entrevista ao governador de timor indonésio 1992

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Entrevista de Rui Araújo realizada em 1992 ao governador de Timor Timur Abílio Osório.
Entrevista a Abílio Osório
ARQUIVOS.RTP.PT
Entrevista a Abílio Osório
Indonésia, exclusivo à RTP, jornalista, Rui Araújo entrevista o Governador de Timor-Leste, Abílio Osório sobre os acontecimentos que levaram à prisão de Xanana Gusmão, líder da resistência timorense.
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Autonomias Condicionadas, Elias Pereira

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45 m

Autonomias Condicionadas – Parte I
As autonomias dos Açores e da Madeira transportam fatores exógenos e endógenos, que a montante e a jusante lhes causam profundas limitações
A nova ordem mundial, a revolução digital, a pandemia e a economia mundial que condiciona toda a política europeia e por consequência a Açoriana.
Atente-se na guerra comercial – EUA / China. As declarações recentes do embaixador dos EUA que criticou a política externa portuguesa e apelou ao travão ao investimento chinês, o que demonstrou a vulnerabilidade do país.
Os Açores são atingidos quando se refere que o Porto de Sines será o verdadeiro hub internacional do transporte marítimo e o Porto da Praia da Vitória, será esquecido nas águas profundas, da injustiça da não plena retribuição aos Açores das vantagens que a Base das Lajes permite ao país no contexto diplomático internacional e na profundidade atlântica no âmbito geo estratégico.
– A Constituição da República Portuguesa permitiu a regionalização de serviços públicos, como a Saúde que encontra limites constitucionais – o princípio da continuidade territorial que muitas vezes faz lembrar o conceito de Ilhas Adjacentes da Constituição de 1822.
Existem condicionantes constitucionais que não permitem o pleno exercício das autonomias sem o aval do Estado, como seja, por exemplo a chancela do Representante da República.
A gestão do mar é outro exemplo da confusão de atribuições e competências da Região e da República, o que nunca deveria acontecer porque a salvaguarda do nosso ecossistema deveria ter a voz decisiva dos Açorianos.
– A jurisprudência do Tribunal Constitucional restritiva em Acórdãos de natureza jurídico-política, quer na apreciação de matérias concretas que competiam aos Açores gerir, quer na consolidação do conceito da Autonomia.
– O centralismo de Lisboa que permite um clima de desconfiança inaceitável no séc. XXI, quando já não se fala em independência dos Açores e da Madeira
-Ascensões político-partidárias de dirigentes regionais- A sedução por parte dos partidos nacionais para que os dirigentes regionais sejam dirigentes nacionais limita-lhes o campo de acção de defesa intransigente da autonomia. A ação do Dr. João Jardim, não se apreciando o estilo, talvez seja o melhor exemplo da defesa das Ilhas, sem qualquer temor pelos poderes do império.
Por outro lado, designadamente
– Algumas instituições autonómicas padecem de patologias, o regime é formalmente parlamentar, mas na prática é um sistema presencial puro com todas as consequências para a falta de representatividade do povo açoriano, quer na elaboração de legislação, quer na fiscalização dos atos políticos.
– O reforço das atribuições da Assembleia Legislativa Regional seria decisivo para atenuar os efeitos nocivos de ciclos políticos longos.
Atente-se na autoridade de saúde pública regional que sairia mais dignificada se respondesse politicamente perante o Parlamento, tal como as inspeções regionais ou a estatística, entre outros.
A ideia de administração pública regional despesista, muitas vezes com injustiça caracterizada pelo centralismo de Lisboa, outras verdadeira, sairia beneficiada com maior controlo parlamentar. Agora que se aproxima o dinheiro dos Fundos comunitários seria positiva a criação de uma comissão especial de fiscalização da execução daqueles.
Há órgãos e cargos que não funcionam ou que são pura ressonância do poder instalado como os concelhos de ilha e os delegados de Ilha que com esta composição são pouco úteis e não representam a cidadania.
A reforma da administração pública regional que inclui a orgânica do governo regional adaptada aos novos tempos e enquadrada numa digitalização que teima em ser adiada, porque eventualmente politicamente desinteressante, aumentaria a isenção e imparcialidade indispensáveis.
É inexplicável que no país não surja uma Lei da Pandemia.
É mais notável ainda que os Açores e Madeira podendo beneficiar da condição insular não apresentem uma ante proposta de Lei na Assembleia da República, por deputados eleitos para aquela ou até por deputados regionais, cujo objeto resolvesse as nossas preocupações coletivas – quarentenas, recusa a fazer os testes e outros aspetos conexos – que poderia ser uma lei absolutamente excecional e temporária (3 ou 6 meses), com o respeito pelos Direitos Humanos e enquadrada na defesa da saúde pública. Era a demonstração da vontade dos insulares.
Espantoso é que se continue em campanha eleitoral e ninguém proponha um singelo diploma nesta matéria, quando a situação do Covid hoje é bem mais grave que outrora, momento em que já no Prova das 9, defendia-se uma urgente alteração legislativa para que não se culpasse os tribunais sobre decisões que nos seriam previsivelmente desfavoráveis.
A CEVERA que, sem prejuízo da qualidade do seu trabalho, embora, por exemplo, profundamente errada na pretensa criação do Tribunal da Relação dos Açores, que em nada prestigia a autonomia e é prejudicial à justiça, a respetiva comissão concluiu os seus trabalhos e não os apresentou até ao fim da legislatura com argumento absolutamente inócuo.
Mais grave ainda a não discussão em período eleitoral das grandes opções que constam daqueles trabalhos e que tem a ver com o destino coletivo dos açorianos, e algumas matérias nem constam dos programas dos partidos políticos, que mais tarde aprovarão, porventura, aqueles trabalhos.
Enfim, aqueles exemplos, que valem por outros tantos, constituem também verdadeiras causas para a explicação da abstenção.
Helena Castanho and 11 others
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  • Amigo, é de homens como tu que os Açores precisam!
    Nao tenho palavras para expressar a minha concordância com o que acabaste de publicar. Só há uma coisa que te quero lembrar. Existe gente nos Açores que defende a autodeterminação, e esses também devia…

