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a primavera não sabia
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Os números de hoje
e alguns sintomas que podem passar despercebidos e que estão mesmo à frente dos nossos olhos!
Hoje a curva de casos suspeitos disparou assim como a curva do número de casos confirmados. O factor da exponencial duplicou (neste último) em comparação ao dia anterior. Mais ainda, começa a assistir-se a casos positivos em aldeias e vilas mais isoladas no interior. A catástrofe também alastra em vários lares, como podemos constatar ao abrir os jornais.
Penso já ter referido que os números de hoje são sempre uma leitura das nossas acções nos últimos dias (um intervalo que pode ir até 10 dias pelo menos). Lamentavelmente, no último fim de semana (e até ultima semana) muitas pessoas de forma irresponsável deslocaram-se para as aldeias e vilas do Interior e Alentejo. Hoje começa a ter-se a noção de tal irresponsabilidade. Piores dias virão.
Embora os números continuem a ser lançados pelos jornalistas como se um jogo de futebol se tratasse, as análises mais finas a esses números indicam que a quantidade de vítimas mortais vai aumentar de forma galopante dado haver uma fracção substancial de pessoas infectadas com 50 ou mais anos (representa cerca de 50% das pessoas confirmadas). E que o vírus mata mais pessoas com idade superior a 70 anos, não há dúvida, mas também não há dúvida que há mortalidade em todas as faixas etárias!!! Isto não é uma tosse para uns e o fim do mundo para outros. Infelizmente, toca a todos.
Por outro lado, tem vindo a aumentar substancialmente o número de casos internados em unidades de cuidados intensivos, como esperado.
Vamos agora falar de um sintoma específico.
Há um sintoma do qual ninguém fala. Há evidência científica de que o primeiro sintoma na maioria dos casos é a perda do olfacto. Isto é, a perda completa da capacidade de cheirar – anosmia. Como é um sentido ao qual prestamos pouca atenção, tende a passar despercebido. Por isso, testem os vossos narizes pelo menos uma vez por dia. Caso não cheirem e ainda não tenham tosse ou febre, é um indicador fiável de que podem estar infectados. Mas atenção, não é um indicador absoluto!!! Por isso, não substitui qualquer outro sintoma nem substitui a higiene necessária – lavar as mãos bem lavadinhas – e agir de forma responsável para connosco e para com os outros.
A juntar à anosmia, há também perda do paladar – disgeusia. Estes dois sentidos – olfacto e paladar – estão muito relacionados um com o outro, pelo que geralmente alterações num manifestam-se também na sensação do outro. Mas não me vou alongar com isso.
A observação de anosmia (e disgeusia) como primeiro sintoma em muitos pacientes de Covid-19 levanta várias hipóteses, mas ainda não há nenhum dado concreto! Levanta-se também a hipótese do virús infectar núcleos cerebrais importantes para manter os movimentos involuntários essenciais à respiração. Contudo não estão a ser feitas autópsias aos cérebros de vítimas mortais, pelo que não há estudos anatómicos que possam mostrar evidência de que é esse o caso.
E porque estou aqui com isto?
Porque há uma quantidade de canalhas a tentar lucrar com toda esta informação e a homeopatia, essa pseudociência, começa a prometer curas milagrosas – isso é tudo uma treta! Informações acerca de “lavagens nasais” com água quente são muito perigosas porque podem induzir queimaduras graves no epitélio nasal e no neuroepitélio (a pele que reveste as narinas por dentro onde se cheira) e terão de ir para os hospitais com queimaduras. Hospitais que já estão a ficar “pelas costuras”. Ajam apenas de acordo com as indicações da DGS e dos profissionais de saúde. Não há nenhuma cura para infecções virais, a não ser a imunização quando estamos vacinados que prepara o nosso sistema imunitário com antecedência. No vaso do SARS-nCoV-2 não há vacina, pelo que a única defesa que temos após infecção é o nosso sistema imunitário.
Assim, olhem pelos vossos narizes e sigam as regras! Não se cansem de tirar as vossas dúvidas na página da DGS!
P.S. $anosmia and covid-19 para pesquisa no google
há muitas páginas acerca deste assunto. Ainda não há artigos científicos como nós cientistas estamos habituados. Mas a informação é segura, de acordo com aquilo que pesquisei.
https://www.livescience.com/covid-19-symptoms-loss-smell-ta…
https://www.entuk.org/…/Loss%20of%20sense%20of%20smell%20as…
https://www.the-scientist.com/…/lost-smell-and-taste-hint-c…
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O Serviço Regional de Saúde dos Açores tem atualmente “um rácio de ventiladores superior ao da média nacional” e o
Source: Açores garantem material e meios humanos “adequados” para atual situação – Jornal Açores 9
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Nas últimas 24 horas foram confirmados mais 630 casos de infeção pelo novo coronavírus, em Portugal, de acordo com o boletim diário da Direção-Geral da Saúde. É um aumento de 27% face ao dia anterior.
