Repúdio ao plano genocida de evangelização dos povos indígenas isolados do Brasil – GreenMe.com.br

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“Eles têm a estratégia de chegar aos indígenas oferecendo ações sociais em educação e saúde. Por trás disso, vem a proposta evangelizadora…”

Source: Repúdio ao plano genocida de evangelização dos povos indígenas isolados do Brasil – GreenMe.com.br

Barros. J H Santos (2019) Alexandrina, como era. Todos os poemas

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Lançamento hoje, dia 23, na Praia da Vitória, por Carlos Bessa: às 21h, na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira.
………………………………………………………….
INDICAÇÃO DE VOTO
1. Vota em mim, meu amor, quando saíres para o sol e encontrares as multidões comprimidas e os políticos como compressas apelando-lhes ao voto.
2. Faz política partidária, meu amor, toma o meu partido. Verás que não te falto às promessas.
3. Porque estamos sós e cada vez mais eles querem ocupar a solidão e transformá-la em propriedade rentável e o que há lá dentro, objetos de luxo ou de consumo corrente, com todos os homens da psiquiatria e das farmácias, para teu e meu bem-estar, vai às urnas e faz uma oração em nome do Bocage e do Soares de Passos e por favor não te esqueças do Cesário.
4. Vota em mim, que sou o teu vaso industrializado das mil e uma noites que eles não compreendem. Não à urna onde se deitam os sonhos mortos das vidas partidas, mas o teu vulcão, a ilha nova morada que tu és para voltares a ser no signo do Aquário.
5. Mas se te disserem, deixa essas baboseiras, esses lirismos crispados de raivas, punhais e sangues dos ódios acumulados, deixa isso tudo, dantes é que era bom, não havia votos, havia-os mais instruídos em direção única, então vira-lhes as costas e vota, vota, pois, contrariada, mas vota. Mas ainda assim não te esqueças de votar em ti e em mim.
Lisboa, Dezembro/80
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Tertúlia 9 Saudades dos colóquios 9 DOMINGO , 25 OUT 2020 (18h00 AZOST) — à conversa com RICHARD ZIMLER

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Tertúlia 9 Saudades dos colóquios 9

DOMINGO , 25 OUT 2020 (18h00 AZOST) —

à conversa com RICHARD ZIMLER

 

DIA 25 outubro 2020 (18H00 AZOST) 20 MINUTOS ,

TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

Os convidados e moderador (LIMITE 10 PESSOAS)

usam o link …. https://streamyard.com/buj9h7zvbk

 

(podem assistir em https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/ e fazer perguntas por escrito)

 

Pode ver todas as tertúlias anteriores EM

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

https://www.lusofonias.net/documentos/tertúlias-saudade-dos-colóquios.html

Tertúlia 8 Saudades dos colóquios 8 Sábado, 24 OUT 2020 (18h00 AZOST) —

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Tertúlia 8 Saudades dos colóquios 8

Sábado, 24 OUT 2020 (18h00 AZOST) —

à conversa com JOAQUIM FELICIANO DA COSTA

 

DIA 24 outubro 2020 (18H00 AZOST) 20 MINUTOS ,

TRANSMISSÃO EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

Os convidados e moderador (LIMITE 5 PESSOAS)

usam o link …. https://streamyard.com/8axru5gspd

 

(podem assistir em https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/ e fazer perguntas por escrito)

 

Pode ver todas as tertúlias anteriores EM

https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/ ou

https://www.lusofonias.net/documentos/tertúlias-saudade-dos-colóquios.html

https://www.lusofonias.net/documentos/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios.html

