NORUEGA ACUSA CHINA DE TER FEITO O COVID EM LABORATORIO

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Humberta Araujo
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Sendo verdade, a China é realmente um centro de segredos muito perigoso. Quem vai pagar são os milhares de emigrantes chineses espalhados pelo mundo. Tal terá igualmente consequências económicas graves para o país.

Norwegian scientist Birger Sørensen has claimed the novel coronavirus SARS-CoV-2 is not natural in origin. The claims by the co-author of the British-Norwegian study—published in the Quarterly Review of Biophysics—are supported by the former head of Britain’s MI6, Sir Richard Dearlove.
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Norwegian scientist Birger Sørensen has claimed the novel coronavirus SARS-CoV-2 is not natural in origin. The claims by the co-author of the British-Norwegian study—published in the Quarterly Review of Biophysics—are supported by the former head of Britain’s MI6, Sir Richard Dearlove.

TOMÁS QUENTAL LIÇÃO DE CORAGEM

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Tomás Quental
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Lição de coragem e estoicismo

Após uma situação aflitiva, causada pelo coronavírus, em que faleceram 15 pessoas, os Açores parece que conseguiram dominar tão grande mal, pois neste momento não existem casos activos nestas ilhas.
Esta vitória é o resultado do bom comportamento da generalidade dos açorianos e das açorianas, que cumpriram as orientações das autoridades de Saúde. É o resultado do heroico trabalho dos profissionais de Saúde no tratamento dos infectados, dando tudo por tudo para salvar vidas. É o resultado das medidas tomadas pelo Governo da Região Autónoma dos Açores, legítimo representante do povo destas ilhas. É o resultado da posição solidária e serena de todos os partidos políticos, que, colocando a política na “gaveta”, apoiaram o processo de recuperação. É o resultado, enfim, da unidade açoriana, que ficou patente, deve continuar e deve até ser reforçada, porque o futuro é sempre incerto e poderemos ter de enfrentar novas e difíceis “batalhas”.
Poderão sempre dizer que nem tudo decorreu bem, que houve alguma descoordenação, que se registou alguma insuficiência de meios ou que mais poderia ter sido feito. Obviamente que numa situação tão complicada e inesperada ninguém estava preparado para tão difícil missão. Todos temos que tirar ilações, reter aprendizagens e procurar fazer sempre melhor no presente e no futuro, para que nestas ilhas haja mais progresso e mais Saúde.
Uma ilação a tirar é que é preciso reforçar o Serviço Regional de Saúde e compensar mais os respectivos profissionais, que se revelaram competentes, disponíveis e unidos.
Outra ilação a tirar é que se o Governo Regional não tivesse imposto as quarentenas obrigatórias para quem chegava do exterior o coronavírus teria com certeza atingido níveis muito mais preocupantes. Alguns alegaram que foi uma medida inconstitucional. Todas as medidas que visem salvar vidas são constitucionais, porque o fim último da Constituição da República Portuguesa é garantir precisamente o bem do povo português.
Muitas ilações há, pois, a retirar desta crise de Saúde pública. Fica claro, desde já, que o povo açoriano, mais uma vez, deu uma lição de coragem e estoicismo. Orgulho-me de ter origem neste povo, que é português, pela cultura e por convicção.

COVID, O MEDO E AS OUTRAS DOENÇAS MORTAIS ESQUECIDAS

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Escrito por Pedro Girao

“NÃO TENHAM MEDO!

À esquerda, o aspecto normal do estômago; à direita, um cancro. Fotografei este caso há poucos dias. Desde que cessou a proibição de fazer exames “não-urgentes” (sim, eu e muitos milhares de médicos por essa Europa fora estivemos proibidos de trabalhar), desde a retoma este foi o terceiro caso que encontrei em 3 semanas – o que é muito mais do que o normal. Todos estes casos tinham aspectos comuns: os doentes tinham queixas ou sintomas desde Dezembro/Janeiro, recorreram ao Centro de Saúde em Janeiro/Fevereiro, e os seus exames, que seriam em Março, foram adiados até agora. Num dos casos, a doente veio fazê-lo antes mesmo de ter autorização do Centro de Saúde, porque ainda não tinha sido vista por um médico (desde Fevereiro) e achou que não podia esperar mais. Sublinho, para o sistema de saúde isto são casos “não-urgentes” (porque a urgência está escondida). São casos destes que agora estão de novo adiados em Lisboa. São estas algumas das muitas vítimas colaterais do Covid, pessoas a quem a televisão e os jornais não atribuem importância porque não têm a infecção que vende. Nestes meses, todas as 300 mortes por dia serão iguais, mas as 12 mortes por dia do Covid serão menos iguais que as outras 288.