Source: 43 mortos e 2995 casos. Portugal na fase de mitigação. Saiba o que muda – DN
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For my Portuguese friends: O Primeiro-Ministro anunciou que tinha autorizado o pagamento de 10 milhões de euros para adquirir 500 ventiladores na China. Isso significa um custo aproximado de 20.000 euros por ventilador. Ignoro detalhes mas imagino que se referiu a ventiladores com o correspondente equipamento acessório necessário para o seu funcionamento, portanto prontos a funcionar salvo pessoal devidamente treinado.
1. Na China, bons ventiladores certificados pela FDA (como os mais de 1200 ventiladores novos que a Tesla adquiriu há poucos dias lá e ofereceu aos hospitais de Los Angeles) e preparados para entrar de imediato em funcionamento custam menos de 5.000 dólares, segundo comunicou a Tesla e confirmou Elon Musk. Como se explica a discrepância de valores? Como se explica esta discrepância de um factor de 4 no alegado custo dos equipamentos? Trata-se de mais um negócio concretizado por mais uma empresa de um palerma qualquer que seja familiar de políticos socialistas? Este é dinheiro das pessoas!
Um Primeiro-Ministro devia ser incomparavelmente mais responsável e transparente do que o senhor tem sido, até porque estas situações que poderão configurar corrupção têm sido inadmissivelmente frequentes no seu círculo político – neste caso agravada por ocorrer à custa da vida das pessoas. Já bastaram os escândalos de incompetência e corrupção associados aos grandes incêndios de anos recentes!
2. A que propósito é que uma aquisição deste tipo tem de ser autorizada por um Primeiro-Ministro? Para que servem os líderes das instituições públicas do sector? Para evidenciar continuamente a sua inutilidade?
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Finalmente o PR João Lourenço reuniu os seus conselheiros da Republica e num gesto de unidade nacional, informou a situação que se vive e auscult
Source: Estrategizando | ••| AVISO à navegação nr. 4 – FH |••
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COVID-19, actualização – dados referentes às 24h00 de 24/3
2.995 casos confirmados, + 633 (26,8%) face ao dia anterior. Portugal manteve o 15.º lugar no “ranking” mundial do novo coronavírus.
São já 43 os mortos registados no país, + 10 face ao último relatório diário da DGS.
AÇORES: Actualização!!! 5 (CINCO) novos casos conhecidos: 2 casos foram detectados na ilha Terceira, 2 no Faial e 1 em São Miguel. Na Terceira, dois indivíduos do sexo masculino, de 25 anos e 29 anos (o primeiro teve contacto com dois casos positivos registados na ilha, enquanto o segundo fez o mesmo voo do grupo de participantes no cruzeiro ao Dubai, realizado entre 7 e 14 de março, no navio MSC Belissima). Os casos confirmados no Faial correspondem a um indivíduo do sexo feminino, de 67 anos, e a um indivíduo do sexo masculino, de 38 anos, ambos com passagem recente pela cidade do Porto.O caso confirmado em São Miguel é um indivíduo do sexo feminino, de 30 anos, que participou no referido cruzeiro ao Dubai
Até à data, foram detectados na Região 22 casos positivos para infecção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença COVID-19, sendo 6 na ilha Terceira, 3 no Faial, 7 em São Jorge, 5 em São Miguel e 1 no Pico. Dados reportados, há momentos, em Comunicado, pela ASR.
Curva (exponencial) diminuiu o padrão, apontando para um intervalo entre 19 e 30 mil infectados no final de Março. O pior cenário projectado começa a perder força! A taxa média de crescimento, desde o 1.º caso, a 2/3, passou de 37,9% para 37,4%.

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Un rendez-vous intime qui leur a coûté cher. Un couple a été contrôlé, ce lundi 23 mars, près de Toulouse (Haute-Garonne), alors qu’il prenait du bon temps dans une voiture, faisant fi des règles de distanciations sociale et du confinement.
