açores, furacões à solta nas redondezas

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Iota virá a ser furacão de categoria 3. Eta vai morrer a norte dos Açores e Teta ruma à Madeira
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Iota virá a ser furacão de categoria 3. Eta vai morrer a norte dos Açores e Teta ruma à Madeira
A tempestade subtropical Teta passará no arq

cristina ferreira abaixo de puta

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Atestado de indigência
Esta é uma das pessoas mais populares e profissionalmente mais bem sucedidas de Portugal. O programa que faz é, há anos, de uma dolorosa indigência.
A capa revela a vaidade; o título, além de propositadamente mal escrito, revela o carácter, a formação, os objectivos da autora. O ‘produto’ espelha o público a que se dirige: os frequentadores de centros comerciais que nunca entraram num museu ou biblioteca, os pobres de espírito, a massa voyeur, os deslumbrados, os analfabetos funcionais que conhecem alguém que sabe ler e querem oferecer um livro no Natal.
O livro será um sucesso na exacta medida em que como sociedade somos um fracasso. Um bestseller, portanto.

Luís Filipe Sarmento

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5.
O mito é um conforto intelectual primitivo. As causas longínquas diabolizam, por vezes, o continente efémero do presente. Negá-las é uma prova de existência no plano futuro, o que é, a olho nu, uma contradição. O que resta depois da usurpação das vozes? Viajar no presente em contramão, ironizando passado e destino. Tudo para chegar ao minuto seguinte. E esperar que o próximo atomize a subconsciência imagética e navegue um texto imponderável, por vezes insultuoso à leitura de quem segue a continuidade do previsto. Sem qualquer intenção no seu horizonte, apenas surpreendente no seu contrassenso datado e provável exemplo detonante de um impraticável futuro aos sentidos de quem nega a imprevisibilidade do que irá suceder num potencial equilíbrio instável da dinâmica existencial. Por temor à febre a que são propensos. O desigual provoca sempre calafrios e isso não é nada aconselhável para o conforto dos netos dos proxenetas sociais que a história registou com a grandeza da insuficiência, com a conspurcação da simplicidade, com a usurpação criminosa de bens alheios. Estes accionistas do mundo, na infâmia do seu silêncio organizado, lançam para o mercado da traficância de sonhos produtos de denominador comum, enganadores, insultuosos, pornográficos a que não escapam bebés, mágicos, traficantes, pequenos heróis da inexistência, padeiros, negociantes de gás, vampes, tatuadores, pais e rapazes, bibliotecárias, gémeas e gémeos, cartas perdidas, sonatas, voluntários, carteiros, bailarinas, canções, estações terminais, fotógrafos, instrumentos musicais, plagiadores. Já ninguém mora em Auschwitz. Os que lá moraram não escaparam à destruição do crime nazi. Os seus espíritos que por lá deambulariam não escapam, hoje, ao despejo assediados pelo ditirambo narrativo de uma moda perversa que explora despudoradamente a memória horrenda do holocausto através de ficções criminais em série de gosto dúbio para gáudio de repetidores, plagiadores, transferidores, publicistas ao serviço da sinistra rede de comunicação controlada pelos accionistas do mal. O grau zero da autenticidade criativa na sua plenitude diabólica ao serviço da espoliação dos incautos à vil propaganda do proxenetismo.
Luís Filipe Sarmento

, «Rouge – Éclatant», 2020

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Isabel Nolasco
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pobreza nos açores