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Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade

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«No passado dia 19 de setembro, a União Europeia colocou comunismo e nazismo em pé de igualdade, depois de aprovar no Parlamento Europeu uma resolução condenando ambos os regimes por terem cometido “genocídios e deportações e foram a causa da perda de vidas humanas e liberdade em uma escala até agora nunca vista na história da humanidade. (…) O debate alcançou o seu auge em 1997, com a publicação do “Livro Negro do Comunismo” que foi escrito por um grupo de historiadores sob a direção do investigador francês Stéphane Courtois, que se esforçaram por fazer um balanço preciso e documentado das verdadeiras perdas humanas do comunismo. Os resultados foram esmagadores: cem milhões de mortos, quatro vezes mais do que o valor atribuído por esses mesmos historiadores ao regime de Hitler: o genocídio terá feito cerca de 6 milhões de vítimas.”
Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
OBSERVADOR.PT
Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
A União Europeia colocou comunismo e nazismo em pé d

Cidadãos confinados devido à Covid-19 não votam nas eleições – Açoriano Oriental

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A Comissão Nacional de Eleições (CNE) admitiu ontem ao Açoriano Oriental que os cidadãos que se encontram confinados, devido à Covid-19, no respetivo domicílio ou noutro local definido pela Autoridade de Saúde que não em estabelecimento hospitalar estarão privados de votar nas eleições regionais do próximo dia 25 de outubro.

Source: Cidadãos confinados devido à Covid-19 não votam nas eleições – Açoriano Oriental

Nobel da Paz vai para o Programa Alimentar Mundial

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O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao Programa Alimentar Mundial (PAM) pelos esforços para combater a fome e para melhorar as condições para a paz em zonas de conflito, anunciou o Comité Nobel Norueguês.

Source: Nobel da Paz vai para o Programa Alimentar Mundial

Operação de limpeza nas galerias da Calheta Pêro de Teive – Açoriano Oriental

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O espaço que acolhe a obra inacabada das galerias comerciais da Calheta Pêro de Teive, em Ponta Delgada, começou ontem a ser limpo, isto quando uma equipa da Câmara Municipal de Ponta Delgada (CMPD) vai efetuar uma vistoria ao local daqui a menos de uma semana.