Source: Confinement : un couple contrôlé en plein acte sexuel dans une voiture | www.cnews.fr
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O presidente fascista brasileiro, Jair Bolsonaro, repetiu hoje quarta -feira (25) as ideias defendidas na sua intervenção feita ontem onde criticou as medidas
Source: Estrategizando | Bolsonaro não perde uma para dividir interna e externamente
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Antena 1 Açores – Menos circulação de droga no mercado leva toxicodependentes a procurarem mais os serviços de urgência dos hospitais.
Estão em estado de privação… Isto quando a distribuição de metadona mantém-se, mas com regras mais apertadas.
“Estados de ansiedade grave e agressividade são sintomas próprios da privação de substâncias psico-activas e que estão a levar a uma maior afluência ás urgências dos hospitais.
O alerta é do médico psiquiatra João Mendes Coelho.
Diz que há menos droga a circular por esta altura devido à epidemia da Covid 19… deixa um apelo para a ajuda ser pedida junto dos locais habituais.
O médico é o coordenador do Plano de Contingência da Arrisca. Os utentes são considerados uma população vulnerável e por isso foram tomadas medidas acrescidas.
A metadona continua com distribuição garantida. A carrinha móvel mantém os mesmos horários, mas atende menos pessoas de cada vez.
Os utentes da Arrisca são portadores de um documento que os autoriza a sair de casa, precisamente, para a toma da metadona. (CV)
https://www.rtp.pt/play/p1248/e463471/jornal-das-18-00 (a partir minuto 10’40)
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-É tempo de agir por todos com urgência e com o mesmo sentimento de ser, pelos outros, o que seríamos por nós mesmos em legítima defesa.-
Partilho convosco a mensagem que enviei ao Sr. Primeiro Ministro, primeiro como Açoriano e também como deputado eleito pelos Açorianos. Manifesto uma grande preocupação com o nosso povo, com as famílias e com as empresas.
Estou ao dispor para tudo o que estiver ao meu alcance e conseguir ajudar:
pmoniz@psd.parlamento.pt
Protejam-se. Abraço. Paulo Moniz
Sua Excelência o Primeiro-Ministro
Dr. António Costa,
Escrevo-lhe na qualidade de Açoriano, mas também como deputado eleito pelas ilhas dos Açores e por este nosso povo, e por isso, também com responsabilidades acrescidas. Confesso que mesmo que não as tivesse, sentir-me-ia sempre no dever de lhe escrever neste momento de particular dificuldade, para o qual nenhum de nós estava preparado. Creio que ainda estamos todos atordoados e sem ter absoluta consciência do real impacto prático que este vírus vai trazer a todo o mundo, ao nosso país também, e em particular, aos Açores.
Se alguns de nós, cidadãos, ainda não temos a real e concreta noção do tsumani que isto é, há alguns que não podem estar atordoados. Vossa Excelência e o seu Governo, assim como todos os governos em funções, são essas pessoas.
Os Senhores estão eleitos para Governar, para avaliar e para decidir, para pôr em prática e para implementar medidas, nunca antes implementadas, que requerem coragem, lucidez e muita, muita rapidez.
Não concordo com algumas coisas que tem decidido. Não concordo, por exemplo, com a sua recusa em aceder ao pedido do Governo Regional dos Açores para fechar os aeroportos da Região. Tenho, aliás, de reconhecer que nas matérias autonómicas, neste caso concreto, o Governo Regional dos Açores, na pessoa do seu Presidente, tem trabalhado no limite das suas competências.
No entanto, neste momento o importante não é a minha opinião acerca da forma como Vossa Excelência tem tratado os Açorianos nesta crise. É certo que não deixarei de lhe pedir contas pelas suas atitudes para com o Povo dos Açores. Mas isso fica para outra altura. O importante, agora, é enfrentar as consequências económicas desta pandemia.
Dir-me-á que, tendo os Açores órgãos de governo próprio, esta mensagem que lhe escrevo não fará sentido. Respondo eu que, enquanto a Autonomia dos Açores e a vontade dos Açorianos for beliscada, sem que se vejam resultados práticos da sua parte, escrever-lhe-ei sempre que achar necessário.
A mim, particularmente, enquanto deputado eleito pelo PSD/Açores na Assembleia da República, cabe-me também o dever de apelar a Vossa Excelência pelo Povo dos Açores, pelas nossas famílias e empresas, mas também como deputado de Portugal, por todo o país que aguarda de si decisões e medidas arrojadas para enfrentar esta adversidade.
Neste momento, tão importante como combater o vírus, numa guerra sem precedentes no nosso tempo, é urgente precavermo-nos contra o inevitável tsunami económico que em breve assolará o nosso país e a Região Autónoma dos Açores.