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Governo reduziu em mais de 3 mil os beneficiários de RSI nesta legislatura
O Rendimento Social de Inserção (RSI) tem sido muito comentado por estes dias, porque a sua redução é um dos objectivos de alguns partidos para esta nova legislatura, o que tem merecido críticas por parte de alguns sectores.
A verdade é que a redução dos beneficiários do RSI já se verificou na legislatura que agora termina, com o Governo de Vasco Cordeiro a reduzir em 3.237 o número de beneficiários deste subsídio nos últimos quatro anos.
No final de Setembro havia nos Açores 14.992 beneficiários de RSI, quando há quatro anos eram 18.229 beneficiários.
Mesmo em relação há um ano, o número também diminuiu em 732, passando de 15.724 para os actuais 14.992.
Há ainda quem aponte o facto de, com a crise da pandemia, mais beneficiários terão necessitado de mais ajuda através deste subsídio.
Não é isso que dizem os números por nós consultados, já que, no começo da pandemia, em Março, havia 15.201 beneficiários de RSI e agora, em Setembro, 14.992, verificando-se, assim, uma diminuição de 209 beneficiários.
Aliás, as maiores quedas do número de beneficiários registaram-se, exactamente, de pois do Verão.
Outra curiosidade: o valor médio pago a cada beneficiário nos Açores é o mais baixo de todas regiões do país.
No final de Setembro, o valor médio processado foi de 86,11 euros, quando em Março era de 84,07 euros, em Setembro do ano passado era de 84,11 euros e em Setembro de há quatro anos, início desta legislatura, era de 82,26euros.
Relativamente ao número de família, regista-se a mesma tendência de redução ao longo da legislatura.
Em Setembro deste ano havia 5.548 famílias a receber o RSI, menos 42 do que em Março, menos 242 do que há um ano e menos 721 do que há quatro anos.
O mesmo se verifica em relação ao pagamento médio por família.
Em Setembro deste ano cada família recebia, em média, 279,72 euros, em Março foi de 277,36 euros, há um ano foi de 277,33 euros e há quatro anos foi de 273,57 euros.
Aumentou a nível nacional
Entre Março e Setembro, a Segurança Social recebeu, em média, cerca de 152 pedidos por dia, mais de 4.500 por mês, de pessoas ou famílias em situação de carência socioeconómica.
Também se registou um aumento no número de pedidos do Complemento Solidário para Idosos
Com efeito, milhares de pessoas recorreram à Segurança Social entre Março e Setembro para requerer uma prestação social, havendo quase 12 mil novos beneficiários do Rendimento Social de Inserção, uma tendência “expectável” perante um possível agravamento da situação de pobreza.
De acordo com dados do Instituto de Segurança Social (ISS), entre março (quando foi decretado o estado de emergência por causa da pandemia provocada pela Covid-19) e setembro, 32.036 pessoas pediram à segurança social para receber o Rendimento Social de Inserção (RSI), uma prestação social para quem está em situação de pobreza extrema.
Significa isso que neste período de oito meses, o ISS recebeu, em média, cerca de 152 pedidos por dia, mais de 4.500 por mês, de pessoas ou famílias em situação de carência socioeconómica.
Já em relação ao número de pessoas que efectivamente passou a receber esta prestação social, os dados do ISS mostram que nestes oito meses entraram mais 11.554 novos beneficiários, enquanto no ano passado, entre Março e Setembro de 2019, houve um decréscimo de 11.026 pessoas.
Na opinião de Carlos Farinha Rodrigues, investigador nas áreas da distribuição do rendimento ou da desigualdade e pobreza, trata-se de “uma situação que é expectável”.
Não tenho dúvidas nenhumas que estamos a assistir, desde o inicio da pandemia, a um agravamento das condições de pobreza e a resposta natural deste conjunto de instrumentos de política pública é que eles reagem aumentando o número de beneficiários e a sua abrangência”, apontou o professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), da Universidade de Lisboa.
Complemento para idosos também aumentou
Outra prestação que também registou um aumento no número de pedidos foi o Complemento Solidário para Idosos (CSI), um apoio social para pessoas com mais de 66 anos e baixos recursos, que entre março e setembro teve mais 10.292 idosos a requerê-la.
Significa isto que, em média, a segurança social recebeu todos os meses 1.470 pedidos de idosos para receber o CSI, ou seja, 49 pedidos a cada dia. De salientar que mais de metade (58,1%) dos pedidos foram feitos por mulheres idosas, com idades entre os 65 e os 74 anos (36,36%).
Esta faixa etária é, aliás, a que está mais representada, com um peso de mais de 61%.
Olhando para a Prestação Social para a Inclusão, a tendência é igual, tendo em conta que se trata de uma prestação social pensada para as pessoas com uma deficiência da qual resulte uma incapacidade igual ou superior a 60%, que, além da componente base, tem um complemento pensado para combater a pobreza destas pessoas.
Neste caso, houve 10.855 pessoas a irem junto da segurança social pedir este apoio, entre Março e Setembro, apesar de para esses meses haver apenas registo de mais 1.230 beneficiários.
Para Carlos Farinha Rodrigues o aumento não só no número de pedidos, mas também no número de beneficiários está directamente ligado com o facto de o Governo ter alargado a abrangência de algumas destas medidas, sublinhando que isso “era o expectável”, ou seja, que “reagissem como formas de ajustamento e estabilizadores automáticos a uma situação de agravamento da crise”.
O professor apontou que, por comparação, no anterior período de crise económica (entre 2010 e 2014) isso não aconteceu porque o país teve “uma política bizarra”, em que “grande parte dos instrumentos que havia foram neutralizados, foram reduzidos na sua abrangência exactamente perante a crise”.
Quando pensamos nas alterações que houve, por exemplo, no RSI, em 2012, claramente quando esses instrumentos eram mais necessários, houve uma política deliberada, traduzida em alterações nas regras de funcionamento dessas medidas que as tornaram menos eficazes”, lembrou o investigador.
Acrescentou que como consequência dessa política, apesar de a pobreza estar a aumentar, os beneficiários das prestações sociais estavam a diminuir.
O facto de agora acontecer exactamente o oposto não surpreende, por isso, o investigador, destacando que o que se verifica actualmente é que “as políticas públicas de combate à pobreza estão a reagir como era expectável”, aliadas ao facto de o próprio Governo ter aumentado a sua abrangência.
Por outro lado, destacou que a atual crise tem especificidades próprias, desde logo pelo facto de “um conjunto largo de sectores da população” terem ficado “de um momento para o outro privados de qualquer tipo de rendimento”.
Em causa pessoas “com uma relação muito ténue com o mercado de trabalho” ou mesmo nenhuma, como por exemplo na economia informal, o que faz com que estas pessoas estejam não só à margem do mercado de trabalho, mas também da proteção social, uma vez que não fazem descontos, e tenham sido, por isso, “duramente atingidas”.
Uma medida como o RSI, que é uma medida de último grau para a pobreza mais extrema, não compensa o que foi a perda de rendimentos desses sectores, e eu acho que é uma lição que tiramos desta crise”, defendeu.
Carlos Farinha Rodrigues disse ainda que um dos desafios para o futuro está em conseguir garantir que estas pessoas não ficam sem qualquer tipo de protecção, o que significa trazê-las para a economia formal, “para as relações de trabalho protegidas.
“Isso é um desafio que muito claramente surgiu muito nitidamente nesta situação e que eu acho que se deverá dar atenção”, rematou.
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mais mortos nos açores (não covid)