Source: Operação de limpeza nas galerias da Calheta Pêro de Teive – Açoriano Oriental

MARIA JOSÉ MORGADO, CORRUPÇÃO

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16 m

A CAUSA DAS COISAS
Aconteceu há 4 dias atrás, mas que não assistí e apenas agora conseguí rever completamente.A entrevista (coisa raríssima) de Maria José Morgado conduzida por Miguel Sousa Tavares.Já lí por aí que o MST não orientou com mestria a entrevista, que se enrolou todo, que foi completamente anulado etc etc.
Ora, isso não corresponde minimamente ao que se passou na mesa da entrevista.O que se passou foi a Maria José Morgado a explanar a sua experiência e grande sabedoria sobre a criminalidade (corrupção em especial) que observamos pelos 4 cantos de Portugal e arredores.
MST pessoa com que não raras vezes “embirro” pela sua mania da superioridade jornalística… que nem sempre corresponde ao seu desempenho na practica, fez o que devia, apresentou as questões e deixou MJM rebater factos e apresentar a suas perspectivas de grande investigadora que é.
Não posso consequentemente, concordar, desta vez, com o artigo escrito no Jornal Tornado, quando diz que o MST foi eclipsado.
Aquilo não foi, nem era para ser um debate político, sobre a oposição ou sobre o governo ou sobre o Presidente da República.Foram apenas perguntas e respostas sobre o papel do MP e da Procuradoria nas investigações em redor da corrupção. Apenas e só!
Que o MST é sensacionalista, até um facto, objectiva também, dar voz aos comentários “rumores” da sociedade, (mas qual o jornalista que o não é na busca da verdade?) mas desta feita, não só encontrou pela frente uma MJM que todos reconhecem como exímia no control da palavra e que meteu logo os “travões” desse caminho, por onde enveredam quase todos os jornalistas em Portugal.
Esperar que fosse um debate para “aquecer” ou “inflamar o ego” seria totalmente absurdo.
para ver a entrevista (14 minutos) aqui:
O eclipse do Miguel
JORNALTORNADO.PT
O eclipse do Miguel
por António Fernandes, Braga – Portugal
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DE VÍRUS E MÁSCARAS