a fábrica do sr joao, novos tempos, novos paradigmas

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Novos tempos…novos paradigmas…novas tecnologias…mas há uma máxima que não mudou, consubstanciada no velho ditado: – quem não semeia não colhe!
Trinta anos atrás, trabalhava na distribuição de equipamentos para a indústria, quase a 90% na área textil.
Vou utilizar o nome suposto – Sr. João.
Além das relações comerciais, éramos amigos e digo éramos porque o Sr. João já passou para outra dimensão. Espero que esteja bem pois que bem o merece.
O Sr. João tinha uma pujante empresa. Um sector produtivo de ao menos 150 pessoas, generosamente pagos e protegidos com um quê de paternidade que o faziam interessar-se e preocupar-se pelos problemas privados de cada um. Adoravam-no!
No departamento administrativo, dito assim, apenas pontuava uma meia dúzia de colaboradores igualmente agraciados com os seus cuidados. Havia uma senhora que atendia o telefone, conhecia preços, existências, prazos de entrega e a quem encaminhar questões de ordem técnica. Fazia pagamentos, “apertava” recebimentos morosos, controlava a contabilidade e o estado das contas bancárias. Depois havia um moço jovem que fazia as estafetas, compras pontuais, geria a manutenção de veículos e tinha imenso jeito para resolver avarias pontuais. Na parte técnica havia um engenheiro químico e uma senhora técnica de laboratório. No sector de preparação, conceito, projecção, desenho e desenvolvimento era a filha do Sr. João, arquitecta de formação que dava asas à sua capacidade imaginativa e creativa. Era a pessoa que falava diversas línguas estrangeiras e que mais viajava. E depois…era o Sr. João que sabia de tudo e conhecia tudo. Construíu uma bela casa para cada filho, adquiríu um vasto património, tinha uma bela maquia no banco, não devia um tostão a ninguém e gostava de pagar cash se não fossem valores significativos.
Passados uns anos passei por lá para cumprimentar o Sr. João…mas não me foi possível, visto já não estar na nossa dimensão. Era um dos filhos que geria a firma. Como me conhecia franqueou-me as portas e foi-se pavoneando pelo sector administrativo, recém modernizado. Havia duas senhoras na recepção que primavam pelo aspecto e que apenas…recebiam. Na repartição seguinte “frontespiciada” pelo pomposo anglicismo – Key account management – estavam quatro pessoas embrenhadas em écrans cintilantes com ar de quem está ocupadíssimo! Mais uma capela e o letreiro era eloquente – Finance and economy management – onde luziam fatos, gravatas e óculos. Dois pares…não… de óculos eram quatro. Alguns metros ganhos no corredor, deparo-me com uma sala adornada de – Design development – com um moço…que a princípio me pareceu uma moça e três verdadeiras, todos com ar “green” a conversar animadamente. duas das quais sentadas no chão. Mais à frente uma parangona- Image and marketing- …sim senhor… a sala cheia de luz gritante, logotipos, protótipos e manequins sem cabeça que quase retiravam vitalidade a quatro pessoas entretidas. Alguns metros volvidos… Informática e comunicações – …pelo menos luzia a língua do sítio, com dois rapazotes de tez mate e óculos graduados mergulhados nos seus monitores. Nem nos viram. Ao fundo um grande laboratório atravancado de “stuff” desordenado com três batas azuis a evoluir como se de hologramas se tratasse e uma porta ao fundo que luzia – Director técnico – . E no final do corredor havia uma porta semi-aberta que convidava a leitura inclinada com o letreiro – Arquivo -. Perguntei…mas então com toda esta tecnologia é preciso uma tal estrutura de arquivo? Ao que me foi respondido, laconicamente… -E se os sistemas dão”bug”? Bem… lá aceitei sem deixar de concluir que se estava a trabalhar em dobro.
Descemos as escadas rangentes para o sector de produção e experimentei um certa sensação de “déjà vu”, misturada com uma atmosfera de familiaridade. Trinta anos volvidos, não tinha mudado por aí além. Ainda reconheci equipamentos que tinha vendido ao Sr. João. O que sim tinha mudado era a quantidade de operadores- Não contei, mas não haveria mais de quarenta pessoas. Todas com ar desesperado e a esboçar um sorriso plástico.
À saída cruzei-me com um veterano motorista quase tão antigo como a fábrica e conversamos um pouco. – Oh Sr. Manuel, isto está uma desgraça! Quem víu esta fábria…e o Sr. lembra-se bem do tempo do Sr. João! Agora é só figurões lá em cima. Com metade do pessoal em baixo, querem produzir mais do que antes…é só comunicados e mais comunicados, planos e mais planos, carpetes e mais carpetes a descer as escadas….e dinheiro quem o víu! Está tudo hipotecado aos bancos, os credores fazem fila à porta para receber e vão embora com “duas de letra” e um cafezinho servido por um dos “enfeites” da recepção e vão-se com mais memórias do enfeite do que do café. -Olhe eu vou pá reforma no proximo mês…tenho é pena desta gente que tanto deu a esta casa.
E de facto…é – muito chefe e pouco índio-!!! No tempo do Sr. João havia 150 pessoas a produzir para manter um estado leve e eficaz agora com uma terça parte a manter um estado….profundo…como é possível? É como o país!! Inventou-se tanta ocupação estéril desnecessária, evitável e inútil…. Mas é chique! É moderno! É “in”!! O problema é que o Sr. João deve estar a dar voltas na sepultura.
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RECICLAR E NÃO POLUIR

