SOLIDARIEDADE SOCIAL ONDE ANDAS?

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Finalmente um Parque de Campismo em Ponta Delgada
Ponta Delgada passou a ter um parque de campismo junto da estação dos CTT da Av Antero de Quental
Inicialmente teve uma tenda rudimentar feita em cartão, mas, passado duas semanas já tem a primeira tenda.
O WC é mesmo junto da tenda, com o seu cheiro característico.
Nestas semanas não houve nenhum polícia da PSP , da polícia municipal nem assistentes sociais que tenham verificado se este parque de campismo está adequado ao meio envolvente.
Será porque anda tudo em tele-trabalho ou como diz um amigo meu em Tele-descanso?
Eu gostava de morar na marginal, junto ao mar, se colocar lá uma tenda vão permitir?
Onde estão as equipas de trabalho(assistentes sociais, psicólogos , sociólogo, etc)para resolver estes assuntos graves?
Estarão de férias ou sentados no gabinete há espera?

NÓS E ELES Francisco Maduro-Dias

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NÓS E ELES
Nós somos os que moramos cá, nas ilhas. “Eles” são os turistas, e está na hora de os olharmos como parte da nossa vida e não como gente do planeta Marte, que nos vem tirar do nosso descanso ou da felicidade de viver num “cantinho do Céu”.
Se é bem verdade que, tendo em conta o que se passa por esse mundo fora, vivemos numa colecção de nove lugares privilegiados e livres de muitas das maleitas desse mesmo mundo, há que perceber, de uma vez por todas, que “eles”, os turistas, também têm preocupações, também têm filhos, também juntam dinheiro para visitar outras terras, também têm pais, também gostam de certas coisas e não gostam de outras… em resumo são GENTE, como nós somos.
Venho a terreiro porque li, nas redes sociais – essa doença de agora – algumas frases que merecem comentário público.
Uma, tinha a ver com a questão das quarentenas e análises. Claro que nós e eles devemos respeitar a quarentena e as análises! Sem sombra de dúvida! Nem nós queremos ter o novo corona vírus por aí, aos saltos, nem “eles”, os turistas, querem vir para cá imaginando que podem ficar doentes, depois de se terem safado do diacho do Corona, meses a fio.
Eles vêm para ver, conhecer e descansar. Querem, tanto como nós, relaxar um bocadinho, mesmo com mascarilhas e gel.
Se estão lembrados da famosa Zona Verde, no Iraque, onde é possível relaxar alguns degraus abaixo do susto permanente, a ideia, aqui, é mais ou menos a mesma: Criar condições para todos nos sentirmos bem! Nós, que moramos aqui e “eles”, os turistas.
A segunda frase que li perguntava quando é que se acabava com isto da valorização turística de certos locais, pois nós também temos direito e estão a fazer quase tudo para “eles”, os turistas, seja miradoiros, seja zonas de banhos, seja espaços para petiscar à sombra de árvores, sejam monumentos, museus ou outros espaços culturais.
Sabendo que me repito, recordo uma pergunta de pessoa amiga, acontecida há uns anos, em plena Praça Velha de Angra do Heroísmo, quando lhe disse que tinha ido ver baleias com uma das empresas marítimo-turísticas da ilha. Perguntou essa pessoa: “Mas isso não é para turistas?”, e fê-lo com sinceridade. Claro que respondi que não, que não era barato, mas que todas essas coisas existiam para toda a gente e que não havia nenhuma linha a separar o nós do “eles”, os turistas. Quem quisesse podia ir e era bem bonito. Aliás, ver a ilha de fora e do mar, mesmo sem baleias, golfinhos, jamantas, tartarugas ou peixes voadores, é algo que todo o ilhéu devia ser obrigado a ver!
Regressemos, porém, à questão de fundo. Com estes exemplos é fácil verificar que nós é que temos de mudar de maneira de ver e de agir. A valorização turística de um local, o gastar dinheiro na revisão da programação de um museu, mais um bocadinho de natureza, ou mais um monumento para ver são coisas que se fazem tanto para “eles”, os turistas, como para nós! Se nós não usamos, o problema é nosso.
Talvez valha a pena recordar a todos que os Açores, com uma história de mais de 500 anos, são um dos mais interessantes lugares de síntese e de encontro, do Mundo!
(texto originalmente publca em foram impressa no Diário Insular e no Açoriano Oriental de Sábado, dia 15 de Agosto de 2020)
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VALE DA MORTE NA CALIFÓRNIA BATE RECORDE DE TEMPERATURA

