novo livro

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Um novo livro que sairá à rua dentro de algumas semanas. É prefaciado por Onésimo T. Almeida, um de très editores da série na Editora Sussex, no Reino Unido.
Preface
In the Lusophone world, outside Portugal itself, the first emergence of a national consciousness occurred in Brazil. However, it was long after the independence from Portugal in 1822 that Brazilian literature turned more inwards, becoming less concerned with the aesthetic mandates of the former motherland and paying more attention to its local surroundings. In the 1930s, the echoes of the nascent Brazilian literary autonomy reached Cape Verde. Then, a group of local authors started the publication of Claridade, a literary magazine that quickly became the vehicle for a new outlook and a theoretical perspective, conceived along Brazilian identity lines. From then on, the core belief amongst these writers was that literature produced in the islands should reflect life in the archipelago since Cape Verde was far from being a mere extension of Portugal and its culture. What followed was the birth of a singular and rich body of literary works now widely accepted under the coined expression of Cape Verdean Literature.
Soon afterwards these new literary winds reached the Azores. Even though the Azorean islands were always conceived as part of Portugal, since their inhabitants were transplanted Portuguese, its inhabitants exhibited a long-held sense of difference and specificity. This sense of separation had been gaining ground from the end of the 19th century; the 1940s saw that sentiment full-fledged, fostering the incremental growth of an impressive literary corpus that is unique in the context of contemporary Portuguese literature.
Brianna Medeiros offers us the first book-length study of these two literatures in comparative terms. What the present volume offers is, in fact, a full glance at life and culture in both archipelagos – Cape Verde now an independent nation, and the Azores an Autonomous Region of Portugal. The reader travels through the works of Azorean writers such as, among others, Vitorino Nemésio, Pedro da Silveira, Dias de Melo, and João de Melo, as well as their Cape Verdean counterparts – Baltazar Lopes, Manuel Lopes, Orlanda Amarílis, and Germano Almeida. Both archipelagos are part of what geographers call Macaronesia (there are two other archipelagos – Portuguese Madeira and the Canary Islands, an Autonomous Region of Spain), sharing significant similarities, as well as striking differences. For example, each archipelago is composed of nine inhabited islands, the distinction being that Cape Verde’s ten islands include one that is little more than a floating desert. Nevertheless, these are mere starting points for the descriptive journey set out by the hand of a highly informed author, through the writings produced in these beautiful and fascinating Atlantic archipelagos, usually, and unfortunately, forgotten in the studies of Portugal and of the Portuguese-speaking world.
The reader is in for a pleasant surprise to receive a wealth of new information on the history and culture of these two small, yet immensely rich island worlds. The Eruption of Insular Identities greatly enhances the academic breadth of the series, and as editors we are pleased to see this work published by Sussex Academic Press.
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  • Manuel Leal
    Preface

    In the Lusophone world, outside Portugal itself, the first emergence of a national consciousness occurred in Brazil. However, it was long after the independence from Portugal in 1822 that Brazilian literature turned more inwards, becoming less concerned with the aesthetic mandates of the former motherland and paying more attention to its local surroundings. In the 1930s, the echoes of the nascent Brazilian literary autonomy reached Cape Verde. Then, a group of local authors started the publication of Claridade, a literary magazine that quickly became the vehicle for a new outlook and a theoretical perspective, conceived along Brazilian identity lines. From then on, the core belief amongst these writers was that literature produced in the islands should reflect life in the archipelago since Cape Verde was far from being a mere extension of Portugal and its culture. What followed was the birth of a singular and rich body of literary works now widely accepted under the coined expression of Cape Verdean Literature.

    Soon afterwards these new literary winds reached the Azores. Even though the Azorean islands were always conceived as part of Portugal, since their inhabitants were transplanted Portuguese, its inhabitants exhibited a long-held sense of difference and specificity. This sense of separation had been gaining ground from the end of the 19th century; the 1940s saw that sentiment full-fledged, fostering the incremental growth of an impressive literary corpus that is unique in the context of contemporary Portuguese literature.

