perspetiva pessoal desprovida de creditação científica.

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Atendendo que não consigo responder a todas questões que me estão a ser colocadas em privado escrevo esta publicação desde já ressalvando que não sou médica, nem epidemiologista, nem infeciologista, sendo esta uma perspetiva pessoal desprovida de creditação científica.
1- Porque é que num colégio todos os alunos foram testados e noutras escolas isso não aconteceu? Porque no caso do colégio não se conhecia o paciente zero, nem o foco de contaminação. Por isso, podíamos estar perante um surto no colégio, o que não se confirmou. Nas escolas às quais me apresentaram dúvidas conhece-se a fonte de contaminação e sabe-se, com certeza científica, que os casos positivos resultam de contágios cuja fonte é identificada e é exterior à escola. Isto, claro está, até à data de hoje.
2- Não existem testes suficientes para testar todos os alunos e docentes de uma escola em São Miguel? Falso. Até mesmo porque as autoridades estão a fazer pedidos para todos os tiverem frequentado locais de contágio, sejam eles quantos forem, se dirijam aos Centro de Colheitas “drive thru”.
3- A quem cabe a decisão de encerrar um estabelecimento de ensino até à data de hoje? Às autoridades de saúde concelhias (que no terreno fazem a avaliação da situação e depois comunicam à Autoridade Regional de Saúde). Quando as autoridades de saúde concelhias não tinham a completa certeza da decisão a tomar, claro que recorriam às instâncias superiores.
4- Porque é que estão a pedir para contatos de alto risco desde o dia 25/10 se dirijam aos centros de colheita para efetuarem teste? Porque foi encontrado um caso positivo que testou negativo à chegada e ao sexto dia, permaneceu assintomático, mas um através de um contacto de alto risco que manifestou sintomas esta semana, as equipas de investigação epidemiológica verificaram que este caso foi um transmissor involuntário desde a sua chegada à região. Tal não é a primeira vez que acontece nem na região, nem no mundo.
5- Existe transmissão comunitária na ilha de São Miguel? Não existem provas que não exista transmissão comunitária, mas até a este momento as equipas de investigação epidemiológica estão a tentar fazer o elo de ligação entre os casos positivos e a tentar conter cadeias de transmissão locais. Se for declarada transmissão comunitária entra-se na fase de mitigação, ou seja, deixará de ser tão exequível localizar e testar os contatos de 1ª, 2ª e 3ª linha e a resposta será focada na atenuação dos efeitos da doença e na diminuição da sua propagação, minimizando nomeadamente a mortalidade associada. Por isso, seria mau prenúncio uma declaração a dizer que a região está em fase de mitigação.
6- Esta é a mais caricata questão que me colocaram! Porque é que Ricardo Rodrigues adotou uma postura tão severa com o Diretor Regional da Saúde? Não sei!!! Pode ter motivos pessoais, pode estar a defender a população do seu concelho, pode estar a tentar ganhar protagonismo dentro do seu partido, pode estar a retaliar por ter sido contra as cercas sanitárias estabelecidas na primeira vaga…. Não sei… Porque na simplicidade do meu mundo não entendo destas lides.
A quem me colocou estas questões espero ter respondido, de acordo com o meu entendimento pessoal, não sendo eu médica nem tendo qualquer credencial suficiente para que as minhas palavras possam ser dadas como cientificamente válidas.
Paula Margarida Tavares
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desemprego no governo

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E inclui os principais responsáveis pela derrota do PS em São Miguel.
Já agora, mais uns votos que se vão..
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O PS sai do Governo nos Açores, mas já está a garantir tachos aos seus amigos…
Há 7 socialistas, que ficaram desempregados, por queda do governo PS, que vão assumir cargos na Empresa de Electricidade dos Açores (EDA).
São eles:
1) Rafaela Seabra Teixeira, nora de Carlos César. Era Chefe de Gabinete da Secretária Regional que tutelava a EDA… (Conflito de interesses)
2) Andreia Melo Carreiro, sobrinha do autarca socialista da Povoação e que detinha o cargo de Directora Regional da Energia (conflito de interesses).
3) Bruno Pacheco, detinha o cargo de Director Regional da Ciência e da Tecnologia.
4) Victor Fraga, é Presidente da SDEA e vereador pelo PS, sem pelouro, na Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Há mais 3 nomes que a seu tempo eu irei revelar…
Os deputados do PS, eleitos pelo Círculo Eleitoral de São Miguel, estão a sofrer pressões para “saltarem fora” e disponibilizarem o seu lugar a José Carlos San-Bento, a André Rodrigues, e ao filho do Carlos Ávila, ex autarca da Povoação.
(Em breve virão mais novidades…)
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Trump dono do mundo

