construção civil , fantochada de quarentena

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Fantochada!!!!!!

De uma das janelas do meu apartamento, numa cidade do Continente português, assisto – perplexo e revoltado!!!!!! – ao decorrer de trabalhos de construção civil, com a maior normalidade e a maior tranquilidade.
Os trabalhadores sem qualquer proteção e cautela juntos uns dos outros, palmadas nas costas e apertos de mão, tudo numa “boa”, como se não existisse uma perigosa pandemia. Depois vão para casa – possivelmente ainda passam num qualquer café a funcionar clandestinamente para beberem uns bagaços em ambiente de grande convivência… -, talvez colocando em risco as próprias famílias e outros.
O ilustre inquilino de Belém e o distinto inquilino de São Bento, tão prontos a emitir decretos e despachos contra a pandemia, conhecem a realidade concreta do país????? Em muitos aspectos, não!!!!! Mas eu pergunto: as empresas de construção civil não estão obrigadas a cumprir o estado de emergência????? Quem as controla??????
Se o estado de emergência funciona assim, em que em alguns sectores não há nem estado nem emergência, estamos perante uma verdadeira e lamentável fantochada!!!!!! Não podem aconselhar e até exigir que uns se recolham nas suas residências, e permitir que outros funcionem como se nada estivesse a acontecer e a colocar em risco terceiros.
Se é assim que querem combater o coronavírus, estamos muito mal!!!!!! Isto é um escândalo, uma vergonha e um atentado aos mais elementares princípios de convivência em sociedade!!!!
Professor Marcelo Rebelo de Sousa e dr. António Costa: desçam dos vossos pedestais e vão ver a realidade!!!!!! De certeza que não é no programa da Cristina que podem perceber o que se passa no Portugal concreto e profundo, onde, à “boa” e velha maneira portuguesa, transgredir as regras é uma “virtude”…Uma tristeza!!!!!

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  • Paula Cabral Aqui, em Ponta Delgada, vê-se o mesmo. Dou como exemplo pelo menos duas obras que não pararam: a do museu e a construção do edifício de apartamentos junto ao coliseu.
  • Chrys Chrystello e aqui na lomba da maia ao fundo da rua da igreja calmamente reconstroem uma casa há semanas…

BRASIL UM GOLPE DE ESTADO SILENCIOSO como previ há muito

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Carlos Fino

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BRASIL – OS MILITARES É QUE GOVERNAM

Decisões e falas de JairBolsonaro estão sendo ignoradas e, na prática, o Brasil passou a ser governado pela ala militar, liderada pelo ministro da Casa Civil
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Decisões e falas de JairBolsonaro estão sendo ignoradas e, na prática, o Brasil passou a ser governado pela ala militar, liderada pelo ministro da Casa Civil

——————– ler a minha crónica 218 d eoutº 2018

 

 

CRÓNICA 216 PARABÉNS AO SR. BOLSONARO PELO REGRESSO DO BRASIL AO PASSADO 19 Out. 2018

Parabéns ao Sr. Bolsonaro por ganhar a segunda volta eleitoral, sem rodeios, agora vai poder levar o Brasil de volta à década de 1960, se os senhores militares não o depuserem, depois de ele tomar posse. Nunca houve grandes dúvidas, pois os americanos quando se esforçam em levar a democracia a países atrasados, fazem-no bem…e esta, a 152ª intervenção ocorreu sem invasões militares nem sanções económicas, usaram métodos mais certos e sofisticados de manipulação, mais adequados ao século XXI

Por outro lado, pensemos positivamente, se tem parentes e antepassados europeus, pode sempre voltar para a velha Europa e torná-la um continente mais aprazível, comecem já a pedir os vossos passaportes. Se é proletário, índio ou de qualquer minoria lamento, mas o futuro é sombrio, sem grandes hipóteses de fuga à morte, ao genocídio, à miséria e a tudo de bom que havia na década de 1960, sem acesso ao ensino superior, elevado grau de iliteracia, fome, assassinatos em massa, esquadrão da morte, serviçais sem direitos, horários de trabalho alargado, a omnipresente igreja de vários tons e cores sempre a apoiarem o poder instituído (nele apostando, financiando e votando, arrastando milhões de crentes), a censura nos meios de comunicação, a calma aparência da ordem e do progresso que consta do estandarte.

