Expresso | Mas o que andaram a fazer estes oito meses?

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A convocação do estado de emergência em março pode ter afundado a economia, mas foi de facto a única medida eficiente para travar a propagação do vírus

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isabel rei primeira apresentação da tese de doutoramento ‘A guitarra na Galiza’

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Isabel Rei Samartim is with Tero Rodríguez and
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É para mim um prazer anunciar a primeira apresentação da tese de doutoramento ‘A guitarra na Galiza’ organizada pela Irmandade da Música Galega na bela vila de Rianjo, que terá lugar na próxima sexta-feira, 6 de novembro, às 18h, no Auditório rianjeiro. A apresentação fará parte dum evento maior que comemora a figura da pianista rianjeira Mireya Dieste.
O evento precisa de reserva da entrada e a organização assegura o maior cuidado e prudência no seguimento das medidas de proteção.
Para reservar: auditorio@concelloderianxo.gal ou 664 183 217. As reservas devem ser pedidas entre o 2 e o 4 de novembro. Será solicitada alguma informação às pessoas assistentes, como o nome completo, um contato telefónico e se são conviventes.
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Widespread Obsession

PAL-V Liberty: carro voador já pode acelerar na estrada… antes de levantar voo! – Novos Modelos – Aquela Máquina

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Modelo já cumpriu os exigentes testes de homologação europeus e pré-reservas estão a crescer a olhos vistos

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SAMHAIN, começa a era das trevas, POESIA INÉDITA

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Image result for samhain spells | Halloween painting, Witch pictures,  Halloween printsSAMHAIN - Ano novo ou Noite dos Ancestrais - Old Religion

  1. SAMHAIN, começa a era das trevas, 31.10.2020

Caem as folhas de outono como já caíram os cabelos e os sonhos da juventude

Caem lágrimas das nuvens como já caíram raios de sol e arcos da velha

Caem as sombras dos dias e apagam-se os fogos do Samhain

Caem as bruxas do Halloween e o pão por deus

Caem as celebrações de finados e todos os santos

Caem os fogos das fogueiras sagradas e o caldeirão de nabos e abóboras

Caem os espíritos, fantasmas e as memórias

Caem os medos, os perigos, as trevas e a liberdade

Cai a democracia

 

Inédito chrys c

 

 

ASSASSINOS QUE SE MELINDRAM

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Joao Paulo Esperanca

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Marisa Ramos Gonçalves

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«Quando o ayatollah Khomeini ordenou que Salman Rushdie fosse assassinado por ter escrito um livro, a ordem foi recebida com alguma compreensão. O escritor John Le Carré disse: “Não creio que possamos ser impertinentes em relação às grandes religiões impunemente.” O arcebispo da Cantuária acrescentou: “Compreendo bem a reacção dos devotos muçulmanos, feridos naquilo que consideram mais sagrado, e pelo qual estariam dispostos a morrer.” Quando Theo van Gogh foi assassinado por ter realizado um filme, aconteceu mais ou menos o mesmo. Um jornalista inglês, por exemplo, escreveu que o realizador tinha “abusado do seu direito à liberdade de expressão”. Quando a violência deflagrou em vários sítios do mundo e cerca de 200 pessoas perderam a vida porque um jornal dinamarquês publicou uns desenhos, houve mais reacções parecidas. O Vaticano emitiu um comunicado que dizia: “O direito à liberdade de expressão (…) não pode implicar o direito a ofender o sentimento religioso dos crentes.” O governo inglês considerou que a publicação dos desenhos foi “desnecessária”, “insensível”, “desrespeitadora” e “errada”. O ministro português Freitas do Amaral afirmou que os desenhos ofendiam “as crenças ou sensibilidade religiosa dos povos muçulmanos” e acrescentou que a liberdade de expressão devia respeitar a liberdade de religião, concluindo: “liberdade sem limites não é liberdade, é licenciosidade”. Quando vários cartunistas do Charlie Hebdo foram abatidos a tiro por terem desenhado uns bonecos, a culpa das vítimas voltou a ser referida. O Papa Francisco disse: “Não se pode provocar. Não se pode insultar a fé dos outros. Não se pode fazer troça da fé dos outros.” Tony Barber, do Financial Times, escreveu: “seria útil que houvesse algum bom senso em publicações como o Charlie Hebdo (…) que reclamam estar a infligir um golpe pela liberdade quando provocam muçulmanos, mas estão apenas a ser estúpidos.”
Esta semana, depois de mais de uma centena de pessoas ter sido assassinada por estar a ouvir música, a jantar num restaurante ou a ver um jogo de futebol, ainda ninguém veio chamar a atenção para o modo como o comportamento das vítimas ofendeu os fundamentalistas islâmicos. Permitam-me que seja o primeiro. A mesma sensibilidade com que algumas pessoas foram, ao longo do tempo, condenando certas provocações inaceitáveis aos assassinos, sempre tão susceptíveis, devia agora servir-lhes para detectar e repreender mais esta ofensa. Aquilo que as vítimas da passada sexta-feira estavam a fazer era tão afrontoso para os assassinos como escrever um livro, realizar um filme ou fazer um desenho: estavam a viver em liberdade. O comunicado no qual o estado islâmico reivindicou o atentado dizia que Paris tinha sido escolhida por ser “a capital do vício”, que o Bataclan era um alvo por ser o sítio onde estavam reunidos “centenas de pagãos”, que os terroristas tinham aberto fogo sobre “um ajuntamento de incréus” e que os ataques continuarão “enquanto continuarem a ofender o nosso profeta”.
Felizmente, eu vivo num mundo em que temos a liberdade de nos ofendermos uns aos outros. Essa liberdade é fundamental, uma vez que as pessoas se ofendem com muitas coisas diferentes. Os bárbaros, por exemplo, ofendem-se primeiro com um livro, depois com um filme, depois com um desenho. E depois acabam por ofender-se com o facto de respirarmos. Talvez John Le Carré, Freitas do Amaral e o Papa considerem que devemos passar a respirar com mais respeito. Eu acho que isso é tão absurdo como escrever, filmar ou desenhar com o cuidado de não ferir a sensibilidade de assassinos.»
Assassinos sanguinários que se melindram facilmente
VISAO.SAPO.PT
Assassinos sanguinários que se melindram facilmente
Felizmente, eu vivo num mundo em que temos a liberdade de nos ofendermos uns aos outros. Essa liberdade é fundamental, uma vez que as pessoas se ofendem com muitas coisas diferentes
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5G UMA OPINIÃO CIENTÍFICA