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Entre 2 de Março e 1 de Novembro (semanas 10 a 44), comparativamente com a média de óbitos observada no período homólogo de 2015-2019, os Açores registaram mais 85 mortes, revelou ontem o INE.
O maior aumento do número de óbitos registou-se na região Norte (+3 638 óbitos), seguida da Área Metropolitana de Lisboa (+2 400 óbitos), do Centro (+1 515 óbitos), Alentejo (+771 óbitos), Algarve (+323 óbitos) e das regiões autónomas da Madeira e dos Açores (+88 e +85, respectivamente).
Comparando o número de óbitos por semana com a média de óbitos no período 2015-2019, o aumento registado na semana 11 (9 a 15 de Março) é explicado pelo acréscimo de óbitos registado na região Norte.
Nas semanas seguintes verificaram-se maiores contributos das restantes regiões, em particular o Centro e a Área Metropolitana de Lisboa, mantendo-se todavia, entre as semanas 13 (23 a 29 de março) e 22 (25 abril a 31 de maio), a região Norte com a maior contribuição para o acréscimo do número de óbitos.
Mais 8 mil mortes do que a média
Entre 2 de Março, data em que foram diagnosticados os primeiros casos com a doença COVID-19 em Portugal, e 1 de Novembro, registaram-se 77 249 óbitos em território nacional, mais 8 686 óbitos do que a média, em período homólogo, dos últimos cinco anos. Destes, 29,3% (2 544) foram óbitos por Covi-19.
Nas últimas 4 semanas (5 de Outubro a 1 de Novembro) registaram-se mais 1 132 óbitos do que a média, em
período homólogo, de 2015-2019. Nesse período registaram-se 526 óbitos por Covid-19 (46,5%).
Do total de óbitos desde 2 de Março a 1 de Novembro, 38 262 foram de homens e 38 987 de mulheres, mais 3 732 e 4 953 óbitos, respectivamente, que a média de óbitos no período homólogo de 2015-2019.
Mais de 70% dos óbitos foram de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos.
Comparativamente com a média de óbitos observada em período homólogo de 2015-2019, morreram mais 7 449 pessoas com 75 e mais anos, das quais mais 5 802 com 85 e mais anos.
O maior acréscimo registou-se na região Norte, com excepção da última semana de Junho, das primeiras de Julho, das últimas de Setembro e primeira de Outubro em que foi superior na Área Metropolitana de Lisboa.
Do total de óbitos registados entre 2 de Março e 1 de Novembro de 2020, 46 125 ocorreram em estabelecimento hospitalar e 31 124 fora do contexto hospitalar, a que correspondem aumentos de 2 868 óbitos e 5 817 óbitos, respectivamente, relativamente à média de óbitos em 2015-2019 em período idêntico.
Mais de 2/3 do acréscimo de óbitos entre 2 de março e 1 de novembro, relativamente à média dos últimos 5 anos, ocorreu fora dos hospitais.
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INDIGÊNCIA COMUNICATIVA / LIVRO DE RECITAÇÕES

