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Portugal deve criar uma “grande Universidade do Atlântico” nos Açores, com um polo na Madeira, para o estudo do oceano, clima, terra e atmosfera, em cooperação com o ensino superior e centros de investigação, propõe o Plano de Recuperação Económica.
Source: Proposta criação de Universidade do Atlântico nos Açores – Açoriano Oriental
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RÁDIO NOSTALGIA

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Antena 1 Açores – Vão recorrer ao tribunal em defesa do seu bom nome, os.actuais e antigos responsáveis autárquicos na Câmara de Ponta Delgada.
São visados no caso Banco santander / Azores Park.
“Em defesa do seu bom nome, reputação, honra e credibilidade pessoal, a actual Presidente da Câmara de Ponta Delgada, juntamente com José Manuel Bolieiro, Humberto Melo e Luisa Magalhães vão agir judicialmente contra o Banco Santander Totta.
Em comunicado conjunto, justificam que vão recorrer à justiça porque o Santander e o Administrador da Insolvência afirmam que agiram em conluio com os sócios da Alixir Capital, com o intuito de frustarem o direito de crédito dos credores da Azores ParK.
Alegam que as sua posição não pode, nem deve, ser confundida com a actuação dos Administradores da Azores Park que iniciaram funções após a referida venda.
Afirmam que só tiveram conhecimento do processo de qualificação de insolvência da Azores Park pela comunicação social.
A Antena 1 Açores divulgou em primeira mão que o Ministério Público deu Parecer de insolvência culposa da Azores Park, colocando-se assim ao lado do apresentado e defendido pelo Administrador da Insolvência.ão receberam qualquer notificação no âmbito deste processo.
No mesmo comunicado, é referido que apesar do passivo de 11 milhões da Azores Park, a ex empresa municipal nunca deixou de pagar a todos os seus fornecedores e relembram que o Santander aceitou renegociar empréstimos da Azores Park no período de 4 anos imediatamente anteriores à venda em hasta pública da participação detida pelo Município. “(CV)
RÁDIO NOSTALGIA

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For my Portuguese friends: Tendo lido com atenção e interesse o último plano estratégico para a próxima década que foi elaborado por um consultor convidado pelo Primeiro-Ministro António Costa, devo referir que o considero obsoleto antes de ter nascido. Considero-o ainda mais incompetente e parolo em termos de visão estratégica para o país – ora bolas, estamos em 2020! – do que a maioria esmagadora dos outros planos estratégicos elaborados por outros consultores para o mesmo ou para outros governos.
Que falta de visão! Já chega de promover miséria! Estes @&!?/&!! não percebem mesmo que a riqueza mais importante de um país está na quantidade e sobretudo na qualidade do conhecimento que a população tem dentro da sua cabeça! Que políticos mais medíocres!

