Um morto e 28 desalojados em incêndio em prédio no Faial – Jornal Açores 9

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O comandante dos Bombeiros Voluntários Faialenses, Nuno Henriques, disse que o alerta foi dado por volta das 18h00 de terça-feira, e quando os bombeiros chegaram ao local, já as chamas consumiam quase todo o apartamento da vítima mortal, situado no primeiro andar de um bloco residencial.”A vítima ainda foi retirada do local com vida, mas […]

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banheira do Pico

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No Pico há anos que já temos banheiras e barras de cama alusivas à vitivinicultura 💕

Grupo Resort Vulcânico
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o aeroporto do Suai agora é porto

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Atualidade!!!
TLMC – Udan ne’ebé akontese ohin loraik (15/12/2020) rejulta inundasaun iha dalan atu liu ba aeroporto Suai. Tuir informasaun ne’ebé TLMC rekolla katak inundasaun hanesann tinan tinan sempre akontese iha area refere.
Hotu!

Aeroporto de Suai, agora para barcos…

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Osvaldo José Vieira Cabral · A Resiliência esfumou-se?

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A Resiliência esfumou-se?
Há uma estratégia nacional, ao que parece combinada com o anterior governo regional, que nos vai guiar a todos nos próximos tempos.
Trata-se do Plano de Recuperação e Resiliência, que define como vão ser aplicados os fundos europeus de recuperação no país, incluindo nos Açores.
Quem tiver acesso ao documento constatará muitas coisas interessantes.
A primeira de todas é que, enquanto estamos todos, cidadãos, preocupados com a saúde e a economia, os autores que engendraram o referido plano de recuperação parecem apenas preocupados com a resiliência da administração pública regional!
São tantos os investimentos na área da administração pública, que pouco resta para ao desenvolvimento da capacidade produtiva da nossa economia, por forma a criar empregos e relançar a nossa base competitiva.
Depois, há outra incongruência de monta nos investimentos previstos no referido Plano, que somam 580 milhões de euros destinados à nossa Região, quando aquilo que foi anunciado inicialmente pelo Governo Regional eram 720 milhões de euros!
Na vinda do Plano do Terreiro do Paço para o Palácio de Santana a resiliência deve ter-se esfumado pelo mar em 140 milhões de euros…
Isto para não falar nos 198 milhões de euros para financiar a recuperação dos estragos causados pelo Furacão Lorenzo, especialmente o porto das Flores, que inicialmente foi anunciado com grande pompa que era “mais um comprovativo da solidariedade do governo da República”, mas, vai-se a ver, vem da… solidariedade europeia.
São 7 as áreas de intervenção prioritárias para as reformas estruturais nos Açores, no âmbito do instrumento de recuperação e resiliência: Qualificação e formação dos açorianos; apoio às empresas na sua transformação digital, resiliência financeira e missing links; o maior e melhor acesso aos cuidados de saúde; habitação; redes de apoio social; clima, energia e mobilidade sustentável e modernização da Administração Pública.
Todos eles estão quantificados, com especial destaque para a transição energética, que leva a maior fatia do bolo: 116 milhões de euros.
Não sei se estão a perceber: nós, cidadãos comuns, apoquentados com a capacidade de resposta do nosso sistema de saúde, onde se espera mais do que 300 dias, em média, por uma cirurgia, aliada à grave situação do desemprego, sobretudo na classe jovem, ou a enorme fila de precários que se gerou nos últimos anos, e eles preocupados com a transição energética!
Tanta gente aflita com o futuro das suas vidas depois desta pandemia e eles preocupados com a “Modernização e Digitalização da Administração Pública Regional”, que leva mais 25 milhões de euros, outros 30 milhões para a “Educação Digital” e ainda 30 milhões para o “Hospital Digital”.
De repente vamos ser todos funcionários digitais, doentes digitais e cheios de transição energética para enfrentarmos o que aí vem.
Ou muito me engano, ou quem idealizou tanta resiliência acha que vivemos num arquipélago virtual.
******
MAIS DÍVIDA, MAIS DEGRADAÇÃO – O Tribunal de Contas acaba de divulgar o seu parecer à Conta da Região Autónoma dos Açores e as notícias, mais uma vez, não são nada boas.
Tal como era de esperar – não foi à falta de avisos -, foram cometidos muito abusos na gestão das finanças públicas, especialmente nas empresas públicas regionais, que se fartaram de fazer despesa sem pensar nas consequências.
Resultado: lá continuamos a contrair dívida numa trajectória ascendente, mais rápida que um foguetão.
Já vamos nos 2.120 milhões de euros (48% do PIB), sendo mais de metade dívida financeira, resultado dos constantes défices desde 2014, mas mais evidente a partir dos últimos três anos, numa correria à banca nunca vista para financiar os excessos dos gestores públicos.
O Tribunal de Contas deixa o aviso: ” O desequilíbrio estrutural das finanças públicas regionais, que é assim anterior à crise desencadeada pela pandemia de Covid-19, poderá agravar-se em resultado desta, dada a inexistência de margem orçamental para acomodar as despesas associadas às medidas extraordinárias implementadas com o intuito de conter o surto epidémico e de apoiar a economia”.
Aqui está uma má herança para o novo governo, que se vai ver a braços para equilibrar todo este reboliço financeiro dos últimos anos, quando é sabido que, pelo menos até à chegada dos novos fundos comunitários, vai precisar de tesouraria para acudir a famílias e a empresas.
Não vamos ter vida fácil nos próximos tempos.
Dezembro 2020
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
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  • Um “bico de obra” que temos à nossa frente.

