afinal onde querem construir o novo aeroporto????

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AEROPORTO DE LISBOA, Páscoa 2020.
Aviões em terra ainda impossibilitados de fazer aquilo que mais gostam de fazer, voar … COVID-19, a quanto obrigas!

-2:05

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RTP Notícias

50 mins

Aeroporto de Lisboa, Páscoa de 2020. O homem sempre teve o sonho de voar, mas desta vez as asas, ainda que abertas, aguardam no solo à espera que a segurança epidemiológica volte à normalidade. Nunca o espaço aeroportuário português, desde a sua criação nos anos 60, assistiu a tal confinamento. Os “pássaros de metal” aguardam agora por “ventos de bonança”, para voltar a voar em liberdade. Imagens únicas captadas pelo repórter de imagem Carlos Pinota da RTP.

francisco madruga, uma crónica do sr adroaldo

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O Adroaldo, o Sr. Adroaldo

13 de abril de 2020, ano do vírus apelidado de 19 – COVID
Inicia-se mais uma semana, último dia de proibição das transumâncias entre concelhos.
Está sol.
Um nervoso miudinho vai tomando conta da minha carola. Sem perspetivas, sem tempo e sem luz ao fundo do túnel.
Tinha organizado as minhas férias para finalmente cumprir um desejo sempre adiado.
Fazer-me convidado dos pastores da minha terra. Levantar às 4 da matina para deitar o gado pela fresca. Caminharmos ainda no escuro, orientar-nos pelo rasto das ovelhas e pelo latido dos cães de guarda. Ao longe, depois de subida a ladeira, o dia começaria a nascer, os raios solares encheriam de vermelho alaranjado o tapete por onde os rastos deixados pelos aviões deslizariam lentamente marcando sulcos a mais de 10 000 metros de altitude.
Espero um dia conseguir concretizar este meu desejo de ser pastor por uns dias. Dirão os que me conhecem, que tudo isto será uma maneira de me abanquetar com as merendas. Talvez de tudo um pouco.
Nestes dias, continuamos a nossa sina de humanos galvanizados pelo imediato, esperando pelo momento de voltarmos a atacar a voracidade da vida.
O Papa, pede o fim das guerras e do fabrico de armas. As Misericórdias, querem que o Estado lhes leve os utentes pelos quais recebem mensalmente contribuições da Segurança Social. Bombeiros, Autarcas, Associações ecológicas e grupos de interesse movimentam-se para garantir o seu momento de glória. Um destes dias, saberemos quanto é cada uma destas e outras instituições recebem do orçamento de estado. Hoje, por hoje deveríamos encaminhar todos os esforços para o combate à Pandemia. Hoje, por hoje seria tempo de todos os setores estarem a remar para o mesmo lado. Mas não, todos se movimentam rumo ao lucro.
Voltaremos daqui por algum tempo, mais frágeis, com menos direitos e menos soluções.
Dizem-me que as crises são momentos ótimos para reorganizar a vida, inventar, progredir e ganhar.