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A CAUSA DAS COISAS
Há vários problemas a afectar, actualmente, o planeta. A remar contra a corrente estão todos aqueles que têm ido em busca de alternativas para os resolver e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida de toda a gente. As palavras de ordem têm sido reduzir e reutilizar tudo aquilo que é produzido em massa, como plástico, para que o objetivo comum seja atingido.
Assim, um grupo de investigadores químicos tem realizado testes, a fim de aproveitar resíduos de plástico para, através de micro-ondas, gerar hidrogénio limpo.
Nova vida para os resíduos de plástico de utilização única
Um dos grandes problemas que enfrentamos é a utilização, em massa, de plásticos de utilização única. Ou seja, recipientes, sacos, descartáveis de vários tipos, entre outros, estão de tal forma enraizados que se torna difícil para muita gente optar por alternativas mais amigas do ambiente.
Então, não podendo combate-los, um grupo de investigadores químicos juntou-se e tem testado a utilização de micro-ondas para transformar os resíduos de plástico em hidrogénio limpo. De entre outros, estão garrafas de leite, sacos de plástico e outras embalagens comummente encontradas nos supermercados.
Actualmente, já existem outros métodos que permitem que os resíduos de plástico sejam convertidos em hidrogénio limpo. Contudo, esta nova abordagem que recorre a micro-ondas promete ser mais rápida e consumir menos energia.
Entre 1950 e 2015, apenas 9% de todos os resíduos foram reciclados, e, a partir de dados de 2016, 40% dos resíduos produzidos são ainda colocados em aterros.
Assim sendo, esta realidade preocupou os químicos da University of Oxford. A fim de a combater, pensaram que uma opção viável seria aproveitar os resíduos de plástico para gerar hidrogénio, através de micro-ondas. Isto, porque os sacos de plástico possuem uma densidade, em peso, de 14% de hidrogénio e, por isso, este pode ser utilizado de forma limpa.
Nos processos de transformação convencionais, que são mais poluentes, o plástico, é decomposto, a 750º C, em syngas, uma mistura de hidrogénio e monóxido de carbono. Depois, o hidrogénio é separado e reaproveitado para energia. Pelo contrário, a equipa de Edwards destrói o plástico em pequenos pedaços e mistura-os com um catalisador de óxido de ferro e de óxido de alumínio.
Então, ao ser queimado com um gerador de micro-ondas, a 1000 watts, o catalisador cria pontos quentes no plástico, extraindo o hidrogénio. Assim, recupera 97% do gás no plástico, numa questão de segundos. Aliás, o facto de precisarem apenas de uma etapa garante que aquecem só o catalisador e consomem menos energia.
Para Edwards, esta poderá ser uma solução muito viável. Todavia, para isso, devem ser realizados testes e experiências maiores. Isto, porque as que foram feitas até agora utilizaram apenas 300 gramas de plástico, em cada teste.
Microwave-initiated catalytic deconstruction of plastic waste into hydrogen and high-value carbons
NATURE.COM
Microwave-initiated catalytic deconstruction of plastic waste into hydrogen and high-value carbons
The valorisation of plastic waste is highly desirable from an environmental perspective but generally yields low-value products. Now a method is disclosed to deconstruct plastic feedstocks into high-value hydrogen and carbon materials by means of an iron-based catalyst under microwave irradiation.
Artur Arêde

Novas regras para controlo da pandemia nos Açores: Limitações ao nível de viagens

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No seguimento da monitorização permanente feita à situação da pandemia de COVID-19 na Região Autónoma dos Açores, à data de 22 de outubro de 2020 existe um total de 69 casos positivos ativos, dos quais 46 na Ilha de São Miguel, 11 na Ilha Terceira, 1 na Ilha Graciosa, 4 na Ilha do Pico, 4 na Ilha do Faial, 2 na Ilha de

Source: Novas regras para controlo da pandemia nos Açores: Limitações ao nível de viagens