Bruxelas aprova (mais endividamento???) programas de apoio de Portugal às empresas de 13 mM€ – Açores 9 Europa

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A Comissão Europeia aprovou este sábado dois regimes de apoios estatais do Governo português à economia para fazer face às…

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para animar os reclusos e amantes de música

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Para animar reclusos, sitiados, cercados e outros que tais impedidos de sair á rua 🥴

-4:10

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  • João Pacheco de Melo Não sei o que é melhor, se a música se as pernas da pianista. Divido a minha atenção entre os olhos e os ouvidos… quando decidir informo. 😉

NewsAvia | APAVT e SATA acordam soluções flexíveis para os vouchers válidos por um ano

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Com o objetivo de minimizar o impacto da pandemia de covid-19 no sector das agências de viagens, protegendo acima de tudo os clientes, seus principais ativos, a APAVT (Associação Portuguesa das Agê…

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CORVO The island of zero contagions: isolation in the most isolated place in Europe – archyde

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The ninth and most remote of the Azores islands sits on an ancient volcano, in the middle of a rural limbo with an extraterrestrial aspect. Far far away. 2,000 kilometers from Lisbon, the little more than 400 inhabitants of the last corner of Portugal and Europe survive in their stone houses. Now that half the […]

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São Tomé e Príncipe: Última fronteira da Covid-19 na lusofonia – O Jornal Económico

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Os guias turísticos dizem que é um país de visita obrigatória e os boletins de saúde concordam: é o único da CPLP e um dos raros do mundo onde não há registo da pandemia. O petróleo continua a ser a promessa de uma solução para os problemas. Enquanto não chega, há quem venda outra felicidade: as igr

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Visão | Não, não vai tudo ficar bem

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É a verdade……

Dia 22. Desculpem-me, mas não consigo repetir a frase “porreirista” do momento. Não consigo sequer dizê-la aos meus filhos, ou incentivá-los a que a usem e muito menos que a pintem em desenhos fofinhos. Não gosto, nunca gostei, de responder às crianças com outra coisa que não seja a verd…

Dia 22. Desculpem-me, mas não consigo repetir a frase “porreirista” do momento. Não consigo sequer dizê-la aos meus filhos, ou incentivá-los a que a usem e muito menos que a pintem em desenhos fofinhos. Não gosto, nunca gostei, de responder às crianças com outra coisa que não seja a verd…

uso de máscaras, ACUSO

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Completamente de acordo.

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Fernando Gomes Da Costa

ACUSO
Desde 8 de março que repetidamente aqui digo que a atitude da DGS (e já agora OMS e autoridades de saude europeias) em desaconselhar o uso generalizado das máscaras, mesmo que artesanais, não só é um gravíssimo erro médico como uma total ausência de raciocínio. Agora, que parece que finalmente vão aconselhar (deveriam obrigar) a sua utilização, a DGS vem com a desculpa que não o fez antes porque seguiu as recomendações internacionais que dizem que a sua eficácia é sobretudo evitar que quem está contaminado não contagie os outros, e que por isso – dizia a DGS – só doentes confirmados ou com sintomas as deveriam usar. Ora, desde o inicio que se sabe que numa enorme quantidade de situações o vírus é transmitido por assintomáticos não diagnosticados. A DGS sempre soube disso e portanto, em rigor, esteve sempre a ir contra as recomendações uma vez que na prática esteve a indicar a contaminados que não usassem máscara. Aliás, se só os contaminados com sintomas transmitissem o vírus, porquê aconselhar o distanciamento de segurança para as pessoas sem sintomas? Gostaria, mas não espero, que as responsabilidades fossem assumidas.

a evolução da epidemia leonel morgado

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Pedro Girão

Um comentário sobre a evolução da epidemia em Portugal

Os números do Covid em Portugal têm mostrado um crescimento muito mais lento do que se esperava. Esse facto não pode ser negado: até ao momento, a nossa evolução tem sido boa, e temo-nos afastado dos países mais próximos. É claro que um bom “hoje” não garante um bom “amanhã”, mas é esse o único caminho para lá chegar.

Tento ignorar as pessoas que se mostram cépticas ou mesmo quase desapontadas com esta evolução positiva, ou as que continuam a apontar apenas o que existe de negativo (e sim, existem coisas negativas). Não vale a pena entrar em discussões. Mas esse permanente pessimismo, tão tipicamente português, faz-me pensar…

Em geral, hoje como no passado, somos os primeiros a dizer mal do nosso país. O que é bom é sempre o que se faz lá fora… No caso da pandemia, já há muito que perdi a paciência para frases como: “Olhem o exemplo de Macau!”, “Façam como na Coreia do Sul!”, “Sigam o exemplo da Dinamarca!”, “Os checos é que têm agido bem!”, e por aí fora. Tenho a impressão que só quando os estrangeiros começarem a dizer que “Portugal está a ser um exemplo” é que os pessimistas começarão a calar-se. Veremos se assim acontece – e deve estar para breve.

Porque será que estamos a ter resultados melhores que o esperado? Ninguém sabe. Conforme tenho dito algumas vezes, é uma doença nova e imprevisível. A evolução nos diversos países é incrivelmente variada e inexplicável. Temos que aguardar, preparados para o pior mas esperando o melhor.