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O presidente-proxeneta,
Patrão de casinos e clubes
E ídolo dos tele-evangelistas e pastores cristãos evangélicos
Recebeu 67 milhões de votos de pascácios americanos
Biografia de TRUMP – um patrão de casinos, reality shows, concursos de beleza, arranha-céus, e… de falências sucessivas.
O menino rico malcriado
Em criança foi um menino rico malcriado que só pensava em fazer maldades. Como os pais sempre pensaram que ele era um rico menino, plantaram -no numa Academia Militar para ter correcção e digna evolução. E aí se cultivou e aprendeu o fascínio da autoridade , da superioridade, do “posso, quero e mando” à escala Universal. Depois de algumas tropelias normais, porque “de pequenino, se torce o pepino”, chegou à vida civil, para trabalhar. O pai, benemérito astuto, percebeu que o rebento tinha futuro e entregou -lhe milhões para ele esbanjar e “criar um nome”. Coisa que ele fez a preceito, investindo em super arranha-céus , dezenas de casinos, concursos de beleza cultivando o lado predador sexual- não misógino, atenção!- , reality show que as massas sempre sado-masoquistas adoraram porque ele era brutal a despedir pessoas!!!, e caindo em falências sucessivas que o adolescente chico-esperto transformou em infelicidades do sistema para ficar livre do indecoroso dever de os milionários pagarem impostos.
E assim foi continuando impune, vaidoso, inculto e manipulador, mas sábio palhaço manobrando a cenoura e o chicote , a sedução e o terror.
Até que deu mais uma enorme fuga para a frente, candidatando -se a presidente dos Estados Unidos! Porquê? para quê? para poder ocultar o estado permanente de falência nas suas empresas, alterar o Supremo Tribunal, e abastecer-se a si e à sua numerosa quadrilha.
E o menino malcriado diz ” Sou o DONO do MUNDO!”
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nova edição Joel neto

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*** JOEL NETO ***
Irá ser reeditado e colocado nas livrarias, a 3 de Dezembro, o livro “O TERCEIRO SERVO” comemorando o 20.º aniversário do seu 1.º livro, cuja 1.ª edição ocorreu em Outubro de 2000, pela Editorial Presença.
Os meus parabéns ao

Joel Neto

pelos seus 20 anos de escrita e a coincidirem com o ano 2020.

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  • Obrigado, António. Um ano desconcertante. Um abraço!
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não há vacinas para todos

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Há vacina, não há vacina
Depois de ser vacinado, mostrando o seu musculado físico e com direito a cobertura televisiva, como convém, o Presidente da República garantiu, no dia 19 de Outubro, que havia vacinas contra a gripe suficientes para todos os portugueses que as desejassem receber.
“Até à primeira semana de Dezembro, todos os que quiserem vacinar-se serão, progressivamente, vacinados”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. Afinal, não é verdade! Estava mal informado e informou mal!
A directora-geral da Saúde veio dizer agora, meio embaraçada, que a elevada procura da vacina contra a gripe vai fazer com que nem todos consigam ser vacinados, mas assegura que as mais de dois milhões de doses abrangem a “grande maioria” dos grupos de risco.
Pois, a “grande maioria”, diz Graça Freitas, o que significa que muitos portugueses, mesmo necessitando da vacina, não vão ter acesso à mesma. Tristeza! Não foi prevista uma maior procura da vacina, devido à pandemia?
Que país é este em que vivemos? Na área do poder, uns dizem uma coisa, outros dizem outra. As afirmações e contradições são muitas. O povo fica confuso e desiludido. E é neste “caldo” de descrédito que nascem e se desenvolvem os extremismos de toda a ordem, não só políticos, que surgem como “tábuas de salvação”, embora não “salvem” nada.
Não tendes, às vezes, a sensação de que estão a gozar convosco?
DGS admite que a vacina da gripe não vai chegar para todos
JN.PT
DGS admite que a vacina da gripe não vai chegar para todos
A elevada procura da vacina contra a gripe vai fazer com que nem todos consigam ser va

José Soares A Terceira Autonomia

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Peixe do meu quintal José Soares

 

 

A Terceira Autonomia

 

 

Espartilhada, com fortíssimas limitações e condicionalismos, algemada com a corrente constitucional controladora de medos infundados, a Autonomia açoriana irá começar o terceiro período político da sua existência.

