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Com um servidor em cada casa, podemos retomar o controlo da internet – Libratum

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Com um servidor em cada casa, em conjunto com algumas mudanças na legislação, podemos retomar o controlo da internet dos gigantes tecnológicos.

Source: Com um servidor em cada casa, podemos retomar o controlo da internet – Libratum

fake fake fake….PAREM DE POSTAR ESTA MENSAGEM É FAKE

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https://blog.lusofonias.net/2020/04/21/e-verdade-que-o-facebook-so-exibe-as-mensagens-de-25-dos-seus-amigos-com-video-poligrafo/

 

FAKE AHEAD, FAKE EM FRENTE…

Olá pessoal acho que é verdade porque eu também notei que os like são sempre das mesmas pessoas
Bom dia… Eu também fiz isso
Queria saber, onde estavam todos os meus amigos? É triste ter 3081 amigos e apenas 25 estão autorizados a ver minhas mensagens. Eu ignorei esse post mais cedo porque eu não pensei que funcionasse.
Está a funcionar! Tenho um novo feed de notícias. Assistindo publicações de pessoas que não vejo há anos.
Essa é a forma de contornar o sistema que o Faceboo…

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Este tipo de posts é treta. Não é por copiarem o mesmo texto que se vão “ligar” uns aos outros. O Facebook liga uma pessoa a outra de acordo com a amizade delas e com o quão relevante o Facebook acha que os posts de uma pessoa são para a outra.
Deste modo, é muito mais fácil “treinar” o algoritmo do Facebook interagindo com os posts das pessoas que realmente nos interessam (likes, comentários, mensagens privadas, etc.).
A melhor maneira de ver quem o Facebook acha mais importante para uma pessoa é escrever um @ nos comentários da app móvel (sem escrever nenhuma letra) e ver quem aparece nas sugestões. Essas serão as vossas pessoas mais próximas, segundo o Facebook, e portanto serão os posts delas que verão mais.
Beijinhos e abraços 😊

VILA FRANCA FORTE ABANDONADO

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Ruínas de Forte.
Com forma de ferradura.
Foi útil e m que século? XVI ou XVII?

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Ruínas de Forte.
Quantos séculos terá?
Vila Franca do Campo.
Freguesia de Ribeira Seca.
Os antigos alicerces tem forma de ferradura.

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Mirante e antigo Forte
Na entrada da pastagem está o Mirante.
Nas publicações que fiz antes alguns amigos deram mais um contributo que pode ser uma hipótese de trabalho a fazer no futuro.A estrutura foi construída com Pedras do local com misturas de Barro, Tufo,Pozolana, Cal e Areia fina branca.Nas estruturas de I Guerra Mundial e de II Guerra Mundial que tenho encontrado pela ilha de São Miguel todas têm cimento. Neste Forte só tem as matérias que atrás sitei. Doutor Sérgio Rezendes, Doutor Carlos Melo Bento, Doutor Félix Rodrigues, Doutor José De Almeida Mello. A Junta de Freguesia de Ribeira Seca? Câmara Municipal de Vila Franca do Campo devia ter algum interesse histórico ou mesmo para turismo ver.Aliás a Câmara Municipal têm pessoal técnico de grande qualidade exemplo: Engenheiro, Arquiteto, Historiador, Arqueólogo?Salvar o Patrimônio construído com sangue suor e lágrimas deixadas pelos nossos antepassados.

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ISABEL REI E A PUNGENTE GUITARRA GALEGA

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Isabel Rei Samartim
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https://www.facebook.com/isabel.reisamartim/videos/10220658471908148/

Dedicado a tod@s @s médic@s que estão a lutar e receber as consequências do coronavírus.