No pó dos livros
Dos livros e dos livreiros entre outros ofícios

Recebi no domingo de Páscoa a notícia. Servida pela manhã, sem aviso prévio apesar de saber o seu estado de saúde.
O Adroaldo, o amigo, o cidadão, o autarca e o Livreiro tinha partido.
Conheci o Adroaldo há muitos anos. Fomos cimentando a nossa amizade na cumplicidade da construção da Democracia em Mogadouro e da relação com os livros.
A sua Livraria coexistia paredes meias com as estátuas de S. Sebastião e de Trindade Coelho.
Entrava-se na sua loja, onde se vendia de tudo. Na sala do fundo, estavam os livros.
O Pai, o Senhor Carvalho, tinha uma loja na rua de Santa Marinha. Ali literalmente vendia-se de tudo.
O seu balcão escondeu sempre a cumplicidade com os mais desfavorecidos, com os que pagavam o livro escolar a prestações. Lá estava o livro de merceeiro com o balancete do deve/haver.
– Está a ver. Ainda tenho isto tudo para receber e alguns do ano passado.
Como a generalidade das livrarias, a Livraria Carvalho vendia os livros de maior rotação.
As vendas não eram muitas e isso levava a que nem todas as casas editoriais visitassem o interior.
Muitas vezes, aproveitava a ida ao Porto para completar um ou outro pedido de cliente.
Mas o Adroaldo era muito mais que Livreiro.
Foi autarca eleito pelo Partido Socialista, cúmplice na construção da Liberdade e da Democracia.
Numa das comemorações do 25 de Abril foi alterada a Assembleia Municipal de Ordinária para Extraordinária de modo a não existir tempo para o público.
No final, como habitualmente realizava-se o almoço comemorativo.
O Francisco Cordeiro, eleito pelo PS, propôs que os representantes partidários não eleitos fossem convidados. Ninguém se pronunciou.
Foram todos saindo. O Francisco Cordeiro, o Ilidio Martins (Lila), o Fernando Bártolo, o Fernando Leitão e o Adroaldo acompanharam-me para o Kalifa. Ali almoçamos e marcamos um almoço para o 25 de Abril do ano seguinte.
Eram frequentes as sortidas do Adroaldo, do Lila e do Bártolo para fora de muros para usufruírem das paisagens, das pessoas e da gastronomia transfronteiriça.
Conta-se aliás, que numa dessas saídas foram buscar o Adroaldo a casa.
A esposa já em desespero atirou:
– Vocês levem-no e fiquem com ele.
O Lila e o Bártolo riram-se e lá foram.
Talvez para Fermoselle, Zamora, Miranda ou qualquer recanto da nossa terra.
Ultimamente o Adroaldo tinha-se reformado.
Na Livraria mandava a Carmo, dizia ele.
Na Transmontanices mandava o Paulo.
A Transmontanices é um daqueles locais onde se está bem. Aquela casa tem cultura.
No sótão fica o refúgio do Pimenta de Castro. Vão-se descendo as escadas e vemos história. Na parte inferior, onde morou a garrafeira, está a Transmontanices. Vinhos, queijos, azeite, doces regionais, livros, máscaras e muitas histórias.
Era aqui que o Adroaldo me recebia e me apresentava os produtos.
– Não se pode provar este?
– Tenho ali uma garrafa no frigorifico mas é do Lila. Foi para provarmos com o Bártolo.
– Leve que vai bem servido.
– Os vinhos estão um pouco caros.
– Eu gosto mais do branco.
Deve ter sido assim uma das últimas conversas.
Depois da apresentação do meu livro na Biblioteca Municipal Trindade Coelho lembrou-me:
– Fale com o Paulo, faremos muito gosto em vender o seu livro.
Um abraço Amigo Adroaldo, vou sentir a tua falta na ombreira do teu soto.
Vamos juntar-nos um destes dias para te recordarmos afetivo, companheiro e cidadão de corpo inteiro.

Comments
  • Ivone Ferreira Uau! Muito bom. Beijinho

    Ivone FerreiraIvone Ferreira replied

    2 replies 36m

  • Mané Fonseca A tua perspectiva do hoje e as crónicas da tua vida são FANTÁSTICAS 😊

    Francisco MadrugaFrancisco Madruga replied

    1 reply 49m

  • Inês Patrício Muito bonita a homenagem.

    Francisco MadrugaFrancisco Madruga replied

    3 replies 43m

  • Francisco Madruga Ora cá estão eles #semprejuntos Adroaldo, Lila e Bártolo na apresentação do meu livro “Histórias(de)Vidas” realizada na Biblioteca Municipal Trindade Coelho.
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AVANÇOS TECNOLÓGICOS NA LUTA CONTRA O COVID

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Pretty inventive.

After all, “ imagination is the essence of life.”

Conceicao

“Imagination is the essence of life” – Conceicao Andrade
Begin forwarded message:
If you must shop for food during this health crisis you should be attentive to personal protection.
The photos show some of the latest advances in protection against the Corona virus.
A mask and a blanket storage case…

EUA OS ASILOS DA MORTE 3600 MORTOS

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André Da Ponte
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Da redação – Nos Estados Unidos, 3.600 mortes foram relacionadas a surtos de coronavírus em casas de repouso. Este foi um aumento drástico se comparado a outras semanas, pois até então havia apenas 450 casos de óbitos há 10 dias atrás. Porém, os especialistas indicam que os números são…

espanhois regressam ao trabalho

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Rosely Forganes
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Observador

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Entre esta segunda e terça-feira 1,8 milhões de espanhóis voltam ao trabalho, em setores como a indústria e a construção. Empresas e sindicatos apontam falta de máscaras para proteger trabalhadores.