Não tenham medo, portanto. Vão ao médico, vão às consultas, vão aos centros de saúde, vão aos hospitais, vão às urgências. Não fiquem em casa. O bastonário da Ordem dos Médicos fez há dias um apelo nesse sentido: os doentes não devem ter medo. Concordo inteiramente. Mas ele não disse outra coisa: esse é apenas um aspecto do problema. É que o medo não é só dos doentes. O outro medo que alimenta este quadro é o medo dos próprios médicos.

Sim, muitos médicos têm medo. É natural e compreensível. Muitos dos médicos que estiveram na “primeira linha” não tinham experiência nem vocação para enfrentar um risco desta natureza, tal como os médicos dos Centros de Saúde, por exemplo. Agora, mesmo após a retoma, eles continuam a manter os doentes à distância, privilegiando as tele-consultas, o tele-diagnóstico, o tele-rastreio, o tele-medo. Tudo isso são ordens que receberam por escrito do Ministério da Saúde, por Despacho de 7 de Maio. E, embora cada Centro de Saúde possa ter uma certa autonomia, sendo por isso difícil fazer generalizações, muitos deles preparam-se para ver o menor número de doentes possível, pelo menos até 31 de Agosto. Há barreiras físicas para os doentes não irem aos Centros de Saúde. Há regras, há enfermeiros à porta; os médicos estão escondidos nos gabinetes. O doente transformou-se no inimigo que os pode infectar. O que possa suceder aos doentes crónicos que estavam habituados a um acompanhamento presencial, o que possa acontecer a estes “não-urgentes” que afinal são urgentes escondidos, isso não interessa. O que interessa é salvar a própria pele. A Medicina, como sabemos, não é bem isto.

Mas tal não sucede só ao nível dos cuidados primários: também nos hospitais se verifica este medo. Nos últimos 3 meses, criaram-se imensos protocolos, todos muito diferentes uns dos outros (cada Hospital, cada Serviço fez o seu), e todos diferentes porque não há certezas científicas sobre coisa alguma; a única certeza é o medo. A principal preocupação dos protocolos é, regra geral, a segurança dos profissionais de saúde; a segunda preocupação é impedir a propagação do vírus (o que é paradoxal, porque muitos doentes têm testes negativos); e a última preocupação é o interesse do doente. Há protocolos que aumentam objectivamente o risco do doente (falo da anestesia, que é a minha área – e eu recuso-me a cumpri-los.) Evidentemente, os dias passam e o medo diminui. Muitos profissionais já perceberam que o risco é mínimo. E, também a eles, digo: não tenham medo!

A todos, doentes, médicos, outros profissionais de saúde, há que insistir nisto até à exaustão: não tenham medo. Os números actuais são baixíssimos; a comparação com as outras doenças que matam diariamente raramente é feita, e é avassaladora. Tomem todos os cuidados, sensatos e responsáveis, cumprem as regras adaptadas às vossas necessidades mas, por favor, vivam, cuidem-se, tratem-se a vós mesmos e tratem os outros. Não tenham medo!”

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Regras para o povo e exceções para as elites

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“um país onde as regras só existem para o povo e as excepções se aplicam sistematicamente às elites. O uso de máscara é obrigatório para trabalhadores nas empresas, mas dispensável para deputados. As aglomerações são proibidas aos cidadãos mas incentivadas nos contextos políticos. Os mais populares festivais de Verão são forçados ao cancelamento, mas os festivais de Verão partidários mantêm-se. Os eventos culturais de elite realizam-se em salas com plateias compostas, os eventos culturais e desportivos de maior interesse popular não podem ter público.”

O combate ao vírus não tem sido democrático: não trata todos por igual e distingue povo e elites. A Covid-19 também veio lembrar que Portugal é muito …
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paris revive

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Saint Germain des Pres

Saint Germain des Prés, Always Amazing

Depuis la réouverture des bars et restaurants, la Rue de Buci est de nouveau animée
Nous recommandeons toutefois de garder une distanciaton sociale et le port du masque

Since the reopening of bars and restaurants, Rue de Buci is full again
We highly recommend social distancing and wearing a mask

crédit Photo: @cristempodeviagem

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da nossa associada DIANA ZIMBRON

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Uma enorme honra! Sigo atentamente o blog e hoje tive esta linda surpresa. Muito obrigada Susana Júdice

Olá, Cúmplices da Escrita! Hoje, dedico este post a uma cúmplice da escrita muito querida, Diana M. Zimbron.Conheci a Diana e parte do se