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What could be the highest temperature ever reliably recorded on Earth – 130F (54.4C) – has been reached in Death Valley National Park in California.
The recording is being verified by the US National Weather Service.
It comes amid a heatwave on the US’s west coast, where temperatures are forecast to rise further this week.
The scorching conditions have led to two days of blackouts in California, after a power plant malfunctioned on Saturday. (BBC)
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BELMONTE 2021 A LENDA RENASCE

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Depois de um ano atípico e de uma versão da nossa feira mais breve e apenas simbólica, prometemos regressar em força no próximo verão.
Em 2021… A lenda renasce.
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o vergonhoso alegado parque de campismo das sete cidades

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O suposto parque de campismo das Sete Cidades é uma vergonha
O suposto parque de campismo das Sete Cidades, na ilha de São Miguel, é o protótipo mais acabado da incompetência e da incoerência políticas.
A televisão mostrou o estado em que se encontra aquele espaço natural, sem saneamento básico, sem instalações sanitárias condignas, sem ordenamento e sem equipamentos de apoio. É quase um baldio, em que muitas pessoas, apesar de tudo, aproveitam para acampar, nomeadamente aos fins-de-semana, para usufruírem da natureza, sujeitando-se, no entanto, às deficientes condições existentes.
Utilizadores do suposto parque de campismo das Sete Cidades disseram que há muitos anos que as entidades públicas prometem dotar o espaço de condições dignas e condignas, mas nunca cumpriram. A crítica deve ser repartida pelo Governo Regional dos Açores liderado pelo PS e pela Câmara Municipal de Ponta Delgada liderada pelo PSD.
E andam agora estes dois partidos a prometer “mundos” e “fundos” por todo o arquipélago no âmbito da pré-campanha para as eleições legislativas regionais de Outubro próximo, quando não foram capazes, através do executivo regional e da maior autarquia açoriana, de dotar as Sete Cidades – a “sala de visitas” da ilha de São Miguel – de um parque de campismo com boas condições, para usufruto dos micaelenses e dos turistas. Lamentável, a todos os títulos!
Como o suposto parque de campismo não é cuidado nem zelado, dá azo a abusos, a práticas indesejáveis e a faltas de respeito, com barulhos a toda a hora, incluindo durante a noite. Vários moradores queixaram-se muito, realçando que ninguém os defende desse ambiente, que atenta contra o sossego a que têm direito. A pacata e laboriosa população da freguesia das Sete Cidades não merece isto!
Disseram, também, que as autoridades policiais são chamadas com alguma frequência ao local, mas pouco mais fazem do que sensibilizar os prevaricadores para a necessidade de respeitarem a tranquilidade pública, mas, ausentando-se, tudo volta à mesma triste situação.
Os poderes públicos dizem que nos Açores a natureza é valorizada e que o turismo está fundamentado numa política de defesa do ambiente. Sim, mas nem sempre, como o caso do suposto campo de campismo das Sete Cidade mostra bem, para vergonha de todos nós.
O Governo Regional dos Açores e a Câmara Municipal de Ponta Delgada certamente, como tem acontecido com outras situações, passam as responsabilidades de um lado para o outro, mas deviam era cooperar, para requalificar convenientemente o suposto parque de campismo das Sete Cidades. Será que querem? Vamos ver…
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Urina seca e lixo: Médicos relatam horror no lar em Reguengos afetado por surto de Covid-19 – Sociedade – Correio da Manhã

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Profissionais retratam cenário de horror. Segurança Social só visitou instalações sete dias após 1.º caso.

Source: Urina seca e lixo: Médicos relatam horror no lar em Reguengos afetado por surto de Covid-19 – Sociedade – Correio da Manhã