Cerca de vinte anos com o Partido Social Democrata de Mota Amaral, passando para os vinte e quatro anos do Partido Socialista de Carlos César, ela vira-se agora ao PSD de José Manuel Bolieiro, no triunvirato açoriano PSD-CDS-PPM, acompanhados por aconchego parlamentar dos Liberais e do Chega.

Com as esperanças renovadas, o povo espera muito da nova chefia democrática que escolheu.

Se na Primeira Autonomia assistimos ao seu nascer e à sua infância, por vezes conturbada por sismos e abalos a que Mota Amaral, sem dinheiros da Europa se teve de confrontar – alguém se lembra do 1º de janeiro de 1980? – com tudo que havia na nova Era que abril trouxera, esta mesma Autonomia, com a idade de vinte anos decidiu sair de casa dos pais e ir à sua vida. Assim foi pela mão de Carlos César, que a desenvolveu e criou nela uma maturidade consciente, adulta e pensante.

Agora, essa Autonomia, ciente que já aprendeu o suficiente para saber o que faz, deixa o tutor de vinte e quatro anos e resolve entrar na grande aventura do desconhecido, com multiparceiros de diferentes ideias e opiniões, que certamente lhe irão continuar a desenvolver o seu grau autonómico num conceito de liberdade, democracia e progresso.

A escolha não foi fácil. Ela sentia-se bem com o regime de César, mas… outros lhe abanaram as ideias e fizeram-lhe crer que havia mundo para além do PS. E havia.

O triunvirato que vai governar os Açores, é o laboratório político que Lisboa espreita e espera, como quem, ansioso e plantado à porta da oficina, olha os cientistas a desenvolverem a vacina política que daqui sairá.

É agora uma Autonomia mais adulta, aquela que olha o seu futuro. Não teme ter escolhido vários componentes ideológicos para governar-lhe os destinos.

Dos Açores saem historicamente as soluções que o retângulo ibérico sempre buscou. E por isso a polémica está em brasa entre os sabichões do país, que agora comentam à esquerda e à direita, o quão amargo é bebermos o próprio veneno. É pior que fel.

Mas se essa Autonomia chegou até aqui, embora limitada, fraca, contorcida e controlada pelo dono colonialista, ela só foi capaz disso porque todos os que a acompanharam, lhe dedicaram trabalho e boa vontade. Com erros, certamente, ou não fôramos humanos! Mas o esforço de a fazer crescer, no meio de tantos adversários e até inimigos da sua existência, compensou inteiramente o olharmos para ela e pensar que valeu a pena. Podia ter sido melhor? Talvez. Mas na mesma proporção, poderia ter sido pior. Seja como for chegamos até aqui.

Já fizemos melhor do que a nossa querida América açoriana, comandada nos últimos quatro anos por um louco excêntrico, perigoso irresponsável, narcisista drogado, que perdendo eleições nega reconhecê-lo até à última.

A transição de poder nos Açores já começou. Os líderes reuniram, de ambos os lados, para que tudo corra normalmente. Assim manda Nossa Senhora Democracia.

Bem sabemos que as máquinas trituradoras de papel sobreaquecem nos vários departamentos públicos. Bem sabemos que concursos à última hora acontecem. O afã é enorme e as preocupações ainda maiores. Em tempos difíceis como o que vivemos, não é fácil arranjar empregos “tão saborosos”. É assim por todo o mundo no render da guarda.

O que interessa, verdadeiramente, é que os Açores possam sair sempre a ganhar. Que o seu Povo usufrua as escolhas que faz na transparência do sistema que ainda estamos a conquistar.

Iremos ter tantas Autonomias, quantas necessárias para sermos verdadeiramente AUTÓNOMOS.

O tempo está do nosso lado.

O importante é continuarmos a cuidar da nossa Autonomia, preparar-lhe o noivado e o seu casamento e depois… ela irá definitivamente à sua vida.

Aníbal C. Pires(2020) Esperança velha e outros poemas, Letras Lavadas

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Vamberto Freitas

is with

Aníbal C. Pires

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50 m
Boa noite. Recebido hoje o novo livro de Aníbal C. Pires, para o qual escrevi o prefácio e publicarei um “BorderCrossings” no Açoriano Oriental.
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Cada bom escritor ou poeta, por mais íntimos que sejam as suas narrativas ou versos acaba, por devolver-nos um pouco de nós. É isso que faz da boa literatura um acto simultaneamente localizado numa determinada geografia e universal, para além da língua em que está escrita, para além da cultura que a enforma. Aníbal C. Pires está inteiramente dentro ou pertencente a essa categoria dos artistas da palavra.
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Aníbal C. Pires, António Couto and 10 others
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