A Boeing já levou a EMBRAER para outros voos, o petróleo voará da mesma forma, a Amazónia será enfim libertada para ser explorada livremente por garimpeiros, rendeiros e mineiros, os sem-terra ficarão (de novo) sem terra, o crime e a droga serão alvo de grandes operações militares mediatizadas, e a nova elite do país, que se julga culta e sofisticada, embelezará de novo o Palácio de Versailles como em finais do século XIX.

Claro que a corrupção voltará a ser o que sempre, a imagem de marca do Brasil independente, nem mais nem menos do que dantes, mas a censura tratará da saúde de quem fale disso. E o mundo continuará, com mais ou menos protestos, como continuou com Pinochet, Pol Pot, Trump e outros, e como diz aquele velho clássico nórdico “nada de novo sob o sol”.

ESMOLA DA EDA DEIXA TODOS DESCONTENTES NOS AÇORES

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A ESMOLA DA EDA!!!

Uma empresa totalmente pública e sob a alçada do GR, que embora bem administrada, é sustentada pelos nossos impostos, e principalmente pelo consumo de energia eléctrica de todos nós, ainda por cima tardiamente, tem o desplante de oferecer uns “descontos” vergonhosos à população, apesar dos milhões e milhões de lucro todos os anos. Tenham VERGONHA!!!

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  • João Faria Neto Lucros de milhões, esmolas de tostões! 😤
  • Mariano Raposo E o valor que pagamos pela energia eléctrica? Em proporção aos vencimento médio na nossa região é um “roubo” legalizado.
    Vergonha? Como podem perder o que nunca tiveram?
    Abraço e Bfsem amigo Artur

    Mariano RaposoMariano Raposo replied

    2 replies 19m

  • Luis Torres É o que faz estarem sozinhos no mercado. Tenham vergonha
  • Fatima Martins Feliciano Pagamos mais de taxas..do que consumo…vigaristas!!!
  • Lili Viana Descontos ? Acho que paguei até mais porque com os meus filhos em casa gasta- se mais .

portugueses regressam de timor hoje

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Covid-19: Mais de 200 portugueses partiram de Timor-Leste em voo de repatriamento

Díli, 04 abr 2020 (Lusa) – Um Boeing 767 da euroAtlantic partiu hoje de Díli pelas 09:00 (01:00 em Lisboa) com 207 portugueses e outros quatro europeus, num voo de repatriamento de Timor-Leste para Portugal, na sequência da pandemia da covid-19, constatou a Lusa no local.
Os 211 passageiros a bordo decidiram viajar para Lisboa, num voo organizado pelo Governo português.
O avião, que vai fazer paragens técnicas na Tailândia e na Geórgia, é esperado ao final do dia hoje no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
Os passageiros são, na sua maioria, professores portugueses destacados em Timor-Leste e que regressam a Portugal devido à interrupção letiva decretada no âmbito do estado de emergência que vigora em Timor-Leste há uma semana, na sequência da pandemia do novo coronavírus.
A viagem é comandada pelo piloto Mário Alvim, que aterrou pela terceira vez em Díli, depois de ter feito o transporte de militares portugueses em 2008 e 2012.
Em Timor-Leste ficam ainda, segundo as estimativas da Embaixada de Portugal, cerca de 750 portugueses.
O país tem confirmado um caso de infeção pelo vírus da covid-19.

