covid novas limitações nos açores

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📍Comunicado do Conselho do Governo📍
= Estado de Emergência Nacional =
7.11.2020
No seguimento da monitorização permanente feita à situação da pandemia de COVID-19 na Região Autónoma dos Açores, à data de 06 de novembro de 2020, existe um total de 121 casos positivos ativos, dos quais 95 na ilha de São Miguel, 15 na ilha Terceira, um na ilha Graciosa, seis na ilha do Pico, dois na ilha do Faial, um na ilha de Santa Maria e um na ilha das Flores.
Acresce que, perante a evolução a nível internacional e nacional, com a declaração do estado de emergência para todo o território nacional, e tendo em conta as ligações aéreas do exterior às ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, passa a justificar-se a prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nestas ilhas, bem como a passagem da declaração de situação de alerta para situação de contingência nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo.
Face a esta situação, o Governo dos Açores, em reunião extraordinária do Conselho do Governo realizada a 06 novembro, por videoconferência, decidiu:
1 – Determinar para todo o arquipélago, e para vigorar no período entre as 00:00 horas de 9 de novembro e as 24:00 horas de 30 de novembro, o seguinte:
a) Encerramento de estabelecimentos de bebidas e similares, com espaços de dança;
b) Encerramento, a partir das 22:00 horas, dos bares e outros estabelecimentos de bebidas, com ou sem espetáculo, com ou sem serviço de esplanada;
c) A partir das 22:00 horas, e até às 06:00 horas do dia seguinte, os postos de abastecimento de combustíveis podem manter o respetivo funcionamento, exclusivamente para efeitos de venda ao público de combustíveis e abastecimento de veículos;
d) Encerramento dos Centros de Convívio e suspensão de visitas a utentes de Estruturas Residenciais para Idosos, salvo situações excecionais, com limitação a um visitante, em horário restrito, e desde que observadas as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional;
e) Suspensão de todas as deslocações, interilhas e para fora do arquipélago, de trabalhadores da administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, em serviço, salvo se absolutamente imprescindíveis, e a recomendação a outras entidades públicas e privadas da Região que adotem iguais procedimentos quanto à deslocação dos seus trabalhadores para o exterior da Região;
f) Suspensão de todas as deslocações ao arquipélago de entidades externas solicitadas pela administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, salvo se absolutamente imprescindíveis, desde que autorizadas pela Autoridade de Saúde Regional;
g) Suspensão da realização de eventos públicos promovidos pela administração regional, incluindo institutos públicos e empresas públicas, e recomendação dirigida a todas as entidades públicas, nomeadamente autarquias locais, e privadas para a não realização de eventos abertos ao público;
h) Suspensão da abertura ao público em eventos e competições desportivas.
2 – Recomendar às autarquias locais a sinalização junto das forças de segurança e entidades inspetivas competentes do não cumprimento das regras previstas no número anterior, bem como com das que decorram de orientações da Autoridade de Saúde Regional.
3 – Encerramento até ao dia 16 de novembro da Escola Secundária da Ribeira Grande, na sequência da investigação epidemiológica que permitiu testar docentes, funcionários e alunos, tendo-se registado três casos positivos, cujas turmas se encontram em isolamento profilático.
4 – Determinar, ao nível de prontidão e resposta, no âmbito do Regime Jurídico do Sistema de Proteção Civil da Região Autónoma dos Açores, entre as 00:00 horas de 7 de novembro e as 24:00 horas de 30 de novembro:
a) A prorrogação da declaração da situação de calamidade pública nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial, tendo em conta a situação epidemiológica que se verifica a nível nacional e internacional.
b) A passagem da declaração de situação de alerta para situação de contingência nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo, tendo em conta a situação epidemiológica que se verifica a nível nacional e internacional.
5 – Recomendar que, até à obtenção do resultado do teste de despiste ao SARS-COV-2 realizado ao 6.º dia, os passageiros que desembarquem na Região devem limitar as deslocações ao essencial e cumprir as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional.
6 – Recomendar que as deslocações interilhas se limitem ao essencial, devendo cumprir as regras de uso de máscara, de distanciamento físico e de etiqueta respiratória definidas pela Autoridade de Saúde Regional.
As medidas previstas na presente Resolução podem ser revertidas ou anuladas a qualquer momento, tendo em conta a evolução da situação da pandemia de COVID-19 na Região.
O Governo dos Açores reitera a necessidade de cumprimento das orientações relativas ao uso de máscara, ao distanciamento físico e à etiqueta respiratória.
© GaCS
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PSD e CDS põem Ventura no arco do poder

