prove coelho fresco em molho de manga

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Excelente esta receita de coelho.
OOOHHH MÃEEEEE…🤢🤢🤢🤢

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I am One

Fried Rat in simple recipe with mango sauce

poema de LUIS FILIPE SARMENTO

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Se digo mãe, digo Itália; se digo avó, digo ilha,
se digo bisavô, digo Galiza; se digo trisavó, digo França
um tetravô na Grécia outro em Damasco;
um perdido na Índia cigana outra nas ruas da Palestina,
se chegar aos décimos avós sou de todos os lugares,
venho de todas as origens, concebido em todas as religiões;
venho de um pirata e seguramente de uma puta,
de um marajá e de uma cortesã, uma geisha
e um traficante de sedas; uma amazona das estepes
e um boiardo; um vizir e uma poeta,
família de assaltantes nos idos dos avós doze,
marinheiros das austrálias, perdidos nos infernos
de ser gente do mundo e no mundo parental
chego depois de várias incidências
a esta Lisboa remodelada; na Mouraria um primo
outro no Quartier, uma prima no Magrebe
outra em Moscovo e mais uma no Congo
e milhares no Brasil, o meu ADN é o mundo,
as minhas células do universo
sou um homem feito de mulheres em verso.
Nas minhas veias há um refugiado profundo
Afinal onde está o meu berço?
Luís Filipe Sarmento, «Casa dos Mundos Irrepetíveis», Poética, 2016
Foto: José Lorvão

óbito Helder Godinho, UNL,

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Teolinda Gersão
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Carlos Joao

“Acabo de receber uma notícia tristíssima.
Morreu o meu querido Amigo de muitas décadas Helder Godinho, colega na UNL, professor, investigador e ensaísta notável, que me apresentou a Vergílio Ferreira, de cuja obra era especialista, e foi sempre o primeiro leitor dos meus manuscritos.
Há dias perdemos o José Barrias, agora tu …
A vida é muito injusta.”

a fome no Sudão

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As of 2016, the World Bank estimates over 82% of the South Sudanese population are living in extreme poverty.

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  • Jorge Máximo Heitor Desde que comecei a trabalhar, há 55 anos, lidei com notícias da infelicidade que era a vida no Sul do Sudão; e agora, com esse território independente, o problema persiste.

Mais mortal do que a covid-19? China alerta para pneumonia desconhecida no Cazaquistão – DN

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Pneumonia desconhecida no Cazaquistão terá causado 1772 mortes nos primeiros seis meses do ano, diz embaixada chinesa

Source: Mais mortal do que a covid-19? China alerta para pneumonia desconhecida no Cazaquistão – DN

ilhéu de vila franca …a culpa é das gaivotas rsrsrs

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Ilhéu de Vila Franca interdito a banhos. Presidente da Câmara acha que a culpa é (Ba-dum-pum-tsss) das gaivotas!
Não merecemos o património natural que temos porque não o sabemos proteger.
Em política não vale tudo.
💩💩💩💩💩

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  • Filipe Pacheco O ilhéu estar fechado é só porque lá está a aparecer o resultado do emissário que está mais situado mais ao lado. É do conhecimento de todos e à muitos anos o problema. O emissário desenhado a 40 anos atrás já não tem capacidade. Não se percebe o porquê de não se fazer uma ETAR !
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  • Raquel Fraga Martins Lá se vai o cliff diving e a publicidade mundial q traz à região…. Mais valia cuidar. É só fazer contas….
  • Bruno Sérgio E eu a pensar que era dos cagarros 😀
  • André Franco Mas Vila Franca já tem um Aquaparque, uma marina, dois portos e um pavilhão multiusos por isso não precisa do Ilhéu!… Quer dizer, o ilhéu até dá jeito para o “condenado” fundear a lancha ao lado, abrigando-o do vento.
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jose f ventura entre datas

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ENTRE DATAS…

Bom dia… foi nos fins do mês de maio a nossa última publicação na rubrica de “opinião” neste e, em outros OCS. – Razões? Quiçá … Talvez nem nós próprios o percebamos.

Uma coisa é certa… um “bichinho” que não o COVID… graças a Deus, nos atormentava pela inação que de nós se apoderara, fazendo com que um compromisso assumido como cidadão comprometido estivesse em causa. Reconhecer as nossa faltas, é algo que devemos ter em conta. Assim, procuramos saber junto dos diretores dos jornais com que colaboramos da possibilidade do nosso regresso que, mereceu a anuência e o estímulo dos mesmos, à continuidade da nossa colaboração. Aqui, reconhecidos, agradecemos publicamente a sua generosidade.

ENTRE DATAS… o porquê do título.

Entre o último que relembro “AGORA… MAIS DO QUE NUNCA! A RAZÃO NOS ASSISTE”, muita água correu sob as pontes das nossa ribeiras. Perfaz hoje precisamente 40 dias. Período rico e farto de acontecimentos que deveriam ter-nos merecido a então e habitual “Opinião”.