ASP // SR
Lusa/Fim

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açores submetido ao colonialismo centralista de lisboa

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O Governo dos Açores manifestou o desejo de encerrar os seus aeroportos de forma a defender as populações destas ilhas de uma possível exposição ao vírus Covid 19.
No dia seguinte o primeiro ministro de Portugal defendeu que era impossível porque assim não podia assegurar a evacuação dos não residentes, revelando que mais importante que a saúde dos açorianos era a mobilidade dos não açorianos.
Numa atitude a que já estamos acostumados os constitucionalistas vieram logo dizer que o Governo dos Açores não tinha poderes para tal. Mais tarde, Lisboa voltou ao ataque defendendo que as ligações com os Açores eram importantes para garantir o princípio do Estado unitário e a continuidade territorial.
Como se não bastasse, o Presidente da República de Portugal, manda o seu avião buscar o seu representante para dar-lhe ordens na primeira pessoa, investindo este ato de particular significado simbólico, uma vez que podia fazer uma video-conferência tal como fez no Conselho de Estado, mas não, optou por investir o ato de solenidade.
Entretanto os episódios foram acontecendo e Lisboa foi entrando em consecutivas contradições dando o dito por não dito e fazendo o que disse que não devíamos fazer. Fechou fronteiras, criou barreiras, implementou uma política de imobilidade e agora manda encerrar os aeroportos e proíbe as deslocações para fora do concelho de residência, entre os dias 9 e 13 de Abril.
O que é que fez mudar a vontade de Lisboa?
Que valores se apresentam que não existiam aquando da pretensão do Governo dos Açores?
Agora é a saúde dos portugueses que está em causa, então tudo é possível.
Agora as decisões vêm de Lisboa, então são todas legítimas.
Mais uma vez se confirma a ideia de que existem vidas de primeira e vidas de segunda. Quando os açorianos quiseram defender a sua vida, todos os entraves se levantam. Agora que se trata de defender a vida dos portugueses, nada o pode impedir.
Considero que é legítimo que tudo deva ser feito para que se salvem vidas, e apoio veementemente as decisões de Lisboa que permitam salvaguardar a vida dos seus, só lamento que, numa atitude de demonstração de poder, nos tenham negado a possibilidade de termos adoptado estas mesmas posições quando elas podiam ter tido um efeito bastante eficaz sobre os açorianos, porque estes vivem em ilhas.
Hesitei em escrever estas linhas, mas muitos são os artigos que tenho lido sobre o tema e não me pareceram despropositados. Por outro lado, acho que quem não quer mudar nada é que diz que o momento só é de tratar os doentes. Não, o momento é de tratar os doentes, mas, também é de reflexão sobre a ação, porque é no momento em que sentimos a dor que devemos interrogar-nos sobre a sua causa.

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escandaloso se verdadeiro: o cientista de Harvard que vendeu o virus  na China

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https://www.messenger.com/t/3373557189339664

LEONEL MORGADO · O Canadá mentiu

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Leonel Morgado
1 hr

O Canadá mentiu, como a DGS mentiu, tentando convencer a população que o uso de máscaras poderia ser desaconselhável. Sejam quais forem as intenções, uma mentira apenas retira confiança. Mais valia ser frontal: precisamos de reservar máscaras para os profissionais de saúde, mas até as improvisadas ajudam, se usadas devidamente.

How COVID-19 spreads, ways you can stop or slow the spread, who is at risk and about false and misleading claims.
CANADA.CA
How COVID-19 spreads, ways you can stop or slow the spread, who is at risk and about false and misleading claims.

Visão | Covid-19: Dezenas de livrarias independentes criam rede para salvar setor

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Mais de meia centena de livrarias independentes de todo o país uniram-se para criar uma rede de cooperação com o objetivo de conjugar esforços para enfrentar a crise no setor, agravada agora pelas condições criadas pela covid-19

Source: Visão | Covid-19: Dezenas de livrarias independentes criam rede para salvar setor

ELIAS PEREIRA DUAS GUERRAS AGORA NÃO

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Duas guerras, agora não.

