O CORVO QUE VENCEU OS PIRATAS

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CORVO: UMA PEQUENA ILHA COM GRANDES GENTES!!
O Corvo é muito conhecido por ser a mais pequena ilha e com menor população dos Açores, todavia é uma ilha com muito para conhecer e ver e com um passado muito interessante!
As ilhas das Flores e Corvo foram descobertas em 1452 por Diogo de Teive e João de Teive, e no final deste século e inícios do seguinte, deu-se o povoamento destas duas ilhas. Em 1570 foi construída a primitiva igreja do Corvo, e o povo tinha como ocupações a pesca, a agricultura e a pecuária.
Sabias que o Corvo sofreu diversas vezes ataques de piratas e corsários? Em 1587 o Corvo foi saqueado e os seus edifícios queimados por corsários ingleses, e em 1632, 10 naus de piratas turcos atacaram a ilha, e durante 11 horas de combate, cerca de 200 corvinos conseguiram repelir os piratas turcos!
A partir de 1700’s, navios baleeiros americanos começaram a aparecer nos mares dos Açores, e com isto, reconhecidos pela sua coragem, muitos corvinos começaram a emigrar para os Estados Unidos como baleeiros. De 1864 para 1920 a população passou de 900 pessoas para 661 e em 2011 possuía 430 pessoas.
O Corvo possui as mais variadas atrações, como o Caldeirão do Corvo, uma das mais bonitas caldeiras do arquipélago, os trilhos pedestres, os lindos moinhos de vento e também o Ecomuseu do Corvo!!
Não te esqueças de seguir o nosso Instagram: association_find.your.azores
Assim como a nossa página oficial do Facebook: Associação Dos Emigrantes Açorianos
Podes saber mais em: http://aeazores.org
CORVO: A SMALL ISLAND WITH GREAT PEOPLE!!
Corvo is very known for being the smallest island and with less population of the Azores, however, it’s an Island with a lot to know and see and with a very interesting past!
The islands of Flores and Corvo were discovered in 1452 by Diogo de Teive and João de Teive, and in the end of this century and the beginning of the next one started the settlement of this two islands. In 1570 was constructed the first church in the island, and the people had occupations like fishing, farming and raising cattle.
Did you know that Corvo suffered several times attacks from pirates and privateers? In 1587 Corvo was plundered and its buildings were burned by english privateers, and in 1632, 10 turkish pirate ships attacked the Island and for 11 hours of combat, about 200 people from Corvo repeled the turkish pirates!!
From 1700’s, whaling american ships started to appear in the azorean seas, and with this, know for their bravery, many people from this island started to emigrate to the United States as whalers. From 1864 to 1920, the population went from 900 people to 661 and in 2011 it had 430 people.
Corvo has a lot of different atractions, like the Caldeirão do Corvo, one of the most beautiful of the Azores, the walking trails, the beautiful windmills and also the ecomuseum of Corvo!!
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britânicos na Terceira

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À 77 anos chegavam os ingleses à ilha Terceira…

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Há exatos 77 anos, a 8 de outubro de 1943, três milhares de militares britânicos instalaram-se na Terceira, através da Royal Air Force, após a concessão de facilidades à Inglaterra, pelo então Estado Novo, no contexto da II Guerra Mundial.
O desembarque ocorreu de madrugada no Porto das Pipas em Angra do Heroísmo, para além dos militares, desembarcou 20 mil toneladas de material para o Aeródromo das Lajes. A 9 de janeiro de 1984 chegava à Terceira os Norte-americanos…

