J VENTURA AGORA… MAIS DO QUE NUNCA! A RAZÃO NOS ASSISTE

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AGORA… MAIS DO QUE NUNCA!

A RAZÃO NOS ASSISTE

Sim… afirmámo-lo sem receio e, temos quase a certeza que, muitos dos nossos leitores subscreverão o nosso título de hoje.

A pandemia que ainda teima em atazanar a nossa existência, segundo os entendidos na matéria, levará ainda algum tempo em dar sossego à nossa existência. Não será um dia nem alguns meses. Será quiçá, mais do que um ano a reentrarmos no normal da nossa existência. Isto, para aqueles que ainda por cá andarem depois da sofrida experiência.

O desconfinamento decretado, leva-nos a espreitar uma luz ao fundo do túnel. Com cautela, vão as autoridades para a saúde pública e o poder político, delineando um programa de retorno à vida quotidiana dos cidadãos. A saúde pública e a economia, são dois setores que maior preocupação trazem os mesmos. Países do mundo, uns mais ricos outros mais pobres, procuram sós ou acompanhados por uma solidariedade interesseira, aniquilar o “inimigo” comum de identidade COVID-19.

Aqui nestas terras, onde tudo podia ter sido diferente, desde o principio fomos impedidos de tratar da salvaguarda da nossa saúde, quando o presidente do Governo do Açores solicitou o encerramento do espaço aéreo como veiculo transmissor do vírus que prometia ser impiedoso para com o “homem”, a mesma não fui permitida com a justificação da continuidade territorial invocada pelo primeiro do governo português, com o silencio do Presidente da República e do seu inútil representante e olheiro nesta “propriedade” a que fazem jus de pertença.

Paralelamente ao tímido pedido que deveria ter sido uma exigência, foi elencado um programa para salvaguarda da saúde pública dos açorianos bem assim a criação de mecanismos de apoio à economia local. Como de costume nem tudo teria decorridos em agrado a “gregos e a troianos” o certo e para além do “descalabro” do sucedido no Lar de Idosos de Nordeste de que esperamos a sua “causa” não morra solteira.

Das diversas tomadas de posição para a salvaguarda no que diz respeito à saúde, determinou o Governo dos Açores, a quarentena obrigatória para os viajantes chegados nos voos da TAP originários de Portugal e, desembarcados nos aeroportos das Lages e de Ponta Delgada com confinamento dos mesmos, em hotéis locais contratados para o efeito e a custas do governo. Tal obrigação levou a alguns protestos que não por maioria aos que, aceitavam a obrigação pela salvaguarda da sua saúde e de terceiros.

Com a cessação da declaração de estado de emergência e, a resolução do Conselho do Governo dos Açores, impondo que os não residentes que chegassem ao arquipélago, o pagamento das quarentenas obrigatórias que continuariam a existir, um senhor Dr. Advogado, cá da praça, resolveu anunciar a formalização de uma queixa à Provedoria de Justiça por inconstitucionalidade de tal medida. Feito de constitucionalista entre uma série de afirmações, refere que a medida “viola o princípio da igualdade” que “proíbe um tratamento diferente em razão do território de origem” apenas faltando referir a “continuidade territorial” como o fez António Costa aquando da solicitação de Vasco Cordeiro para o encerramento do espaço aéreo com a suspensão dos voos para os Açores.

Não satisfeito com esta afronta aos seus conterrâneos e, mostrando o quanto alguns dos PPD’s ditos “A” (não excluindo outros exemplos de agentes partidárias lisboetas) são uns seguidistas do centralismo e (em seu proveito), defensores de uma Constituição que minimiza aquilo que chamam de Autonomia.

Não bastasse este anúncio feito com popa e circunstância aos órgãos e comunicação social, o senhor advogado em referência faz “show” aquando da deliberação do Tribunal de Ponta Delgada no deferimento do “habeas corpus” (pedido de libertação imediata) de um seu cliente queixoso, contra a chamada imposição de quarentena em hotéis por parte do Governo dos Açores.

