Carência habitacional afeta 502 famílias na Ribeira Grande

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Carência habitacional afeta 502 famílias na Ribeira Grande
ACORIANOORIENTAL.PT
Carência habitacional afeta 502 famílias na Ribeira Grande
Existem 502 famílias no concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, em situação de carência habitacional e sem recursos económicos que lhes permitam fazer face às suas necessidades habitacionais.
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Câmara da Ribeira Grande aprova redução de impostos para famílias e empresas – Jornal Açores 9

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A Câmara da Ribeira Grande aprovou a redução dos impostos a aplicar no ano de 2021 às famílias e empresas, nomeadamente o IRS, o IMI e as taxas de derrama, redução que configura uma poupança para os munícipes na ordem dos 150 mil euros. “As medidas apresentadas vão ao encontro da nossa preocupação em continuar […]

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Pneumonia é das patologias mais frequentes no serviço de urgência nesta altura do ano, alerta pneumologista – Rádio Atlântida

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“A pneumonia é uma das patologias mais frequentes nesta altura […]

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Google Fotos acaba com armazenamento ilimitado gratuito de fotografias e vídeos – Renascença

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Medida entra em vigor a 1 de junho de 2021. Google Fotos foi lançado há cinco anos e tornou-se numa das principais ferramentas de arquivo de fotos e vídeos a nível mundial.

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luis filipe sarmento

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4.
O compromisso invisível da escrita nas madeixas do texto que escorrem sobre a superfície, a fé do prazer no altar da madrugada, ainda que não o seja, o ritual e o fervor oculto neste fogo negro, na ardência das falanges que teclam, as fogueiras das trevas nutrindo a combustão dos fantasmas, até ao osso, para que em cada minuto que me detenho esteja a eternidade, que não sendo total é um fragmento considerável da ideia. Com as suas refutações interlineares à fácil arquitectura do espectáculo, à sua naïvité argumental, à palustre paisagem exaurida como o mais funesto mimetismo do lugar-comum – a literatura nunca foi isto ainda que, hoje, o seu comércio se acidente nas areias movediças do desespero financeiro, na promoção despudorada do esterco, na programação mortal do medíocre acaso do favor.
A literatura inscreve-se na louca inspiração da leitura preexistente, na sua acção quotidiana na orografia do inesperado, na espeleologia secreta do parágrafo alarmante, no mergulho funerário na bruma paginada que cai e pesa sobre as aparências num jogo de figurações clandestinas, na alienação circunstancial de uma obscura travessa, na fulgência do imprevisto, no subsolo imagético, para uma ascensão metaforicamente divina como hipertexto fulgurante, distinto e original da fonte. A invenção parte de um objecto criado para um novo objecto em nada semelhante. A folia da imaginação no seu carnaval exponencial de máscaras. A ficção magistral da poesia nada tem a ver com a massificação do desabafo emocional de frustrações: a literatura é feita de outra matéria.
À tentativa de fazer renascer a mediocridade do lugar-comum e a sua monstruosa divulgação do plágio impudente sob o acordo dos seus patrocinadores – estas são as obscuras forças predominantes cujos protagonistas mediatizados pelas empresas de comunicação se vergam diariamente diante da imponência divina da grande farsa – opõe-se a renovação ética com a sua linguagem desassombrada, na militância da diferença estética, na resistência ao ataque do armamento da ocultação e do esquecimento promovido pelo mainstream enfadonho, obeso e cobarde, na criação de singularidades que identifica os seus autores com o que vem e não com o que foi.
A literatura navega entre as marés das realidades plenas e integrais da experiência humana – e de todo o seu potencial penumbrado como depósito de valores – e as mais complexas abstracções tecidas para além, muito para além, da logicidade comportamental e apreensível. Através dos mesmos conteúdos criam-se formas inovadoras e paralelas de os revelar. Novas dimensões que ao olhar se impõem ao criador de substâncias diferentes. O criador é um progressista e quando não o é nunca será um originador de inventividades, mas um repetidor de circunstâncias passadas, que é o que mais se vê nos escaparates do negócio imediato. A escrita deverá expor o desejo de uma elaboração ideológica revolucionária para uma anatomia do futuro. Em Liberdade. Sempre em Liberdade. E com o direito à Liberdade de comunicar.
Luís Filipe Sarmento

