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Mês: Junho 2020
Perfume de Mulher – Tango – YouTube
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a infãncia e juventude e a RTP
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a saga da cadeia em PDL, Osvaldo Cabral
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aldo José Vieira Cabral and Osvaldo Cabral shared a post.

Afinal?!
O processo da nova cadeia de Ponta Delgada dava um romance.
E não é nada ficção, apesar de envolver negociatas pouco claras e movimentações de políticos e deputados que davam para compor uma obra-prima sobre tudo o que não deve ser política, sob melodia exuberante do romantismo europeu de um Bramms!
A escolha do local para a construção do novo edifício calhou na Lagoa, noutra exuberância bagacinosa que motivaria ao processo uma oportuna e longa espera pela engrenagem do cascalho.
Vai daí, toda a gente percebeu que havia ali gato escondido com rabo de fora, mas do alto do monte da bagacina o Governo Regional e o Governo da República falaram mais alto.
Os partidos da oposição na Assembleia da República é que não alinharam nos poeirentos fragmentos sólidos do basalto governamental e uniram-se, em Fevereiro passado, para aprovar uma alteração ao Orçamento de Estado, que alterava a localização do empreendimento na Mata das Feiticeiras.
A proposta, do Bloco de Esquerda, foi aprovada com os votos favoráveis do BE, PSD, PCP, CDS, Iniciativa Liberal e Chega e os votos contra do PS.
Segundo os relatos da altura, a Vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS, Lara Martinho, que é deputada eleita pelos socialistas açorianos, considerou que a aprovação da proposta era “um retrocesso neste processo”.
Por sua vez, a deputada do PS/Açores à Assembleia da República, Isabel Rodrigues, justificou mais em pormenor o voto contra do PS, considerando que a decisão da Assembleia da República “não é sensata e não vai contribuir para uma maior celeridade do processo”.
O enfeiticeirado processo voltou agora à Assembleia da República, com a referida deputada Isabel Rodrigues a interrogar a Ministra da Justiça em sede de Comisão Parlamentar, afirmando que “não podemos esperar pela conclusão da primeira fase para ter tudo preparado para se dar início à construção, uma vez que o que agora estamos a falar é de terraplanagem de terreno”, perguntando ainda em que fase se encontra o concurso para o projecto, uma vez que aquilo que se conhece é o programa de modelo funcional.
Em resposta, Francisca Van Dunem, afirmou já ter transitado em julgado a decisão de segunda instância,de um processo em tribunal, significando isso que “o organismo responsável pelos desenvolvimentos nesta área tem a indicação e está já, neste momento, a trabalhar no sentido da renovação de portarias de extensão de encargos, uma vez que são plurianuais”.
Ou seja, como se nada tivesse acontecido em sede de alteração do Orçamento de Estado, em que ficou aprovada a alteração da localização da nova cadeia.
Afinal, em que ficamos?!
A bagacina vai ser mesmo removida? Em nome de quê? A decisão da Assembleia da República não tem validade? Os partidos que aprovaram a alteração fecham os olhos?
Em política nem toda a bagacina brilha. Ou já vale tudo?
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 28.06.2020)
mais um rio de lixo
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DIGO BASTA, EM NOME DE NÓS, OS VELHOS QUE QUEREM ISOLAR
A IGNORÂNCIA MATA MAIS QUE A PESTE
É natal quando um otimista quiser
covid19 tornou os ricos mais ricos
Domenico Modugno – Nel Blu dipinto di Blu (Volare) – Tradução – YouTube
ESCOLAS RANKING AÇORIANO
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7 escolas com média positiva (+ 9.5) em 16 açorianas..
– Escola Secundária Antero de Quental a melhor açoriana (121º no país) com média de 11,7 valores
– Escola Secundária Manuel de Arriaga (Faial) com média negativa (9.26 valores) e em 541º no país
Ranking escolar 2019. Uma fotografia dos Açores.