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A CAUSA DAS COISAS
Numa altura em que se observa a instalação de uma nova torre de comunicações no Castêlo concelho de Sever do Vouga e sabendo-se como se sabe que sendo uma antena partilhada pela NOS e pela MEO será lá obviamente instalada o repetidor da nova tecnologia 5G que se encontra ainda em fase de atribuição aos concessionários supracitados.
Com base nisso, achei que seria interessante fazer um pouco de análise sobre a controvérsia do 5G cuja disseminação de informações contrárias, nos deixam apreensivos quanto às consequências prováveis de que tantos falam.
Recentes relatórios, disponíveis online, alertam para terríveis consequências para a saúde das novas redes de 5ª geração (5G). Os especialistas analisaram os relatórios e concluíram que, dentro dos limites actuais de exposição, parece haver pouco ou nenhum risco de efeitos adversos para a saúde relacionados com a exposição à radiofrequência (RF) dos sistemas 5G.
As conclusões do estudo de revisão estão na edição de junho da Health Physics, jornal oficial da Health Physics Society.
A declaração do Comité Man and Radiation (COMAR) do Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos e Eletrónicos (IEEE) refere que são reconhecidas lacunas na literatura científica, particularmente para exposições em frequências de ondas milimétricas.
Para os especialistas “a probabilidade de riscos para a saúde, ainda desconhecidos, em níveis de exposição, está dentro dos limites actuais”, podendo os riscos serem muito baixos, se existirem.
O COMAR, presidido por Richard A. Tell, é uma organização composta por médicos, biólogos, epidemiologistas, engenheiros e cientistas físicos especialistas em questões de saúde e segurança relacionadas a campos eletromagnéticos que trabalham voluntariamente e em conjunto, e sobre consenso.
A declaração de Comité procura combater o aumento de mensagens alarmantes sobre os misteriosos efeitos para a saúde pela tecnologia 5G. “A desinformação, juntamente com sites activistas que expressam consequências ainda mais ameaçadoras do 5G – desde a indução do cancro até a responsabilidade pela actual pandemia de coronavírus – criou uma ansiedade pública substancial e desnecessária”, na opinião de Jerrold T. Bushberg, da Faculdade de Medicina Davis da Universidade da Califórnia e Vice-Presidente do COMAR.
Os sistemas de quinta geração estão a expandir-se por todo o mundo para dar resposta à crescente procura por conectividade sem fios. A nova tecnologia pode transmitir quantidades muito maiores de dados em velocidades muito mais altas, em comparação com os sistemas 2G a 4G anteriores. Isso ocorre em parte porque o 5G usa uma maior largura de banda disponível em frequências mais altas, incluindo a chamada banda de ondas milimétricas.
Como as ondas milimétricas não penetram na folhagem e nos materiais de construção, bem como nos sinais de baixa frequência, muitos transmissores de “células pequenas” de menor potência serão necessários para fornecer uma cobertura interna eficaz. Alguns sistemas 5G terão antenas de “formação de feixe” que transmitem sinais para utilizadores individuais à medida que se movimentam, o que significa que os não utilizadores terão menos exposição.
O aquecimento do tecido é o principal efeito prejudicial potencial da exposição aos campos de RF. A maioria dos países, incluindo os Estados Unidos, adotou limites de exposição semelhantes aos recomendados pelas normas recentes (2019) publicadas pelo Comité Internacional de Segurança Eletromagnética (ICES) do IEEE ou pela Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não-Ionizante (ICNIRP ).
As diretrizes procuram evitar efeitos nocivos estabelecendo limites de exposição muito abaixo do limite em que se espera que ocorram efeitos adversos à saúde humana. Esses padrões permitem apenas baixos níveis de exposição pública à RF, para os quais a energia é depositada na forma de aquecimento térmico.
A declaração do COMAR fornece perspetivas para abordar preocupações sobre possíveis efeitos na saúde da exposição ao 5G:
■ Ao contrário dos campos de frequência mais baixa, as ondas milimétricas não penetram além da camada externa da pele – e, portanto, não produzem aquecimento dos tecidos mais profundos.
■ É improvável que a introdução do 5G altere os níveis gerais de exposição à RF. Como atualmente, a maior parte da exposição deve-se principalmente ao ” “uplink” do próprio telefone celular ou de outros dispositivos – e não da transmissão a partir de estações base.
■ Em quase todos os locais acessíveis ao público, as exposições de RF das estações base celulares, incluindo as estações 5G, permanecerão pequenas – uma fração dos atuais limites de exposição IEEE ou da Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não-Ionizante.
■ “’Enquanto’ as exposições permanecem abaixo dos níveis estabelecidas, os resultados da investigação, até o momento, não determinam que os efeitos adversos à saúde estejam associados às exposições à RF, incluindo aos sistemas 5G”, refere a declaração do COMAR. O Comité reconhece limitações das evidências atuais sobre possíveis efeitos à saúde e segurança da exposição ao 5G e identifica áreas-chave para futuras investigações, incluindo estudos de alta qualidade dos efeitos biológicos das ondas milimétricas.
https://ethics.harvard.edu/files/center-for ethics/files/capturedagency_alster.pdf?fbclid=IwAR3iwbCvaIh5QDtjOLsJrkMZh-nNNcjBlFZJFRyl0IU0tlgll0xiWxKTJ3w
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MORTES COVID E NÃO-COVID