, «Rouge – Éclatant», 2020

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José Lorvão
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ALMEIDA MAIA, GESTÃO DO TEMPO

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Desejando-vos uma boa semana, partilho este novo artigo para a rubrica “Recursos dos Humanos” do jornal

Açoriano Oriental
“A psicologia organizacional debruça-se frequentemente sobre este tema da gestão do tempo para garantir benefícios a longo-prazo para as empresas e trabalhadores.” — novo artigo de

Pedro Almeida Maia

. #psicologiaorganizacional

Gestão do tempo: o bem mais escasso
PT.LINKEDIN.COM
Gestão do tempo: o bem mais escasso
O tempo é considerado o bem mais escasso e o mais difícil de gerir nas nossas vidas pessoais e profissionais. Não é reembolsável nem recuperável.

. #psicologiadotrabalho

“A psicologia organizacional debruça-se frequentemente sobre este tema da gestão do tempo para garantir benefícios a longo-prazo para as empresas e trabalhadores.” — novo artigo de

Pedro Almeida Maia

. #psicologiaorganizacional

Gestão do tempo: o bem mais escasso

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Gestão do tempo: o bem mais escasso

O tempo é considerado o bem mais escasso e o mais difícil de gerir nas nossas vidas pessoais e profissionais. Não é reembolsável nem recuperável.

Portugal concede nacionalidade a 121 mil estrangeiros. Brasileiros lideram pedidos – DN

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Aumentou o número de cidadãos que querem ser portugueses. E nova lei beneficia sobretudo filhos de estrangeiros que nascem no país e os netos de portugueses.

Source: Portugal concede nacionalidade a 121 mil estrangeiros. Brasileiros lideram pedidos – DN

Ordem dos Enfermeiros pede intervenção urgente sobre condições dos postos de testagem