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Quando entrar hoje no Solar da Madre de Deus, em Angra do Heroísmo, para ser ouvido pelo representante da República nos Açores, José Manuel Bolieiro levará debaixo do braço uma alternativa de governo para a região. Durante as duas últimas semanas, o presidente do PSD no arquipélago cozinhou diferentes acordos para apear Vasco Cordeiro (que ganhou as eleições) e, em silêncio, foi gerindo os estados de alma locais e as pressões que lhe chegavam de Lisboa.
Com CDS e PPM “amarrados” a um executivo que mimetizará a antiga Aliança Democrática (AD) e com os apoios parlamentares da Iniciativa Liberal e do PAN praticamente assegurados, o Chega foi sempre a grande incógnita da equação. André Ventura ainda ameaçou chumbar a ‘geringonça’ de direita, mas acabou por cair na armadilha que montou. O entendimento, anunciado ontem, in extremis, pelo próprio Chega, foi apenas uma forma de salvar a face, dado que um dos deputados eleitos para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores estava prestes a desertar, contaram ao Expresso várias fontes conhecedoras das negociações.
Logo na noite eleitoral, Ventura atropelou a autonomia regional e deu sinais de querer transformar a discussão sobre uma maioria de direita insular num teste de stresse a Rui Rio e a Francisco Rodrigues dos Santos. No meio de um caderno de encargos para os Açores, introduziu exigências de âmbito nacional (como a proposta de revisão constitucional) que o PSD recusou acompanhar. A meio da semana, ainda falou grosso, mas ficou a falar sozinho. Nem Rio nem Bolieiro deram troco porque estavam convencidos de que poderiam seduzir Carlos Furtado, presidente do Chega/Açores, a mudar-se para o lado social-democrata. “Afinal, os próprios deputados dele desarmaram-no…”, ironiza um alto dirigente do PSD. Um elemento da Comissão Executiva do CDS adota um tom ainda mais ácido: “Entrou como um leão, saiu como um sendeiro.”
Assim, menos de 24 horas depois daquela que parecia ser a decisão irrevogável de inviabilizar um executivo de direita, Ventura recuou. Em comunicado, o líder do Chega anunciou ontem que o partido votará a favor do programa governo liderado por Bolieiro, alegando ter encontrado “pontos de convergência” com o PSD. Entre eles, está a “redução significativa” de subsidiodependência na região e a criação de um gabinete regional de luta contra a corrupção. Certo é que a principal bandeira de Ventura fica sujeita ao calendário do PSD: Rio só se compromete a entregar um projeto de revisão constitucional até ao final do ano político e sem as medidas extremistas do Chega.
O projeto deverá incluir a redução do número de deputados e a reforma no sistema de Justiça, que o PSD, de resto, já tinha inscrito no programa com que foi a votos. “Estes não são todos os pontos que gostaríamos de ver transpostos para uma revisão constitucional, mas representam a garantia que teremos um dos grandes partidos a defender pontos de vista que consideramos muito importantes na revisão constitucional que entendemos que o país deve fazer”, admitiu o líder do Chega na mesma nota.
O TIRO AO CDS
Seja como for, o plano de Ventura era rebuscado mas também maquiavélico. Por um lado, se Rio aceitasse ir a jogo com um projeto para alterar a Constituição, estaria a normalizar a direita radical. Por outro, se recusasse (como ficou claro, desde o início, que faria), Ventura inviabilizaria uma solução não socialista e mergulharia os Açores no caos.
Mas Ventura nunca pretendeu verdadeiramente entender-se com os sociais-democratas — conta ao Expresso uma fonte que acompanhou o processo —, fê-lo apenas por não ter alternativa. Queria implodir a ‘caranguejola’ mesmo antes de ela ganhar forma para que Artur Lima, presidente do CDS/Açores, acabasse por salvar o PS no fim de linha, através de um pacto com Vasco Cordeiro — com o qual chegou a reunir-se, na semana passada, na sua casa, em Porto Martins (na Terceira).
O alvo de Ventura é “Chicão”. Pretende desgastá-lo ao máximo. E os Açores seriam só um meio para fragilizar ainda mais os democratas-cristãos. Na quinta-feira, quando deu uma conferência de imprensa em que ameaçou reprovar um eventual executivo encabeçado por Bolieiro — hipótese que o Expresso noticiou na véspera —, o líder do Chega garantiu que o partido não tinha medo de ir novamente a votos e reiterava que não abdicaria da sua cruzada constitucional. Por isso, insistiu numa frase que é uma declaração de guerra: “Nós não somos o CDS.”
Da direção centrista, que tem evitado imiscuir-se no dossiê que está a ser tratado por Artur Lima, a resposta não é meiga. Recorda-se que “nem no cavaquismo o partido foi engolido”, insinua-se que Ventura é o “cavalo de Troia” do PS e até já se goza com o líder partidário que “tentou falar mais grosso do lhe permite a voz que tem”.
No PSD, o júbilo é mais contido. Embora haja algum alívio por não ser preciso aprofundar a relação com Ventura, a verdade é que a dependência dos humores do líder do Chega não agradam. Nem a colagem à direita populista que começou a ser feita assim que o Expresso noticiou a hipótese de haver um papel semelhante às posições conjuntas que António Costa assinou com BE, PCP e PEV em 2015. O silêncio de Rio e de toda a sua direção sobre este entendimento é sintomático. Carlos César, presidente do PS e antigo líder do governo regional, deu o mote às críticas. “Que vergonha! São capazes de tudo… até de se ajoelharem em frente ao diabo”, escreveu no Facebook. À direita, as reações também prometem ser ácidas.
ACORDOS ESCRITOS COM CHEGA E IL, PAN À SOLTA
Os entendimentos de incidência parlamentar que vão permitir a José Manuel Bolieiro formar um governo de direita nos Açores vão mesmo, como noticiou o Expresso em primeira mão, ter tradução escrita. Os documentos ainda estão a ser preparados, mas o Expresso sabe que só o PAN não terá um papel assinado, uma vez que se excluiu de qualquer solução em que o Chega estivesse envolvido (ainda que não seja certo como votará o programa da geringonça 2.0). A Iniciativa Liberal apresentou até um documento com 12 pontos essenciais para a governação e espera apenas a resposta de Bolieiro. “Está do lado do PSD responder a esse documento e à calendarização”, diz fonte dos liberais nos Açores, que apela à simplificação, desburocratização e redução da carga fiscal para os açorianos e empresas locais. Nuno Barata, líder regional, frisa que a região precisa de estabilidade e de reformas.
Semanário | PSD e CDS põem Ventura no arco do poder
LEITOR.EXPRESSO.PT
Semanário | PSD e CDS põem Ventura no arco do poder
Líder do Chega montou uma armadilha, mas José Manuel Bolieiro segurou a maioria em cima da hora
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Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua

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Os portugueses estão profundamente divididos quanto à obrigatoriedade do uso de máscara na rua para prevenir o contágio com o novo coronavírus, segundo um estudo da Eurosondagem.
Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua
RTP.PT
Portugueses divididos quanto à obrigação do uso de máscara na rua
Os portugueses estão profundamente divididos quanto à obrigatoriedade do uso de máscara na rua para prevenir o contágio com o novo coronavírus, segundo um estudo da Eurosondagem.
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José António Saraiva: E se vier uma pandemia a sério?

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José António Saraiva: E se vier uma pandemia a sério?
“Conheço homens e mulheres que desde Março quase não voltaram a sair de casa, não foram almoçar ou jantar a um restaurante, não foram a um espetáculo, não deram sequer uma volta na rua. Sei de pessoas apavoradas que não saem de frente do televisor a ver as notícias sobre a pandemia. Há pais e mães que deixaram de ver os filhos, avós que deixaram de ver os netos. Ora, será isto viver?”

Ilha-América” almeida maia

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Pedro Almeida Maia

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Vamberto Freitas

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.

Ainda sobre o “Ilha-América”, eis um generoso apontamento da

UAc.FCSH -Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade dos Açores

, no mais recente suplemento AGORA do

Açoriano Oriental

. Estamos sempre ligados à primeira casa! Um grande obrigado para

Suzana Nunes Caldeira

e

Ana Gil

. 🙏

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You, Pedro Almeida Maia, Telmo R. Nunes and 1 other
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o polícia e um jovem armado de faca

