açores sujeita ex-mulher a doze anos de terror e violência
Vítima foi algemada, teve pistola Glock 19 de serviço apontada à cabeça e foi agredida e ameaçada de morte.
Um chefe da PSP, de 46 anos, colocado nos Açores, está acusado pelo Ministério Público e começa a ser julgado este mês por violência doméstica e sequestro agravados contra a ex-mulher, num terror que se prolongou por 12 anos. Em uma ocasião, já divorciados, a vítima teve uma pistola apontada à cabeça e viveu, algemada, duas horas de terror.
Segundo a acusação do Ministério Público, a que o CM teve acesso, o polícia e a vítima casaram em 2004. Têm filhos atualmente com 13 e 3 anos. O homem era chefe de um núcleo de grande responsabilidade na PSP local. E foi com o nascimento do primeiro filho, em 2007, que ficou “mais frio” e “agressivo e manipulador”.
Apesar de agressões anteriores, a primeira situação de violência extrema foi em 2018. Ele foi contrariado a um casamento e, já em casa, deu-lhe um soco na cabeça. Agarrou-a pelos cabelos e arrastou-a da cozinha ao sofá, onde apertou a cara da vítima entre as suas mãos. Gritava à mulher: “está calada! queres que ligue aos meus colegas a dizer que andas a conduzir o carro bêbada?”.
O casal divorciou-se em julho de 2019. O MP relata que o polícia passou “a perseguir e a atormentar” a ‘ex’. Ficou “mais obsessivo, controlador e violento”. Guardou a chave e invadia a casa dela, remexia tudo e levava objetos. Em janeiro de 2020, atraiu a ex-mulher que julgava ir ver o filho. Foi trancada e o chefe da PSP apontou-lhe a arma de serviço à cabeça. Colocou-lhe um pano de cozinha na boca, algemas nos pulsos, prendendo-lhe os braços atrás das costas, e ia repetindo: “ninguém vai sair vivo daqui hoje!”. “Vais responder a todas as perguntas que te vou fazer, se as respostas não forem as corretas vais morrer!”, disse-lhe o polícia, sentado a menos de um metro, apontando a pistola à cabeça da ex-mulher.
Perguntou ao pormenor os passos da vítima nessa semana numa formação profissional em Lisboa. “Puxou a corredora da arma, colocando um projétil na câmara, tornando-a pronta a disparar”, relata o MP. A mulher acreditou que ia morrer: “se eu te deixar ir embora vais para a polícia apresentar queixa, não te posso deixar ir embora!”. Mas libertou-a com um aviso: “não te esqueças de tudo o que se passou aqui hoje”.
A vítima passou a ter companhia da irmã e mãe às noites. O homem continuou a ameaçá-la até 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, quando a Polícia lhe apreendeu a pistola pessoal.
(Sérgio A. Vitorino – Correio da Manhã de 10/01/2021)
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O OLHO DE ÁFRICA

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Pedro Horta

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Western Sahara

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2h
Adormeço por umas horas. A viagem demorará 10 horas.
Antes de fechar os olhos vejo, pela janela, o início do Saara. Adormeço com a monotonia e beleza das dunas moldadas pelo sopro dos ventos.
Acordo, como que chamado, e constato que lá em baixo, magnânime, estava, a observar-nos, a estrutura de Richat, nos seus imponentes 50 km de diâmetro.
Recebera a honra de ver o Olho de África.
E, mais uma vez, espanto-me com a vida.
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Como a ciência germinou uma flor de 32.000 anos | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

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No noroeste da Sibéria, às margens do rio Kolyma, um esquilo enterrou um exemplar da Silene stenophylla, uma planta comumente com poucos centímetros de altura e sua flor. A cena, em princípio banal, aconteceu há 32 mil anos,  e se tornou histórica depois que um grupo de pesquisadores russos encontrou a planta em 2012, com […]

Source: Como a ciência germinou uma flor de 32.000 anos | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

a casa rural mariense

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Casa rural mariense: “Ex-Líbris da arquitetura de Sta Maria e dos Açores”
“SUA GRANDEZA TAMBÉM ESTÁ NA HARMONIA E INTEGRAÇÃO PERFEITA COM A NATUREZA DE SANTA MA…

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Casa rural mariense: “Ex-Líbris da arquitetura de Sta Maria e dos Açores”
“SUA GRANDEZA TAMBÉM ESTÁ NA HARMONIA E INTEGRAÇÃO PERFEITA COM A NATUREZA DE SANTA MARIA.” (José Melo)
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mais 120 mortes nos açores que nos últimos 5 anos

