pais corrupto sem fim à vista

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Image may contain: 1 person, text that says "Diretora do SEF demite-se e Cabrita dá-lhe 'tacho' de 12.000 EUROS POR MÊS? END Diario ς Volicias SEF sob pressão. Ministro prepara saída de luxo para diretora nacional"
Diretora do SEF demite-se e Cabrita dá-lhe TACHO DE 12000 EUROS POR MÊS?
Ao que o DN apurou junto de várias fontes do setor da segurança, Eduardo Cabrita pretende nomear Cristina Gatões para oficial de ligação para a imigração em Londres, um cargo que será criado para apoiar a comunidade portuguesa no Reino Unido no processo do Brexit. O salário médio destes oficiais de ligação é de cerca de 12 mil euros mensais.
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ucraniano assassinado e a desvegonha portuguesa

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Todos nós portugueses deveríamos ter vergonha. Nós fomos e somos um país de emigrantes, eu próprio também o fui durante quase 40 anos, e, por isso, semelhantes crimes no nosso país tornam-se ainda mais repugnantes. #sic #irynashev #Ihorhomeniuk #ucrânia, #viamilhazes #josémilhazes
Ódio, mentira e lágrimas. O testemunho da viúva do ucraniano morto no aeroporto de Lisboa
SICNOTICIAS.PT
Ódio, mentira e lágrimas. O testemunho da viúva do ucraniano morto no aeroporto de Lisboa

o ex diretor regional da saúde perdeu a vergonha

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Estou a ver em directo na RTP Açores um indivíduo que afirmou não ter ambições políticas a fazer política rasteira em plena ALRA. O mundo virado ao contrário. O mesmo homem que deixou o SRS no caos, que fugiu do seu lugar logo que pode, que andou a proclamar o medo, o mesmo que andou em zig zags contínuos na luta contra a pandemia, o mesmo que na sua legislatura deixou que casos como as mortes no Nordeste passassem sem um apuramento cabal de responsabilidades, o mesmo que atropelou o estado de direito e constituição, está a criticar o plano que tem como objectivo corrigir as trapalhadas deles. Haja paciência.
Fatima Sousa and 13 others
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Reestruturar a SATA vai ser processo “duro e muito difícil” – Jornal Açores 9

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“Vai ser duro e muito difícil”, considerou Joaquim Bastos e Silva, questionado pela agência Lusa sobre o processo de reestruturação da companhia aérea açoriana. A SATA, “na sua proporção, é um caso ainda mais difícil que a TAP”, prosseguiu, sublinhando que os dados económicos da empresa “só em termos absolutos” são menos negativos que os […]

Source: Reestruturar a SATA vai ser processo “duro e muito difícil” – Jornal Açores 9

Aventuras na História · Arqueólogos descobrem raro capacete grego-ilírio em túmulo de guerreiro na Croácia

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Dentro da tumba, estavam ainda um tesouro de armas de ferro, o esqueleto do combatente e os restos mortais de uma mulher usando pulseira de bronze

Source: Aventuras na História · Arqueólogos descobrem raro capacete grego-ilírio em túmulo de guerreiro na Croácia

O que está escondido debaixo do Rossio

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Um hipódromo romano com cerca de 1800 anos está enterrado debaixo do Rossio, oficialmente Praça D. Pedro IV. Uma das paredes do hipódromo fica a poucos metros do quarteirão da antiga pastelaria Suíça, para onde foi aprovado há 11 anos mais um hotel. O projecto foi agora reconvertido para espaços comerciais (mais um centro comercial…) […]

Source: O que está escondido debaixo do Rossio

Osvaldo José Vieira Cabral Como é possível?