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INDIGÊNCIA COMUNICATIVA / LIVRO DE RECITAÇÕES
“Precisa-se de quem saiba falar de covid-19. Entrada imediata”
In Público, 9/11/2020
A reportagem com este título, assinada por Clara Barata, consistia numa série de depoimentos de autoridades de diversas áreas, em que o tom geral é de crítica às conferências de imprensa diárias da Direcção-Geral da Saúde e ao que classificam como “falhas de comunicação” com os cidadãos. Suspeito que estamos aqui perante aquela ideologia da comunicação eficiente e das palavras transparentes que não significam nada, o que leva os políticos a dizer com frequência: “Talvez não tenhamos sabido passar a mensagem”. Esta ideia recorrente das falhas de comunicação e da mensagem que não desliza como devia, quando na verdade toda a gente percebeu tudo, mas está cansada de tanta repetição e redundância, é uma arrogância do saber pressuposto dos especialistas e comunicadores sobre uma pressuposta ignorância do público. Em linguagem da televisão, isso traduz-se deste modo: “Vou explicar de maneira simples para as pessoas lá em casa perceberem”. Lá em casa, o que não se percebe é esta indigência comunicativa.
ANTÓNIO GUERREIRO
Público, 13.11.2020
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vai haver 34º colóquio em Ponta Delgada junho 2021

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em reunião da direção alargada dia 7.11.2020, ficou decidido prosseguir com os dois colóquios 2020 ora adiados para 2021 nos seguintes moldes