Artigo de física propõe que nem você nem o mundo ao seu redor são reais

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Nova hipótese argumenta que o universo se simula à existência. Artigo de física propõe que nem você nem o mundo ao seu redor são reais.

Source: Artigo de física propõe que nem você nem o mundo ao seu redor são reais

Hubble encontrou um mundo que se comporta como o fantasmagórico “Planeta 9” – Pplware

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Uma equipa de astrónomos conseguiu medir a órbita de um exoplaneta gigante, 11 vezes mais massivo que Júpiter  denominado HD106906 b. Um espécie de Planeta 9

Source: Hubble encontrou um mundo que se comporta como o fantasmagórico “Planeta 9” – Pplware

Os russos dizem que Vénus lhes pertence. Tudo por causa do que aconteceu há 50 anos – TSF

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Se os primeiros a chegar a um planeta pudessem declará-lo seu, tal como os conquistadores da circum-navegação quando descobriam o Novo Mundo, Vénus seria soviético.

Source: Os russos dizem que Vénus lhes pertence. Tudo por causa do que aconteceu há 50 anos – TSF

as boas festas possíveis

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este ano, que é para esquecer, não merece cartões de boas festas, mas uma recolha das melhores imagens do ano com os votos de que 21 não seja ainda pior….

this year, a year to forget, does not deserve Xmas cards, but a collection of our best images of the year with wishes that 2021 is not worse than 2020

sound by ana paula andrade et alli

Caso Ihor. Cabrita anuncia reforma do SEF para janeiro – DN

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Ministro da Administração Interna, ouvido no parlamento sobre a morte do cidadão ucraniano pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, diz ter garantia da PJ de que não houve mais casos como este. Deputados pedem a cabeça de Eduardo Cabrita.

Source: Caso Ihor. Cabrita anuncia reforma do SEF para janeiro – DN

recurso contra a incineradora em s miguel

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Antena 1 Açores – Já está no Tribunal Central Administrativo do Sul o recurso de Paulo Estevão por causa da construção de uma incineradora em São Miguel.
O recurso pede a anulação da decisao do Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada por considerar que esta enferma de vícios e que estão provados os prejuízos ambientais que uma incineradora acarreta.
“Paulo Estevão, o deputado do PPM eleito pelo Corvo, vai em frente e não desiste de combater a construção de uma incineradora em São Miguel.
Em declarações à Antena 1 Açores confirma que mantém a posição de sempre: é contra a existência de uma incineradora pelos prejuízos ambientais que acarreta.
E por isso o recurso da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada, que não aceitou a acção interposta por Paulo Estevão e Movimento Salvar a Ilha, já está nas mãos do Tribunal Central Administrativo do Sul.
Isto quando já é conhecido que a empresa italiana Termomecânica venceu o segundo concurso público lançado pela Musami, num negócio de 58 milhões de euros.
O recurso contesta a decisão do Tribunal de primeira instância por considerar que padece de vícios, violar as normas que atribuem legitimidade popular ao recorrente, Paulo Estevão, e ter feito uma leitura manifestamente incorrecta, já que foram fundamentados tecnicamente os prejuizos ambientais decorrentes da construção de uma incineradora.
Ao Tribunal superior Paulo Estevao pede a caducidade do estudo de impacto ambiental, que data de 2011 e nâo foi renovado em 2015.
Quanto à legitimidade popular que o Tribunal de Ponta Delgada não considerou, o recurso lembra uma acção intentada por um grupo de cidadãos de Coimbra contra um projecto de co-incineraçao da Cimpor em Souselas e em que o mesmo grupo não foi objecto de qualquer censura.” (CV)
(Antena 1 Açores, jornal das 18h. de dia 14-12-2020)
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