O Conselho de Ministros extraordinário, que reuniu para aprovar medidas concretas de apoio às famílias e às empresas, mostrou que o Governo de Vossa Excelência ficou muito aquém do necessário.
Este tempo não tem tempo para esperar, Senhor Primeiro-Ministro. Este mês, as famílias ainda receberão o seu salário, mas daqui para a frente são mais as dúvidas que as certezas. Vossa Excelência e o seu Governo têm de agir imediatamente, sob risco de milhares e milhares de famílias perderem o seu sustento.
O Senhor Primeiro-Ministro repetiu variadas vezes, na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros extraordinário, que a medida mais importante para sustentar o rendimento das famílias é garantir a manutenção do emprego. Não podia estar mais de acordo, mas a questão é como manter esses postos de trabalho. Sobre esta matéria o que o seu Governo abriu foram essencialmente linhas de crédito para as empresas, cuja capacidade de endividamento já estava em muitos casos no limite do desejável.
Se isto é uma guerra sem precedentes humanitários, precisamos de medidas práticas, visíveis e fundamentalmente rápidas no apoio às famílias e às empresas.
O Governo de Portugal não pode abrir linhas de crédito e achar que tudo se manterá igual, com moratórias ou juros mais baixos, embora já seja bem melhor do que nada.
Os Portugueses, neste tempo e nos próximos tempos, não têm o tempo das burocracias, nem tempo para esperar a morosa operacionalização de medidas de apoio, que embatem na rigidez da máquina do Estado.
Um fundo de maneio curto é manifestamente insuficiente para o panorama que se avizinha. Recorrendo também a Bruxelas, há que estancar o fluxo de falta de liquidez das pequenas e médias empresas, não tendo qualquer receio em antecipar pagamentos, suspender pagamentos de impostos e criar liquidez, colocando, literalmente, o dinheiro a circular.
São quase sempre esquecidos os trabalhadores independentes, que neste momento não sabem o que será o seu dia seguinte, pois as únicas certezas que têm neste momento são o pagamento das contribuições e a carga burocrática necessária para solicitar um apoio inferior ao salário mínimo.
É disto que estamos a falar Senhor Primeiro-Ministro: de sobrevivência.
Se o Estado não é pelos seus numa altura destas então será em que altura?
É necessário implementar urgentemente a possibilidade de pagamento mais parcelado do IMI, se não a diminuição deste imposto, ou até mesmo a sua isenção, garantindo o Estado, durante o próximo ano, a receita que os municípios venham a perder.
Esta é uma medida de grande impacto nas famílias e na economia, suavizando o esforço de tesouraria de todos.
Deve o Governo também ter a coragem e o arrojo de decretar, desde já, a eliminação dos pagamentos por conta do IRC e IRS em 2020.
As empresas precisam de dinheiro em caixa para fazer face aos seus compromissos e pagar também os seus trabalhadores e os salários dos próprios empresários destas pequenas e médias empresas.
Sugiro que o Governo de Vossa Excelência facilite uma linha de apoio, considerada como adiantamento e não um empréstimo. Adiante, com um juro de 0% e com carência de 18 a 20 meses, os montantes que estas empresas precisam para manter os postos de trabalho e o emprego, mesmo sem faturação este mês e provavelmente nos próximos.
As moratórias, quer do Estado, quer dos bancos, são muito importantes, mas no dia a dia, na hora de comprar pão, ainda não são suficientes para o que aí vem.
É igualmente importante criar uma linha de incentivo ao consumo de bens produzidos em Portugal, para que todos possamos ser solidários, nos nossos concelhos, com os empresários locais. Proponho que se crie forma de distinguir os produtos nacionais nas prateleiras dos supermercados e que, por exemplo, houvesse distinção nos próprios códigos de barras quando se regista o produto. Todos estes produtos, de fabrico nacional, seriam dedutíveis e com benefícios em sede de IRS ao fim do ano, para quem os adquirir. Esta é outra medida importante para amparar a nossa economia e, principalmente, os produtores e comerciantes mais pequenos, nestes longos meses que se avizinham.
Senhor Primeiro-Ministro, entenda este apelo feito por quem olha para o país com a distância que aprofunda a preocupação e que vinca a convicção da urgência das medidas, num tempo singular. Por isso mesmo também, já não há tempo para calar a urgência da ação concreta e efetiva.
Subscrevo-me de V. Exa. na expectativa desta mensagem receber a sua melhor atenção, sabendo que é tempo de agir por todos com urgência e com o mesmo sentimento de ser pelos outros o que seríamos por nós mesmos em legítima defesa.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Moniz