a eterna falta de abrigos nas paragens de autocarros

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Bom dia !
Quero mostrar a todos como as nossas crianças aguardam a chegada dos autocarros escolares e toda a população que utilizam este meio de transporte durante todo o ano !
Ainda de Verão até é bom apanha-se sol, vitamina D.
Agora Outono e Inverno ,ninguém pode ,aguardar pela chegada do autocarro nestas condições, chegam ao destino num pinto!
Entidades competentes, como Câmara Municipal da Ribeira Grande,,Junta de Freguesia, sei lá mais quem façam qualquer coisa por estas crianças e população!
Depois não se queixem de não irem votar.
Como??
Pra quê??
Se não fazem nada depois de estarem no polouro!
Os senhores não sabem isso o que é nem os vossos filhos, porque não precisam de andar de autocarros!
Não há condições!
Façam qualquer coisa ,Deus nos livre se não é o bar que se encontra ali próximo que nos serve de abrigo!
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JOEL NETO E A SITUAÇÃO NS AÇORES

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O essencial das minhas preocupações sobre o facto de a extrema-direita ter voltado ao arco da governação – e de ter entrado pelos Açores, sobre cujas vulnerabilidades tem servido de pouco avisar.
Image may contain: 1 person, text that says "OPINIÃO Novembro 2020. w.diarlodosacores.pt Estroboscópio Acidental Enquanto esmurrávamos o peito pela Autónomia "Bolieiro vai ser traido tantas vezes que mais depressa cairá antes do fim do mandato. André Ventura será único destes cinco crescer no Parlamento. E será sempre ele, note-s Nem uma dessas marionetas que usou desta vez, reco- lhidas pelas esquinas das ilhas, nem outras escolhidas idas com mais critério. Talvez então comecemos perceber dimensão da trapalhada que acabámos de fazer. retoreida Ventura caso desprovida empatia tudo no dos propria membro หกัด maiores. francamente"
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“Há neste mundo naturezas cotadas a autodestruição, e com elas são inúteis os argumentos racionais ” – Lawrence Durrell

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adelaide freitas lançamento eua

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From: d.borges@comcast.net <d.borges@comcast.net>
Sent: Monday, November 9, 2020 10:05 AM
To: Baker, Katharine F <kfb2@pitt.edu>
Subject: RE: Please send info re Tuesday’s ZOOM presentation for “Smiling in the Darkness.”

Aqui vai—the registration link

https://fresnostate.zoom.us/webinar/register/WN_GzCNE1YCQvOdVVEDQnDIbA

From: Baker, Katharine F <kfb2@pitt.edu>
Sent: Monday, November 9, 2020 6:59 AM
To: Mario Pereira <mpereira6@umassd.edu>; dennis borges <d.borges@comcast.net>; Emanuel Melo <emanuelmelo2006@yahoo.ca>
Subject: Please send info re Tuesday’s ZOOM presentation for “Smiling in the Darkness.”

Please send info ASAP re Tuesday’s ZOOM presentation for Smiling in the Darkness. Although I’ll be unable to watch, I’d like to alert friends who do have that tech capability. Obrigada, Kathie.

 

adelaide.jpg

PS INVENTA CARGOS PARA DEMITIDOS?262 ….

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“O diretor regional da Organização e Administração Pública (DROAP), Vítor Santos, disse que “até ao período das eleições, tinham sido abertos 105 procedimentos concursais”, acrescentando que, depois disso abriram outros 157 concursos, que correspondem, no total, a 262 postos de trabalho.”A diferença de pormenor, perfeitamente justificada este ano, por ter havido uma incidência de concursos nos últimos meses do ano, tem a ver com algum atraso decorrente do funcionamento dos júris, na primeira fase da pandemia”, declarou o responsável, recordando que, naqueles meses, muitos funcionários públicos estavam em teletrabalho e, como tal, não podiam formar júri para apreciar os concursos. Apesar disso, Vítor Santos garante que o número global de contratos lançados em 2020 “é igual ao dos anos anteriores” e resulta de um processo de “opção legítima de recursos humanos” por parte da Administração Pública Regional, “naturalmente enquadrado no quadro legal vigente” e, como tal, entende que “não há nada de extraordinário nesse recrutamento”. O responsável pela DROAP lembra também que muitos dos concursos agora lançados terão de ser apreciados, já após a tomada de posse do novo Governo, liderado por José Manuel Bolieiro, recusando, por isso, qualquer aproveitamento político que alguém pretenda fazer desta situação. “A maioria dos concursos abertos agora, vão decorrer sobre a tutela do novo governo, portanto, falta de legalidade ou de transparência, não me parece que encaixem aqui”, frisou
Antes de sair, Governo dos Açores lança mais de 100 concursos de emprego
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Antes de sair, Governo dos Açores lança mais de 100 concursos de emprego
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Seria bom que em nome da verdade, da decência e da vergonha o novo governo, de que parece muitos têm medo, começasse por resolver este polvo!
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  • A amiga

    Carmen Ventura

    agora vai ter que se preparar para trabalho a dobrar

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    • Carmen Ventura

      Já experimentaste tirar da gaveta o material que tem estado em pousio? Alguma coisinha ainda pode aproveitar-se.

