envelhecemos todos…

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Monika Mikesova

Alain Delon, 84 years old and Jean-Paul Belmondo, 87 years old

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  • Aurora Cunha Da Rosa Grandes artistas que nos presentiaram em grandes filmes..recordo o Alain Delon no filme a Piscina com Rommy Shn….Filmes tao bons…

HÁ (cada vez mais) BESTAS QUADRADAS

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A very old Buddha statue was broken in northwest Pakistan, by workers who deemed it ′′ non-Muslim “.

Vendredi 17 juillet, une très ancienne statue de Bouddha a été brisée dans la province de Khyber Pakhtunkhwa, au nord-ouest du Pakistan, par des ouvriers qui l’ont jugée « non musulmane ».

LA-CROIX.COM
Vendredi 17 juillet, une très ancienne statue de Bouddha a été brisée dans la province de Khyber Pakhtunkhwa, au nord-ouest du Pakistan, par des ouvriers qui l’ont jugée « non musulmane ».

A LÍNGUA À CONQUISTA DO PODER

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JOÃO DE MELO SIMPLESMENTE… não deixar em branco! J VENTURA

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SIMPLESMENTE… não deixar em branco!

Pensamos e repensamos. Resolvemos não passar em branco porque “quem não se sente não é filho boa gente”, na afirmação de “Sim sou Independentista” (https://www.yumpu.com/pt/document/read/60560413/sim-sou-independentista)

Ao assunto:

Não pondo em causa, os predicados literários do escritor João de Melo através do seu acervo literário, composto (salvo erro) e conforme a Wikipédia por 30 obras abrangendo ficção, ensaios, antologias, poesia, livros de crónicas e de viagem, que o levaram a receber diversos prémios, condecorações e medalhas, nem querendo entrar em questiúnculas, pois de nós, longe a ideia de nos transformar critico literário e, reconhecendo o trabalho acima referido do Dr. João de Melo, não podemos deixar em branco, isto sim, a forma como o mesmo, na sua entrevista a um jornalista do DN, publicada no Açoriano Oriental e, a jeito de apresentação do seu último livro “Vozes e Sombras”, o seu ficcionismo como afirma na mesma, lhe dê o direito de denominar a nossa luta e a defesa da nossa “causa” dos independentistas açorianos em 1975, como uma acção terrorista e a adjetivação de separatistas.

De alguém que bastante cedo partiu da sua “terra” voltando à mesma esporadicamente e, por razões obvias com a sua atividade literária. Não admitimos a “revisão devastadora” anunciada que chegou às nossas livrarias no dia 30 de junho conforme nota de entrada à entrevista em causa.

Do “Terrorismo” Atribuir «acção terrorista» aos manifestantes do 6 de junho, à FLA e, nacionalistas que defendem a Independência dos Açores, é manifestamente má vontade e distorção da verdade histórica que foi aquela data, para a concretização da Democracia em Portugal, tendo em atenção a conturbada e complexa conjuntura político-militar que ali se vivia.

Terrorismo”? Se alguma vez existiu, partiu do “continente” e no “continente” através da acção (esta sim) terrorista, MDLP do General Spínola – com o ELP, seu braço armado. Das “Brigadas FP 25 de abril” comandadas por ex-servidores do regime chamado de fascismo, no comando da Legião e da Mocidade Portuguesa, que se serviram dos “cravos nas ruas” para interesses sociais e políticos próprios. Não esqueçamos os vários grupos associados aos partidos em formação à data, da extrema-esquerda à extrema-direita (assaltos a sedes partidárias adversárias, perseguições, roubos de armas e de explosivos).

Não fosse o 6 de junho nos Açores e, subsequentemente o 17 de novembro, perguntaríamos se o “Grupo dos Nove” e o seu “Movimento” teriam surgido a tempo de parar os desmandos lá na “Res Pública”. Com a entrega do País à sovietização da Rússia, “coisa” que, a Administração dos EUA mentores de uma colonização portuguesa, pagantes e subsidiários da defesa nacional nunca deixariam. (quiçá, não fosse a Base das Lages parar a outra potência que não fosse a América Democrática)

De José de Almeida, o “líder histórico do Movimento pela Independência dos Açores”, Não deve rir-se o “nú do mal vestido” José de Almeida, Homem com “H”. Honesto, simples, verdadeiro, nunca negou a sua condição de filho do povo açoriano. Embora como muitos outros, que partiram para o Portugal de então, por essa ou aquela razão social, no retorno à sua terra à sua “Pátria” assumindo a identidade de “nacionalista”, defendeu sempre, num diálogo exigente, reconhecido e responsável com o Governo Central, a forma de conseguir, democraticamente, um referendo que viesse aprofundar o ativismo público

em defesa da independência dos Açores. Sempre defendeu uma independência com Portugal e não, contra Portugal e o seu Povo. Do processo histórico da “causa” que defendemos, ainda muito há a dizer em relação à sua internacionalização e ao “juízo de valor” de alguns governantes portugueses. O Professor, Diogo Pinto de Freitas do Amaral Em 1980 enquanto Ministro dos Negócios Estrangeiros num encontro com independentistas em Viseu e, depois de uma conversa sobre a independência dos Açores referiu no fim da mesma e com certa pena o se pensamento assim “no dia em que os açorianos decidissem ser independentes, Portugal passaria a ser, uma região espanhola”.