Entre esta segunda e terça-feira 1,8 milhões de espanhóis voltam ao trabalho, em setores como a indústria e a construção. Empresas e sindicatos aponta…

Entre esta segunda e terça-feira 1,8 milhões de espanhóis voltam ao trabalho, em setores como a indústria e a construção. Empresas e sindicatos aponta…

felix rodrigues analisa os casos de 12.4.20

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Hoje só tivemos 349 novos casos de infeção por SARS-CoV-2 em Portugal, contrariamente aos 589 esperados. Significa isso que evitámos 240 novos casos de infeção. Descemos, relativamente a ontem, 71% no número de infetados. Desejamos continuar a descer nessa tendência, porque se assim for, de facto estamos em trajetória descendente e no bom caminho. Tem-se verificado nos números anteriores um efeito de feriados e fins de semana. Espera-se que este não seja mais um desses efeitos.
Totalizam-se assim 16 934 as pessoas que foram diagnosticadas com Covid-19 em Portugal.
No que se refere à mortalidade, temos hoje mais 31 mortes, menos quatro do que era esperado. A infeção e a mortalidade em Portugal estão a ter comportamentos semelhantes.
O confinamento social e o distanciamento social voltou a resultar, e a produzir, resultados muito satisfatórios.
Morreram até agora no nosso país por Covid-19, 535 pessoas, quase o equivalente ao número de pessoas que morre por essa doença em Espanha num dia.
As imagens de ontem (Domingo de Páscoa) revelavam uma população consciente e controlada. Esperemos que não apareça daqui a dias algum descontrole inusitado, mas nada aponta para isso.
Ainda não chegámos ao patamar de controle da Coreia do Sul, pois de ontem para hoje subimos no total acumulado 2% no número de infeções. Esse aumento percentual está em linha com os crescimentos percentuais da Alemanha, Espanha e França, mas afastado do Reino Unido (+7%), Estados Unidos (+5%) e Itália (+3%).
Nos Açores foram diagnosticados mais seis casos positivos de COVID-19 na ilha de São Miguel nas últimas 24 horas, decorrentes das 183 análises realizadas nos dois laboratórios de referência dos Açores. Trata-se mais uma vez de uma tendência contrária à do território continental, com um aumento percentual de 6% relativamente ao acumulado. A infeção na ilha de São Miguel corresponde 64% dos casos das nove ilhas do Arquipélago, que hoje atinge um total acumulado de 100 casos.
No diagrama que aqui se apresenta, extraído do jornal o Público de hoje, que inquiriu uma amostra da população portuguesa, verifica-se que temos tido todos comportamentos distintos durante esta crise pandémica: 56% da população portuguesa sai de casa várias vezes por semana, o que significa que, não sendo para trabalhar, corresponde a ter dificuldades em fazer quarentena, e curiosamente, desse grupo, os que mais saem, são pessoas com mais de 65 anos de idade, ou seja, as que constituem o escalão etário de maior risco. Das duas uma: ou valorizam menos a sua vida e a dos outros ou possuem muito pouco apoio. É importante tentarmos perceber como lida a população envelhecida com o isolamento ou como a sociedade portuguesa vê o envelhecimento ou apoia os mais velhos.
A velhice é, em termos científicos ou de ilusão científica, uma doença à procura de cura.
A natureza e a nossa natureza não são comodidades – são necessidades. Precisamos levá-las a sério.

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Registados mais 6 casos de Covid-19 na ilha de São Miguel – Jornal Açores 9

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A Autoridade de Saúde Regional informa que foram diagnosticados seis casos positivos de COVID-19 na ilha de São Miguel, nas

Source: Registados mais 6 casos de Covid-19 na ilha de São Miguel – Jornal Açores 9

EQUADOR MAIS 700 CORPOS REMOVIDOS

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Carlos Fino
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RFI

PANDEMIA ALASTRA NO EQUADOR

Enquanto a epidemia de coronavírus se alastra no Equador, as autoridades do país enfrentam dificuldades para lidar com o elevado número de mortos em decorrência da doença. .

VOU VIAJAR DE AVIÃO NESTA QUARENTENA, QUEREM VIR?

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JOSE F VENTURA,REPROGRAMAR O FUTURO É PRECISO

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  1. PENSANDO E REPENSANDO …

    REPROGRAMAR O FUTURO É PRECISO

    Terminava o meu último artigo de opinião publicado sob o título COVID-19 – (Guānzhuàng bìngdú) AÇORES vs. PORTUGAL E EUROPA – Assegurar o Futuro é Urgente, com referência a um artigo publicado neste Jornal datado de 1 de novembro de 1998 (vai a caminho dos 22 anos) e, assinado pelo médico veterinário, Dr. António Manuel Cabral que, tomo a liberdade de tomar como matéria, para a presente redação de hoje, pensando e repensando no passado, no presente com o pandémico COVID-19 e, no Futuro, na nossa sucessão.