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😡😡😡
“Um policia, na sua folga, anda por uma rua da sua cidade, com sua esposa e dois filhos.
De repente, um “jovem” (é assim que os jornalistas os chamam) avança contra eles com uma grande faca.
O policia tem sua arma de serviço consigo. Tem alguns décimos de segundo para reagir.
A POLÍCIA CHINESA
Uma bala no coração o bandido está morto.
A POLÍCIA RUSSA
Uma bala entre os olhos, o bandido está morto.
A POLÍCIA AMERICANA
Pan, pan, pan, pan, pan,
Clique! Troca de carregador
Pan, pan, pan, pan, pan, o bandido está morto.
O POLICIA ÁRABE
O bandido é abatido, retalhado e comido pelos cachorros, enfim, morto.
A POLÍCIA PORTUGUESA
Eu mantenho a calma e analiso a situação …
Se eu atirar: – Estou em legítima defesa?
Ele tem licença para carregar esta faca?
Verifiquei que ele não é muçulmano?
A mídia fará dele uma vítima?
Ele é um “jovem” de um bairro mal compreendido pela sociedade?
Vai ser visto como racismo se fizer parte da diversidade “,” minorias “, etc.?
A cidade será então incendiada e derramada de sangue pelos “jovens” dos bairros?
Serei processado: pelo SOS RACISMO?
A minha família será arrastada pela lama, minha vida dissecada desde o jardim de infância, os meus filhos e familiares ameaçados?
Ainda antes do julgamento, a comunicação social e os comentadores vão condenar-me?
A Polícia vai condenar-me antes ainda de os tribunais o fazerem?
Quantas dúzias de carros queimarão se eu atirar?
O estado terá que negociar a paz social nos “bairros” por minha culpa? “
Texto adaptado de Claude Bartoli
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Roberto Y. Carreiro · A REVANCHE COMO PROGRAMA E PRIORIDADE POLÍTICA

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A REVANCHE COMO PROGRAMA E PRIORIDADE POLÍTICA
Já muito se disse e se escreveu sobre as recentes eleições legislativas açorianas.
Não obstante a Abstenção continuar a ser absolutamente maioritária e por consequência «vencedora» – da qual agora ninguém fala… – os resultados apurados ofereceram um quadro parlamentar sui generis e de geometria variável.
Há quem fale de esquerda e de direita mas esses conceitos estão completamente ultrapassados e se formos avaliar pela governação que agora finda constatamos que de «socialista» pouco ou nada teve ou tem. Ao invés, os partidos da dita «direita», fazendo fé nos seus programas eleitorais e na sua praxis política anterior, preconizam mais investimento público e despesa pública, portanto mais «socialismo» segundo o jargão dum liberal.
Embora o PS-A tenha sido o partido mais votado, quer em número de votantes, quer em número de mandatos e mesmo em número de freguesias e ilhas, não conseguiu obter a sua ambicionada maioria absoluta com a qual dormiu confortavelmente vinte anos consecutivos sem ligar muito àquelas que batiam à campainha e que reclamavam por direitos, trabalho e oportunidades.
Em segundo lugar, e ainda a uma distância razoável do PS-A ficou o PSD-A, seu rival e irmão gémeo em ideologia política.
Os dois partidos principais do regime obtiveram em conjunto cerca de 81% dos mandatos parlamentares, ficando os restantes 19% distribuídos por outras seis forças políticas, algumas delas estreantes na ALRAA.
Ora, aqui é que está o grande imbroglio desta nova legislatura e que tem como consequência primeira e directa a formação do novo governo regional.
Qualquer dos dois partidos – PS e PSD (este mais do que aquele) – necessitará de fazer uma coligação ou subscrever uma plataforma de entendimento parlamentar com os restantes partidos, alguns mesmo só com um representante.
Será sempre uma ginástica política muito arriscada e que dificilmente garantirá estabilidade governativa para uma legislatura, dado o carácter geográfico dalguns partidos ou o perfil psicológico errático e bipolar dalguns protagonistas.
O ideal seria uma coligação com dois partidos. Nesse campo o PS estaria melhor posicionado mas a sua namorada de sempre – o CDS – disse «não» à beira do altar.
Outra hipótese – mais hipótese do que solução – é o PSD formar governo em coligação e acordo com um total de quatro partidos, o que torna um quebra-cabeças para quem vai liderar o governo e mais ainda para quem vai ser objecto da governação.
Tudo estaria normal dentro do actual quadro jurídico-constitucional e no quadro duma sã alternância democrática, se esta segunda hipótese – a liderar pelo PSD – não incluísse a participação activa dum partido que «chegou» recentemente ao palco político dos Açores e que pela sua génese, ideologia e postura é um partido manifestamente populista, extremista, anti-autonomista e até anti-sistema (embora queira tirar proveitos do mesmo).
Se esta segunda hipótese vingar criar-se-á um precedente muito grave – não pela geringonça em si, mas pela legitimação dum partido especializado em fomentar a desordem e a discórdia social – e que colocará permanentemente um eventual governo com a cabeça num cepo.
Mas parece que isto não preocupa quem está arquitectando esta «marosca» política – à revelia dos principais valores e princípios dum partido (o PSD-A) que tem um inegável património autonomista. E muito menos estão preocupados em honrar o pensamento e a liderança dos seus fundadores que sempre rejeitaram acordos com partidos à sua direita, como era o caso do próprio CDS que nunca «comeu» à mesa na casa do PSD….
Assim sendo só resta uma explicação para esta «união» tipo poliamor – a vingança política e a avidez aos lugares públicos e à gestão dos orçamentos púbicos.
Dificilmente se vê na face e na atitude dos seus principais protagonistas e apoiantes qualquer preocupação com o futuro dos Açores – num sentido lato – ou com a vida real do Povo Açoriano.
Querem apanhar o comboio antes que outros o apanhem…
Como diria Giuseppe di Lampedusa – é preciso que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma….
@ Ryc

