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o comunicado da dir das prisões …e alguém mente

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pediram a …… sabiam da medida a……

Ponta Delgada, 21 de Abril de 2020

Esclarecimento do Governo dos Açores

Tendo em conta o teor da informação prestada pela Direção-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais à RTP/Açores, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, esta Direção-Geral havia recebido uma solicitação do Governo dos Açores para a realização de testes aos reclusos que são libertados no âmbito da situação provocada pela pandemia de COVID-19, o Governo dos Açores considera imprescindível tornar público o seguinte esclarecimento:

1. No dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.

Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.

2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.

3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.

Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”

4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.

5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.

6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.

7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril.

Esse pedido foi recusado

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  • Eduardo Sarmento As competências do Governo Regional NÃO ABRANGEM esta àrea… NEM a das forças de segurança… NEM militares… NEM muitas outras, como se viu relativamente ao controlo das acessibilidades aéreas. “Dizer grosso”? seria como “uivar à lua numa noite de lSee more
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    • Eduardo Sarmento O GR não podia fazer nada para impedir a libertação… a não ser, talvez, ter logo “metido ao barulho” o “útil” Ministro da Republica e a própria Ministra da Justiça… e mesmo assim, apenas teria ficado com as “costas mais largas”. O GR não tem qualquSee more
  • Roberto Ávila Mas podia ter demonstrado oposição à medida… amen
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os reclusos nunca deveriam ter saído sem testes

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AUTONOMIA NO TERRENO

Na minha opinião, o Governo Regional nunca devia ter aceitado que os reclusos saíssem da cadeia de Angra do Heroísmo sem serem testados e devia também ter mexido de imediato os cordelinhos para que os testes fossem efetivamente feitos.

Este é um caso em que as coisas não podem ser tratadas com diplomacia.

O ministro da República não foi erradamente trazido à liça e o Governo Regional não entabulou prontamente contactos com o Governo da República para resolver o assunto, como era sua obrigação.

Dito de outra forma: em casa de alguém, alguém manda e o Governo Regional, mais uma vez, perdeu a oportunidade de demonstrar que a Autonomia se cumpre, mais do que na Constituição ou no Estado, na defesa, no terreno, do interesse dos açorianos.

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  • Constantino Silva Acabei de concluir que os estabelecimentos prisionais são “enclaves” portugueses nos Açores.
    Entreguem as chaves ao Catarino!
  • Carlos Costa Rita Souto Gonçalves, percebi que os reclusos foram testados ainda na prisão (Terceira), só se sabendo o resultado quando já estavam em S. Miguel. Consegues esclarecer?
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a dir ger de saude achou desnecessário fazer testes aos reclusos

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Quando a ” tia Gracinha” acha, estamos tramados!

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Víctor Alves

Cadeia de Angra: Polémica estalou e promete crispação entre Ponta Delgada e Lisboa.

DIRETORA GERAL DE SAÚDE ENTENDEU QUE NÃO ERA NECESSÁRIO FAZER TESTES AOS RECLUSOS LIBERTADOS NA TERCEIRA.

A DIREÇÃO-GERAL DE REINSERÇÃO E SERVIÇOS PRISIONAIS DIZ QUE SÓ HOJE RECEBEU SOLICITAÇÃO DO GOVERNO REGIONAL PARA FAZER TESTES AOS RECLUSOS, MAS O EXECUTIVO AÇORIANO DESMENTE E DIZ QUE PEDIU NOS DIAS 11 E 12 PARA QUE OS MESMOS FOSSEM TESTADOS.

O Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais afirmou esta noite à RTP/Açores que só hoje 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19. O governo de Vasco Cordeiro acaba de distribuir um comunicado em que garante ter contactado os estabelecimenrtos prisionais nos dias 11 e 12 do corrente e que recebeu como resposta que a Direção-Geral de Saúde, contactara a Diretora-Geral de Saúde sobre o assunto, e que esta entendeu que os testes aos reclusos não eram necessários.
Em comunicado distribuído esta noite, o governo de Vasco Cordeiro refere que “no dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.
1.Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.
2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.
3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.
Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”
4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.
5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.
6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.
7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril. Esse pedido foi recusado”.

estão a fazer análises nas flores e corvo

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Porque estão a fazer analises nas Flores e Corvo e são considerados suspeitos? Alguém pergunta se são suspeitos ou se querem analise por outra razão.