o meu doce favorito BEBINCA
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novo hospital privado nos Açores, Lagoa
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O Hospital da Lagoa
Muito brevemente abrirá portas na cidade da Lagoa o primeiro hospital privado da Região, o Hospital Internacional dos Açores, da responsabilidade de um grupo multinacional. O investimento seria sobretudo vocacionado para uma unidade de turismo de saúde, dirigido nomeadamente para clientes norte-americanos. Até aqui nada em contrário, um hospital privado para clientes de luxo que traria alguma mais valia para o concelho da Lagoa, eventualmente a criação de alguns postos de trabalho, e o pagamento dos impostos inerentes. Só que a situação é, no entanto, um pouco diferente…
O investimento é afinal suportado em mais de 50% por dinheiros públicos, começando pelos terrenos que foram cedidos (não vendidos ou arrendados, note-se) pela Câmara da Lagoa, e conta com uma comparticipação de fundos comunitários e da Região na ordem dos 17 milhões de euros, sobre um total de cerca 30 milhões, o valor em que a obra foi avaliada. De acordo com os seus promotores, este Hospital seria afinal uma estrutura “ao serviço da Região”, destinada “a dar melhor saúde aos açorianos”, a aumentar a oferta de especialidades e do seu atendimento quantitativo e a ajudar “a diminuir as listas de espera da cirurgia”. Vejam só, além das imensas benesses públicas já afetas à sua estrutura privada de saúde, os promotores, ainda insatisfeitos, atiram-se de seguida descaradamente não para o turismo luxuoso de saúde, mas para uma grande parceria com o Serviço Regional de Saúde, assegurando assim o futuro do seu negócio pelo recurso aos nossos descontos e impostos, e através dos fundos comunitários que deveriam ser diretamente aplicados na melhoria dos serviços públicos de saúde exatamente nas áreas onde este hospital privado manifesta intenção de intervir de forma prioritária.
Diria que, ao contrário do que proclamam os promotores do hospital da Lagoa, esta estrutura não se destina tanto a “dar melhor saúde aos açorianos”, mas antes, e de forma bem menos romanesca, a sustentar-se praticamente à custa da saúde dos açorianos…
E não estou a especular em vão. Na sequência da entrada em funcionamento de diversas unidades hospitalares privadas no Continente, após a criação, em setembro de 1979, do Serviço Nacional de Saúde (SNS), bem como após as diversas alterações legislativas que entretanto têm vindo a moldar a regulamentação deste, os estudos mais recentes revelam que a dependência dos grupos privados que gerem esses hospitais face ao setor público é muito grande. De facto, sempre de acordo com os estudos divulgados, verifica-se que 51% das despesas dos hospitais privados do país são pagas pelo Estado, isto é, por todos nós (convenções com o SNS, ADSE e deduções fiscais). Por exemplo, em 2015, só pela prestação de cuidados que os hospitais públicos não conseguiram realizar, o SNS pagou quase 600 milhões de euros aos privados.
Por esta via, os dinheiros públicos empregues e a empregar futuramente no novo hospital ficarão em última instância indisponíveis para o suprimento direto das insuficiências atuais do funcionamento dos três hospitais públicos dos Açores e do Serviço Regional de Saúde (SRS), e para o melhoramento deste último em condições de gratuitidade, qualidade e igualdade de acesso que é sua obrigação estatutária proporcionar a todos os que vivem nestas ilhas.
Por fim, quanto à União Europeia, tão afoita em largar milhões para este investimento, verifica-se que tem sempre fechado os cordões ao financiamento direto dos serviços públicos de saúde e agora, face à pandemia, quando finalmente anunciou uma possível abertura para esse financiamento, continua sem perceber-se, após a última reunião do Conselho Europeu, se ele de facto irá acontecer, e, caso aconteça, quais os montantes e mediante que condições…
Escola da ilha das Flores é 2.ª melhor pública em Matemática
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“Mais tempo” para a disciplina, a “estabilidade do corpo docente” e “um grupo de alunos muito bom” contribuíram para o sucesso da EBS das Flores, a segunda escola pública portuguesa com melhores resultados nos exames de Matemática.
Source: Escola da ilha das Flores é 2.ª melhor pública em Matemática
Susana (Maria Loureiro da Silva Matos). (2020) De errância e viagens poéticas em Jorge de Sena e Cecília Meireles, ed. Afrontamento
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- Susana (Maria Loureiro da Silva Matos). (2020) De errância e viagens poéticas em Jorge de Sena e Cecília Meireles, ed. Afrontamento
https://scholarworks.umass.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=2254&context=dissertations_2

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