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Source: Jovem bióloga que participou em estudo sobre efeitos das alterações climáticas e da poluição nos peixes no planeta sonha regressar aos Açores
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Covid-19: Cidadãos estrangeiros que chegam a Timor-Leste reportam controlo e vigilância
Díli, 05 ago 2020 (Lusa) – Cidadãos estrangeiros, incluindo portugueses, que regressaram a Timor-Leste nas últimas semanas, reportaram à Lusa um apertado e cuidado sistema de controlo e vigilância sanitária à chegada e durante o período de quarentena.
Pessoas que viajaram diretamente da Austrália e de outros países, nomeadamente de Portugal, recorrendo a um voo do Programa Alimentar Mundial (PAM), indicaram que além do controlo no aeroporto, são visitados e contactados regularmente por equipas do Ministério da Saúde.
Visitas surpresa para confirmar que estão a cumprir a quarentena obrigatória – quer em hotéis quer nas suas casas, mediante uma aprovação prévia – e contactos regulares para saber do estado de saúde fazem parte das medidas de segurança e prevenção da covid-19.
Portugueses que chegaram a Díli a 22 de julho – viajaram até à Malásia em voos comerciais e posteriormente entre Kuala Lumpur e Timor-Leste no voo do PAM – explicaram à Lusa que houve controlo e vigilância apertada desde o momento que chegam à ilha.
Um controlo que começa ainda antes da chegada, com inspeções rigorosas aos locais, casas privada ou hotéis, que têm que ser previamente inspecionados e certificados pelo Ministério da Saúde.
Responsáveis portugueses que acompanharam esse processo, notam que a inspeção é “detalhada”, com informação dada aos vizinhos, aos senhorios e determinação clara de que não pode haver quais contactos.
Susana Soares, professora na Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) ao abrigo do Projeto FOCO do Camões – e que viajou com dois filhos menores para Díli – explicou que no voo até Kuala Lumpur, na companhia Qatar, lhes foram dadas máscaras e viseiras, que usaram permanentemente e durante as escalas.
“Quando chegamos foi-nos medida a temperatura, tivemos que apresentar o teste com resultado negativo e preencher uma declaração médica”, contou à Lusa.
“No meu caso tinha sido feito um pedido para ficar em minha casa que foi inspecionada antes. A equipa verificou tudo, foram-nos ditas as regras que incluem que só uma pessoa nos podia trazer mantimentos que tinha que deixar à porta”, disse.
Susana Soares disse que durante a quarentena, que ainda decorre – está à espera da confirmação do resultado dos testes – foi contactada telefonicamente várias vezes e visitada por equipas do Ministério da Saúde.
“Não sabíamos quando eram as visitas. Tiraram a temperatura e, oito dias depois, fizeram o teste”, referiu.
Outra cidadã portuguesa, que viajou com a filha no mesmo avião – e que está a cumprir quarentena num hotel previamente autorizado em Díli – contou à Lusa uma experiência idêntica.
“Viemos diretamente para o hotel, onde ficamos num quarto numa zona separada. A ementa é-nos dada por WhatsApp, fazemos os pedidos e a comida é deixada à porta em embalagens descartáveis”, referiu.
“Ninguém entra no quarto, nem para fazer a limpeza”, referiu.
O teste foi feito nove dias depois de chegar com visitas de equipas “devidamente protegidas” que antes tinha feito verificações do estado de saúde, incluindo medir a temperatura.
“Estamos agora à espera do resultado para podermos sair. Só assim podemos sair”, referiu.
Martin Breen, advogado australiano, e que recentemente completou a sua quarentena, explicou à Lusa que os sistemas implementados em Timor-Leste “chegam a ser melhores que na Austrália”, com várias medidas à chegada e durante a quarentena.
Breen explicou à Lusa que o controlo começa na Austrália onde a Border Force – unidade que reúne imigração e alfandega – exige a apresentação de um teste negativo de covid-19 com menos de três dias.
“Foi preciso ter autorização prévia da Border Force e isso é registado e verificado quando chegamos ao aeroporto em Darwin”, referiu.
À chegada a Díli, explicou, os passageiros – que têm que usar máscaras permanentemente – saem “um por um” do avião, são desinfetados, preenchem uma declaração médica, voltam a apresentar o resultado negativo do teste.