    O Passado faz História. Diz-se, quando algo sucede no atual e de que há memória, logo se faz analogia entre o que sucedeu e o que está sucedendo. Daí, que “o passado deveria ter sido futuro” título do artigo acima referido, do Dr. António Cabral, nos leva a retroceder a 1981, aquando e como empresário de uma empresa agroalimentar virada para o mercado internacional, com clientes nos Estados Unidos da América, Inglaterra, Suíça, Alemanha e outros países interessados como África do Sul, fomos impedidos de satisfazer os mesmos, pela inibição de Portugal poder exportar carnes ou seus derivados, quer para os EUA quer para a Europa e, os Açores como uma Região portuguesa estar como tal, impedida também de o fazer. Para o efeito, era necessário provar que os Açores eram uma Zona Indemne de doenças animais. Não vamos aqui, explanar a luta travada perante tal situação. Íamos com muitas dificuldades económico-financeiras lutando pela sobrevivência de uma empresa que acreditávamos e, confiávamos que o governo resolveria o grave problema que seria para a economia futura e na área alimentar se não o fizesse. Não desistíamos, estávamos presentes em feiras internacionais obtendo os melhores resultados negociais, testemunhados inclusive pelos governantes que acompanhavam aqueles eventos. Depois do governo português ter descalçado a “bota” com a passagem da responsabilidade no assunto para o governo açoriano, envolvemos políticos americanos (nomeadamente o Congressista Barney Frank que, nos escreveu mais tarde a lamentar não ter sido correspondido nos esforços despendidos) e, regionais como os deputados ao Parlamento Europeu na altura, que nada em especial fizeram a não ser um simples lamento quando tivemos finalmente a perceção de que iríamos claudicar. Do Plano do Governo para 1986 no seu programa nº 35 “Sanidade e Higiene Pública Veterinária” a defesa sanitária da Região e a melhoria de qualidade higiénica dos produtos bem como a construção de duas estações de quarentena uma na Terceira e outra em S. Miguel, condições essenciais para o reconhecimento dos AÇORES como “Zona Indemne” pelos EUA e Países Europeus, ainda estamos à espera. De umas instalações exemplares na sua construção e equipamento, consideradas por muitos entendidos estrangeiros como uma das melhores da Europa, travestiram-se em armazéns e oficinas. Na economia perdeu-se a entrada de divisas e o empobrecimento do seu extrato industrial, no trabalho extinguiram-se pelo menos cerca de 25 postos de trabalho com perspetiva de aumento, para além do projeto social pretendido na zona de implantação do empreendimento.

    Perguntarão os nossos leitores, que interesse para o momento que estamos a passar, tem esta nossa redação. A frase inserida no artigo no princípio referido que trata precisamente de uma análise ao quadro sanitário na Região por um especialista na matéria que escreve a certa altura em relação ao Estatuto de Zona Indemne porque tanto lutamos, em duas condições de cidadania, empresário e responsável político, o seguinte: “Tínhamos obrigação de ter conseguido para estas ilhas um Estatuto de Zona Indemne que nos permitisse controlar com muito rigor tudo o que entra porque disso depende o futuro dos nosso filhos”, dá-nos a razão.

    Como este exemplo, muitos outros existem no “deixa andar” a que muitos se deixam adormecer nas cadeiras do poder. Reconsiderem a posição de representantes de quem lhes deu o voto para o bem e para o mal.

    Aqui nos Açores, a situação a que esta pandemia nos obriga, leva-nos a pensar se, paralelamente à atenção dispensada à saúde pública no extermino do Covid-19 e, auxílio aos diversos setores da economia, não deverá ser acompanhada da preocupação em elencar medidas que nos leve aquando da retoma da nossa vida que se quer o mais normal possível, mostrar a quem de direito quem somos e o que queremos para o nosso Povo.

    O reconhecimento do nosso “espaço” por terceiros, é uma reivindicação que se exige. A reconstrução do nosso tecido produtivo e industrial, é imperioso para menorizar a nossa dependência do exterior etc. etc.

    Não guardemos para amanhã o que ainda pode ser feito hoje.

    A terminar, o reconhecimento do meritório trabalho muitas vezes incompreendido pelos que, infelizmente só olham o seu umbigo, para os que estão presentes na linha da frente neste gigantesco combate. Que nesta Páscoa que nos separam fisicamente, estejamos solidários com os mais necessitados, través do simbolismo da Ressurreição de Cristo.

    José Ventura

    2020-04-09