  • O colóquio de Ponta Delgada foi reduzido a 2,5 dias – 10-12 junho e terá agora lugar no centro Cultural Natália Correia (Fajã de Baixo) havendo uma manhã livre para todos
  • Os almoços e jantares serão na vizinhança do centro Cultural
  • se estiver aberto o Hotel Neat continua como local de hospedagem escolhido
  • vamos tentar organizar transporte do aeroporto e do hotel para a Fajã de Baixo apenas para os 6 convidados que se deslocam de fora de São Miguel
  • tem lugar no 34º colóquio a homenagem adiada AICL2020 a Onésimo T Almeida,
  • foi adiada a assinatura do protocolo das Judiarias Belmonte – Ponta Delgada,
  • o passeio FOI CANCELADO
  • haverá uma participação reduzida dos oradores de fora da região nos Açores por teleconferência (zoom ou outro).
  • Presencialmente estarão os colegas da ilha e os convidados SANTANA CASTILHO, LUIS FILIPE BORGES, LUIS FILIPE SARMENTO, FÉLIX RODRIGUES, MOISÉS DE LEMOS MARTINS, (ONÉSIMO T ALMEIDA?) constantes do horário em anexo a quem pedimos confirmem datas de chegada e de partida para fazermos as reservas no Hotel.

agradecemos aos oradores que vão participar por videoconferência que nos confirmem a disponibilidade na data e hora indicada, se nada for dito até 30 novº todos os participantes constantes da lista estão confirmados

Os espetáculos musicais foram reduzidos e serão cumpridas as normas vigentes naquelas datas (distanciamento, máscara, etc)

ENVIO DE TRABALHOS FINAIS ATÉ

Receção de trabalhos a imprimir para Atas/Anais Até 1/05/2021

Pedimos desculpa por todas estas alterações, mas os colóquios têm de prosseguir

–https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/11/LISTA-PARTICIPANTES-34.pdf https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/11/34-HORARIO-PDL-EMERGENCIA.pdf

vai haver 33º colóquio em Belmonte abril 2021

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em reunião da direção alargada dia 7.11.2020, ficou decidido prosseguir com os dois colóquios 2020 ora adiados para 2021 nos seguintes moldes

  • O colóquio de Belmonte foi reduzido a dois dias – 9 e 10 abril,
  • foi mudada para o 34º colóquio a homenagem a Onésimo T Almeida,
  • foi adiada a exposição de Angola,
  • adiado o intercâmbio com a ilha Graciosa,
  • adiada a assinatura do protocolo das Judiarias com Ponta Delgada,
  • o passeio será apenas aos núcleos museológicos locais e
  • haverá uma participação reduzida dos Açores por teleconferência (zoom ou outro).
  • Presencialmente estarão os colegas de Portugal e Galiza constantes do horário em anexo a quem pedimos confirmem datas de chegada e de partida para fazermos as reservas no Hotel.

agradecemos apenas aos oradores que vão participar por videoconferência que nos confirmem a disponibilidade na data e hora indicada.

Os espetáculos musicais mantém-se como indicado e serão cumpridas as normas vigentes naquelas datas (distanciamento, máscara, etc)

se nada for dito até 30 novº todos os participantes constantes da lista estão confirmados

Receção de trabalhos a imprimir para Atas/Anais Até 01/02/21

Pedimos desculpa por todas estas alterações causadas pelo COVID, mas os colóquios têm de continuar.–https://blog.lusofonias.net/wp-content/uploads/2020/11/LISTA-PARTICIPANTES.pdf horario 33 EMERGENCIA

A Lusofonia no coração dos lusodescendentes (português) – Fala Português

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Como lusodescendentes, herda-se o amor por aquela pátria, por aquela terra que está longe, mas que não é alheia ao coração. Fazem-se próprios os fados, aquelas danças e cantigas, a gastronomia e tradições… Tudo isso, faz parte da infância e adolescência de um lusodescendente, que quando adulto, sempre terá belas lembranças relacionadas à terra dos… Read More »A Lusofonia no coração dos lusodescendentes (português)

Source: A Lusofonia no coração dos lusodescendentes (português) – Fala Português

Covid-19 explica menos de metade das mortes em excesso do último mês | TVI24

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Dados preliminares do INE indicam que das 1.132 mortes acima da média que se verificaram entre 5 de outubro e 1 de novembro, 526 foram atribuídas ao novo coronavírus

Source: Covid-19 explica menos de metade das mortes em excesso do último mês | TVI24