Não admira que o Tribunal de Ponta Delgada tenha deferido o pedido feito pelo “engenhoso” queixoso, pois que, a justiça cá sedeada depende do estado português. Apenas e embora distante dos meandros “justiceiros” pensamos que na sequência do discurso do Presidente dos Açores, aquando da negação do pedido de encerramento do espaço aéreo, o mesmo deveria ter decorrido da decisão do tribunal de Ponta Delgada para o Tribunal da Relação ou até para o Supremo.

Este acontecimento vem embora num cenário diferente, trazer-nos mais uma afronta como muitas outras que temos vindo a sofrer recentemente protagonizadas por elementos do governo português e que nestas páginas temos denunciado.

Agora mais do que nunca., a razão nos assiste… A humilhação que o Governo da República, mais uma vez demonstra pelos órgãos de Governo dos Açores, faça renascer (assim esperamos) o que vai na alma do nosso Povo o desejo e o gosto pela LIBERDADE.

O Independentismo Açoriano pelo que nos é dado apreciar, renasce com o alegado ataque à Autonomia instituída, por parte de um governo centralista no quadro da pandemia COVID-19

Amigos leitores, deixo-vos com este pensamento: “É bom saber como nos trataram no passado, para percebermos como nos tratam hoje e, como nos poderão tratar no futuro”

José Ventura

josefnventura@gmail.com

NINGUÉM QUER SABER DA VERDADE, APENAS DE QUE LADO ESTÁS

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recordando esta crónica bem atual, mais que nunca…

1.60. NINGUÉM QUER SABER DA VERDADE, APENAS DE QUE LADO ESTÁS, CRÓNICA 299, NOV.º 2019

Todos sabemos que há dores insuportáveis e o único analgésico é o tempo, mas cura não existe…toda a sociedade ocidental carece da visão orientalista sobre a inevitabilidade do estado pós-vida e isso causa mais dor ainda…e é assim que descrevo os últimos dias, meses, anos em que pessoas que cresceram connosco na música, nas letras, no teatro, na vida, nos vão deixando. Há quem diga que elas morreram.

Como escrevia nesta data Mil Ghent ·

A velocidade dos acontecimentos ultrapassa-nos. Caímos no engodo. Distraímo-nos. Envolvemo-nos em assuntos prioritários. Compras e coisas assim. Família para sustentar, prole para educar. Um sem fim de compromissos. Empregos para garantir, imediatismo frenético, alta criatividade para consumo. E o pensamento vai mirrando, estiolando. Ninguém quer saber. Não tilinta no bolso, não tem futuro. Enquanto isso, a realidade acelera. E nós na fartazana, na loucura dos dias. Queremos é que nos não chateiem! Que nos não venham com tretas! O mundo vai estoirar? Depois vemos isso…

E, assim, impávidos e serenos, quase nos tempos do Estado Novo em que íamos “cantando e rindo” nos deixamos enlevar por este torpor, este amolecimento das capacidades críticas de pensamento e de discernimento…aceitámos que o mundo ande louco com mais xenofobia, racismo, ódio, nazismo, mas, na maior parte dos casos nem queremos saber por ser lá longe. È o Trump nos EUA, o Bolsonaro no Brasil, o Urban na Hungria, o Netanyahu em Israel, a loucura de Boris Johnson e do Brexit no Reino desunido, o descarado genocídio e roubo de terras palestinianas, o genocídio Rohingya na Birmânia (Myanmar) no Iémen e tantos outros países de que mal ouvimos falar, a guerra silenciosa no Sudão, os milhares de naufragados no Mediterrâneo pagos a preço de ouro às máfias de traficantes, os mercados de venda de escravos na Líbia e no Google onde os árabes escolhem os seus e as suas escravos, o trabalho infantil que mata milhares no Congo (República Democrática onde também há genocídio mas ninguém diz), a fome oculta nos sem-abrigo que enchem as ruas das cidades norte-americanas (e quantos deles são dejetos humanos das guerras que os EUA fomentam e alimentam por todo o mundo?, dantes ainda lhes chamavam veteranos de guerra, agora são meramente ”homeless people”… depois, há as intervenções ocultas, descaradas ou assim-assim dos EUA em todas as quatro partidas do mundo, sendo notórias na América do Sul (incluindo inúmeros falhanços na Venezuela) mas a mais dolorosa de entender é a do Chile onde as forças assassinas do regime deliberadamente cegaram a tiro centenas de pessoas que se manifestavam… para mim, que sou contra os milhões de guerras, que envolveram a humanidade desde que esta existe, o Chile de novo representa uma das mais brutais, inexplicadas e incompreensíveis formas de tortura.