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  • Joao Tavares Por aquilo que me é dado a perceber, mesmo por aqui na zona onde vivo, basta um espirro, tossir mais um bocado, ter o nariz a pingar para começar a cisma. Correm logo para o hospital pedindo para serem testados. Deverá também estar a passar-se o mesmo por aí. Digo eu.
  • Ana Albuquerque Taveira depois do festival das sopas nos Mosteiros já fizeram testes à população ?
  • Joao Tavares Preparem-se para as domingas e festas do Espírito Santo. Vai ser uma coisa muito complicada.

Esclarecimento da Autoridade de Saúde Regional

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Esclarecimento da Autoridade de Saúde Regional

A Autoridade de Saúde Regional esclarece que os dois ex-reclusos que testaram positivo para COVID-19 saíram do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo e foram diretamente para o Aeroporto das Lajes para seguir para Ponta Delgada.

Chegados ao Aeroporto de Ponta Delgada, foram diretamente para a unidade hoteleira designada, em viatura indicada para esse efeito, onde foram testados e permanecem, desde essa altura, em confinamento obrigatório.

Este foi o único percurso efetuado por estes dois ex-reclusos desde o momento em que deixaram o Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo até ao momento em que deram entrada na referida unidade hoteleira em Ponta Delgada.

Sonia Borges de Sousa
Na sequência da situação verificada com dois ex-reclusos, que chegaram a Ponta Delgada provenientes de Lisboa e que foram autorizados pelo Delegado de Saúde de Ponta Delgada a deslocar-se ao concelho da Ribeira Grande, em incumprimento do confinamento obrigatório em unidade hoteleira a que tinham de estar sujeitos, a Secretária Regional da Saúde exonerou, com efeitos imediatos, o referido Delegado de Saúde, Eduardo Cunha Vaz.

Para este cargo, e com efeitos a partir de hoje, foi nomeada Larisa Shogenova, médica assistente de Saúde Pública na Unidade de Saúde da Ilha de São de Miguel desde 2018.

A nova Delegada de Saúde de Ponta Delgada fez o Curso de Especialização em Saúde Pública e o Mestrado em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa.

Colabora, desde 2014, na Formação dos Internos de Formação Geral.

O seu estágio de Investigação Epidemiológica em Saúde Pública foi dedicado ao surto de tosse convulsa na região de Lisboa e Vale do Tejo durante o ano de 2012.

Ao longo da sua carreira participou em diversos estudos de âmbito epidemiológico e liderou vários projetos de intervenção no âmbito da Saúde Pública.

Tem formação na área de Auditoria em Saúde Pública e Sanidade Internacional e Medicina de Viagens.

Larisa Shogenova é licenciada em Medicina pela Universidade Estatal de Kabardia-Balkária de H. M. Berbekov, Nalchik, na Rússia, em 2003.

Recorde-se que a Autoridade de Saúde Regional já esclareceu que, relativamente a outros dois ex-reclusos que testaram positivo para COVID-19, estes saíram do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo e foram diretamente para o Aeroporto das Lajes para seguir para Ponta Delgada.

Chegados ao Aeroporto de Ponta Delgada, foram diretamente para a unidade hoteleira designada, em viatura indicada para esse efeito, onde foram testados e permanecem, desde essa altura, em confinamento obrigatório.

Este foi o único percurso efetuado por estes dois ex-reclusos desde o momento em que deixaram o Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo até ao momento em que deram entrada na referida unidade hoteleira em Ponta Delgada.

ESCLARECIMENTO DO GOVERNO REGIONAL

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ESCLARECIMENTO DO GOVERNO REGIONAL

DOS AÇORES SOBRE A POLÉMICA LIBERTAÇÃO

DOS RECLUSOS

Tendo em conta o teor da informação prestada pela Direção-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais à RTP/Açores, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, esta Direção-Geral havia recebido uma solicitação do Governo dos Açores para a realização de testes aos reclusos que são libertados no âmbito da situação provocada pela pandemia de COVID-19, o Governo dos Açores considera imprescindível tornar público o seguinte esclarecimento:

1. No dia 11 de abril, dia da entrada em vigor da lei que estabelece a libertação de reclusos no âmbito da pandemia COVID-19, a Secretária Regional da Saúde contactou telefonicamente os Diretores do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada e do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, solicitando-lhes que os reclusos a libertar nos Açores, ao abrigo dessa lei, apenas o fossem após a realização de teste de despistagem ao COVID-19.

Todos os procedimentos seriam realizados pelo Serviço Regional da Saúde.

2. No dia 12, endereçou uma mensagem de correio eletrónico aos dois Diretores dos EP situados na Região, fornecendo o contacto dos delegados de saúde concelhios de Angra do Heroísmo e de Ponta Delgada a fim de operacionalizarem a referida medida.

