açores ensino presencial em setembro

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Alunos, professores e funcionários regressam às escolas em Setembro , no início do próximo ano letivo

Nos Açores, o ensino volta a ser exclusivamente presencial

Opção da Secretaria da Educação comunicada já ao Sindicato dos Professores da Região Açores

( Antena 1 – Açores )
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cronologia covid

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Copiado dum mural no FB

Janeiro: o vírus é na China. Nem se transmite a humanos.

Fevereiro: lol, Portugal tem zero casos.

Março: esta merda tá feia. Vamos ficar todos bem desde que não usemos máscara.

Abril: FICAR EM CASA, FICAR EM CASA, FICAR EM CASA.

Maio: é importante ficar em casa, mas ir à rua. Cuidado com o 5G que altera os genes do Bill Gates que transporta o vírus (qq coisa desse tipo) ponham máscara, mas só se tiverem que meter. Trabalhem, mas sem ir pro trabalho. Crianças em casa a não ser que não possam. O vírus é mentira inventada pelo lobby farmacêutico (mês do crlh…!)

Junho: IR PRA RUA IR PRA RUA. PRAIA e SHOPPINGS. Yey.

Julho: turismo, semáforos de praia, amontoados, cerca sanitária a Lisboa, chegada de aliens.

Agosto: AVECs por todo o lado. Vírus em altas mas que se fod@. Bares abertos, festas aos montes. Descoberta de segunda lua, 3 unicórnios e a Maddie viva.

Setembro: ninguém vai à escola com medo do vírus (agora da jeito ter medo). Fecho de fronteiras, quarentena em cima da malta. Tudo em casa a curtir a telescola. Gatos começam a dominar o planeta.

Outubro: descoberta de cura para o covid fumando as tirinhas da banana.

Novembro: listas de espera nos psicólogos de 350 anos. Aliens concorrem a presidente nos EUA e ganham as eleições. D. Sebastião finalmente aparece.

Dezembro: finalmente..o meteorito. Acaba o papel higiénico dos supermercados. 😜👍🔝
Booom diiiaaaa!!!!

In L.P.

As despesas do E@D são por conta do estado, não do professor – Blog DeAr Lindo

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  O Código de Trabalho é claro no que respeita às despesas do teletrabalho. O trabalhador não tem obrigação de ter ou ceder os seus equipamentos para a realização do teletrabalho. Como até hoj…

Source: As despesas do E@D são por conta do estado, não do professor – Blog DeAr Lindo

violência da polícia nos eua

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Carlos Fino
1etli2Snopoln misnomsregd

EUA – UMA POLÍCIA PERIGOSA
Dados de diferentes estudos comprovam que a polícia norte-americana dispara, mata e aprisiona mais vezes por comparação com outros países. Em 2018, mais de mil pessoas morreram às mãos da polícia nos EUA, enquanto no Reino Unido há a registar apenas três vítimas. Para além disso, os afro-americanos têm três vezes mais probabilidade de serem vítimas de violência policial nos EUA e representam um terço da população prisional do país.

Dados de diferentes estudos comprovam que a polícia norte-americana dispara, mata e aprisiona mais vezes por comparação com outros países. Em 2018, mais de mil pessoas morreram às mãos da polícia nos EUA, enquanto no Reino Unido há a registar apenas três vítimas. Para além disso, os afro-…

RTP.PT
Dados de diferentes estudos comprovam que a polícia norte-americana dispara, mata e aprisiona mais vezes por comparação com outros países. Em 2018, mais de mil pessoas morreram às mãos da polícia nos EUA, enquanto no Reino Unido há a registar apenas três vítimas. Para além disso, os afro-…

só se tratam os covid????os outros deixam-se morrer

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Vergonha!!

Hospital de Leiria abre inquérito a morte de doente de 42 anos, que recebeu pulseira para consulta urgente.

lágrima de preta António Gedeão

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LÁGRIMA DE PRETA
Escreve José Silva Pinto no seu portal:
·
Nesta hora de protesto contra o racismo (melhor: contra todos os racismos!), trago aqui este belo poema de António Gedeão (por acaso também o meu saudoso professor de Física e Química, Rómulo de Carvalho, no Liceu Pedro Nunes, há mais de sessenta anos).