Já não há operários nem proletariado mas abundam os vendedores de sonhos (ou banha da cobra) mas como disse o cineasta finlandês Aki Kaurismäki “Este planeta nunca teve tantos sociopatas e idiotas no poder”. De facto, para qualquer lado que me volte encontro isso mesmo abarcando todas as nações, suas populações e dirigentes. “Já ninguém quer saber da verdade, apenas de que lado estás” e as sociedades dividem-se irracionalmente entre “nós” e “eles”, inimigos a abater sem lógica nem razão, apenas a cegueira das convicções, ou damos patadas ou matamos consoante a fúria dos que nos rodeiam quando dantes a amigos e vizinhos se dava um pão e um copo de vinho tinto. Deixou de haver felicidade em dar, todos querem receber sem dar. Dantes havia a tradição dos ianques matarem os seus presidentes bons, agora perderam essa tradição com os presidentes maus, In dogs we trust, parafraseando o lema estadunidense e mudando God por dogs (cito – de novo – Aki Kaurismäki).

Mas continuarei, solitariamente, a buscar a verdade que os meus vizinhos aqui na Terra pretendem ignorar.

 

 

esta crónicas e outras em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html

Aprovada proposta do PPM para cancelamento da privatização parcial da SATA – NO Revista

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Foi aprovado hoje, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, o Projeto de Resolução do PPM que recomenda ao Governo Regional para que retire a autorização que concedeu à

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com esta dívida a TAP deve voar para as estrelas…

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E a Sata ?

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, disse nesta terça-feira, dia 19 de maio, que a dívida financeira líquida da TAP é de mil milhões de euros, mas juntando os contrato…

newsavia.com
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, disse…
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, disse nesta terça-feira, dia 19 de maio, que a dívida financeira líquida da TAP é de mil milhões de euros, mas juntando os contrato…
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  • Roan van Slooten Sem querer menosprezar a dívida da Sata que por este andar é capaz de estar perto dos 100 milhões, Quero ver se ainda vai vir algum iluminado do “fecha essa sata, entra tap que eles é que sabem!” comentar aqui.

 

  • Roan van Slooten “Supostamente” andava perto pelos 50 e a recuperar muuuuito devagar, mas também isso eram os números da propaganda, disse 100 para dar margem. Mas seja como for, não deve chegar nem perto do rombo da tap, seja qual for o valor da sata
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  • Célia Melo Os aviões têm de começar a andar…
  • Joao Peixoto Deixam de pagar ordenados milionários a gestores

 