Luis Eugenio Santos Sequeiros (1909-2013) foi um médico canguês, nascido na Póvoa do Caraminhal, guitarrista amador de grande beleza compositiva e arranjador de canções galegas para guitarra. Ensinou música aos seus filhos e filhas, e organizou um grupo de plectro em Cangas ativo nas últimas décadas do s. XX. Este lindo trémolo está dedicado à sua filha Conchita.

https://www.youtube.com/w…

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-3:23

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  • Claudio Cecere la canciòn es hermosa y la interpretaciòn es sublime! 💯 💯 💯 💯 💯 💯

FINLÂNDIA PREFERE SAIR DO EURO E NÓS TAMBÉM

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FINLÂNDIA PREFERE SAIR DO EURO
A TER DE “PAGAR AS DÍVIDAS DOS OUTROS”
(Nós deveríamos dizer o mesmo – antes sair que pagar juros indevidos e permitir vantagens fiscais injustificadas, ficando sem capacidade para investir e crescer… )

La Finlande ne s’accrochera pas à l’euro à n’importe quel prix…

20MINUTES.FR
La Finlande ne s’accrochera pas à l’euro à n’importe quel prix…

CARTA ABERTA Exmo Sr Presidente do Governo Regional dos Açores. Dr Vasco Cordeiro

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Sonia Borges de Sousa to Info Açores

CARTA ABERTA
Exmo Srº Presidente do Governo Regional dos Açores.
Compreendemos a necessidade de travar a epidemia, compreendemos a necessidade das cercas sanitária, mas há um ponto em que “Fique em casa pela sua saúde” deixa de ter sentido.
As crianças precisam de ar puro, de sol, de ginástica e nem todos têm quintais, varandas. Os hipertensos precisam de andar , principalmente ao fim do dia, os doentes com depressões não suportam muitas vezes quatro paredes. Todos aceitaríamos tais medidas se tivéssemos sido irresponsáveis, se tivéssemos mantido o mesmo tipo de vida, mas não foi o caso. Mais de metade dos casos advêm de incúrias em instituições ligadas à saúde, à falta de medidas drásticas no inicio desta epidemia tais como, quarentena obrigatória em alojamento designado para o efeito, proibição de circular entre ilhas, o desaconselhar o uso de mascaras, um plano de contingência válido no HDES, criação de espaços para sem abrigos e dependentes com acompanhamento medico etc etc.
O Drº Tiago Lopes não pode ser a única cara presente neste período para o bom e para o mau. A população pede explicações e certamente não será ele o responsável pelos planos de cada Hospital, Centro de Saúde, Lar de idosos, unidades de apoio à toxicodependência.
Há ilhas sem casos, e a economia precisa de funcionar. As medidas preconizadas pelo vosso e nosso governo não mitigam mais de 20 % da quebra de produtividade e riqueza, todos sabemos que teremos meses de austeridade.
Assim solicita-se que explique porque
a) Não podem as ilhas que não têm e nunca tiveram casos activos recomeçar a sua vida gradualmente mantendo as deslocações de e para fora da mesma condicionadas.
b) Não podem as ilhas que não tem casos ha mais de 15 dias recomeçar a abrir parte da economia
c) Não pode continuar na ilha de S Miguel as cercas, mas permitir passeios de cães, caminhadas com devida distancia?
d) Abertura na Clinica Bom Jesus ou outro espaço, consultas efectivas para doentes graves, que inspire confiança ao utente e corpo clinico
e) Criar um espaço para doentes Covid -19 não graves, onde se soubesse que estavam confinados e não quebrariam as regras ( como já sugeriram o lar de Belém, um hotel etc).
f) Serviço de Catering no Hospital HDES e mini refeitórios em cada bloco/ enfermaria para refeições de todo corpo clínico
g) Abrir um local para todo o pessoal de serviço ao HDES poder dormir entre turnos.
Exmo. Sr Presidente se continuarmos a aguardar a identificação do paciente zero a cada contaminação, mesmo que a mesma surja apenas numa ilha, o preço a pagar será muito mais caro e não o resumam apenas a termos económicos, coloque na balança os médicos, psicológicos, sociais.
Esperando a sua presença e explicações a toda a população, subscrevo-me
Atenciosamente
Sónia Borges de Sousa

Stability of SARS-CoV-2 in different environmental conditions – The Lancet Microbe

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We previously reported the detection of severe acute respiratory syndrome coronavirus2 (SARS-CoV-2) in different clinical samples.1 This virus can be detected on differentsurfaces in a contaminated site.2 Here, we report the stability of SARS-CoV-2 in differentenvironmental conditions.