    Brianna Medeiros offers us the first book-length study of these two literatures in comparative terms. What the present volume offers is, in fact, a full glance at life and culture in both archipelagos – Cape Verde now an independent nation, and the Azores an Autonomous Region of Portugal. The reader travels through the works of Azorean writers such as, among others, Vitorino Nemésio, Pedro da Silveira, Dias de Melo, and João de Melo, as well as their Cape Verdean counterparts – Baltazar Lopes, Manuel Lopes, Orlanda Amarílis, and Germano Almeida. Both archipelagos are part of what geographers call Macaronesia (there are two other archipelagos – Portuguese Madeira and the Canary Islands, an Autonomous Region of Spain), sharing significant similarities, as well as striking differences. For example, each archipelago is composed of nine inhabited islands, the distinction being that Cape Verde’s ten islands include one that is little more than a floating desert. Nevertheless, these are mere starting points for the descriptive journey set out by the hand of a highly informed author, through the writings produced in these beautiful and fascinating Atlantic archipelagos, usually, and unfortunately, forgotten in the studies of Portugal and of the Portuguese-speaking world.
    The reader is in for a pleasant surprise to receive a wealth of new information on the history and culture of these two small, yet immensely rich island worlds. The Eruption of Insular Identities greatly enhances the academic breadth of the series, and as editors we are pleased to see this work published by Sussex Academic Press.
    Onesimo T. Almeioda

Carlos Ramalheira NÃO, NÃO HOUVE PICO DE INFECTADOS!

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Correctíssimo.
Estou 100% de acordo com o Prof. Buescu.
Parece estar já bem definido o ponto de inflexão na subida da curva epidémica. Vamos a caminho do topo.
Por favor leiam a magnífica explicação que dá abaixo e revejam a última versão de um gráfico que divulguei há dias.

<<NÃO, NÃO HOUVE PICO DE INFECTADOS! E COMO SABER POR SI MESMO SEM OUVIR TELEJORNAIS

Mereceu grande destaque na Comunicação Social a reunião de ontem à porta fechada no Infarmed, entre a classe política e as autoridades sanitárias, na qual terá sido afirmado que o “pico” poderia ter ocorrido em Março passado. Esta afirmação, de paternidade nunca assumida, foi dada em todos os telejornais em cambiantes ligeiramente diferentes: poderia ter sido na semana de 23 a 27 de Março, no dia 26 de Março ou em “finais de Março”. O Expresso noticiava à noite 26 de Março, tendo entretanto alterado para “finais de Março”).

Vou supôr, em todo este artigo, que esta afirmação se refere ao pico de infectados activos, que é a variável relevante dos modelos epidemiológicos do tipo SIR e em termos práticos é a que realmente nos interessa como cidadãos: é o número de doentes que hoje têm a doença. E reafirmo que, como sempre fiz, os meus cálculos têm por base exclusiva os Boletins da DGS, que tomo como bons.

Será então verdade que o pico desta curva foi atingido em Março?

A resposta é o mais rotundo “NÃO!”

Não sei de onde surgiu a afirmação fantasiosa de que o pico de infectados já teria sido atingido. Qualquer pessoa que faça modelação, como a minha equipa, ou mesmo que faça um simples fit aos dados, como há tantos cidadãos a fazer, sabe que a curva dos infectados activos passou o ponto de inflexão, deixando a fase exponencial, em 31 de Março-1 de Abril, e está agora na fase sigmóide de subida para o pico. A manterem-se os parâmetros actuais este será atingido nunca antes da segunda quinzena de Abril, mais provavelmente para o final do mês.

Dizer que houve um pico de infectados em Março é não apenas uma afirmação errada como, na minha opinião, extremamente perigosa pois induz em erro, transmitindo a uma sensação de falsa segurança e a um eventual relaxamento no cumprimento das medidas de contenção. Estamos em plena subida para o pico dos infectados activos, que é a altura mais perigosa do surto.

É muito fácil compreender que é errada. O leitor pode detectar no conforto de sua casa quando é atingido o pico no número de infectados activos, da forma que vou explicar. O número de infectados activos em cada instante é o número de novos infectados, ou casos confirmados (C), surgido de um dia para o outro, subtraído do número de casos de doentes entretanto removidos (R), que são os recuperados mais os óbitos.

Portanto a receita para calcular o número de novos infectados activos a partir dos Boletins da DGS é muito simples: sendo os números que aparecem nos Boletins os totais acumulados, basta comparar Boletins da DGS de dois dias consecutivos e fazer as diferenças para saber os números de novos casos, novos recuperados e novos óbitos de um dia para o outro. Basta fazer três contas de subtrair.