O Coronavírus, a tecnologia e a democracia – Correio do Minho

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Há dias, participei numa iniciativa da Associação Artística Vimaranense.
Moderando um debate, em que participei com João Duque, teólogo e Professor da Universidade Católica, em Braga, e Francisco Teixeira, filósofo e Professor da Universidade Lusófona, no Porto, Rui Dias confrontou-nos com a seguinte questão: “o confinamento está a abalar o apego à democracia e à liberdade?”.
A meu ver, o principal inimigo da liberdade e da democracia, na atual situação de crise de pandemia viral, é a precariedade dos cidadãos.
O maior perigo para a liberdade e a democracia é a pobreza de uma multidão de cidadãos vulneráveis – trabalhadores desempregados e sem comida, empurrados para a miséria. Assim como o é, também, a precariedade dos cidadãos da classe média: móveis, mobilizáveis, competitivos e eficazes, muitas vezes jovens licenciados, mestres e doutores, mas todos sem quaisquer direitos sociais.
Insisti, todavia, num outro ponto. Não deveria tomar-se a nuvem por Juno. A crise da sociedade democrática não foi implantada entre nós pela pandemia viral. Foi a subversão do nosso regime de civilização que desencadeou a crise democrática, e mesmo a crise do humano.
Em século e meio, passámos de uma sociedade da promessa a uma sociedade “em sofrimento de finalidade” (Lyotard); de uma sociedade da palavra a uma sociedade do número; de uma sociedade fundada na história, na memória e no pensamento, a uma sociedade fundada na tecnologia.
É um facto, a mobilização tecnológica já nos havia feito compreender que a ordem no mundo passara a ser ditada pelos mercados económico-financeiros. E também já havíamos compreendido que a metáfora do mercado se aplicava, agora, a todas as dimensões da nossa existência.
Com a vida toda a ser organizada em função de uma competição e de um empreendedorismo qualquer, e com os indivíduos a trabalharem em permanência para a estatística e o ranking, a crise já era uma realidade entre nós, muito antes de o Coronavírus se ter implentado entre nós.
A irrupção do Coronavírus no seio da comunidade humana apenas veio carregar mais nas tintas da nossa precariedade, acrescentando-lhe incerteza e imprevisibilidade em doses colossais. E isso também não é dispiciendo.
Uma vez concluído o debate, desenvolvi este ponto de vista na crónica que acabo de escrever no Correio do Minho.

Em todos os tempos, as comunidades humanas foram confrontadas com duas questões fundamentais. Com o problema da ordem, na tentativa de dar resposta à exigência de viver em sociedade. E com o problema da história, procurando dar conta das…
correiodominho.pt
Em todos os tempos, as comunidades humanas foram confrontadas com duas questões fundamentais. Com o problema da ordem, na…
Em todos os tempos, as comunidades humanas foram confrontadas com duas questões fundamentais. Com o problema da ordem, na tentativa de dar resposta à exigência de viver em sociedade. E com o problema da história, procurando dar conta das…

vamos ao psiquiatra fazer o teste da banheira?

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HOSPITAL PSIQUIATRICO
O teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
– Qual é o critério pelo qual eles decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

O diretor respondeu:

– Enchemos uma banheira com água e oferecemos ao paciente uma colher, um copo e um balde e pedimos que esvazie. De acordo com a maneira como ele decide esvaziá-lo, decidimos se o internaremos ou não.

Ah! Já entendi.
– Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher, disse o visitante.

Não! – respondeu o diretor.
– Uma pessoa normal removeria o tampão do esgoto.
O que você prefere?
Quarto privado ou compartilhado?

Às vezes a vida tem mais opções do que as oferecidas, basta olhar para elas.

Agora diga a verdade …

Você também escolheu o balde, certo?
Eu já sabia … somos todos loucos.

Vale a pena ler.
Para saber quantas pessoas loucas existem por aqui

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mortes indiretas no combate ao covid

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Mortes indirectas no combate à Covid19
No site da DGS dá para descarregar dados referentes a óbitos em Portugal (PDF e Excel).
Total óbitos de 1 de Janeiro até 16 de Maio:
Média últimos 10 anos (2009-2019): 23030
Ano 2020: 25871
No ano 2020 (até 16 de Maio) tivemos +2841 (=25871-23030) óbitos (+12%) do que a média dos últimos 10 anos. Destes 2841, 1203 óbitos são de COVID19 (4,7% do total de óbitos até 16 de Maio).
Qual a causa dos restantes 1638 (=2841-1203) óbitos? COVID19 não identificados? Falta de tratamentos de outras doenças?
Por precaução, para evitar a ruptura do sistema de saúde, tomou-se a decisão do confinamento. Este objectivo foi alcançado. Por isso, e bem, o desconfinamento era inevitável.
A retoma da economia, das empresas, dos postos de trabalho, da vida das pessoas, o combate à fome. A economia são as pessoas.
Mas também, porque na resposta às perguntas acima, provavelmente nas mortes indirectas do combate à pandemia, encontramos argumentos em defesa do desconfinamento.
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Expresso | Mais de cem países exigem à OMS investigação independente sobre a origem da pandemia