Para além do tema que corre mundo e que se nos torna comum, da “pandemia covidiana” (será assim que se diz e escreve?) tivemos datas históricas, acontecimentos políticos e sociais importantes, internos e externos. Visitas de terceiros não somenos importantes, que teimam em continuar e a quererem ser “sombras e vozes” (embora pareça, não é plágio não.) na vida dos Açores e do seu Povo. Muitas até com o patrocínio e conluio a chamada “panelinha” subserviente de pseudosservidores de uma Autonomia castrada à nascença, como muitas vezes já temos referido.

De datas, referiremos quatro que, nem de propósito quase aconteciam na mesma semana. Dia chamado da Região Autónoma dos Açores (1 de junho – segunda-feira da Pombinha); Dia 6 de junho (sábado) na lembrança da histórica Manifestação do mesmo dia em 1975; Visita relâmpago de Marcelo Rebelo de Sousa, num raid do Falcon presidencial no dia 7 (segunda-feira) e durante exaustivas 3 horas ao Concelho de Nordeste e, o 10 de junho (quarta-feira) Dia de Portugal, Cerimónia presidida pelo Embaixador Português Pedro Catarino no Palácio Azul em Angra do Heroísmo.

Neste ano de 2020, a crise pandémica que atravessamos, obrigou a que todos os eventos ditos de celebrações públicas, a um repensar das que nos habituámos, e a redesenhar o seu formato. Deste dia maior da Região Autónoma dos Açores que acima referimos, decorrendo maioritariamente à distância, sem imposição de Insígnias Honoríficas, a presença de convidados, bem assim as tradicionais sopas do Espírito Santo. Discursos os q.b. Presidentes da AL e do Governo. Ficaram-nos desta celebração a estrofe do Hino da Região Autónoma dos Açores a partir de Angra do Heroísmo e, da autoria da nossa Natália Correia “Deram frutos a fé e a firmeza no esplendor de um cântico novo: os Açores são a nossa certeza de traçar a glória de um POVO”.

Do 6 de junho referiremos o que, foi possível dentro das circunstâncias do confinamento e ao respeito que nos deve a defesa comum da saúde das nossas “gentes”, ficamos nós, os independentistas, por uma videoconferência do “líder” Rui de Medeiros com um resultado de visualizações muito positivo de alguns milhares e, de algumas intervenções nas redes sociais e, alguma comunicação social. “Açores Sempre” presente.

Saltamos a visita de S.Ex.ª. o Presidente da República Portuguesa a Nordeste por não se tratar de uma Celebração, mas de um acontecimento político, referindo-nos a seguir, ao 10 de junho que, mais uma vez foi protagonizado na nossa “casa” no Solar da Madre de Deus, em Angra do Heroísmo, morada oficial de Sua Ex.ª. o Embaixador Pedro Catarino, Representante da República Portuguesa nos Açores. Não com a insolência com que Marcelo Rebelo de Sousa usou em 2018 aqui em Ponta Delgada e, em cujo espaço das celebrações a 9 por antecipação, já que S.Ex.ª. teria que apadrinhar a referida celebração nos EUA no seu próprio dia, desapareceram na sua maioria os símbolos autonómicos. Na obrigação do respeito pelas limitações impostas pela da DRS e numa celebração caseira, Pedro Catarino, valorizou na sua mensagem, o “comportamento cívico” e “espírito de solidariedade” dos açorianos na resposta à pandemia de COVID-19, tendo esquecido um pedido de desculpas, devido pelo seu apadrinhado a uma “continuidade territorial” imposta pelos DDT de Lisboa, e falta de resposta à solicitação do governo dos Açores para o fecho do espaço aéreo aos voos oriundos do território chamado pomposamente de Continente. Demora uma “SEVERA” anunciada em que se propõe a extinção de um cargo imposto pela República e que é uma bofetada ao Povo Açoreano.

Do acontecimento político:

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhado pelo seu “Olheiro Mor” o RRP, esteve em São Miguel durante a tarde de domingo (dia 7 de junho) onde visitou o concelho do Nordeste, o mais afetado nos Açores, pela pandemia da Covid-19. Na sua estadia de 3 horas enalteceu os profissionais de saúde daquela Vila Micaelense (chamada de 10ª Ilha). Valorizou o facto da Região não registar nenhum caso ativo de Covid-19, garantiu que visitaria aquela, em agosto, fomentando o turismo interno, (agora já fez a mesma promessa de visitas de fim de semana aos Algarvios em retaliação à tomada de posição dos ingleses à abertura do corredor aéreo Grã-Bretanha/Portugal). Em três horas foi soberba a sua atuação, bateu palmas aos profissionais de saúde, apresentou os pêsames aos que perderam os seus familiares e, politicamente disse ser possível manter as eleições regionais em outubro dada a situação epidemiológica nos Açores. A ver vamos. Na próxima lhes dedicaremos o assunto

Ah… quase nos esquecíamos. S.Ex.ª. referiu pelo menos por duas vezes a expressão “Povo Açoreano” finalmente…

“Toda a máscara tem um buraco por onde escapa a Verdade”

José Ventura

Ribeira Grande, 2020-07-09