Source: Stability of SARS-CoV-2 in different environmental conditions – The Lancet Microbe

OPINIÃO DIVERGENTE morrer com ou morrer de Covid-19

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Erro (não intencional) ao lidar com esta pandemia? Não se fazer diferença entre quem falece COM ou DO vírus, fazendo aumentar a taxa de mortalidade e levando às medidas excessivas. Opiniões?

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Andre Dias

Epidemia
Olhar para as provas e dados objectivos é urgente

A propagação local e mundial do SarsCovid-2, vírus identificado na China, provocou uma reação inédita a este tipo de pandemias. Muitas consequências são mesmo potencialmente imprevisíveis, perigosas ou até irreversíveis. O motivo teria de ser fortíssimo e assim foi apresentado. Um vírus, com algumas semelhanças aos que que coabitamos, mas bastante mais perigoso. A 3 de Março a OMS revelava uma taxa de letalidade de 3,4% que resultava de 99% de infetados sintomáticos (na China). Era aparentemente menos eficiente na transmissão que o influenza. Defendia por isso que estratégias de contenção eram possíveis e que “devíamos tudo fazer para o conter”. As imagens e relatos que nos chegaram de Itália (e depois de Espanha) pareciam confirmar que algo de diferente se tratava. Perante o medo crescente dos seus cidadãos e respaldados pela OMS foram tomadas por muitos países, Portugal incluído, medidas nunca antes experimentadas. Suspenderam-se liberdades individuais e, de certa forma, suspendeu-se a vida tal a conhecemos. Tudo por uma causa maior. Pensamos, que a esmagadora maioria compreendeu e concordou.

No entanto, alguns investigadores e especialistas de topo, mostraram publicamente estranheza ou até estupefação. O que sabíamos na altura

Os dados iniciais de surtos infecciosos são essencialmente ruído, com muito pouco para tirar de sinal. Primeiro, porque durante algumas semanas não há agente identificado, depois, não há teste específico para o agente, depois, só há testes virológicos (onde estamos agora) e, só bastante mais tarde, aparecem testes serológicos/ anticorpos. Os testes virológicos só podem ser feitos numa janela temporal muito curta ou dão negativo, daí induzirem um ruído gigantesco. Os serológicos indicam se alguma vez houve contacto com o vírus, logo podem ser feitos em amostragem populacional e permitem dados estatisticamente significativos. Neste momento (escrito a 23 de Março), “ NÃO HAVIA nenhuns dados fiáveis para estimar a letalidade da covid19, podiam ser 0,001% ou 5%. Tudo isso é ruído. O número de infectados podia ser o que se conhecia ou dez mil vezes maior (sim, dez mil vezes).” Só com a chegada de testes serológicos se começa a ter real imagem da doença na sociedade.

Por exemplo, a gripe Suína começou com estimativas de 30% — literalmente extinção humana em poucos meses — e acabou abaixo de 1%, abaixo da gripe sazonal (0,02%) e não fez dano nenhum relevante.Este é o tipo de ruído com que estamos a lidar.

Relativamente ao SarsCov-2 os únicos dados minimamente fiáveis que se tinham à data eram de testes virológicos do cruzeiro Diamond Princess, porque toda a gente foi testada num intervalo relativamente curto. Indicavam 1% de letalidade numa população muito envelhecida, em ambiente confinado e a partilhar cantina. Podemos ter certeza estatística de que o mundo fora do cruzeiro terá taxas bem mais baixas. Adicionalmente, menos de 20% das pessoas foram infectadas e não havia ainda explicação para tal. Como não se podia sequer estimar no início a letalidade, todo o medo e pânico são irracionais. É preciso um cuidado extremo, extremo, paranoico, com a divulgação de dados iniciais de surtos em particular com a letalidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) devia responder criminalmente por não controlar esses dados e não assegurar que indica a ordem de grandeza do ruído. Foi só e apenas isso que fez este “surto”.

A equipa do Imperial College que fez previsões catastrofistas tem um historial macabro de indicação para abate de centenas de milhares de animais por causa da ‘foot and mouth disease’. Verificou-se na altura que o modelo estava errado, sendo, no essencial, o mesmo usado agora. Numa audição parlamentar, Neil Ferguson reviu as estimativas do Imperial College, sem qualquer justificação plausível além de “medidas” que não especificou, passando de 500 000 para 20 000 mortos!