Elias Pereira · Autonomias Condicionadas – Parte II

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Autonomias Condicionadas – Parte II
A Autonomia Condicionada externa e autolimitada regionalmente sem adaptação ao contexto mundial terá dificuldades em acompanhar a revolução tecnológica e a derivada das alterações climáticas com uma economia verde a liderar nas próximas décadas.
A transformação da sociedade açoriana não tem o ritmo das mais desenvolvidas com a maior divergência com o mundo evoluído.
A revolução digital e a revolução verde parecem ainda não terem chegado ao horizonte dos Açores, não fazendo parte do discurso político, nem da reflexão coletiva.
Uma sociedade que não acompanha esta transformação estará condenada ao fracasso e à miséria.
A nossa educação e cultura mantém as profundas assimetrias sociais, apesar dos recursos financeiros que entraram na região há mais de 40 anos.
Os últimos dados sobre a educação nos Açores são catastróficos, o número de licenciados ou o abandono escolar, ou aqueles que frequentaram o ensino secundário, com resultados com metade da média do país, que por si só já apresenta uma divergência com a Europa evoluída, quando seria tão fácil copiar as políticas da Finlândia ou Nova Iorque.
Nem uma singela reflexão sobre o ensino público e o privado permitiria outros resultados com o reforço do estatuto do professor e a não discriminação dos alunos numa e noutra modalidade de ensino, nada de bom podemos augurar nos próximos anos.
A ausência de educação e de cultura diminui o nível económico e social e incentiva a prática de condutas marginais muito alheias à concretização e defesa de valores de cidadania.
Em período eleitoral, a abstenção é, porventura, das mais graves manifestações da ausência de uma consciência cívica mínima que demonstra mais preocupação pelo coletivo, que pelo EU.
A educação e a cultura cria cidadãos autónomos, pressuposto para a verdadeira democracia, sem prejuízo que a economia e a sociedade dificulta o aparecimento de profissionais autónomos em quase todos os sectores da sociedade açoriana, desde profissionais liberais, a jornalistas, desde lavradores a pescadores.
Na noite eleitoral, que aí vem, de novo os partidos lamentarão a profunda abstenção, se bem que neste ato eleitoral terão uma pequena desculpa com o Covid-19 , se esta for muito superior em relação às últimas eleições regionais.
Virão mais teses, estudos e escribas, sempre ao lado da questão essencial que é quem vota e por que vota.
Com aquela baixa cultura cívica eleitoral, votam aqueles apenas que têm interesses económicos ou socias, pessoais ou profissionais, e assim, definem o destino coletivo.
Com uma abstenção muito elevada, muito poucos podem mandar em muitos.
Os jovens que por diversas razões podem ser discriminados devem votar, nem que seja por causas que apreciam ou valores que defendem.
Estes jovens que não podem fazer da política profissão, uma vez que os lugares estão todos tapados, pois os cargos políticos são ocupados por verdadeiros profissionais o que traduz um bloqueio significativo na renovação partidária, a que não é indiferente a abstenção, a extrema direita e a extrema esquerda.
A cristalização da sociedade com a não alternância democrática implica muitas vezes uma autoridade e um jus imperii que não possibilita a mobilidade geracional na atividade política.
A sociedade açoriana do séc. XXI trilhará um bom caminho?…
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matriz de são sebastião

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António Couto

updated his cover photo.

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*** IGREJA MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO ***
Foi edificada pelos primeiros povoadores da ilha Terceira em 1455, tendo sofrido importantes obras de conservação durante o século XVI, mais precisamente as iniciadas em 1568, dado que a sua capela-mor se encontrava bastante arruinada. Nesta data foram acrescentados alguns elementos construtivos ao templo.
O Dr. Baptista de Lima, numa comunicação ao “XVI Congresso Internacional de História da Arte”, resume a evolução, em quatro fases, deste monumento:
“A primeira fase, gótica e arcaisante já para a época, é da fundação da igreja afonsina; compara-a aquele autor [Alfredo da Silva Sampaio] às das igrejas de Santa Clara de Santarém, Santa Maria dos Olivais de Tomar, São Domingos de Guimarães e Sé de Silves, todas do século XIII, duas centúrias anteriores à de São Sebastião.”
“São dessa fase a cabeceira poligonal que forma a capela-mor, com seus botaréus, cachorrada e cimalha, bem como as três portas ogivais, a principal e as duas laterais.”
“Planta simples, de três naves, cruzeiro com duas capelas manuelinas acrescentadas à planta primitiva – As de Nossa Senhora da Encarnação e dos Passos.”
“Numa terceira fase, ainda no século XVI – em 1568 – a capela-mor, talvez por ameaçar ruína, foi inteiramente reconstruída, ficando muito mais ampla, e alinhando com as duas colaterais. Dessa reconstrução data abóbada actual; antes seria de artesões, como as demais capelas da igreja manuelina.”
“Mais tarde, durante o século XVII e o século XVIII, a planta da igreja sofre novos acrescentos: a sacristia, o baptistério, uma arrecadação junto da capela dos Passos.”
“Finalmente, depois do incêndio de 1789, o frontispício da igreja foi inteiramente modificado ao gosto da época, ficando com um portal barroco, a encobrir a primitiva porta principal, gótica.”
“Assim, e com a decoração interior que Alfredo da Silva Sampaio nos descreve, nos começos deste século, permaneceu até às obras de restauro que ali promoveu a direcção-geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.”
Foto de

Fernando Pavao
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