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É um novo alerta que deixa o mundo receoso. A embaixada da China no Cazaquistão alertou para uma espécie de “pneumonia desconhecida” que já atingiu milhares de pessoas no país, tendo matado já cerca de 450 pessoas só na última semana.
Source: China lança alerta para “pneumonia desconhecida” que matou 450 pessoas numa semana
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Neste tempo ingrato, em que uma doença nova fareja cada canto como um bicho esfomeado, andamos nós, não de arma em punho para nos defendermos, mas de máscara em rosto para nos resguardarmos. E a poesia é, por vezes, a máscara que colocamos para irmos descansando da outra, da que temos de usar nesta guerra estranha e invisível, como uma viseira de um elmo medieval… que suspende o beijo e não deixa que a emoção nos caia nos braços. E isto foi especialmente sentido quando alguém muito próximo partiu para sempre, ainda junho ia a meio. Por isso, quando percebi que o poeta sensível, como é o Eduardo Bettencourt Pinto, tinha colaboração na Eufeme deste mês, escrevi para a editora, solicitando-lhe que me fosse enviado um exemplar da revista pelos correios. Fui lá ontem, pela manhã, resgatá-la. E não é excessivo este termo, pois o Covid impôs regras de segurança que levam um simples levantamento de carta ou encomenda parecer-se um autêntico resgate. Começou por ter que me integrar numa fila de várias pessoas cá fora, com distanciamento de, pelos menos, dois metros entre nós, formando uma fila de dois metros vezes sete pessoas. Já dentro dos correios, mais cinco pessoas, cada uma presa a um círculo laranja marcado no chão… para garantir a distância sanitária. As máscaras escondem rostos suados e cansados de tantas cautelas com um bicho que ninguém conhece mas que se sabe a saltitar por todo o lado, pronto a dar uma dentada ao mais incauto. Segue-se a espera para a máquinas das senhas. Ali chegado, tento ler as frases em letra muito pequena que a máscara e os óculos embaciados desfocam, para assim poder clicar no botão certo que me dará a senha respectiva. Clico num dos muitos botões, acreditando ser o mais indicado. Deviam colocar um botão só para o levantamento de poemas, penso eu. A máquina, com um rangido, vomita um papelinho com um número de ordem para aceder ao guichê das encomendas. Perco-me em cogitações, enquanto aguardo na fila, atento a dois metros para a frente e dois para trás e ao círculo laranja que me cerca os pés. A mil metros aguarda a revista que me trás os poemas. O que é bom está sempre mais longe… Entretanto, as senhoras guardiãs do guichê vão chamando, com uma voz dormente, pelos números das senhas. O círculos laranja vão ficando vazios e logo cheios dos pés de novos inquilinos. Até que chega o número da senha que guardo entre os dedos melados do gel desinfectante. É como se saísse dum torpor que me embacia ainda mais os olhos. Largo a prisão laranja onde me mantivera tanto tempo, a ponto de sentir as pernas ficarem dormentes. Limpo como posso a cortina das pestanas que não deixa que as pingas de suor molhem a máscara todo-o-terreno que uso e dirijo-me ao guichê. Este está resguardado por um vidro que reflecte a minha cara. Assusto-me, pois acho a senhora que me atende terrivelmente parecida comigo. As pestanas ficam mais pesadas e deixam escapar para os olhos algumas gotas salgadas e eu deixo de ver. Estendo a mão e agarro numa revista, esperando que seja mesmo a magazine de poesia que procuro. Fujo dos CTT, dos círculos laranja, da distância sanitária, da máquina de senhas, do gel desinfectante, do guichê das encomendas e atiro-me lá para fora como um sobrevivente. Mas um calor dos diabos aguarda por mim. São 37 graus trazidos pelo vento do deserto, desse lugar árido e quente de onde, num passado distante, vieram mouros e berberes, árabes e islâmicos de máscaras no rosto e alfanges no olhar. Há camelos de fina poeira nos passeios. Num gesto de rebeldia tiro a máscara e limpo os olhos. Sinto o ardor do sal nas pestanas e frescura nas mãos. Uma Eufeme abre-se para mim e eu entro. Tomo a direcção do Sul, onde “as casas correm para o mar” e guardo a “voz que se abrigou das chuvas”. Uma dor no peito faz-me vacilar. Também em mim, como ao poeta, dói-me tanto o mar sem minha mãe.
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“Restrinjo-me ao seguinte. Um aluno que não escreva uma única palavra no seu exame e se limite a enumerar as letras correspondentes às questões de escolha múltipla e à formalização de uma questão incipiente do domínio da Lógica pode obter no seu exame de Filosofia 15,5 valores!!! Se, para além disto, escrever noutra questão duas palavras, alcança 16,9!!! Falar-me-ão do conhecimento implícito do pensamento dos filósofos, da capacidade de análise e de aplicação de conhecimentos e blábláblá…
A questão é que um aluno, sem demonstrar qualquer competência de argumentação escrita, pode alcançar quase 17 valores. Podem esconder-se por detrás das tais “Aprendizagens Essenciais”, do sentido analítico do pensamento filosófico, encher a boca com palavras mágicas como formação para a cidadania, sentido crítico e promoção da autonomia… Para mim, tudo isto não passa de mais uma triste fraude a acrescentar a muitas outras na área da Educação”.
Orlando Farinha, professor de filosofia

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An Israeli soldier kills a Palestinian child and the world has not moved for him
Share the picture until it rotates in the world to show the Zionist brutality in Palestine
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Ser guia de turismo! ” Os tais que andam para aí a passear”
Aonde é que nós erramos? Na escolha da profissão? Pois é, agora ficamos de castigo! Toma 219€/mês e no próximo mês vamos pensar???
Obrigado GRA e á SREAT!
“Seja empreendedor, crie o seu posto de trabalho!”Obrigado!
O vosso ordenado chega a casa todo direitinho, pois vocês têm família e despesas! Fico feliz!
Aonde está o respeito? Aonde está a democracia? Aonde está a dignidade humana tão necessária a quem representa um povo? Soluções meus amigos, soluções, foram para a política para governar? Apresentem soluções?
Somos uma região com o selo “Clean & Safe” para os outros? E nós? Olhem aos bons exemplos!
A Capital já caiu e arrastou o país!
Estou muito feliz com a nossa Autonomia!
Vá para fora cá dentro, de casa, pois com estas políticas quero (preciso de um subsídio a fundo perdido para viver)!Desabafo!
Já sei que não vou ter muitos gostos, temos eleições este ano🤭🤭🤭🤭🤭