Mesmo que fosse muito mau, os vírus pulmonares são sempre lentos, nunca infectam mais de 30% das pessoas por ano, não importa o “como” e “onde”. Os vírus rápidos são os vírus que estão disponíveis na pele ou secreções, que têm proteção do ambiente até ao momento de infectar um novo hospedeiro. Os vírus pulmonares têm de estar expostos ao ambiente hostil algum ou muito tempo, que lhes reduz dramaticamente a capacidade de infecção — por exemplo são destruídos pelos raios ultravioleta – o que os torna muito mais lentos e muito influenciados pelos pequenos aumentos de imunidade de grupo.

A gripe tem sempre estirpes com imunização zero. A OMS faz previsão das estirpes e falha muitas vezes, ficando uma ou duas estirpes de fora da vacina para as quais a imunidade é zero. Decisões como encerrar escolas são erros grosseiros, que ninguém em momento nenhum, incluindo a OMS, recomenda ou reconhece qualquer prova de eficácia. Teria sido tempo de usar o conhecimento de cem anos de epidemiologia na gestão desta epidemia, em vez de adoptar medidas extremas, que nunca foram testadas em lado nenhum, e que seguramente terão um grande impacto negativo na nossa vida.

As declarações do dr. Jorge Torgal vêm claramente nesse sentido. Ele é bem incisivo nas declarações na véspera do anúncio do fecho das escolas. Além de só recomendar algumas medidas de afastamento social declara “para outros passará por fechar escolas, mas fechar escolas não tem qualquer justificação técnico-científica e não colhe nada, mas há quem não pense assim.” Público, 12 de Março de 2020 O que sabemos agora

A Estimativa da OMS de 1% de assintomáticos tem sido completamente rejeitada pelos factos. Neste momento já temos evidência suficiente para perceber que uma percentagem de assintomáticos é significativamente maior (de 50% a 80%). Este facto, só por si distorce irremediavelmente a perspetiva que a OMS tinha do vírus em causa e da melhor forma de o combater. A base para a tomada destas políticas foi a ideia de que este vírus era especialmente perigoso, 3,4% de letalidade. Neste momento, isso já não é minimamente credível.

Os dados de que já dispomos entre estimativas do centro de medicina baseada em prova de Oxford abaixo de 0,36% e de vários estudos serológicos (embora ainda insuficientes para o valor final) vão no sentido da letalidade ser numa ordem muitíssimo inferior, possivelmente inferior à da gripe normal (0,04-0,6). As idades médias das vítimas serem muito elevadas (85/ 80 em Portugal) e as morbilidades associadas (muitas) também parecem indiciar que a esmagadora maioria das mortes poderão acontecer sem sequer intervenção do vírus ou que o vírus será apenas a “gota final”. Em Itália por exemplo, foi relatado que apenas 12% das mortes reportadas por Covid-19 tiveram causa direta no vírus. Isto cria camadas de vieses de seleção com distorções enormes nos dados apresentados.

Quando há teorias divergentes, elas só podem ser rejeitadas ou validadas por predições. Neste momento está claro a falência total das previsões que suportavam o tipo de medidas adotadas. Japão, Coreia do Sul e Suécia com medidas menos restritivas não tiveram a catástrofe anunciada. As curvas de praticamente todos os Países vão de encontro a um normal surto de gripe (em alguns casos potenciado por dois Invernos de atividade gripal baixa). As curvas da epidemia (novos casos) chegaram todas ao pico sensivelmente ao mesmo tempo, sinal que foi a natureza, a primavera, a ditar a regra não a quarentena.

Conclusão

As contagens criadas e os procedimentos da atribuição causal da morte, em consequencia de ser esta uma doença de notificação obrigatória, ao SarsCovid-2 causam grande distorção. Confundem-se pessoas que morrem COM o vírus com pessoas que morrem DO vírus. Tudo indica que a grande maioria morre COM o vírus ou que o vírus apenas contribui para um desfecho em doentes muito debilitados (muitas vezes com outros vírus e bactérias).