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Eu não tenho certezas nenhumas. Mas não me peçam para olhar para a investigação epidemiológica como uma luta de Facebook entre “negacionistas” e “catastrofistas”. A ciência não avança com dogmas, avança com perguntas e com hipóteses que são testadas para ver se se aguentam ou se é preciso substituí-las por outras. Não sou especialista em saúde pública nem em estatísticas de saúde, mas parece-me que seria útil – para percebermos o quão pior é a Covid-19 – que os jornais fossem publicando os dados sobre internados e mortos com gripes no mesmo mês dos últimos 10 anos, p.ex., além dos mortos diários com outras doenças…
Como os fanáticos habituais vão começar a berrar contra os “negacionistas” e o André Dias, sugiro que leiam, p.ex., este texto publicado pela Ordem dos Médicos de Portugal:
《(…) “Neste estudo, o número de mortos em excesso não-Covid foram 4 a 5 vezes mais numeroso que os COVID. Para qualquer plano futuro imediato do SNS, temos de passar da gestão de risco da infecção COVID, para uma gestão de risco global (COVID e não-COVID), para evitar este excesso dramático da mortalidade.”
O estudo avança alguns números preocupantes e que podem justificar estes óbitos: entre 1 de março e 22 de abril houve menos 191.666 doentes com pulseira vermelha nos hospitais, menos 30.159 com pulseira laranja e menos 160.736 com pulseira amarela. Tendo como referência a mortalidade nas 24 a 48 horas após a admissão nos hospitais antes da pandemia, estas quebras correspondem a um potencial de pelo menos 1291 mortes, sendo 79 em doentes triados com pulseira vermelha, 1206 com pulseira laranja e 6 com pulseira amarela.
“Desde muito cedo que manifestámos a nossa preocupação com a forma como os serviços de saúde estavam a reorganizar-se, pelos riscos de deixar outros doentes de fora da resposta, com patologias que precisam também de acesso em tempo útil a cuidados de saúde e que não se compadecem com esperar pelo fim da pandemia”, comenta o bastonário da Ordem dos Médicos. Miguel Guimarães reforça que “as autoridades de saúde, infelizmente, não dispõem de sistemas de monitorização adaptados a esta nova realidade e capazes de fazerem uma análise fina e em tempo real ao que está a acontecer aos chamados doentes não-Covid”.
“É urgente criarmos uma task-force que funcione de forma articulada e que olhe rapidamente para estes dados para poder redesenhar a resposta aos nossos doentes que continuam a precisar de nós e a contar connosco.(…)》
Image may contain: text that says "Mortalidade Mensal Portugal 2020 (1 Março a 9 Setembro): Covid-19 NÃO Covid-19 excesso de mortalidade Excesso mortalidade mensal NÃO 2020 Mortos COVID-19 Mes 2020 Mortos NAOCOVID-19 Mes COVID-19 2020 em relação média mensal 201 5-2019 Março 140 10479 413 Abril 849 9582 679 Maio 407 9184 539 Junho 172 8391 208 Julho 161 10268 2114 Agosto 8845 486 Setembro 28 2682 287 https://evm.min-saude.pt/ t Grafico: Maria Spinola Criado com Datawrapper"
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JOEL NETO NOVO LIVRO