Calculamos o número de novos infectados fazendo a diferença entre os casos confirmados (NC) de um dia e os do dia anterior; calculamos o número de novos recuperados (NR) e de novos óbitos (NO) da mesma forma. E agora fazemos a diferença, para calcular o número de novos infectados activos: NA= NC – (NR+NO). Enquanto este número for positivo, ainda estamos a crescer em direcção ao pico pois o saldo é positivo. Quando este número passar a negativo, passámos o pico, passando a ter cada vez menos infectados activos. O mais provável é que esta transição não seja brusca, num só dia, e que quando estivermos a passar pelo pico este número tenha pequenas flutuações diárias entre positivo e negativo – o famoso “planalto” de que fala a DGS.

Mas, que não haja dúvidas: ainda estamos muito longe dele!

Dou um exemplo destes cálculos com as contas de hoje. Anexo os Boletins da DGS de hoje e de ontem (note-se que os dados do Boletim de cada dia são sempre relativos ao dia anterior). Neles podemos verificar que, no Boletim de 7/4/2020, havia os acumulados de 12442 confirmados, 184 recuperados e 345 óbitos. No de hoje, 8/4/2020, há o acumulado de 13141 confirmados, 196 recuperados e 380 óbitos. Portanto NC = 699, NR = 12, e NO = 35. Consequentemente, o número de casos activos teve a variação NA = 699 – (12+35) = 652. Há mais 652 casos activos do que ontem. Contra factos não há argumentos: estamos a subir a montanha dos infectados em direcção ao pico, que ainda está longe.

Esqueçamos afirmações vagas e enganadoras: a partir de hoje cada um de nós pode fazer as contas no conforto do lar, por si próprio, a partir dos boletins da DGS, e extrair a conclusão sobre o que está na realidade a acontecer, sem ler jornais ou ouvir telejornais. E ter a certeza de quando é atingido o pico, e ver quanto tempo ficaremos no planalto, e verificar quando a curva começa a descer, e a que ritmo essa descida se dará. Mas isto ainda está tudo no futuro: nunca acontecerá antes da segunda quinzena de Abril, e isto se mantivermos a nossa disciplina colectiva como até aqui.

A afirmação de que teríamos atingido o pico, além de errada, parece-me extremamente perigosa, pois induz uma falsa sensação de segurança na população, levando-a a pensar erradamente que “já conseguimos”, afrouxando os comportamentos que tão bons resultados têm dado, alterando os parâmetros e pondo em risco a evolução futura das curvas. E isso, numa altura como a Páscoa, transmite todos os sinais errados à população.

Pessoalmente, estou muito desiludido com a falta de rigor com que este assunto está a ser tratado. Como escrevi ontem, afirmações erradas como esta lançam falsas expectativas para consumo geral, dando a ideia de que somos tratados como crianças que não estão preparadas para ouvir a verdade e têm de a ir recebendo em doses homeopáticas. Para que o sacrifício de todos nós compense é necessário que toda a informação seja rigorosa e passe a ser comunicada com as maiores transparência e clareza.

Jorge Buescu

8/4/2020

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  • Carlos Ramalheira Apercebi-me agora que o Jorge Buescu incluiu no seu post algumas imagens muito interessantes e que ilustram cabalmente o que defende e o que se passa. Coloco-as agora aqui para que os meus amigos mais inclinados a pensar com imagens e números as possam roer…
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  • Carlos Ramalheira Estes gráficos do Jorge Buescu são uma delícia.
    Se necessitarem explico em on ou off o que querem dizer
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Covid-19: Açores têm perto de 100 turistas e metade deve sair “nos próximos dias”

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O Governo dos Açores indicou hoje que, em época de covid-19, estão ainda na região cerca de 100 turistas não residentes, metade referentes a “estadias prolongadas” e outra metade referente a pessoas que “provavelmente sairão nos próximos dias”.

Source: Covid-19: Açores têm perto de 100 turistas e metade deve sair “nos próximos dias”

JÁ SE VEEM OS HIMALAIAS DESDE A ÍNDIA

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SBS News

For the first time in 30 years, the Himalayas have become visible as pollution levels drop around India. 🗻🏔

Images of the snow-clad Dhauladhar range of Himalayas have been shared widely.

“We can see the snow-covered mountains clearly from our roofs. And not just that, stars are visible at night. I have never seen anything like this in recent times,” Sant Balbir Singh Seechewal said.

