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El número de urnas funerarias distribuidas en las siete funerarias de Wuhan crea dudas sobre la cifra real de muertos en China por el coronavirusChina pone en marcha la diplomacia de las mascarillas
Source: El misterio de las urnas funerarias de la ciudad china de Wuhan
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Através de Jorge Buescu:
A MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL ESTÁ EM MARCHA
Notícia da Lusa, cuja exactidão acabei de confirmar com o Reitor António Cruz Serra, uma das primeiras pessoas com responsabilidades decisórias a compreender a dimensão do tsunami que se está a aproximar. E a tomar decisões e medidas concretas a implementar no terreno. Sei que estas não são as únicas.
Cruz Serra alia à inteligência fulminante a enorme competência científica, à capacidade de gestão extraordinária o pragmatismo de um engenheiro. É um líder que se tem mostrado mostra à altura dos acontecimentos, como tanto precisamos. Espero ainda hoje falar com ele e dar conta dessa conversa.
“Lisboa, 30 mar 2020 (Lusa) — A Universidade de Lisboa vai estar a fabricar diariamente cerca de 1.000 testes para o novo coronavírus até ao final da semana, anunciou hoje o reitor daquela instituição.
“Desde hoje o Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Universidade de Lisboa está a começar a fazer 300 testes por dia, a Faculdade de Farmácia está também a fazer 300 testes por dia a partir de amanhã [terça-feira], o Instituto Superior Técnico (IST) ainda esta semana poderá fazer 400 testes por dia”, precisou António Cruz Serra, durante a apresentação da nova unidade de apoio hospitalar da Câmara e da Universidade de Lisboa, na Cidade Universitária.
Até ao final da semana, e entre os esforços das três instituições, a Universidade de Lisboa vai estar em condições de fabricar cerca de 1.000 testes por dia para o novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, um número que o reitor acredita poder aumentar futuramente.
Segundo António Cruz Serra, prevê-se que “quer no IMM quer na Faculdade de Farmácia este número de testes possa escalar na próxima semana praticamente para o dobro”, ou seja, 600 testes fabricados diariamente em cada uma das instituições. A confirmarem-se estas previsões, a Universidade de Lisboa vai conseguir fabricar diariamente cerca 1.600 testes para o novo coronavírus, mais de 11 mil a cada semana se os laboratórios funcionarem todos os dias.
Durante a apresentação da nova unidade de apoio hospitalar, instalada no complexo de piscinas do Estádio Universitário, em Lisboa, António Cruz Serra anunciou ainda que a confeção de refeições para os pacientes e profissionais que estejam na unidade será garantida pelos serviços da Cantina Universitária.”
Coronavírus: factos a partir de números
(Notícia Lusa)

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A propósito da famosa “estreita colaboração” que tende para tardar e que já meteu água nos Açores, em 1918 “[…] quando as grandes cidades eram atacadas, as características levavam a que, de um modo geral, a população pensasse ainda na peste. A gripe não estava associada a tais horrores. Contudo, as autoridades conheciam a realidade e questionavam-se sobre as medidas a tomar, uma vez que eram desconhecidas as medidas profilácticas, o que era agravado pela inexistência de recursos. Qualquer medida era praticamente inútil, mesmo o isolamento, como amargamente muitas famílias descobriram. Na capital (e em 2020, cá…), as autoridades seriam acusadas de se enredarem em discussões bizantinas, chegando-se mesmo a esboçar alguns movimentos de revolta […] in “A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Nada de novo no horizonte da História, e nós como os antigos… só a ver passar o “cortejo”.
Imagem: Ponta Delgada Antigamente.

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GRANDES HOSPITAIS EUROPEUS LANÇAM PEDIDO DE AJUDA
Uma aterradora perspectiva de eventual penúria de medicamentos essenciais para tratar os pacientes atingidos pelo Covid-19, em nove dos maiores hospitais europeus, é porventura uma das melhores resposta àqueles que, perante a avalanche de notícias sobre esta pandemia e também ao que chamam exageros no combate à circulação de veículos, resolvem perguntar porque é que não há notícias sobre quem é atingido pela vulgar gripe sazonal, ou por outras (muitas) doenças dos mais diversos foros.
Ora, a verdade é que, tanto quanto sou capaz de me lembrar, nunca, em toda a minha vida (que já leva umas décadas), tive notícia de que tal eventualidade ocorresse por causa das vulgares gripes (todos os anos diferentes), ou de qualquer outra maleita, nomeadamente cardíacas ou bronco-pulmonares, para não falar de outras menos notórias.
Esta peça do jornal Le Monde mostra, com assinalável pormenor, a extensão do problema, que só por milagrosa excepção não afecta (ou vai afectar) também os hospitais portugueses. As faltas abrangem diversos medicamentos, sejam de marca ou genéricos, mas também os respectivos princípios activos, maioritariamente provenientes da China e da Índia, onde a sua produção parece estar também em risco, devido ao aumento das encomendas que lhes têm chegado.
Não sei se isto chega para calar os críticos. Provavelmente não. Mas fica uma tentativa de explicação…

