MAIS VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO CONFINAMENTO

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Pierre Sousa Lima

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Pedidos de ajuda à APAV nos Açores aumentaram entre 10 a 20% após o confinamento - Rádio Atlântida
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Pedidos de ajuda à APAV nos Açores aumentaram entre 10 a 20% após o confinamento – Rádio Atlântida
Após o confinamento, provocado pela pandemia da Covid-19, o número […]
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RODRIGUES DOS SANTOS APOLOGISTA NAZI?

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Acerca da polémica do dia: “se é para morrer então vamos matá-los de forma mais humana”.
Desta vez o discurso displicente não produziu o efeito pretendido. Caíu mal, muito mal, a ligeireza estilística com que tentou explicar que os nazis recorreram às câmara de gás como uma espécie de acto de misericórdia perante outras mortes de maior horror.
Ficamos quase todos chocados com a forma como o fez e desta vez a ideia do autor não foi recepcionada e assimilada.
A minha pergunta é: e se ele tivesse tido mais jeitinho? Provavelmente a ideia tinha passado. Pois bem, mais uma vez, como tantas outras vezes antes, esta tese é manifestamente errada. O assunto já foi abundantemente estudado. A solução de extermínio usada não foi escolhida tendo por base critérios de uma “piedade” macabra mas por necessidades que se prenderam com a tentativa de evitar a erosão da base de apoio que podia advir do desgaste e trauma da proximidade às vítimas daqueles que tinham que proceder às execuções. Existem enumeras obras sobre a higienização da morte no nazismo que podiam ser consultadas…
Esta não passou, mas passaram tantas até hoje. Algumas delas tão idiotas. E vamos ter muitas mais numa livraria perto de si, na secção dos mais vendidos…
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Aníbal C. Pires, Paulo Brilhante and 11 others
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  • Mais do que deplorável
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    • 10 h
  • É fascismo demais dá vômitos já não o posso ouvir é demasiado frio. Apresenta números de mortes de covid como se fossem números, demasiado directo.
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    • 1 h

touradas e estado laico Francisco Maduro-Dias

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TOURADAS E ESTADO LAICO
A questão começou a bailar-me no espírito há já anos. Estávamos em 1996 e o novo Governo Regional dos Açores decidira alterar a designação de Direcção Regional dos Assuntos Culturais para Direcção Regional da Cultura.
Na ocasião liguei pouco ao assunto até que, em conversas, me fui apercebendo que a mudança não era uma questão de nome, era de filosofia. De facto, uma coisa é assumir que a cultura é múltipla, abrangente, dialogante, contestatária, evolutiva e dinâmica, sem se acrescentar mais nada a não ser o olhar liberto sobre essa variedade, outra coisa é manter todos esses termos e palavras, mas procurando orientar “o rebanho” de acordo com os nossos pensamentos. Passar de Assuntos Culturais para Cultura acabava por ser, um bocado, isso.
Sempre tive, para mim, a ideia que um governante deixa de ser desta ou daquela cor, quando começa a exercer o governo. Sempre me deixou e deixa perplexo aquela cantilena de que “daqui a quatro anos ou se castiga ou se aplaude”, deixando o resto do tempo numa espécie de “ditadura democrática” dos que se alcandoraram ao poder, sobre todos os outros.
Tendo nascido e começado a viver, até com algum conforto, antes do 25 de Abril de 1974, a nova liberdade mudaria o paradigma e deixou marcas, mas boas. Deixou-me essencialmente com a certeza de que uma governação é feita para todos, partindo-se, embora, dos pontos de vista que enformam o nosso entendimento da vida e, portanto, o nosso modo de intervir na Polis, ou seja, na comunidade.
Este trocadilho com a ideia de Estado Laico começou a formar-se-me no espírito, entretanto, e consolidou-se com as atitudes prepotentes da actual senhora Ministra da Cultura quando, fazendo tábua rasa do gosto de muitos por touradas, praças e faenas, e apoiada, por outro lado, por outros que entendem quase o diametralmente oposto, decidiu que haveria de orientar a governação no sentido do que pensava.
Se aceito, com naturalidade, e até exijo, que uma pessoa a quem são entregues responsabilidades nas questões da cultura, tenha opiniões e as manifeste, não percebo porque é que se faz tanta gala quanto a um Estado Laico, ou seja neutro – porque é isso que significa – em matéria de religião, permitindo e, até, favorecendo, os entendimentos de fé de cada um, mas não se faça gala dessa mesma laicidade, nomeadamente, neste caso, quanto a touradas e a festas taurinas.
Enquanto pessoa, a senhora ministra tem todo o direito de manifestar e lutar pelo que pensa, enquanto ministra, tem o dever de perceber que nem todos lêem pela sua cartilha e aceitar isso, talvez não de cara alegre, mas sem demasiada sisudez.
É aqui que regresso aos Açores, neste tempo novo de agora. A cultura não é homogénea. As culturas que convivem numa mesma comunidade são múltiplas, variadas e dinâmicas. Se o desafio da cultura é grande, ao falar-se de um espaço continental, ainda é maior quando se fala em ilhas que convivem em arquipélago. A legitimidade da governação adquire-se por uma postura abrangente, tolerante e livre. Laica, portanto, desde logo quanto a touradas, mas, em suma, quanto a tudo.
Publicado em versão impressa no Diário Insular e no Açoriano Oriental, sábado, 5.12.2020
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Maldivas podem desaparecer