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A Assembleia Geral da Saúde (da Organização Mundial de Saúde) tem na ordem dos trabalhos destes dois dias o pedido de uma investigação que esclareça como o coronavírus se espalhou no mundo. Da União Europeia ao Japão, da Indonésia à Rússia, o mundo exige transparência. Um ato diplomático que pode ser ainda mais importante do que os resultados que venham a ser apurados

Source: Expresso | Mais de cem países exigem à OMS investigação independente sobre a origem da pandemia

exames serológicos indicam menor mortalidade

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Se há 10 x mais pessoas com anticorpos que nem desconfiaram terem sido infetadas, então a mortalidade é 10 x menor que a registada pelos testes oficiais à covid (de 4 % passa a 0,4%).
Coloco o segundo estudo nos comentários.

Primeiro rastreio serológico realizado pela Fundação Champalimaud e pelo Algarve Biomedical Center testou 1235 funcionários da proteção civil, forças de segurança, centros de saúde ou lares no concelho de Loulé. E concluiu que a taxa de infeção, ainda que baixa, é de 2,8%, ou seja, 14 v…

Primeiro rastreio serológico realizado pela Fundação Champalimaud e pelo Algarve Biomedical Center testou 1235 funcionários da proteção civil, forças de segurança, centros de saúde ou lares no concelho de Loulé. E concluiu que a taxa de infeção, ainda que baixa, é de 2,8%, ou seja, 14 v…

HiTLER, a culpa foi de Wittgenstein

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JP Cardoso
28 mins ·

Hitler, Wittgenstein e o nazismo

“A criança é o pai do homem.”

Sigmund Freud

“Uma história pouco conhecida mas deveras impressionante: Hitler e Wittgenstein foram colegas numa escola. E Wittgenstein teria sido o responsável (involuntário, é claro) por despertar o antissemitismo de Hitler, devido à inveja que o então futuro ditador sentia do facto de o então futuro filósofo (católico, mas de ascendência judaica) ser mais inteligente e tirar melhores notas do que ele.”
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Luísa Azenha
Luísa Azenha Muito curioso. Gostei.

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COVID SUECO É EUTANÁSIA PARA VELHOS

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The Swedish method of dealing with COVID-19 has been, in fact, a process to eliminate the older generation. Knowing Sweden and the Swedish culture, I am not surprised.

“They told us that we shouldn’t send anyone to the hospital, even if they may be 65 and have many years to live. We were told not to send them in,” says Latifa Löfvenberg, a nurse who worked in several care homes around Gävle, north of Stockholm, at the beginning of the pandemic.

“Some can have a lot of years left to live with loved ones, but they don’t have the chance… because they never make it to the hospital,” she says. “They suffocate to death. And it’s a lot of panic and it’s very hard to just stand by and watch.”

Swedish healthcare is under scrutiny over the high rate of Covid-19 deaths in care homes.
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Swedish healthcare is under scrutiny over the high rate of Covid-19 deaths in care homes.

Covid Patients Testing Positive After Recovery Aren’t Infectious – Bloomberg

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Researchers are finding evidence that patients who test positive for the coronavirus after recovering aren’t capable of transmitting the infection, and could have the antibodies that prevent them from falling sick again.

Source: Covid Patients Testing Positive After Recovery Aren’t Infectious – Bloomberg

Nacionalidade. PS deixa cair obrigação de descendentes de judeus sefarditas terem de residir dois anos no país, mas cria nova exigência – Observ…

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Source: Nacionalidade. PS deixa cair obrigação de descendentes de judeus sefarditas terem de residir dois anos no país, mas cria nova exigência – Observ…