Fiquem, então, com o poema – que é o que importa!

Lágrima de preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

ANTÓNIO GEDEÃO, in LÁGRIMA DE PRETA

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convid e o laboratório americano que fecharam por fuga de vírus…

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UMA VERDADE INCONVENIENTE
Diário do Povo, online. Pequim 04.06.2020 14h46
“Quanto tempo ainda vai durar o crime de Fort Detrick?
Em setembro de 1971, considerando a assustadora ameaça das armas biológicas e bacteriológicas à sociedade humana e ao meio ambiente, 12 países apresentaram à 26ª Assembleia Geral das Nações Unidas o projeto de Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas. O texto da Convenção foi aberto para assinatura em abril de 1972 e entrou em vigor em março de 1975, contando com 183 Estados-partes até agora. A Convenção proíbe a utilização e exige a destruição de todas as armas bacteriológicas (biológicas) e toxinas. Dado que a Convenção carece de um mecanismo de verificação, a comunidade internacional trabalha há décadas para negociar um protocolo de verificação. No entanto, esta negociação tão importante está bloqueada unilateralmente pelos EUA, sob o pretexto de ser uma “ameaça à segurança nacional americana”. Por que os EUA fazem isso? Será que os EUA implementarão de boa-fé a Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e abandonarão o programa de armas biológicas que eles vêm perseguindo há muitos anos? Em várias ocasiões, foi revelado pelas Forças Armadas e agências de inteligência da Rússia e de outros países que os EUA estabeleceram mais de 200 laboratórios biológicos de uso militar e civil no mundo inteiro em nome do combate ao terrorismo bioquímico, e que não pode ser excluída a possibilidade de que esses laboratórios estejam desenvolvendo armas biológicas.Os pecados de Fort Detrick vão muito além disso. Entre julho e agosto de 2019, Fort Detrick, onde tinha acontecido vazamentos de vírus antes, teve mais dois vazamentos, e foi fechado após avaliação do Centro para Controle e Prevenção das Doenças (CDC) dos EUA. Logo depois, uma “pneumonia desconhecida” apareceu no Estado de Maryland, seguida por um nível sem precedentes de atividade de influenza em todo o país, na qual havia, de fato, muitos casos confirmados de Covid-19. O governo dos EUA censurou rapidamente as notícias e reportagens sobre os vazamentos e o fechamento do laboratório. Atualmente, há cada vez mais pessoas que suspeitam da ligação estreita entre a pandemia de Covid-19 e o Laboratório Bioquímico de Fort Detrick, e exigem fortemente uma investigação internacional ao laboratório, que foi recusada pelos EUA.
Carregando sobre si pecados históricos hediondos, e enfrentando a preocupação real da comunidade internacional com a Covid-19, Fort Detrick deve ao mundo uma explicação !”
Li Yang
Cônsul-geral da China no Rio de Janeiro