India, a country of nearly 1.4 billion people, has been under lockdown due to the COVID-19 pandemic since 22 March, which has resulted in a significant improvement in the country’s air quality.

Read more here: https://bit.ly/39XNLw5

📸= Twitter: @khawajaks / @abbu_pandit / @harbhajan_singh

PULMÃO ATACADO POR COVID VEJA O RX

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José Decq Mota
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Partilho este avisado conselho do meu amigo Dr. Rui Melo Pato, médico pneumologista!

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Rui Melo Pato

Não acreditem em “mézinhas”, nem que vai dentro de dias aparecer “um fármaco milagroso”, nem na proximidade de uma vacina, nem na protecção com este ou aquele adereço na toillete…Não se deixem iludir ! Se lerem na literatura mais credível e mais actual, verão que só há um caminho realmente eficaz: a aplicação rigorosa das medidas propostas pela Autoridade de Saúde.Há unanimidade mundial em torno do assunto: vale a pena mais umas semana de sacrifício.Ainda não é suficiente para relaxarmos ! Temos de continuar em casa
(Imagem : um RX do torax normal e um ao quarto dia, (4ºDIA!) após o aparecimento dos sintomas -Foto: Radiological Society of North America)

PATRIMÓNIO DOS AÇORES

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Ajuda Bretanha.

Casa militar muito antiga.

Tem seteiras e estábulo para muitos animais.
Paredes duplas, de r/chão e 1º andar está bem conservada para ser do século XVII ou XVIII? Perto da Canada do Porto num sitio elevado para observar o mar.Curiosidade: Nunca vi uma casa deste tipo de tão boa defesa tudo o que é parede tem seteiras. O Drº Gaspar frutuoso escreveu no livro IV Saudades da Terra “Na era de mil e quinhentos e trinta e trés anos, a treze dias de Janeiro, sendo vareador na dita vila de Ponta Delgada Álvaro Lopes, o Cavaleiro, morador em Santo António ” Capitulo XLIII página 171. Uma bandeira de homens de armas no tempo tanto podia ser 150 homens ou 250 uma parte a cavalo e outra a pé. Esta casa pode ter sido um pequeno destacamento para assegurar a proteção nesta zona.Patrimônio dos Açores

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Finançor notifica Concorrência da compra de representantes do Pingo Doce nos Açores – Açoriano Oriental

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O grupo Finançor, do setor alimentar dos Açores, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra de duas empresas que representam naquela região marcas do grupo Jerónimo Martins, revela um aviso publicado esta quarta-feira.

Source: Finançor notifica Concorrência da compra de representantes do Pingo Doce nos Açores – Açoriano Oriental

LEONEL MORGADO ANALISA AS CURVAS COVID

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NÃO ESTRAGUEM TUDO AGORA QUE IA BEM.
Anda aí conversa a mais de “passámos o pico” sem critério. Ainda por cima a dizer “se calhar, os especialistas… não têm a certeza…”. Claro que passámos. Isso já quem acompanha sabe olhando para o gráfico de novos casos que vem todos os dias no relatório de situação da DGS. Para quem não o viu, acrescentei-o aqui, é o gráfico de barras ao fundo. É óbvio que se parou de acelerar entre 26 e 29 de março. Por serem 4 dias e não 1 é que se fala em “planalto”. Mas o que quer isso dizer? Quer apenas dizer que 14 dias de incubação antes (dia 12 de março, a quinta-feira em que as pessoas se assustaram, finalmente) as pessoas se começaram a resguardar e demoraram 4 dias a evoluir nesse resguardar (até domingo, dia 15). Desde então, tomando cuidados, cada vez há menos contacto com infetados e cada vez há menos casos novos. Mas acrescentei uma linha ao gráfico: a de “casos ativos”. Como podem ver, tirando aos casos os mortos e os recuperados, vemos que quase todos os infetados ainda não se curaram, ainda estão infetados. OK, podem dizer “mas os que se infetaram há 15 dias estão quase de certeza curados, não foram foi testados”. Certo. E já viram a inclinação da curva? Esses casos de há 15 dias são uma minoria (10%-20%) dos totais. A grande maioria das pessoas ainda está infetada. O “pico”/”planalto” de novas infeções corresponde… ao meio da rampa deste gráfico sigmóide.
Precisamos de chegar ao planalto… do total de casos ativos! Ou seja, termos noção de que praticamente não há novos infetados. Isso deverá (se continuarmos a não fazer asneiras) ocorrer dentro de uma semana, a meio de abril. Depois precisamos de continuar em casa mais 15 dias, a curar sem sintomas (ou a tratar no hospital) as infeções que ainda existam e aí sim (no início de maio) estaremos em condições de começar, cuidadosamente, com máscaras e pouco contacto social, a retomar alguma vida exterior. Não antes! Acima de tudo, não fazendo o crime de ignorância e irresponsabilidade que ocorreu hoje em Famalicão. Famalicão, junto ao epicentro do contágio nacional! Quem não cancelou essa feira devia ser chamado à responsabilidade.
Olhem para o afastamento da sigmóide de casos: por enquanto, é apenas mais uma flutuação. Mas se houver asneiras, dentro de 15 dias é um novo padrão com nova explosão. Olhem para a curva das mortes, mais uma vez afastada da sigmóide. Essas mortes ocorrem por contágios há 12-20 dias (6-14 dias de incubação, 6 dias até à morte). Que veremos no final de abril e início de maio por causa desta feira em Famalicão?