Para justificar a nossa boa evolução, aqui ficam algumas das hipóteses que tenho recolhido, umas mais científicas, outras menos, umas mais possíveis, outras mais improváveis. O único objectivo desta lista é irmos pensando em eventuais razões para o que nos vai acontecendo, nada mais senão isso. Só muito mais tarde saberemos talvez as verdadeiras razões. Aqui vão:

1. Razões de comportamento (começámos as medidas de contenção relativamente mais cedo que outros países, porque tivemos mais tempo para isso; aliás, a sociedade antecipou-se ao Governo em várias dessas medidas).
2. Razões culturais (os portugueses têm características de discrição de comportamento, de obediência/temor às hierarquias/autoridades, de humildade/recato, que nos distinguem muito dos espanhóis e italianos).
3. Razões climáticas (a Primavera chegou cá em força; embora não seja um “vírus da gripe”, o Covid é também uma “infeção respiratória”, pelo que poderá haver uma propagação diminuída a partir do fim de Março).
4. Razões geográficas (somos um país periférico, um destino turístico mais do que um ponto de passagem; um pouco semelhante à Grécia, por exemplo, que segue com números baixos).
5. Razões genéticas/constitucionais (desconhecem-se; fala-se, por exemplo, do estado de vacinação da população).
6. Outras (muitas outras… podem sugeri-las nos comentários, se quiserem!).

E é tudo por hoje! Continuemos a cumprir as regras e votos de boa saúde!

——————————————- covid19 a curva errática ou novo sistema de contagem inferior à realidade? https://blog.lusofonias.net/…/covid19-a-curva-erratica…/

OSVALDO JOSÉ VIEIRA CABRAL · Não funcionou

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Não funcionou

A declaração da cerca sanitária para todos os concelhos de S. Miguel parece ter vindo um pouco apressada.
Não está em causa a necessidade da medida e se o Presidente do Governo dos Açores diz que há um risco elevado de transmissão comunitária é porque dispõe de dados que nós, cidadãos comuns, desconhecemos.
O problema foi a organização de todo o dispositivo para barrar as passagens de concelho para concelho.
A confusão foi evidente e ficou à vista de todos que as forças policiais, protecção civil e serviços governamentais não estavam devidamente preparados para tamanha dimensão.
Tudo isso cria um ambiente de descrédito e desconfiança por parte da população, que é a última coisa que se deseja nestes momentos que estamos a viver.
Que se tomem as medidas que o momento exige e que as autoridades entendem ser as mais recomendáveis, mas que se operacionalize antes, com a devida preparação, aquilo que é decretado.
Está mais do que visto que apenas a força da PSP é insuficiente para controlar as barreiras, pelo menos nas horas de ponta, pelo que se deve pensar, de imediato, no reforço dos controles, avançando outras forças da ordem e oferecendo a todos os seus elementos os equipamentos mais básicos para pegarem em documentos entre tantos condutores, para que não haja algum contágio.
Esperemos que amanhã funcione melhor.

Alguém mentiu?

Vive-se uma clara aflição no Hospital de Ponta Delgada.
Os profissionais de saúde não podem ser os últimos da linha no que se refere à disponibilidade de equipamentos de protecção, porque são eles que estão frente da linha mais dura.
Não vale a pena estar agora à procura de culpados, nem tão pouco quem mentiu ao Presidente do Governo dos Açores (porque, de facto, alguém
mentiu), esse balanço far-se-à mais tarde, agora é imperativo as autoridades focarem-se na distribuição dos equipamentos aos profissionais e disponibilizarem todo o material que se exige num momento destes.
Não pode haver hesitações.
A Secretaria da Saúde tem de ser mais eficiente nas encomendas e vigilante junto das unidades de saúde que não gerem adequadamente os equipamentos.

A esmola da EDA

A EDA lá foi de arrasto atrás da Madeira, que há muito tempo decidiu reduzir o tarifário da electricidade.
Pior são os valores da redução, uma ninharia num momento em que empresas e famílias não dispõem de liquidez para as suas necessidades mais básicas, muito menos para engordar a factura da luz.
Claro que a ERSE é que decide, mas a EDA não pode escudar-se apenas neste argumento, porque tem autonomia para ir mais além.
Como é que uma empresa que detém o monopólio da actividade nesta região, que distribui quase todos os anos vários milhões de euros pelos accionistas, tem poder para isso mas não tem para baixar mais o tarifário?
Num momento excepcional como o que vivemos esperava-se mais da EDA e dos seus accionistas.
O que foi anunciado parece uma esmola

Osvaldo Cabral

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já há fome, a itália já não canta

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ensar sem falar…
A arrogância e ânsia de poder da Alemanha está a paralisar da União Europeia na sua resposta perante a iminente crise.
Na Itália já há fome!
“Muitos estão sem trabalho e com fome. As filas nos bancos alimentares são enormes”.
“Ao mesmo tempo que a polícia patrulha supermercados para impedir roubos.”@Frank Miranda

Menos de um mês depois de o governo italiano ter imposto uma quarentena nacional, soma-se o desemprego aos perto de 14 mil mortos e o ânimo da população esmoreceu quase por completo