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João SoaresFollow

Diário do Povo, online. Pequim 04.06.2020 14h46
“Quanto tempo ainda vai durar o crime de Fort Detrick?
Em setembro de 1971, considerando a assustadora ameaça das armas biológicas e bacteriológicas à sociedade humana e ao meio ambiente, 12 países apresentaram à 26ª Assembleia Geral das Nações Unidas o projeto de Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas. O texto da Convenção foi aberto para assinatura em abril de 1972 e entrou em vigor em março de 1975, contando com 183 Estados-partes até agora. A Convenção proíbe a utilização e exige a destruição de todas as armas bacteriológicas (biológicas) e toxinas. Dado que a Convenção carece de um mecanismo de verificação, a comunidade internacional trabalha há décadas para negociar um protocolo de verificação. No entanto, esta negociação tão importante está bloqueada unilateralmente pelos EUA, sob o pretexto de ser uma “ameaça à segurança nacional americana”. Por que os EUA fazem isso? Será que os EUA implementarão de boa-fé a Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas e abandonarão o programa de armas biológicas que eles vêm perseguindo há muitos anos? Em várias ocasiões, foi revelado pelas Forças Armadas e agências de inteligência da Rússia e de outros países que os EUA estabeleceram mais de 200 laboratórios biológicos de uso militar e civil no mundo inteiro em nome do combate ao terrorismo bioquímico, e que não pode ser excluída a possibilidade de que esses laboratórios estejam desenvolvendo armas biológicas.Os pecados de Fort Detrick vão muito além disso. Entre julho e agosto de 2019, Fort Detrick, onde tinha acontecido vazamentos de vírus antes, teve mais dois vazamentos, e foi fechado após avaliação do Centro para Controle e Prevenção das Doenças (CDC) dos EUA. Logo depois, uma “pneumonia desconhecida” apareceu no Estado de Maryland, seguida por um nível sem precedentes de atividade de influenza em todo o país, na qual havia, de fato, muitos casos confirmados de Covid-19. O governo dos EUA censurou rapidamente as notícias e reportagens sobre os vazamentos e o fechamento do laboratório. Atualmente, há cada vez mais pessoas que suspeitam da ligação estreita entre a pandemia de Covid-19 e o Laboratório Bioquímico de Fort Detrick, e exigem fortemente uma investigação internacional ao laboratório, que foi recusada pelos EUA.
Carregando sobre si pecados históricos hediondos, e enfrentando a preocupação real da comunidade internacional com a Covid-19, Fort Detrick deve ao mundo uma explicação !”
Li Yang
Cônsul-geral da China no Rio de Janeiro
(a foto é de pesquisa minha no Google e vem de “Vermelho – A esquerda bem informada”)

infetados covid não infetam ao fim de 11 dias

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Farmácia Lecoq is sharing a COVID-19 update at Farmácia Lecoq.

Pacientes deixam de infetar os outros após 11 dias com a doença, mesmo que teste continue a dar positivo.

Um novo estudo de Singapura concluiu que os pacientes, depois de 11 dias do diagnóstico da Covid-19, já não infetam outras pessoas, mesmo que testem positivo.
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Uma pessoa infetada com o Sars-CoV-2pode contagiar outras cerca de dois dias antes do aparecimento dos primeiros sintomas e, a partir daí, mantém esse potencial infeccioso durante sete a dez dias. A partir daí não pode transmitir a doença, mesmo que os testes continuem a dar positivo. Esta foi a conclusão de um grupo de cientistas do Centro Nacional de Doenças Infecciosas e da Academia de Medicina de Singapura, num estudo recém-publicado.

No documento, os investigadores mencionam vários estudos já realizados. “Com base nos dados e estudos desde o início da pandemia de Covid-19, o período infeccioso [do coronavírus] em indivíduos sintomáticos pode começar cerca de dois dias antes do início dos sintomas e persistir de sete a dez dias após o início”.

Os investigadores examinaram a carga viral de 73 pacientes com coronavírus para verificar esta teoria e comprovaram que mesmo com testes positivos e até em pacientes sintomáticos, após o 11º dia, a carga viral não é suficiente para transmitir o vírus a outra pessoa.

Os investigadores acrescentam ainda que “a replicação viral ativa diminui rapidamente após a primeira semana e o vírus viável não foi encontrado depois da segunda semana da doença”, realçando que estes novos dados permitem aprofundar o conhecimento sobre a Covid-19.

Os cientistas esperam ainda que esta pesquisa possa ajudar os hospitais a ter um maior controlo sobre o momento de dar alta aos pacientes internados. Segundo o The Straits Times, o Ministério da Saúde já foi informado dos resultados deste estudo. Se estes novos dados forem considerados seguros, mais de 80% dos pacientes poderão voltar para casa após 11 dias de doença.

Visão

dia mundial dos oceanos

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Frederico Cardigos
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-5:51

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Ministério do MarFollow

Celebramos hoje o Dia Mundial dos Oceanos, no ano em que se assinala o 25º aniversário da criação da Comissão Mundial Independente para os Oceanos – presidida por Mário Soares e coordenada pelo biólogo Mário Ruivo -, que foi um marco na história da governação internacional do bem comum que é o Oceano. Por isso, neste 8 de junho, celebramos também o trabalho pioneiro da CMIO e a atualidade da sua mensagem, conscientes do muito que está por fazer para a proteção dos oceanos e o uso sustentável dos seus recursos.