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  • Rui Godinho Muito bem, Nelo; é curial que continuemos a nossa caminhada de isolamento, como até aqui temos vindo a cumprir.
  • Cristina Moreira Não consigo compreender a ignorância/irreponsabilidade de alguns! Juro que não consigo! Espero que o esforço de tantos não vá por água abaixo por causa da estupidez de uns quantos irresponsáveis!

CANCELARAM O BARCO ..CANCELEM A INCINERADORA

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Tomás Quental
5 mins

A incineradora é mais necessária do que o navio?

O Governo Regional dos Açores decidiu – e muito bem! – anular o concurso para a concepção e construção de um navio de transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas do arquipélago, para direcionar o investimento previsto de 48 milhões de euros para a Saúde, o Emprego e a Economia. Em tempo de crise, impõem-se, de facto, prioridades!
No entanto, quase em simultâneo, a AMISM, através da MUSAMI, lançou o “Concurso Público Internacional Para a Empreitada de Concepção, Construção e Fornecimento de uma Central de Valorização Energética de Resíduos na Ilha de São Miguel”, mais conhecida por incineradora, com o “Valor do preço base do procedimento: 58000000.00 EUR”, segundo o Diário da República.
Não faço comentários, porque não sou especialista nem em navios nem em incineradoras. Estranho, no entanto, que o Governo Regional tem tomado a opção de anular o concurso para um navio e a MUSAMI tenha lançado, quase ao mesmo tempo, o concurso para a incineradora, na sequência de anteriores concursos, anulados pelos tribunais administrativos, por ilegalidades.
Neste tempo de dificuldades, que se vão prolongar, a incineradora é mais importante e necessária do que o navio? Responda quem souber.
Quanto às siglas AMISM e MUSAMI, uma e outra horríveis de se pronunciar e ouvir, significam respectivamente, para quem não saiba, Associação de Municípios da Ilha de São Miguel (Ponta Delgada, Ribeira Grande, Lagoa, Vila Franca do Campo, Povoação e Nordeste) e Operações Municipais de Ambiente, com o formato legal de “SA”, para poder ter mais liberdade de actuação.

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REVISTA ABRIL 2020 by norevistadigital – issuu

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Agradeço à “No Revista” e em particular à Cláudia Carvalho o convite e a oportunidade para partilhar um pouco sobre mim, sobre o percurso da ARTAC e o nosso contributo para superarmos a crise pandémica COVID-19. Apresentamos a plataforma www.acoresemcasa.pt desenvolvida pela ARTAC em parceria com a Waka Web Studio para centralizar e divulgar projetos e empresas açorianas e facilitar o acesso a bens e serviços (online / domicilio) a todos os açorianos durante este período de quarentena.

CHRYS 1º POEMA COVIDVIRAL

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NOVO POEMA CHRYS 2020 713, na farmácia da vida 5.3.20
fui à farmácia da vida
comprar um antivírus
estavam esgotados
na prateleira da solidariedade
guardas gregos disparavam contra emigrantes
as máscaras estavam esgotadas
neste carnaval de vida
ainda não há vacinas
para a fome, pobreza, ódio
nem dão lucro a farmacêuticas
pedi amor e carinho
não tinham procura
estavam esgotados
não há analgésicos para esta dor
nem placebos nem genéricos
e os antivírus
ainda não foram inventados