Da ideia negativa, que muito boa gente tem da subsistência política, económico-financeira de uns Açores Independentes, também referenciada na entrevista do Dr. José de Melo, viremos no próximo artigo, dizer o que pensamos do mesmo.

Procuraremos fazê-lo:

1º perante a afirmação do professor catedrático José Filipe Pinto dos ativos que Portugal ainda tem “A língua, o Mar e os Açores” e do Documento Preliminar de Costa e Silva, a sua afirmação de “os Açores são a oportunidade se ouro”

Sem dúvida somos tentados a acabar hoje assim: «Antes morrer livres que em paz sujeitos».

José Ventura

2020-07-22

archaeological find made in Mexico. It apparently doubles the time that Native Americans have been in the Americas.

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https://www.nationalgeographic.com/history/2020/07/surprise-chiquihuite-cave-discovery-mexico-double-peopling-americas/?fbclid=IwAR1EAQpF8Z81gJqfinMqFKlyWFuWzXBZ0OBE_byxCdA2KH1kF_xUzbOw4HU
This article is about an archaeological find made in Mexico. It apparently doubles the time that Native Americans have been in the Americas.
Neal Robbins

 

Liderança digital: tecnologia vs. informação Pedro Almeida Maia

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“As recentes mudanças globais trouxeram exigências na gestão da informação que estão a desatualizar os modelos de liderança clássicos” — nova crónica no Açoriano Oriental. #psicologiadotrabalho

Inclui acesso à totalidade das edições impressas, em formato digital, dos jornais e dos respetivos suplementos semanais ou da revista.
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O CRIME ECONÓMICO DO HIDROGÉNIO, MAIS ROUBOS À VISTA

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“O plano do Governo é desviar esse dinheiro da economia transacionável para a economia protegida dos amigos das rendas garantidas.

Aos meus colegas jornalistas e analistas económicos e políticos deixo um desafio: procurem na lista dos nomes de empresários e empresas já posicionados para se candidatar ao mega projeto do hidrogénio em Portugal os nomes de empresários e grupos de empresas que ficaram a dever centenas e milhares de milhões de euros ao Novo Banco, CGD, BCP e outros grandes bancos nacionais. Não são poucos os que lá estão, à espera de nos sugar de novo os bolsos, desta vez através das faturas da eletricidade.”

Se não fizermos nada para o impedir estaremos a dar carta verde a mais um saque das empresas do regime a toda a economia.

PORTUGAL A TRATAR OS AÇORES COMO COLÓNIA

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PORTUGAL CONTINUA A TRATAR OS AÇORES COMO COLÓNIA

…. Até quando?

… . Como é que alguém – ainda por cima não eleito nem mandatado pelos açorianos (Engº António Costa Silva) – tem o descaramento de apresentar propostas de exploração do Mar dos Açores?

Leiam a eloquente entrevista ao «Diário Insular» de Angra do Heroísmo do Prof.Tomáz Dentinho sobre este assunto e tirem as vossas conclusões:

[O plano estratégico para recuperação da economia do país até 2030 sustenta que os Açores são uma “oportunidade de ouro”. Para o economista Tomaz Dentinho, entrevistado pelo jornal Diário Insular essa oportunidade não será para os açorianos.
De seguida publica-se a entrevista concedida ao Diário Insular.

A “oportunidade de ouro” para o país contornar a crise está nos Açores, defende o documento “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020-2030”, entregue por António Costa Silva ao Governo da República. Que importância espera que este documento venha de facto a ter, uma vez que muito se tem falado sobre o potencial dos Açores, mas há projetos que demoram a avançar?

O documento defende na verdade a colonização dos Açores, sem grande benefício para os açorianos. Por um lado, com uma Universidade Atlântica que tudo indica será como o controle do tráfego aéreo de Santa Maria, que dos Açores só tem o nome, sendo as suas instalações e empregados em grande parte sediados em Lisboa. Por outro lado, com a exploração dos muitos recursos do mar e do ar dos Açores, com vantagem para os de fora e alguns sipaios residentes.
……………….. ]

@ Ryc

O plano estratégico para recuperação da economia do país até 2030 sustenta que os Açores são uma “oportunidade de ouro”. Para o economista Tomaz Dentinho, entrevistado pelo jornal Diário Insular essa oportunidade não será para os açorianos. De seguida publica-se a entrevista concedida ao …

JDACDA.COM
O plano estratégico para recuperação da economia do país até 2030 sustenta que os Açores são uma “oportunidade de ouro”. Para o economista Tomaz Dentinho, entrevistado pelo jornal Diário Insular essa oportunidade não será para os açorianos. De seguida publica-se a entrevista concedida ao …

folias da moda

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triviHerberto Gomes

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tSpon2Smsorhegd ·
Estou um bocadinho indeciso… Que cor me vai ficar melhor? 🤣😂🤣
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17Gabriela Mota Vieira, Lena Goulart and 15 others
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Gabriela Mota Vieira
Gabriela Mota Vieira Qualquer cor te ficará bem, Herberto. Os modelos é que, enfim! Gostaria de ver de costas.
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Sandra Luís
Sandra Luís Porque não um de cada cor, para ir variando.
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LMiguel Vieira
LMiguel Vieira O verde, à Setúbal 🙂
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Raquel Silva
Raquel Silva O branco (mais branco não há!)
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Chrys Chrystello
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