Se fizessem o mesmo com a gripe “normal” numa das epidemias anteriores (em que morreram muitos milhares de pessoas em pouco tempo) e contassem quem estivesse COM Influenza ou a ILI (mais frequente na altura) no organismo, os números seriam igualmente alarmantes. Mas nunca houve nada semelhante. Por isso (e não só) a perceção pública está tão distorcida.

A do governo não pode estar. Para além dos óbvios impactos sociais e económicos desta situação poderemos ainda juntar um outro. Arriscamo-nos a ter uma epidemia, em que uma população não imunizada ao SarsCovid-2 o terá de enfrentar juntamente com outros vírus da proxima epoca gripal.
Aí sim, poderemos ter um gigantesco problema de capacidade hospitalar. Fecharemos de novo as portas? Os duríssimos compromissos implementados pretenderam (e bem) valorizar o humanismo. Mas o humanismo e a racionalidade não podem ser concorrentes, têm de ser aliados.
É preciso levantar todas as restrições. A começar pela abertura imediata de todas as escolas para retoma da actividade económica e da vida social de seguida

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FELIX RODRIGUES ANAISA OS DADOS DE 18.4

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Hoje superámos os números redondos dos 20 000 infetados por SARS-CoV-2 em Portugal e as 700 mortes por Covid-19.
Ontem nos Açores, de uma vez só, apareceram 21 novos casos e registou-se mais um óbito, agora totalizando a meia-dúzia de mortes no Arquipélago.
Na Madeira, saltam, sabe-se lá por quê, e de forma imprevisível, uma dezena de casos em Câmara de Lobos.
Números pequenos têm um efeito avassalador numa pequena população, e números “avassaladoramente elevados” não provocam grandes efeitos em populações muito grandes. Até dá para se elaborarem teorias da conspiração acerca da existência ou não existência de gente infetada. Nas populações pequenas os infetados e mortes têm um nome mas nas populações muito grandes os mortos e infectados são apenas números.
O salto nos Açores não corresponde a uma tendência ou regra matemática, pois esse número não é explicado por uma regra de probabilidades ou de aleatoriedades. É mais um daqueles infortúnios da entrada do vírus num lar de idosos como vem sendo comum em todo o país. Cada entrada dessas num lar de idosos, se não detectada a tempo, vai infetar no mínimo 20% dos residentes e funcionários. Este número é extrapolado do que tem acontecido em navios de cruzeiro ou outros, onde a infeção foi crescendo até esse valor, mesmo com a tentativa de isolar todos os passageiros a bordo.
Essa regra, também se aplicará a infetados isolados em hoteis, quando num deles apareça um caso.
O País tem agora 20 2026 infetados (mais 521 casos do que ontem), tendo descido ligeiramente em valor absoluto. Relativamente ao previsto para este dia, tem-se apenas menos 32 casos infeção, o que significa que de facto estamos a estabilizar matematicamente a infeção mas com um número de casos diários ainda elevado.
O melhor indicador da evolução da epidemia no país é a mortalidade, pois esta não está dependente do esforço analítico ou da decisão de fazer ou não fazer o número apropriado de análises. De ontem para hoje tivemos mais 31 mortes, atingindo-se o acumulado de 718 óbitos. São menos 4 óbitos que o número estimado. Também isso significa uma certa estabilização da infeção.
A letalidade passou hoje em Portugal a ser cerca de 3,6%, tendo subido de ontem para hoje. Havendo um atraso na mortalidade relativamente à infeção esta terá sempre tendência para subir, o que pode indicar também uma redução da velocidade de infeção.
Perante sinais positivos de abrandamento há quem defenda de imediato a reabertura do país e um regresso normal à economia. Ora, o vírus ainda anda nalguns sítios na parte de fora da porta, e evitar que entre em casa, não basta descalçar os sapatos quando se regressa ao lar.
De facto, como diz o epidemiologista português, André Dias, não se tem verificado um efeito na mortalidade portuguesa nesta altura do ano relativamente aos anos anteriores. A mortalidade está, como ele diz: “absolutamente banal”. Isso é ótimo, pois significa que não saturamos o Sistema Nacional de saúde como está a ocorrer noutros países. A nossa letalidade de hoje (3,6%) não se pode comparar com a letalidade da Itália (13,2%) ou com a letalidade da Espanha (10,5%).
Subimos em termos percentuais de ontem para hoje, mais 2,6% do total de casos acumulados até ontem.
Se com os dados da última semana, alguém quiser falar de “pico”, ele terá ocorrido no dia 15 de março, ou seja, foi nesse dia que tivemos o maior número de casos acumulados.
Sair agora, é quase semelhante a esperar um ano inteiro para sair de casa e fazê-lo no dia mais tempestuoso desse ano.