Não é ainda tempo de julgamento político, nem ético-moral e jurídico-constitucional daqueles que prejudicaram de forma grave e violenta os açorianos: uns por ação, outras por omissão, uns cá nas ilhas, outros lá.
A história julgá-los-á…
Não é tempo de discutir política regionalista ou centralista, mas sim de concentração total na saúde dos açorianos.
Aliás, a existir uma guerra, deve ferir-se de forma frontal os generais e não outro oficial de menor patente, que nos condenaram com uma interpretação jurídico-constitucional absurda e contra a própria axiologia da lei fundamental – o direito à saúde e à vida.
Perdemos a guerra do encerramento dos aeroportos, mas a do combate ao coronavírus, teremos de vencê-la com o mínimo de baixas possíveis.
Os especialistas já se pronunciaram.
A ciência ainda não respondeu com uma vacina e não se prevê que tal aconteça em poucos meses.
Embora derive de parasita, a vacina da malária ainda não existe com mais de 8 anos de investigação.
Sem prejuízo de outras medidas conjunturais é necessário de imediato:
– Reconhecer reiteradamente o trabalho daqueles que estão na linha da frente e não esquecer o apoio às suas famílias e a eles próprios, e sobretudo, quando a crise passar, compensá-los com acréscimo de férias, gratificações, promoções ou outras.
Os políticos, depois do pânico, não poderão esquecê-los.
Talvez fosse um bom estímulo e um bom tema para a reflexão dos deputados, que agora não reúnem em plenário.
– Promover e acentuar as relações com o Governo Regional da Madeira, de resto, aliança que vem do passado recente, e agora com o nosso maior problema autonómico, é motivo para estarmos juntos.
Aquela unidade ganharia uma força na reivindicação com os “amigos” de Lisboa, se a situação nas ilhas se vier a agravar para níveis incontroláveis.
Mas também beneficiando de experiências conjuntas, poderiam ser aplicadas em simultâneo, medidas extraordinárias que beneficiariam ambas as regiões e com maior impacto nacional.
– Dotar todos os profissionais de saúde dos meios de proteção necessários. É obrigatório ter a consciência que em caso de calamidade pública temos poucos recursos humanos na área da saúde pelo que a ausência daqueles em quarentena ou infeção é uma autêntica fatalidade.
– Consciente de que há uma elite política traumatizada com o Estado Novo, sempre receosa da colaboração das Forças Armadas. A verdade é que estas não são um apêndice oneroso do Estado – mas sim o próprio Estado.
Aliás, se isto é uma guerra, como dizem alguns políticos, teriam que ser os militares em primeiro lugar a confinar, a delimitar, a colaborar com as outras forças de segurança, antes que seja tarde de mais.
Os militares têm estrategas que planeiam com rigor e executam com eficácia, o que a população agradeceria e não ficaria desgostosa da intervenção daqueles.
Nas dificuldades da segunda guerra mundial, se não fossem estadistas como Churchil, Roosevelt de Gaulle, o que teria acontecido? Onde anda o decadente ocidente?
Precisamos de estadistas.
Descendo aos Açores, alguém desconhece que há zonas da ilha de São Miguel, que por motivos de natureza económica, social e cultural necessitam de uma intervenção efetiva, sabendo que as forças de segurança têm um número de agentes reduzido naquela ilha, para uma maior intervenção e de mais longa duração.
-A não resolução e diminuição dos reclusos nos estabelecimentos prisionais dos Açores e em caso eventual infeção, constituirá uma elevada pressão sobre o Sistema Regional de Saúde em caso de elevado número de reclusos infetados. Urge a alternativa da prisão domiciliária, do perdão de penas, indulto, entre outras medidas a aplicar pelo Juiz de Execução de Penas.
-Por último, testar, testar, testar.
Soube-se ontem que a Rússia é o terceiro pais com maior número de realização de testes e tem proporcionalmente o menor número de infetados.
Seria desadequado testar os que estão em vigilância ativa?
Desejando que todos se encontrem bem e em recolhimento domiciliário.