3. No mesmo dia 12, a Secretária Regional da Saúde recebeu uma mensagem de correio eletrónico do Diretor do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com conhecimento à Diretora do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, em que o mesmo informava que, após solicitar orientações ao Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais sobre o assunto, e o mesmo ter contactado a Diretora-Geral de Saúde, o entendimento era que “não se justificava a realização de testes aos reclusos”.

Na mesma mensagem, o mesmo Diretor, informava “que, caso V.Ex.ªs entendam pertinente, estou disponível para fornecer um contacto telefónico vosso aos reclusos que vierem a ser libertados, instruindo-os no sentido de, nos próximos dias, terem que obrigatoriamente contactar os vossos serviços, para os efeitos tidos por convenientes.”

4. Face a essa decisão, que impossibilitou o acesso aos estabelecimentos prisionais situados na Região Autónoma dos Açores para a recolha de amostras e realização de testes COVID-19 prévios à libertação, a Autoridade de Saúde Regional decidiu proceder à realização de testes aos ex-reclusos, uma vez estes postos em liberdade.

5. Face ao surgimento dos dois casos positivos de ex-reclusos provenientes do Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, a Secretária Regional da Saúde insistiu no pedido de realização de testes ao COVID-19, pedido que foi aceite.

6. Assim, não corresponde à verdade a informação prestada à RTP/Açores pelo Diretor-Geral da Reinserção e Serviços Prisionais, segundo a qual só hoje, dia 21 de abril, foi solicitado pelo Governo dos Açores a realização de testes de COVID-19 aos reclusos a libertar no âmbito da situação provocada pela pandemia COVID-19.

7. O pedido do Governo dos Açores para esse efeito foi feito, pela primeira vez, telefonicamente, a 11 de abril, seguido de troca de mensagens de correio eletrónico, a 12 de abril.

Esse pedido foi recusado

Ponta Delgada, 21 de Abril de 2020

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id-19: Portugal com mais 1255 mortes que o esperado no último mês

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Em todo o mundo e também cá… Além das mortes oficiais por COVID-19, houve num mês mais 615 do que a média expectável e praticamente todos na faixa acima dos 75 anos (abaixo, a divergência da média é insignificante). E isto apesar de terem diminuído imenso os acidentes de viação (a principal “causa externa”). E o excesso não foi tão grande na primeira quinzena da abril, após quinze dias de isolamento social. Repare-se muitas mortes não terão tido análises a COVID-19 na medicina legal.

Estudo indica que 49% das vítimas mortais foram causadas pelo novo coronavírus, mas estimativas são conservadoras. – Coronavírus , Sábado.

Estudo indica que 49% das vítimas mortais foram causadas pelo novo coronavírus, mas estimativas são conservadoras. – Coronavírus , Sábado.
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  • Nelson Zagalo Eu li o artigo ontem no NYT, demasiado cedo para esta especulação. Este artigo é precipitado e por isso também não o partilhei.

    No meio de muitas hipóteses, deixo esta simples: “Mais de 70% dos portugueses têm medo de ir aos hospitais e centros de saúde (..) Por causa do Sars-Cov-2, 26% dos portugueses deixaram mesmo de recorrer os estabelecimentos de saúde. Entre os doentes crónicos, foram 32%.”.

    Não é por acaso o alarme da ministra dizendo há dias que as outras doenças e problemas de saúde têm de voltar a ser tratadas.

    Leonel MorgadoLeonel Morgado replied

    1 reply 2h

  • Rui Ribeiro 1255 por mês são, em média, cerca de 40 por dia. Com números diários a rondar os 30 óbitos, indica uma taxa de eficácia de detecção do caso (mesmo em estado extremo) de menos de 50%. Se extrapolarmos para os casos este fator de dobragem, talvez fiquemos com uma ideia mais real dos números.
    Está na altura de começar a fazer os testes serológicos por amostragem na população e a todos que achem que já tiveram contacto com o vírus.
  • Rui Ribeiro Fiquei preocupado com esta notícia, especialmente porque não detalhou o comportamento nem distribuição temporal dos 1255 casos. Se estes casos estivessem em crescimento descontrolado, algo de muito mal estava a acontecer. Olhando para o gráfico, nota-se, de facto, uma lomba, mas volta a descer, acompanhando a curva de casos novos conhecidos. Ou seja, não estamos a detectar todos os casos, mas também podemos afirmar que não há eventos extremos a ocorrer que não estão a ser detetados.
    Fica aqui o link para quem quiser ver o gráfico em maior detalhe.
    https://evm.min-saude.pt/
    SICO - eVM
    EVM.MIN-SAUDE.PT
    SICO – eVM