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Morreram mais 129 açorianos do que a média dos últimos 5 anos
Segundo revelou ontem o INE, entre 2 de Março e 27 de Dezembro (semanas 10 a 52), comparativamente com a média de óbitos observada no período homólogo de 2015-2019, o maior aumento do número de óbitos registou-se na região Norte (+5 696 óbitos), seguida da Área Metropolitana de Lisboa (+3 428 óbitos), do Centro (+2 423 óbitos), Alentejo (+948 óbitos), Algarve (+256 óbitos) e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira (+129 e +114, respectivamente).
Comparando o número de óbitos por semana com a média do período 2015-2019, o aumento na semana 11 (9 a 15 de Março) foi explicado pelo acréscimo de óbitos na região Norte.
Nas semanas seguintes verificaram-se maiores contributos das restantes regiões, em particular do Centro e da Área Metropolitana de Lisboa, mantendo-se todavia a região Norte, entre as semanas 13 (23 a 29 de Março) e 22 (25 Abril a 31 de Maio), com a maior contribuição para o acréscimo do número de óbitos. Nas semanas 23 e 25 a 27 a maior contribuição foi da ÁreaMetropolitana de Lisboa, voltando, em seguida, o Norte a ocupar a primeira posição.
Nas semanas 38 a 41 (de 14 de Setembro a 11 de Outubro) a maior contribuição pertenceu novamente à Área Metropolitana de Lisboa.
Desde a semana 42 (12 a 18 de Outubro), a região Norte voltou a apresentar o maior aumento de óbitos.
Entre 2 de Março, data em que foram diagnosticados os primeiros casos com a doença COVID-19 em Portugal, e 27 de Dezembro, registaram-se 99 356 óbitos em território nacional, mais 12 852 óbitos que a média no mesmo período dos últimos cinco anos.
Destes, 52,0% (6 677) foram óbitos por COVID-19.
Nas últimas 4 semanas (30 de Novembro a 27 de Dezembro) registaram-se mais 1 884 óbitos que a média.
Nestas semanas registaram-se 2 172 óbitos por COVID-19, superando em 15,3% o aumento de óbitos relativamenteà média das semanas homólogas de 2015-2019.
Do total de óbitos de 2 de Março a 27 de Dezembro, 49 453 foram de homens e 49 903 de mulheres, mais 5 833 e 7 019 óbitos, respetivamente, que a média de óbitos no período homólogo de 2015-2019.
Mais de 70% dos óbitos foram de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos.
Comparativamente com a média observada no período homólogo de 2015-2019, morreram mais 10 886 pessoas com 75 e mais anos, das quais mais 8 038 com 85 e mais anos.
Os maiores acréscimos ocorreram mais frequentemente na região Norte, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa.
Do total de óbitos registados entre 2 de Março e 27 de Dezembro de 2020, 60 024 ocorreram em estabelecimento hospitalar e 39 332 fora do contexto hospitalar, a que correspondem aumentos de 5 650óbitos e 7 202 óbitos, respectivamente, relativamente à média de óbitos em 2015-2019 em período idêntico.
Neste período, 56,0% do acréscimo de óbitos ocorreu fora dos hospitais.
Contudo, desde a semana 44 (26 de Outubro a 1 de Novembro) o maior acréscimo de óbitos registou-se nos hospitais.
A informação sobre óbitos é obtida a partir dos dados do registo civil (assentos de óbito) apurados no âmbito do Sistema Integrado do Registo e Identificação Civil (SIRIC) e foi recolhida até 5 de Janeiro de 2021.
O desfasamento temporal entre a última semana de referência dos dados (52ª semana) e o momento até ao qual decorre a recolha evita que a informação divulgada seja sujeita a revisões acentuadas. Todavia, a informação referente a 2020 tem carácter preliminar e será sujeita a atualizações.
Uma das consequências mais dramáticas da pandemia COVID-19 diz respeito ao aumento do número total de óbitos.
O número de óbitos COVID-19 fornece apenas uma medida parcial desses efeitos.
Uma medida mais abrangente do impacto na mortalidade pode ser fornecida pela diferença entre o número de óbitos, por todas as causas de morte, em 2020 e a média dos últimos cincos anos (2015-2019), não obstante outros efeitos sobre a mortalidade, como a gripe sazonal e os picos ou ondas de calor ou frio.
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contaminação em almoços e festas micaelenses…digam Basta!

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Rabo de Peixe com 41 novos casos hoje… e já vai em 239 activos. E vão fazer Comunhões? Com festa e bolos… visitas e beijinhos! Tudo ao monte e fé em Deus! Tenham juízo! Eh, Senhores Padres!

Mena Cabral

is feeling annoyed.

2 h
Começa a chatear, já começa a irritar.
Anda-se a fazer esforços pessoais, para cumprir com diretrizes em vigor, para o bem de todos.
Deixem de ser egoístas, deixem de olhar para o próprio umbigo.
71 novos casos hoje, em que surgem freguesias já com 239 ativos.
Comunhões? Festas? Tenham juízo!
Vivemos em sociedade.
Não é cada um por si. É cada um por todos.
A minha liberdade é minha sim, mas acaba onde começa a do outro.
Mijem em casa caraças (desculpem mas outro termo seria ofensivo).
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Artur Neto, Mena Cabral and 25 others
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  • Mas é preciso reparar que deve haver casas pequenas onde as pessoas não têm maneira de isolar quem está infectado, nem têm mais que uma casa de banho, etc. e acaba por ficar toda a família infectada.
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    • 1 h
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