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Victor Manuel Caetano faleceu aos 95 anos. A sua história de emigração clandestina, juntamente com Evaristo Gaspar, para os EUA, num barco construído pelas suas próprias mãos, inspirou uma das obras literárias mais importantes dos Açores “O Barco e o Sonho”, de Manuel Ferreira, editado pela Publiçor.
Endereçamos os nossos votos de pesar à família enlutada. 🖤

Uma Vida aventurada … 1924-2020
Nascido a 4 de setembro de 1924, Victor Manuel Caetano viveu uma vida de aventuras. A maior de todas, foi quando aos 26 anos, resolveu partir para os Estados Unidos da América, num barquinho construído com as próprias mãos, media apenas 6 metros de uma ponta à outra à vela e remos. História esta, que depois de tanto ouvida, no seio familiar, passou quase como se de uma lenda se tratasse. Mas esta era bem diferente, esta era contada pelo próprio, o que vivenciou e sentiu na pele todas as tormentas que foi atravessar um oceano rumo ao desconhecido, rumo ao que todos diziam ser a ”terra prometida”.
Ouvir da boca dele, para nós, era um orgulho. Ter na família um homem que se aventurou sem saber o seu destino, rumo ao que pensava ser o melhor para a sua família e para ele próprio. Victor Caetano e Evaristo Gaspar, partiram de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, a 28 de junho de 1951 e chegaram a 4 de setembro aos Estados Unidos, onde foram recebidos como heróis, depois de terem sido dados como mortos. Sim, a travessia não foi simples, contava ele, “ao fim de umas semanas já não havia comida e os tubarões já circundavam o barco”…” Valeu-nos um cagueiro junto às Bermudas que nos salvou”…
Contava ainda, muito orgulhoso, que depois de tal proeza conheceu John F. Kennedy o qual lhe foi apresentado numa festa para assinalar o aniversário da igreja portuguesa de Cambridge, num dos maiores hotéis de Boston. Isto porque, dizia Victor, “foi John F. Kennedy, à data congressista pelo estado de Massachusetts, que assegurou-me que iria empenhar-se na minha legalização para ficar no país pois tinha ficado fascinado com a minha aventura marítima”. “Ele ficou admirado com a nossa história. Ele próprio contou-me como ficou ferido durante a II Guerra Mundial, num barco de patrulha. Todos os anos, graças a JFK, eu renovava os meus documentos e, quando faltavam sete dias para os cinco anos (período necessário para obter a cidadania), tornei-me cidadão americano”, acabando sempre por dizer: “Nunca conheci homem como ele”.
Esta e muitas outras histórias eram contadas por ele e sempre comprovadas com os documentos e fotos que tinha em sua posse exibindo-os sempre orgulhosamente.
Quis sempre ajudar a sua família, viu todos os seus netos casarem e fazerem vida, netos dos seus três filhos que deixou para trás quando se pôs ao mar, mas que nunca esqueceu, teve a felicidade de conhecer ainda 5 bisnetos.
A maior parte da vida, foi um exemplo para muitos, mas como todos os seres humanos também errou, mas isto não fez dele menor ser humano, pelo contrário mostrou e deu o exemplo do que é certo e errado…
Desta vez, aos 95 anos, a vida quis que passasse por mais uma aventura, a fragilidade da idade, apesar de aparentemente parecer aquele homem forte que sempre foi, fez com que tombasse. Desta vez, partiu para a sua última aventura, navegou na sua última viagem…
Certamente deixará muitas saudades entre os seus.
Como neto deixo o meu pesar pela sua grande falta, pois sempre foi um homem que admirei!
Com muito amor, até sempre Avô Victor…
Ponta Delgada, 31 de março de 2020
Michael Paul Caetano
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íamos partir amanhã para Belmonte para o 33º colóquio da lusofonia que se prolongaria até dia 6, com os cuidados habituais da saúde da Helena, um evento cheio de novidades e homenagens, mas quis o maldito COVID-19 intrometer-se nestes planos de mais de um ano de preparação e cancelar o dito. foi a primeira vez, nós que já tivemos furacões, tremores de terra e outras calamidades ao longo destes 20 anos sem nunca adiarmos ou cancelarmos um colóquio. Este está adiado sine dia, muito provavelmente para finais de março de 2021 e nós iremos perder o belo espetáculo da neve (de que tantas saudades temos do tempo em que vivemos em Bragança e de muitas outras andanças…) Fica a certeza de que Belmonte será sempre a nossa casa até 2026 e teremos mais oportunidades de abraços e risos…agora o principal é protegermo-nos e sobreviver a este inimigo invisível.
até sempre Belmonte, mon amour






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QUARENTENA e cuidados. O que fizémos em Macau.
Parabéns Jorge Sales Marques, sempre esclarecedor!
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Apoio ao reforço da capacidade de resposta dos artistas nas áreas das Artes Visuais, Dança, Música e Teatro diretamente afetados pelo Covid-19 em Portugal.
Source: Apoio de Emergência aos Artistas e à Cultura | Fundação Calouste Gulbenkian
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What’s going on in the fifth largest economy in the world arguably points to a major collusion scandal in which the French government is helping Big Pharma to profit from the expansion of Covid-19.…
Source: Why France is hiding a cheap and tested virus cure – Asia Times