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  • O país que está criando ‘ilhas’ para não desaparecer. BBC Travel. 5 dezembro 2020
Legenda da foto,
A ilha artificial de Hulhumalé foi construída usando milhões de metros cúbicos de areia bombeada do fundo do mar
Espalhadas pelo Mar da Arábia, a sudoeste do Sri Lanka e da Índia, as Ilhas Maldivas representam o destino dos sonhos de viajantes do mundo inteiro, que voam até lá para desfrutar do cenário paradisíaco de atóis de coral rodeados por areia branca, resorts de luxo e desportos aquáticos de nível internacional.
Mas talvez nenhuma outra nação enfrente uma ameaça ambiental como as Maldivas.
Os resorts de luxo à beira-mar do arquipélago podem ser mundialmente famosos, mas com mais de 80% de suas 1.200 ilhas a menos de 1 metro acima do nível do mar, a elevação dos oceanos causada pelo aumento das temperaturas globais é uma ameaça a sua própria existência.
“Somos um dos países mais vulneráveis ​​da Terra e, portanto, precisamos nos adaptar”, declarou o então vice-presidente das Maldivas, Mohammed Waheed Hassan, em um relatório do Banco Mundial de 2010 que alertou como, diante das previsões de aumento do nível do mar, todas as cerca de 200 ilhas naturais habitadas do arquipélago poderiam estar submersas até 2100.
Mas a população local está determinada a lutar para preservar sua existência. Em 2008, o então presidente Mohamed Nasheed ganhou as manchetes dos jornais no mundo todo ao anunciar um plano para comprar terras em outro lugar para que seus cidadãos pudessem ser realojados caso as ilhas ficassem submersas.
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“Como mulher livre, insurjo-me. Permitimos que mandem todos para casa ao fim de semana a partir das 13h? Sem discussão? Sem argumentação?” – PT Jornal

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Sandra Felgueiras, jornalista da RTP responsável pelo espaço de investigação Sexta às 9, no canal público, partilhou nas redes sociais uma publicação longa a dizer que é tempo de se fazer algumas questões a respeito da pandemia, coisas para as quais, até ao momento, não viu ainda serem dadas respostas. “Quem me conhece sabe que…

Source: “Como mulher livre, insurjo-me. Permitimos que mandem todos para casa ao fim de semana a partir das 13h? Sem discussão? Sem argumentação?” – PT Jornal

protótipo de humanoide ano 2021

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Não foi para viver num mundo assim que queimei as pestanas a estudar e que criei 4 filhos.
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Este é o modelo básico do Estatuto Transhumanismo que o poder politico quer impor a sociedade portuguesa.
Será isso que querem?!
Qual e o prazer de ser reduzido a um mero instrumento nas mãos de psicopatas?
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fogo e destruição no maravilhoso parque da ilha Fraser

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Yeah, talking about this disaster that has been going on now for weeks is second nature, isn’t it? 😔
Much better to talk about the Trump idiocy… 😡
‘Leave now’: Emergency bushfire warning issued for Fraser Island residents
blob:https://www.news.com.au/665af631-58e3-4916-9773-7ccfdf693614
NEWS.COM.AU
‘Leave now’: Emergency bushfire warning issued for Fraser Island residents
An emergency bushfire warning has been issued for the Fraser Island community as residents hav
https://www.news.com.au/travel/travel-updates/health-safety/happy-valley-prepare-to-leave-warning-issued-for-fraser-island-village-as-fire-advances/news-story/deef93effc1faec818e0ab0ccae65dff

o bruxo adivinho Bill Gates previu data e laboratório da primeira vacina para a covid-19

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Que Bill Gates é alguém que conhece muito bem as informações sobre vacinas é algo que já se sabia. O dono da Microsoft e a sua esposa, Melina Gates, lideram…

Source: Bill Gates previu data e laboratório da primeira vacina para a covid-19

MARCELO E COSTA, MESTRES-ESCOLA

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Jose Gomez Bulhao
54 m ·
Pedro Almeida Vieira
2 h ·
DOS MESTRES-ESCOLA / António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa transformaram-se nos mestres-escola dos portugueses. O país tornou-se numa mega-escola primária. Na sala de aulas, chamada Portugal, onde nada se ensina, nada se divulga, nada se forma, nada se conhece, nada se avalia, os professores mostram-se sempre activos mas apenas no manejo da régua e da palmatória.
De quando em vez, magnânimos, deixam os meninos sair para o recreio. Porém, de forma ordeira e de espada de Dâmocles na nuca. Se algo correr mal neste sistema de “ensino”, a culpa será sempre dos meninos, de nós. E o castigo está prometido: “Se isto se alterar radicalmente e voltarmos a ter um crescimento exponencial da pandemia, teremos de puxar o travão de mão”, avisa António Costa. Leia-se: acaba o recreio, já bem sumido.
Entretanto, os lares de idosos estão com mais de 4% dos seus residentes com casos positivos activos, enquanto fora dos lares a prevalência é inferior a 0,7%. A culpa é também dos meninos, de nós. Nunca dos mestres-escola.