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Ordem dos Enfermeiros pede intervenção urgente sobre condições dos postos de testagem à covid-19
Após ter reunido de urgência com o Conselho de Administração da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel, a Secção Regional da Região Autónoma dos Açores da Ordem dos Enfermeiros dirigiu-se ao posto de testagem drive-thru em Ponta Delgada, no seguimento de vários relatos que denunciavam condições de trabalho insustentáveis agravadas pelo estado do tempo.
Atendendo à gravidade dos relatos recebidos acerca das condições em que os profissionais estavam a desempenhar o seu trabalho nas tendas sob chuva intensa, a Ordem dos Enfermeiros considerou ser indispensável uma visita ao local, bem como a obtenção de esclarecimentos junto dos responsáveis. “Não tínhamos como não vir ao terreno, não estar com os enfermeiros, que continuam em condições péssimas a fazer este trabalho fundamental para a Região”, afirmou o Presidente da Secção Regional dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares.
Nesse sentido, a Ordem dos Enfermeiros procurou, em primeiro lugar, obter resposta junto da Unidade de Saúde da Ilha de São Miguel (USISM), cujo Conselho de Administração (CA) se comprometeu, a resolver do problema, tendo sido de imediato identificada uma solução provisória. “Apesar de não ser a solução ideal, foi demonstrada vontade em encontrar uma solução definitiva e digna, tanto para os profissionais como para a população”, lê-se no comunicado enviado às redacções.
“Pudemos conversar com o Presidente do CA da USISM e a sua equipa e perceber que têm tentado remediar com aquilo que têm, no sentido de melhorar as condições tanto para os enfermeiros como para as pessoas. Agora é preciso quem de direito olhar no imediato para esta situação e corrigi-la, ou amanhã não temos enfermeiros para esta luta!”, avisou Pedro Soares.
Contudo, a Ordem dos Enfermeiros adianta que a situação em São Miguel “não é caso único, havendo registo de inconformidades graves na Terceira e no Faial.
No que diz respeito ao cenário que encontrou na ilha Terceira, Pedro Soares afirma que se conseguiu “uma boa solução”, mas que “não podem os enfermeiros chegar para iniciar as testagens e encontrarem o espaço completamente sujo, com dejectos de animais espalhados pelo chão. Estes espaços têm de ser dedicados exclusivamente ao fim a que agora estão destinados. Isto não vai parar tão cedo, portanto há que criar espaços exclusivos, com todas as condições”, alertou, adiantando que “na Horta recebemos várias denúncias, inclusive o drive ficou inundado sendo que a Unidade de Saúde da Ilha do Faial teve que remediar da melhor maneira, mesmo assim nesta nova solução temporária, em tempo de chuva, acumulam-se pessoas na rua, sem as mínimas condições para aguardar, como nos mostra as fotos que recebemos. Temos a informação que vão mudar para um pré-fabricado num parque de estacionamento em bagacina em frente ao Hospital, nem queremos imaginar como será em tempo de chuva”, relata Pedro Soares a propósito dos relatos recebidos da ilha do Faial.
Para a Ordem dos Enfermeiros, estas situações revelam uma “manifesta falta de planeamento, reflectindo-se de forma grave nas condições de trabalho dos profissionais. “Tivemos tempo de sobra para preparar o Inverno, estas testagens são fundamentais para a nossa segurança. As equipas de enfermagem estão para lá do seu limite, o que me preocupa já que ao cansaço se junta as péssimas condições. Assim não podemos continuar”, conclui Pedro Soares.
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  • Uma coisa é a organização, o profissionalismo, agora, o que é que passou pela cabeça da Autoridade Regional de Saúde? Que isso só durava uns dias_semanas? Que os profissionais de saúde iam continuar calados ou que ninguém ia dar conta? Que falta de res…

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  • Só comprova a falta de planeamento, com a experiência da primeira vaga já era tempo de terem condições dignas para os profissionais de saúde e para os utentes.
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25 deputados encontram-se incompatíveis para exercerem funções na Assembleia – NO Revista

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Decorreu hoje, com recurso a videoconferência, a Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho, com o intuito de verificar os poderes dos eleitos a 25 de outubro, tendo-se verificado 25 incompatibilidades nos deputados eleitos para a tomada de posse na Assembleia Legislativa da Região Autó

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causas da morte em portugal

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elo Ferreira

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Uma coisa séria. Partilho o post de José Manuel Moreira:
“Coisas do Diabo por Maria José Morgado, in “Vigiar e punir” no último Expresso:
Vejam os dados em tempo real do Portal da Mortalidade, SICO- eVM, pensem em vez de perseguir e inventar culpados à pressa. Por exemplo, os dados da mortalidade total em Portugal, no dia 31 de outubro de cada ano que se segue, no ano de 2017, registo de 271 óbitos, ano de 2018 — 269 óbitos, ano de 2019 — 305 óbitos, ano de 2020 — 369 óbitos. Tipo de morte, segundo o mesmo Portal do Ministério da Saúde, a 31 de outubro de 2020, é assim: morte natural 353 casos, causa externa dois casos, sujeitos a investigação 14. No mesmo Portal, o registo total de mortes, no dia 2 de novembro de 2017 — 289 óbitos. No mesmo dia do ano de 2018 — 339 óbitos, no mesmo dia do ano de 2019 — 297 óbitos, no mesmo dia do ano de 2020 — 148 óbitos. Tipo de causas de morte no dia 2 de novembro de 2020, de morte natural 144, de causa externa cinco, sujeitos a investigação 33.
Estes números dão objetivamente razão à inquietação dos movimentos pela verdade, denunciam a insuportável caça às bruxas estimulada pelo sistema do pensamento único.
O falso dilema entre economia e saúde servirá sempre e só uma sociedade repressiva, totalitária e tecnocrática.”
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