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ENSINO EM TEMPO DE COVID

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A situação a que estão sujeitos os professores com o ensino à distância via internet (acredito no bom trabalho da Teleescola), no ensino secundário e básico, é humilhante e devia parar hoje, com a suspensão do ano lectivo, medida que muitos defendem na área, com a qual concordo. Ninguém vai suportar 2 meses e meio disto, e as baixas psiquiátricas vão aumentar, as pré-reformas entrar em massa; e os alunos bons, médios e com dificuldades ficar ainda mais indefesos porque não vão conseguir aprender nada assim. O Governo tem que reconhecer o erro e recuar. Não são só piratas informáticos, gente sem escrúpulos ou inconsciente, a humilhar professores e alunos, em que o crime de violação de imagem e a invasão da vida privada tornou-se norma. São alunos que estão a meio da noite a descarregar programas que só a essa hora funcionam; são professores sem computadores ou sem saber usar programas; são professores descompensados a marcar testes online, feitos ao lado pelo pais; são pais desvairados que interrompem aulas para falar com professores; são centenas de emails por dia para gerir, nem professores nem pais conseguem, muito menos alunos, grande parte nunca teve sequer email na vida; são milhares de crianças em famílias sem suportes informáticos e com medo do desemprego e da miséria, em situações de grandes conflitos familiares, e tensão social. No meio disto ainda se prolonga este inferno para 26 de Junho, quase um mês a mais do previsto calendário, se tiram as férias aos miúdos e professores que estiveram presos em casa (quarentena não são férias, é uma prisão), com medo, sem conseguir conviver e descansar. É tudo absurdo. Vão aprender o quê nestas condições? Um exemplo de sucesso aqui ou ali não invalida que no todo está tudo a falhar nesta fórmula, recuem no Ministério da Educação em nome de todos, professores, pais e alunos, em nome do país. Perguntam-me o que fazer com os exames? Bom, não sei responder a isso, sempre fui contra exames, tenho a certeza, pelos estudos que são feitos na área, de que eles não melhoram, pelo contrário, pioram o desempenham de alunos e professores, pioram a qualidade do ensino. Por mim podem ser suspensos este ano e em todos os anos vindouros. É preciso autonomia pedagógica nas escolas, trabalho em equipa, com o fim da avaliação por desempenho, fim de exames, redução de programas e horários e recuperar o gosto de aprender e ensinar, a ciência pura e abstracta, fundamental, tudo isso devia voltar. O que se está a fazer aos professores, alunos e pais viola direitos fundamentais, e não garante ensino algum, é um simulacro que só vai contribuir para mais burnout, pré-reformas e desinteresse dos alunos, já desmotivados por uma escola que não tem conseguido cumprir a sua missão porque se tornou mercantil e virada para um mercado de trabalho pobre. Ontem uma professora, sem computador com câmara, que está há 3 semanas a pedir uma solução a colegas e director, disse-me num bom resumo “isto não serve para nada, só os alunos Excelentes vão fazer alguma coisa, de resto andamos todos a fingir”.

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  • António Marranita “são professores sem computadores”
    pensar que exista isso assusta-me bastante…
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    • Author
      Raquel Varela António Marranita Mas eu estou a ser sincera, não acho os computadores indispensáveis. Eles substituem secretárias e trabalho administrativo, tem que se contratar mais e libertará os professores para a leitura.

Ó MENINA NÃO HÁ MÁSCARA NEM LUVAS QUE A SALVEM

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Valter Franco to Liberta a expressão

tmS3tp ohrnossormmedh

Nem mais…

https://www.facebook.com/luis.serranogarcia.10/videos/3204132276286818/?t=48
-0:45

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