    SICO – eVM

    • Leonel Morgado Rui Ribeiro sim, não são eventos, é transversal. Há uma subida durante março, colocando-nos cerca de 50 mortos por dia acima do esperado (eles falam em 40 porque estão a ser mais conservadores). Corresponde à pandemia a propagar-se. Depois a propagação abrandou ou parou e vemos o retomar da tendência anual que seria de descida, mas continuando a ter 50 mortos/dia a mais. Acho-os ainda mais significativos porque os acidentes de viação, que são uma fonte importante, baixara muito.
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DIREÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS PRISIONAIS RECUSOU TESTAR NA CADEIA OS 23 RECLUSOS QUE FORAM LIBERTADOS

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A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais «não teve recetividade» para que os presos a serem libertados fizessem testes antes de viajarem !? Eu não ouvi bem de certeza. Quem é que manda aqui? É este senhor Rómulo que está em Lisboa? Com base em que critério? Do colonialismo? Ainda? 🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬

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  • Natacha Pastor Tudo feito do pé para a mão em vésperas de fim de semana alargado por causa da Páscoa (que não houve em termos efetivos, embora no coração continue a existir). Foi um tal tirar pessoas da cadeia, sem qualquer rigor às regras mais fundamentais que decorrem neste Estado de Emergência e de Pandemia.
  • Jose Clemente Fernandes Contudo a maior preocupação atual é a comemoração do 25 e que está a ser organizado na máxima segurança 🤐🤐🤐😠😠😠
  • Pedro Moreira E os estudantes açorianos continuam confinados nas suas casas em território continental. Louvado. Viajam presos sem fazerem testes, pessoas diagnosticadas com a doença a quem se pagam 15 dias em hotel de quatro estrelas e o Governo Regional embirrou com os pequenos
  • Lúcia Duarte Ouvi o mesmo e estou possuída!!! O que é isto?????🤬🤬🤬🤬
João Câmara to COVIDANIA

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DIREÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS PRISIONAIS RECUSOU TESTAR NA CADEIA OS 23 RECLUSOS QUE FORAM LIBERTADOS

https://www.facebook.com/1641577042/posts/10219807008079268/?d=n

Víctor Alves

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Cadeia de Angra

DIREÇÃO GERAL DOS SERVIÇOS PRISIONAIS RECUSOU TESTAR NA CADEIA OS 23 RECLUSOS QUE FORAM LIBERTADOS

Tiago Lopes foi claro esta tarde. A direção geral de serviços prisionais e reinserçao social recusou testes aos reclusos libertados. Mais disse o diretor regional da saúde que os reclusos libertados no continente e despachados para os Açores chegaram sem que os responsáveis de lá e de cá se entendenssem sobre os procedimentos a seguir. Está tudo dito. O resultado foi a deteção de dois casos positivos entre reclusos libertados na Terceira. Estes ex-reclusos, mais os atuais, bem como guardas e funcionários estão já a ser testados para se saber se há mais infetados. Permanece a hipótese de haver um foco de infeção na cadeia de Angra de onde foram libertados 23 reclusos.
Tiago Lopes foi também hoje mais claro noutro aspecto e dezfez as dúvidas sobre o local onde os reclusos infetados foram testados, confirmando que tinha sido em S. Miguel.

O Vírus Chinês e os misseis Strela da Guiné A Confissão de Impotência do Imperador por Carlos Matos Gomes

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O VÍRUS CHINÊS E OS MÍSSEIS STRELA DA GUINÉ
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O Vírus Chinês e os misseis Strela da Guiné
A Confissão de Impotência do Imperador
por Carlos Matos Gomes