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Pelo Dr. Stefano Montanari.
′′ Não tenho problema em vestir uma máscara por meia hora se for fazer compras. Mesmo que seja inútil. Mal por meia hora não me faz. Mas se me vier dizer que os meus filhos têm que a usar durante todas as horas que estão na escola, quando qualquer cardiologista te dirá que correm o risco de enfarto, qualquer dermatologista que correm o risco de micose e dermatite, qualquer imunologista que debaixo da máscara se multiplicam os germes e que sem contactos sociais o sistema imunitário vai enfraquecer, então NÃO! “
Acenda a luz da razão e apague o medo, não podemos obedecer a cada ordem absurda que vêm dos lobbies e de pessoas com conflitos de interesse.
Primeiro, leia o que diz um verdadeiro especialista:
′′ Há alguns anos atrás, sobre mandato do CNR de Bolonha, realizamos o desenvolvimento de um filtro de respiração para o Ministério da Defesa.
A equipe do CNR foi dirigida por Franco Prodi (irmão de Romano Prodi), que é um excelente físico. Trabalhamos precisamente num problema, que é o mesmo que hoje, ou seja, impedir que algo extremamente pequeno entre no nosso corpo através da respiração.
O caso é que aquele filtro que projectamos para partículas do mesmo tamanho que os vírus. Era sobre filtrar nano pó produzido por detonações de explosivos, do mesmo tamanho que o dos vírus. O coronavirus tem 120 nanômetros de tamanho, como o pó com que nós tratamos.
Um ′′ filtro “, seja para um vírus ou outra coisa, é uma ′′ peneira ′′ que bloqueia a passagem de partículas, algo simples de conseguir. Mas filtrar nano-partículas ao mesmo tempo que permitir passar ar suficiente para a respiração humana foi-nos impossível conseguir. Não conseguimos projectar e elaborar um filtro capaz de bloquear essas partículas sem, no processo, sufocar o soldado que o levaria em combate.
A equipe trabalhava no projecto durante ano e meio, fazendo experiências, protótipos e especialmente com membranas compostas por ′′ Fina-cerâmica “.
Agora, dizem-nos que você coloca uma máscara de papel e pronto. Todo um grupo de cientistas durante um ano e meio e nunca nos ocorreu que bastava apenas descer ao chinês e comprar uma máscara de papel.
Pois assim não é. A máscara de papel é um bulo e um embuste! Se bloqueasse vírus, você sufocava mais cedo que o vírus. Além de inútil que é o seu uso, ele é contraproducente e prejudicial para a saúde.
Quando se respira, é emitido vapor, o que humedece a máscara. Já húmida, cria vírus, bactérias, fungos e parasitas. Que aí, em contacto com boca e o nariz, se concentram e mantêm por horas, e daí eles se transportam, se espalham e contagiam. Então, a máscara não protege dos vírus, mas você corre o risco de ficar doente devido a todos esses outros patogénicos.
Quando você usa a máscara e expira, ou seja, você joga fora o ar que os seus pulmões decidiram que são o desperdício do metabolismo dos seus tecidos, das suas células, que é dióxido de carbono… Você tem um impedimento para deitá-lo fora, portanto inevitavelmente você respira de volta o dióxido de carbono que você acabou de expulsar. Então, o sangue entra em hipercapnia (excesso de dióxido de carbono), como primeiro sintoma da respiração dos mesmos resíduos do corpo.
Quando em hipercapnia, também entra em acidose, o seu organismo torna-se mais ácido do que o necessário, o pH diminui, e quanto mais ácido for o organismo, mais fácil será abrigar doenças.
E, a doença mais notória que acontece com acidose é O CANCRO!”
Doutor. Stefano Montanari.
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SE É SÓCIO DA AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA PF PAGUE A SUA QUOTA 2021

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2020 foi um ano de desgraça sem a realização dos dois colóquios o que se refletiu no nosso orçamento (AS DESPESAS FIXAS NÃO DESAPARECERAM) , por isso pedimos a todos a vossa compreensão para o pronto pagamento das vossas quotas 2021

 

É DEVER DOS ASSOCIADOS:

11.4. Pagar com pontualidade em 1 de novembro de cada ano, ou durante os 60 dias seguintes, as quotas estabelecidas para o ano subsequente.

  1. A qualidade de associado cessa automaticamente:
  2. Pelo não-pagamento de quotas por período superior a 2 meses (contados a partir de 1 de novembro de cada ano, data normal de pagamento das quotas, não podendo ser readmitido durante os dois anos seguintes);

SÓCIOS INDIVIDUAIS 50.00€ – COLETIVOS 120.00€

A conta para pagamento de quotas anuais é

1. PAGAMENTOS PARA A CONTA DA AICL –

Nome AICL {Associação Internacional dos COLÓQUIOS DA LUSOFONIA}

 

NIB – Número de Identificação Bancária

0010 0000 53450500001 62

IBAN – Número Internacional de Conta Bancária
 
PT50 0010 0000 5345 0500 0016 2
 
SWIFT/BIC BBPIPTPL
 
CONTA 7-5345050000001

BANCO BPI, Av. Antero de Quental, nº. 51 – C, 9500 – 160 Ponta Delgada, AÇORES, PORTUGAL, Tel: 296 30 85 70 * Faxe: 296 28 31 79

 

Pagamentos PayPal acrescentem 3.20€ até 60€ / 6.40€ até 100€ / 9.40€ até 150€

Nome: Dr Chrys Chrystello/ AICL – Colóquios da Lusofonia

ENDEREÇO PayPal: LUSOFONIA.AICL@GMAIL.COM

SE PAGAR COM CHEQUE OU VALE POSTAL PORTUGUÊS FAVOR ACRESCENTAR € 5.00

E ENVIAR TUDO PARA AICL – Colóquios da Lusofonia,

  1. da Igreja 6, 9625-115 Lomba da Maia, Açores

Correio eletrónico: lusofonias@lusofonias.net / lusofonia@sapo.pt / lusofonia.aicl@gmail.com