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Numa nota enviada hoje, a Autoridade de Saúde Regional informa que foram diagnosticados dois casos positivos de COVID-19 na ilha
Source: Sobe para 24 o número de casos positivos de Covid-19 nos Açores – Jornal Açores 9
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Numa nota enviada hoje, a Autoridade de Saúde Regional informa que foram diagnosticados dois casos positivos de COVID-19 na ilha
Source: Sobe para 24 o número de casos positivos de Covid-19 nos Açores – Jornal Açores 9
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COVID-19, actualização – dados referentes às 24h00 de 25/3
3.544 casos confirmados, +549 (18,3%) face ao dia anterior. Portugal mantêm o 15.º lugar no “ranking” mundial do novo coronavírus.
São já 60 os mortos registados no país, + 17 face ao último relatório diário da DGS, com uma taxa de mortalidade de 1,69%. Os casos recuperados são de 43, + 21 do que ontem.
AÇORES: 2 (DOIS) novos casos diagnosticados, ambos da ilha do Pico, Trata-se de dois indivíduos do sexo feminino, de 24 e 51 anos, que tiveram contacto com o caso diagnosticado no Pico a 23 de Março. São agora 24 os casos na Região (sendo seis na ilha Terceira, três no Faial, sete em São Jorge, cinco em São Miguel e três no Pico), que acaba de determinar que “todos os passageiros que aterrem na Região cumpram, a partir de hoje, confinamento obrigatório por 14 dias em unidade hoteleira, independentemente da residência dos indivíduos”.
A nível global, a COVID-19 ultrapassará, hoje, a barreira dos 500 mil casos, apenas 2 dias (!!!) depois de atingidos os 400 mil. Já se espalhou por 175 países. As mortes, no fim do dia, ultrapassarão as 24 mil, à razão de 2.700/dia.
Curva (exponencial) diminuiu o padrão, apontando para um intervalo entre 17 e 21 mil infectados no final de Março. A taxa média de crescimento, desde o 1.º caso, a 2/3, passou de 37,4% para 36,6%.
COVID-19, actualização – dados referentes às 24h00 de 25/3
3.544 casos confirmados, +549 (18,3%) face ao dia anterior. Portugal mantêm o 15.º lugar no “ranking” mundial do novo coronavírus.
São já 60 os mortos registados no país, + 17 face ao último relatório diário da DGS, com uma taxa de mortalidade de 1,69%. Os casos recuperados são de 43, + 21 do que ontem.
AÇORES: 2 (DOIS) novos casos diagnosticados, ambos da ilha do Pico, Trata-se de dois indivíduos do sexo feminino, de 24 e 51 anos, que tiveram contacto com o caso diagnosticado no Pico a 23 de Março. São agora 24 os casos na Região (sendo seis na ilha Terceira, três no Faial, sete em São Jorge, cinco em São Miguel e três no Pico), que acaba de determinar que “todos os passageiros que aterrem na Região cumpram, a partir de hoje, confinamento obrigatório por 14 dias em unidade hoteleira, independentemente da residência dos indivíduos”.
A nível global, a COVID-19 ultrapassará, hoje, a barreira dos 500 mil casos, apenas 2 dias (!!!) depois de atingidos os 400 mil. Já se espalhou por 175 países. As mortes, no fim do dia, ultrapassarão as 24 mil, à razão de 2.700/dia.
Curva (exponencial) diminuiu o padrão, apontando para um intervalo entre 17 e 21 mil infectados no final de Março. A taxa média de crescimento, desde o 1.º caso, a 2/3, passou de 37,4% para 36,6%.

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AAAAALLLLEEELLLLLLUUUUIIIIIIIIAAAAAAA!!!!
15 dias depois de se apontar o problema, e numa altura em que praticamente ninguém viaja para os Açores: A SATA suspendeu os voos de ligação ao continente, a Ryanair suspendeu os voos todos até final de Abril e a TAP reduziu drasticamente.
“O Governo dos Açores, em articulação prévia com o Representante da República para os Açores, determinou que todos os passageiros que aterrem na Região cumpram, a partir desta quinta-feira, confinamento obrigatório por 14 dias em unidade hoteleira, reforçando deste modo as medidas de contenção da pandemia de COVID-19.”