pobreza nos açores

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Carlos A César
1tS1pcornsSorhteod ·
Estamos a começar bem!


Numa altura em que a crise se vai acentuar, o emprego vai ficar escasso, a pobreza vai aumentar, e a recuperação da economia será, certamente, lenta e sem fim à vista, não é que a “Caranguejola” nos Açores vai prever no seu programa de Governo a redução do RSI.
Lá vai a cadeia ficar mais frequentada e a segurança das pessoas e seus bens por água abaixo!
Viva a “Caranguejola”!
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Rui Moniz
O que é isto do RSI??? Receber Sem Incómodo???
· Reply · 7 h
Write a comment…

João Simas
t8eSpohnsoreStd ·
Além de terem um sistema eleitoral obsoleto, anacrónico e não proporcional, permitindo que o voto popular seja dimuído, nunca mais se despacham! Entretêm-nos nesta peça irracional e de mau gosto e acordamos com a extrema-direita a ditar as regras nos Açores e um estado de emergência dito soft.

o caderno de encargos com que a social-democracia insular vendeu a sua alma ao fascismo

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Perguntar não ofende.
Duas dúvidas sobre o caderno de encargos com que a social-democracia insular vendeu a sua alma ao fascismo:
1 – a redução de deputados vai começar onde? No círculo do Corvo? No da compensação? Vai passar tudo a círculos uninominais, com 1 por ilha ou 1 por concelho?
2 – retirar apoios sociais no meio da maior crise económica das nossas vidas é compatível com a social-democracia ou com a democracia cristã já agora?
É que eu sei que em política vale tudo mas o que me parece é que na sofreguidão de matar socialistas vão acabar por se matar a si próprios também…
E, quanto à corrupção, por mim encantado da vida só que se isso for bem feito cheira-me que o próprio PSD se pode acabar por queimar nessa mesma fogueira …

Consequências mais gravosas da actual crise estão para vir, diz Farinha Rodrigues | Pobreza | PÚBLICO

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Professor do Instituto Superior de Economia e Gestão sublinha que esta crise evidenciou que o combate à pobreza em Portugal exige não só medidas de reforço dos recursos das famílias, mas também de acesso a bens e serviços essenciais. “Quem mais vai

Source: Consequências mais gravosas da actual crise estão para vir, diz Farinha Rodrigues | Pobreza | PÚBLICO

2 dedinhos no ar PR, 1ºM, e esta prisão

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Resumindo, é isto! Dois dedinhos no ar…
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Os meus cumprimentos aos 80% dos Portugueses que numa sondagem revelaram estar a favor de um novo confinamento e às 80.000 pessoas que já assinaram uma petição para que as escolas do país encerrem de imediato.
Eu, que aparentemente estou nos 20% e acho que um novo recolhimento vai fazer rebentar o país, a saúde, as pessoas, sinto-me no direito de estar zangada por fazer parte duma minoria e estou a sentir aquele efeito psicológico de já não ter nada a perder. Nem o decoro.
Prometo que amanhã volto a distribuir fotos de lindas paisagens em Viana, corações e uma comunicação consciente e positiva.
Mas hoje é isto.