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Como é possível?
Um dos maiores falhanços dos governos anteriores foi no sector da Saúde.
Cometeram-se os maiores disparates, gastaram-se milhares de milhões de euros em gestões ruinosas – a começar pela defunta Saudaçor – e agora estamos a pagar pelas consequências de tanta desorganização.
O que está a contecer no maior hospital da região é o resultado de toda essa gestão descuidada, numa irresponsabilidade histórica porque nunca ninguém é chamado a prestar contas pelos erros clamorosos que se cometem.
Pela primeira vez na história hospitalar da nossa região – pelo menos na minha memória – o Hospital de Angra conseguiu ultrapassar o seu congére de Ponta Delgada em actividade cirúrgica, depois da primeira vaga da pandemia.
Ou seja, de Junho a Setembro, em plenos meses de Verão, os dois hospitais de Angra e Horta estiveram em grande actividade, recuperando listas de espera acumuladas com a paragem da pandemia, mas o de Ponta Delgada deitou -se a dormir…
Não por culpa dos seus profissionais de saúde, mas devido à desorganização que reina na sua gestão, sobretudo nesta área da actividade cirúrgica.
Nunca se viu tamanho erro estratégico de organização, com a agravante de, num hospital mais pequeno em recursos, como o da Horta, com serviços onde existe apenas um especialista, conseguir fazer mais operações do que o Hospital de Ponta Delgada!
Oftalmologia, que tem a maior lista de espera no HDES, é apenas um exemplo, mas há outros, em que não se percebem quais os critérios de prioridade e de acesso aos blocos operatórios.
Podem vir com as explicações mais complexas que se possa imaginar, mas, para os milhares de doentes que estão a sentir na pele toda esta desorganização, só há uma explicação: isto bateu no fundo!
Ou o novo governo pega nesta herança e aplica rapidamente uma profunda reestruturação, ou então, não tarda nada, estaremos condenados nestas ilhas a regressar aos “endireitas” como antigamente.
É uma reestruturação de pessoas, de chefias, de elevar o mérito e talentos, de métodos de gestão, de atracção de profissionais de saúde, acabar com a precariedade e os estagiáios prolongados, corrigir os inúmeros erros que persistem e acabar com o crónico subfinanciamento do sector.
O HDES tem nas suas contas dívidas bancárias da ordem dos 109 milhões de euros, sobre os quais paga taxas de juro que, em média, rondarão os 4%.
Ora, se a Região se financia a 1,5%, qual o sentido que faz deixar o HDES ir à banca pagar quase o triplo?
É urgente o saneamento financeiro desta instituição, que tem vindo a ser esmifrada com subfinanciamentos grosseiros, expressos em resultados transitados negativos da ordem dos 273,3 milhões de euros, no ano passado, e um património líquido negativo da ordem dos 216,7 milhões de euros.
Pelo caminho também vão sendo apanhados os fornecedores, que chegaram a 74 milhões a crédito em 2019, mais cerca de 5 milhões do que no ano anterior.
Não admira que os novos titulares tenham ficado aterrados com o défice mensal de 3 milhões de euros.
E é esta a instituição a quem confiamos a nossa saúde, mas não financiamos adequadamente.
Não houve dinheiro para camas, não houve dinheiro para macas, não houve dinheiro para medicamentos, não houve dinheiro para mais pessoal especializado (mas houve para mandar vir gestores para a SATA), não houve dinheiro para ampliar o Hospital, não houve dinheiro para montar uma boa rede de Cuidados Continuados, mas houve para pagar a pesada factura da Saudaçor, com uma dívida de mais de 750 milhões de euros, com uma estrutura que gastava, só em salários, quase ou tanto como se fossem Directores Clínicos.
Esta ruinosa entidade da nossa Saúde pagou no ano passado, só em juros, a módica quantia de 27 milhões de euros!
Dava para mais um Hospital.
Se o Hospital Internacional, privado, que está a ser construído na Lagoa, em S. Miguel, custa 30 milhões de euros, percebe-se quantos hospitais perdemos por ano à custa da Saudaçor.
Pior: o passivo da Saudaçor, de 750 milhões de euros, dava para construir mais do que dois hospitais por cada ilha.
É esta a dimensão do desastre que temos de gerir nos próximos anos.
Que é muito maior em termos sociais, porque para além da gestão financeira devastadora, há ainda que contabilizar o número de vidas que se perdem por dificuldades de acesso aos cuidados de saúde.
É uma conta que, por enquanto, não foi feita, mas se a estatística diz que, desde Março até Novembro, já morreram nos Açores mais 90 pessoas do que a média dos últimos cinco anos, então é porque alguma coisa grave vai acontecendo para lá da Covid…
Era bom que pensassem nisto.
Com os pirilampos da ambulância social bem ligados.
Dezembro 2020
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimédia RTP-Açores, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
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SANTA MARIA E O ESPAÇO

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| Hoje, a Agência Espacial Europeia (ESA) deu luz verde à indústria para construir segmentos espaciais e terrestres do Space Rider, já com o primeiro voo programado para o terceiro trimestre de 2023. O lançamento decorrerá a partir do Spaceport Europeu de Kourou – Guiana Francesa – também considerado o local de aterragem principal, já que permite o desempenho máximo da missão. é considerado o local de aterragem secundário, mais adequado para determinadas órbitas. De acordo com a Agência Espacial Europeia, a preparação dos dois locais de aterragem começará em breve. “ ̃, ”. [Giorgio Tumino, Chief Technical Advisor for Space Transportation and Head of Vega-C and Space Rider developments at ESA].
by pedro roque
ESA signs contracts for reusable Space Rider up to maiden flight
esa.int

SATA E AS AJUDAS ILEGAIS DO ESTADO

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Agora que se sabe que as ajudas de estado foram isso mesmo, e por isso ilegais, como disse durante anos, resta também entender que o empréstimo obrigacionista garantido pela Região a 100%, do qual a SATA pagou um valor de comissões obsceno, também não será ajuda de estado ilegal. A meu entender é. Junte-se mais 65 milhões ao rol.
E por último, qualquer economista, e eu não o sou, consegue perceber que existem outros financiamentos de curto de prazo que foram feitos para que a empresa pudesse fazer face a responsabilidades correntes como pagamento de salários, por exemplo. Nomeadamente recorrendo a uma rubrica do POR que o permite desde que o valor seja reembolsado antes de cada ano civil. Isto também não é ajuda de estado?
SATA admite "imprecisão" sobre empréstimo obrigacionista em relatório de 2018
OBSERVADOR.PT
SATA admite “imprecisão” sobre empréstimo obrigacionista em relatório de 2018
A transportadora aérea açoriana SATA esclareceu ter havido uma “imprecisão” no Relatório e Contas de 2018. Em causa está um empréstimo obrig…
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Itália tinha covid em novº 2019

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Covid-19 was circulating in Italy in late November 2019, three months before the first local transmission was detected, a new study has shown.
Analysis was carried out on a swab taken from a 4-year-old child, who had respiratory problems and was vomiting, on 30 November 2019. He developed a rash the next day and the illness was mistaken for measles.
The swab, observed months later, showed that the child had been suffering from coronavirus, according to the study researchers at the University of Milan and published by the Centers for Disease Control and Prevention.
Researchers analysed oropharyngeal swab specimens collected between September 2019 and February 2020 from 39 people and one tested positive for Covid-19.
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