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Joel Neto retrata em livro a história dos portugueses da Base das Lajes
Na próxima Quinta-feira, 5 de Novembro, às 20h30, o escritor açoriano Joel Neto vai apresentar o seu mais recente trabalho, Uma história de amor. Sete décadas de convivência, cosmopolitismo e tensão laboral. A sessão de lançamento ocorrerá no Auditório do Ramo Grande, no âmbito do festival Outono Vivo.
“Não é talvez que a História se repita eternamente, como num círculo em permanente movimento”, escreve Joel Neto em Uma História de Amor. “Mas há uma coerência fundamental nela, o que há-de ser também uma prova da derradeira racionalidade da espécie. E, ao tornar a verificá-lo, eu próprio volto a sentir o privilégio deste lugar — desta ilha que conta dessa racionalidade e dessa coerência. A Terceira. O centro do mundo. O palco de uma história de amor: terna e turbulenta e inesquecível — como só as mais passionais e belas histórias de amor”, escreve o autor.
Sobre o livro, em comunicado, lê-se: “Mais de setenta anos depois da instalação das forças norte-americanas na planície do Ramo Grande, no extremo-Nordeste da ilha Terceira, o escritor atravessa o perímetro da chamada Base das Lajes, percorre a história que o constituiu como é hoje e ouve as histórias dos seus protagonistas mais e menos anónimos: os terceirenses, açorianos e portugueses que, no passado como no presente, serviram a potência americana, assim se transformando numa das mais poderosas ferramentas nacionais para a consolidação daquela que permanece uma das grandes alianças do Estado português.
O amigo da América, diz-se, está agora de partida. Não é verdade: muitos serviços, métodos e referências continuam e prometem continuar. Mas as famílias americanas, bem como uma série de responsáveis e operacionais de diferentes ofícios, já se foram embora. Deixam para trás afectos e meios, mas também uma série de oportunidades perdidas e várias injustiças que só o tempo será capaz de julgar. Em suspenso, mantém-se centenas de trabalhadores – o contingente a que se reduziram os milhares do passado. Ainda há promessas por cumprir, contas por acertar, contaminações e despejos por limpar. Mas, por agora, é o futuro a dominar as preocupações. O futuro imediato daqueles que não conseguem ver as suas condições de trabalho melhoradas. O futuro longínquo daqueles que pensam nas saídas profissionais dos filhos ou na sua própria reforma e chegam até a ver na China uma saída”.
A obra tem edição e nasceu de uma iniciativa da Comissão Representativa dos Trabalhadores das Feusaçores e contou com o alto-patrocínio da Fundação Luso-Americana Para o Desenvolvimento. A tradução para inglês é da autoria de Diniz Borges, luso-americano nascido nas Lajes, actualmente professor secundário e universitário na Califórnia. A edição de texto e a revisão estão a cargo de Nuno Quintas e o trabalho gráfico de Rui Leitão.
Joel Neto é autor, entre outros, dos romances Arquipélago e Meridiano 28, bem como da série de diários A Vida no Campo, que lhe valeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica da Associação Portuguesa de Escritores.
Nasceu e cresceu na ilha Terceira, onde foi sempre um dos “de Angra” — esses para os quais “A Base” nunca deixou de ser um universo misterioso e mítico, onde só uma vez por ano se podia entrar. Viveu vinte anos em Lisboa, onde escreveu para a maior parte dos grandes jornais e revistas nacionais, e regressou aos Açores em 2012, no intuito de se dedicar inteiramente à literatura. Uma História de Amor é o seu 17.º título.
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virgens ofendidas? Polémica no Politécnico por causa da palavra “colegas” | Tomar na Rede

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Tudo começou quando o administrador do Instituto Politécnico de Tomar, José Júlio Filipe, enviou um email a tratar os professores por “colegas”, tratamento de que alguns docentes não gostaram.

Source: Polémica no Politécnico por causa da palavra “colegas” | Tomar na Rede