No dia 23 de Março de 1973 o PAIGC disparou o primeiro míssil antiaéreo Strela contra um avião português. A 25 de Março foi abatido o primeiro avião, um Fiat G 91, sobre Guileje, no Sul, o piloto, tenente Pessoa, ejeta-se e salva-se. Três dias mais tarde, a 28 de Março, outro Fiat, desta vez pilotado pelo tenente-coronel Almeida Brito, também é abatido no sul da Guiné. O avião explode no ar provocando a morte do piloto. Na semana seguinte, a 6 de Abril, a Força Aérea perde ainda dois aviões ligeiros de transporte DO-27 e um avião de ataque ligeiro T-6G, com os respetivos pilotos, devido à ação do míssil. Para as tropas portuguesas é uma escalada na guerra com a qual não contavam e para a qual não estavam preparadas. Para o PAIGC foi a derradeira arma para vencer a guerra. A gravidade da situação é espelhada na informação que a delegação da DGS na Guiné envia para Lisboa, a 9 de Abril, sobre a perda de supremacia pela Força Aérea Portuguesa: “Não dispomos de meios aéreos que possam constituir uma força de dissuasão ou que nos permitam castigar duramente as bases de apoio, temos que encarar como muito possível que o PAIGC venha num muito curto prazo de tempo a estabelecer novas áreas libertadas, e dificultar ou impedir o tráfego aéreo e até mesmo a aniquilar algumas guarnições que agora passaram a não poder contar com o apoio aéreo para as defender, evacuar os feridos e reabastecer.”
A guerra estava militarmente perdida quando o primeiro caça português se despenhou. O contingente português na Guiné perdeu os céus. Os quartéis longínquos, junto às fronteiras, ficam isolados, abandonados e sujeitos a flagelações contínuas pela artilharia inimiga e, acima de tudo, pelo morteiro soviético de 120 mm e sem apoio aéreo eficaz, apesar dos esforços paliativos dos pilotos e tripulações e da sua coragem. O primeiro míssil é o momento de viragem que desequilibra a guerra. A nota da DGS é uma confissão de derrota. Portugal ficara à mercê de uma arma do inimigo. O império colonial estava a ruir.
A política de manipulação da opinião levada a cabo pelo regime americano da administração Trump, e dos seus “vozes do dono” pelo mundo, vide Paulo Portas em versão “Estado de Emergência” diariamente na TVI, ao atribuir à China a autoria do ataque com o vírus CODIV 19 à sua economia, à sua civilização, ao seu poder imperial e aos resultados devastadores que tem causado no CONUS (Continental United States), sem que o império americano tenha resposta, corresponde a uma confissão de derrota, como a da DGS da Guiné a comunicar para a sede que o império e as suas legiões africanas estavam perdidos.
A última ação que um comandante, um chefe deve tomar é confessar a impotência perante o inimigo — os uniformes militares antigos procuravam agigantar os combatentes através de chapéus altos, ombreiras; os grandes chefes faziam circular informações mistificadoras sobre armas secretas que possuíam, multiplicar a imagem dos seus efetivos com plastrões, imitações de viaturas e armas — Trump apouca os seus, agacha-se e queixa-se. Mas fez mais, destruiu a credibilidade dos seus serviços de informações, que segundo ele, foram incapazes, como a modesta DGS portuguesa de 1973, de descobrir a arma secreta do inimigo. Destruiu a credibilidade do seu aparelho de defesa e segurança, o que inclui capacidade de obter informação e de encontrar contramedidas, incluindo para ações de guerra biológica, e ainda, expôs a fragilidade das defesas internas, incapazes de controlar o ataque e de mitigar os seus efeitos na sociedade.
A tentativa de Trump de encontrar na China, no inimigo, um bode expiatório para a sua incapacidade é a confissão de um imperador perdido no meio da batalha.
A História e a literatura, Shakespeare, principalmente, têm exposto as tragédias que os reis e imperadores loucos, perdidos nos momentos de convulsão, têm causado aos povos.
A teoria da conspiração chinesa é uma confissão de impotência. Tenho ouvido e lido indómitos militares e civis apoiá-la. Por mim, julgo que quem não se sente impotente deve lutar contra o vírus e contar com as suas forças. Chamar nomes às setas, ir contra moinhos de vento, alivia medos de Don Quixotes sem génio nem coragem, mas não vence batalhas, como Cervantes demonstrou pela voz de Sancho Pança.
Nota pessoal, para evitar rotulagens “à la minute” de antiamericanismos primários, a minha mãe era americana, manteve o passaporte americano até morrer e os meus avós foram para os Estados Unidos muito antes dos pais de Trump. Tive e tenho família por lá, em ambas as costas.

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FAKE NEWS O VÍDEO “Autópsia de um equívoco”DE ANDRÉ DIAS

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Leonel Morgado
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Já recebi nos últimos dias mais de 10 vezes, a pedirem-me opinião – até colegas! – o vídeo-mentira do André Dias, que claramente é das fraudes/asneiras mais perniciosas que por aí anda. Honra lhe seja feita, tem um dom de persuadir comparável ao dos vendedores de banha da cobra mais eficientes.
Não, meus senhores e minhas senhoras, o vídeo da “Autópsia de um equívoco” não é nada “credível” como parece ser. É uma grande quantidade de asneiras, de incongruências, de dados verdadeiros mal interpretados ou interpretados ao jeito que lhe dão, misturados com mentiras das cabeludas.
Aqui está quem teve pachorra para estar a desmontá-lo.

Descobri que ao ECO interessa mais a economia que a vida das pessoas. Talvez tenha sido ingénuo em pensar o contrário, já que é um jornal económico digital. Mas o que desconhecia era a parcialidade…

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