“No meu caso tinha uma autorização prévia para ficar em autoquarentena. O local onde ia ficar foi inspecionado e validado. O carro onde viajei foi desinfetado e as minhas malas também”, referiu.
“O senhorio e os vizinhos foram informados de que ia ficar em isolamento e a comida era-me trazida e deixada fora da porta”, explicou.
Breen nota que durante a quarentena foi visitado duas vezes, sem marcação prévia – quer para confirmar que a quarentena estava a ser cumprida quer para medir temperatura e fazer novo teste de covid-19.
“Depois do resultado negativo ser confirmado, fui buscar o resultado e deram-me uma carta a confirmar esse resultado”, afirmou.
“Foi tudo conduzido de forma muito profissional e todos nós cumprimos para minimizar o risco de trazer a covid-19 para Timor-Leste. O sistema de vigilância parece estar a funcionar”, referiu.
ASP//MIM
Lusa/Fim

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pedido de ajuda atualização da Bibliografia Geral da Açorianidade
em http://coloquios.lusofonias.net/projetos%20aicl/
no ponto 6
https://coloquios.lusofonias.net/projetos%20aicl/bibliografia%20lusofonia%20online.pdf
está disponível para consulta a BGA Bibliografia Geral da Açorianidade publicada em 2017 pelas Letras Lavadas
Sabemos que faltam muitos livros e artigos relativos aos Açores, autores açorianos, ilhanizados , da diáspora, etc, se nos puder ajudar envie o que falta no formato estandardizado de entradas
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Pergunta-me em que estou a pensar? Nesta “cagada” que fizeram da Calheta de Pêro de Teive que agora só serve de “cagadouro”, droga, sexo, ratos, toda a imundice que se possa pensar.

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Ainda se lembram que quando precisavamos de uma consulta se ligava para o centro de saúde e se marcava para o médico de família habitual? Pois agora o centro de saúde não vê utentes mas tem a amabilidade de aconselhar consulta no privado, caso não saibamos dessa possibilidade.
E, portanto, em Julho morreram a mais duas mil e quantas pessoas, ao certo? Morreram de calor, não foi? Pois deve ter sido. Já agora, quantas mais vão ter de morrer “a mais” para fazer tremer a voz do secretário de estado?
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PARA QUE SERVE O TRIBUNAL DE CONTAS?
O Tribunal de Contas levou OITO ANOS, oito anos a descobrir que o estado português foi prejudicado, em nove milhões de euros, em 2012, na compra de aeronaves militares.
Estão a entender? … oito anos, cálculo, de apuradas investigações para descobrir o prejuízo … quanto terão custado tão apuradas investigações?
E quantas resmas de papel tiveram de ler? Milhares de documentos, centenas de facturas …
Não nos tomem por parvos … manipular a comunicação social não leva, necessariamente, ao resultado político que pretendem atingir.
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Às vezes o amor acaba…
Acaba!
Como acaba a marmelada
Tal como acaba a manteiga de amendoim…
Quando acaba
Já foi embora
E não adianta
Adiar a hora
É aceitar-lhe o fim…
Às vezes o amor acaba…
Acaba..
Simplesmente assim…
Ponto final.
Nada mais há a fazer
Senão aceitar esse doer,
Chorar até amanhecer (re)erguer o sorriso e agradecer p’lo que trouxe de especial…
Quando o amor acaba,
Acaba e parte,
Mas o amor é tipo arte
Mago viajante
Que ensina a compreender,
Que quando acaba pode bem (re)nascer
Noutra cor
Noutro sabor
Misterioso… Noutro ser…
Quando acabar,
Que parta em paz ,
Que em cada viagem d’amor que se faz
Cresce-se, amadurecendo
Aceitando que a vida, algo inesperado providencía
Que quando o amor acaba,
Como acaba a marmelada,
Pode a vida nos trazer outra iguaria…
Às vezes o amor acaba…
Acaba,
Como acaba a verão
Como acaba a melancia…
Quando acaba, que faça uma viagem calma
Regenere a alma
E cure o coração.
O amor acaba e pode deixar saudade
Só não pode virar maldade
E matar, o que foi verdade, um dia…
Quando acaba, já foi
Por vezes ainda dói
E faz recordar…
Mas amor é gratidão
Alimenta ,
é como o pão.
Às vezes o amor acaba,
Mas podemos sempre voltar a amar…
Sandra Fernandes
* foto retirada da net