césar avisa o governo de costa

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César faz avisos duros ao Governo e alerta: se eleições fossem hoje, PS não teria “sucesso”
Numa intervenção crítica na CN, Carlos César mostrou “preocupação” por Governo estar confinado à pandemia e “recomendou” a Costa que dialogasse mais com outras entidades.
O Governo tem feito um trabalho “meritório” mas está demasiado “confinado” à questão da pandemia e não está a ouvir todos os setores e áreas da sociedade. Quem o disse foi Carlos César, presidente do PS, que, num tom pouco habitual, deixou recados, avisos e “recomendações” a António Costa na intervenção que fez, à porta fechada, na reunião da Comissão Nacional do PS, no passado sábado.
Segundo apurou o Observador junto de fontes presentes na reunião, os avisos de Carlos César foram ao ponto de o presidente do PS antever o pior: se as eleições fossem hoje, o PS não teria “sucesso eleitoral”. Isto não é o mesmo do que dizer que o PS não ganharia as eleições, mas sim que o PS poderia não ser chamado a governar, caso o bloco da direita fosse mais bem sucedido. A última sondagem da Intercampus, dá a direita (com o Chega) a ultrapassar o PS nas intenções de voto, ainda que não ultrapasse a velha geringonça (PS + BE + PCP) que, junta, somaria 54,2% das intenções de voto. Ou mais ainda, com o PAN.
“O nosso Governo tem feito um trabalho que não pode deixar de ser considerado meritório, mas essa pode não ser razão suficiente para termos sucesso eleitoral” se as eleições fossem hoje, disse Carlos César perante os comissários nacionais do PS, numa reunião que decorreu no sábado na sala do Centro da Esquerda, no Largo do Rato, em Lisboa, e que foi transmitida em formato digital para os membros da Comissão Nacional espalhados pelo país.
No final da reunião, que serviu sobretudo para o partido discutir o tema das presidenciais, António Costa falou aos jornalistas, com Carlos César ao lado, para criticar duramente o PSD por ter feito um acordo com o Chega nos Açores para ter maioria para governar no arquipélago. O tema tinha sido referido por Carlos César na sua intervenção, depois de ter deixado avisos duros ao Governo — com António Costa ao lado, a ouvir — numa altura em que os partidos, as autarquias e os governos enfrentam “tempos difíceis para se ter sucesso” ou para se “medir o sucesso”.
Foi nesse contexto que Carlos César, ao que o Observador apurou, quis deixar uma nota de “preocupação” pela forma como o Governo tem agido em função da pandemia. Primeiro, César afirmou que o Governo devia abrir o diálogo com as instituições implicadas na pandemia, ouvindo mais as várias entidades e, sobretudo, agindo em conformidade com esse diálogo. César não especificou que instituições e entidades são essas mas há uma em particular que lhe pode ser mais cara: os governos regionais.
Depois, uma segunda “recomendação”: o Governo não deve paralisar perante a pandemia e esquecer o resto, ficando “confinado” a este tema. “Este governo não pode ser confinado a uma estrutura de políticas de saúde”, disse Carlos César, à porta fechada, deixando claro que são muitos os “desafios globais” com que os governos se confrontam e que “não se resumem à crise pandémica”.
Ou seja, por mais importante que seja a crise da pandemia, e sobre a qual o Governo deve ouvir mais as várias entidades implicadas, Costa não pode esquecer as outras dimensões da sociedade que não estão diretamente associadas à pandemia nem às suas consequências mais imediatas.
Foi aí que o presidente do PS lembrou outra batalha que aí vem e que o Governo não pode esquecer: as autárquicas. Segundo apurou o Observador, Carlos César apelou ao Governo de Costa que, mantendo a sua independência e separação de poderes institucional, “ajudasse” o partido, incluindo os seus autarcas, na maior batalha eleitoral que o PS vai travar no futuro próximo. Certo é que as regionais nos Açores e as autárquicas sempre foram entendidas no PS como as duas eleições mais importantes para o partido neste ciclo eleitoral que agora se iniciou — com as presidenciais a ficarem de fora desta equação, uma vez que o PS decidiu não dar apoio direto a nenhum dos candidatos, fazendo aprovar uma moção onde o partido faz uma “avaliação positiva” do mandato de Marcelo Rebelo de Sousa.
As regionais dos Açores já lá vão, e não podiam ter corrido pior ao PS, que perdeu a maioria absoluta, teve o pior resultado desde 1996 e não vai governar — daí que César lembre as autárquicas. O aviso parece claro: que Costa não faça aos autarcas socialistas o mesmo que fez a Vasco Cordeiro, nos Açores, já que o secretário-geral socialista e primeiro-ministro não marcou presença nem se envolveu na campanha regional, tendo apenas aparecido na noite eleitoral a dar a cara pela meia-vitória (ou meia-derrota).
Avisos duros, sobretudo porque vieram de um peso pesado como Carlos César, braço direito de António Costa em tantas ocasiões. Mas não foram os únicos. Numa reunião sobretudo centrada no tema das eleições presidenciais, António Costa ouviu também o seu ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, criticar a direção socialista pela forma como geriu o processo e decretar o seu apoio à candidatura de Ana Gomes.
A ex-eurodeputada socialista não é hostilizada na moção aprovada pela direção do partido, que até faz referências positivas à candidatura desta “distinta militante” do PS, mas é colocada no mesmo leque das restantes candidaturas democráticas (que não são referidas nominalmente mas que são as candidaturas de Marisa Matias e de João Ferreira). Só a proto-candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa é que merece parágrafos próprios, com o PS a sublinhar os aspetos positivos do seu mandato e a boa cooperação institucional entre Belém e São Bento — que deve ser valorizada. Marcelo saiu, assim, da reunião do PS como o candidato oficioso da cúpula do partido, o que não agradou toda a gente.
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Luis Arruda and 9 others
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Expresso | Portugal dos pequenitos

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Se a decisão do Tribunal Constitucional for a extinção do Chega justiça será feita, sobretudo a todos os que lutaram contra o fascismo e contra a ditadura, aos que estiveram presentes na Assembleia Constituinte e que por unanimidade fizeram constar uma intenção clara. O nº 4 do artº 46º da Constituição da República Portuguesa poderia chamar-se “Não passará”

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