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Numa altura em que a recomendação da Organização Mundial de Saúde é testar, testar, testar, chegam más notícias de Espanha. Os testes rápidos para o coronavírus que o governo de Madrid comprou à China não funcionam.
Source: Testes rápidos que Espanha comprou à China não funcionam
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Empresários açorianos dizem que medidas dos governos “não são remédio adequado”
Os empresários açorianos analisaram as medidas até agora anunciadas pelos Governos da República e Regional dos Açores e consideram que são insuficentes.
A Câmara do Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) conclui que, na sua maioria, as medidas nacionais e regionais, as medidas não abrangem todos os sectores de atividade; a legislação não é clara e de simples interpretação; e a intensidade e a forma dos apoios não são suficientes para sequer atenuar a situação criada.
Em concreto os empresários açorianos realçam, relativamente às medidas nacionais, que não existem, até à data, medidas concretas e eficazes diferentes das que os empresários possam recorrem em condições normais.
“Entende-se que todas as Linhas de Crédito têm que estar disponíveis urgentemente e apresentarem condições que se coadunem com uma situação de crise empresarial, como sejam taxas de juro que não devem sair do intervalo 0%-1%”, sugerem os empresários, acrescentando que o “Lay-Off” simplificado, do que já se encontra publicado, “necessita de ser alterado com urgência, de forma a que todas as empresas possam recorrer ao mesmo no imediato e de forma efectivamente simplificada, dada a forma como foi instalada a crise”.
Desburocratizar os processos
Acrescentam ainda que “deve ser considerado o pagamento directo das retribuições aos trabalhadores pela Segurança Social” e que “devem ser criadas medidas adicionais de protecção para arrendamentos não habitacionais, como seja a isenção, com reflexo na renda, da retenção na fonte do valor de rendas durante o período de crise empresarial, como forma de baixar os encargos das empresas”.
Sobre as Medidas de Apoio a nível regional, a Câmara do Comércio e Indústria dos Açores sugere que devem abranger “todos os sectores de actividade que estejam a sofrer impacto imediato e significativo da actual crise, por imposição e/ou impactos directos e indirectos”, acrescentando que, “a nível operacional, impõe-se a desburocratização do processo de formalização de candidaturas às várias medidas”.
Apoio a fundo perdido
Sobre a “Medida extraordinária de apoio à manutenção do emprego para antecipação de liquidez nas empresas no mês de abril de 2020”, deve este apoio ser considerado por referência ao mês de Março e assumir a forma de fundo perdido, para fazer face às responsabilidades imediatas, não sendo o mesmo dependente de nenhuma outra condicionante, sugere ainda a Câmara do Comércio.
Para o “Programa de Manutenção do Emprego”, os empresários açorianos dizem que “deve o apoio a atribuir ser transformado em apoio não reembolsável, para as empresas que mantenham o nível líquido de emprego até ao final de 2020 entre 75% e 100%”, “sendo o pagamento do apoio proporcional ao nível de emprego mantido”.
Dizem que deve esta medida de apoio ser cumulativa com todas as restantes que as empresas queiram concorrer e, ainda, deve o texto desta medida ser revisto para garantir a respectiva coerência entre os beneficiários e as respectivas condições de acesso.
Não são remédio adequado
A CCIA defende “uma política de intervenção à dimensão da crise. As medidas até agora anunciadas não são um remédio adequado, não passando sequer de um placebo. Numa crise desta natureza o orçamento público só pode ser secundarizado perante a imperiosa necessidade de não se deixar arruinar o sistema produtivo que nos dá a sustentabilidade dos sistemas sociais”.
Os empresários dizem estar à disposição das autoridades para colaborar nesta conjuntura e concluem que “a sobrevivência das empresas será a condição necessária para a recuperação da economia”.

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“[…] A primeira referência encontrada ao segundo surto da gripe espanhola é de 19 de setembro (1918). A diligência do Batalhão de Artilharia de Guarnição informa o Comando Militar dos Açores que, por se encontrarem instalados nas indispensáveis dependências do Posto de Desinfeção de Ponta Delgada, tornava-se fundamental a sua transferência para uma outra casa de modo a evitar o contágio dos soldados. Reportava-se já à notícia publicada dois dias depois pelo “Açoriano Oriental” em que se criticava duramente a autorização dada, assim como o transporte e respectiva hospitalização no Hospital de Isolamento da tripulação de um vapor japonês (“Shinsei Maru”) […]” in “A Grande Guerra nos Açores”, Letras Lavadas (2014); Caleidoscópio (2017). Mais palavras para quê? 😑
Imagem: Ponta Delgada Antigamente

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🙏🙏🙏🙏😂😂😂😂 falta-me as palavras!!! Fica apenas esta lindíssima cara de muitos amigos.😂😂😂😂😂 bommmmdiaaaaaa.

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Felizmente temos todas as condições para conseguir dar a volta a este COVID-19, só falta compreenderem o conceito de ilha, concelho, freguesia e PAUSA! STANDBY… Estou a ver o tempo a passar e a projetar quarentenas consecutivas… Isso resulta da falta de iniciativa. Precisamos de uma paragem radical, só mexe o que tem de mexer… Liderança não se nota! Tudo o que não se fizer agora será 1000 vezes mais caro dentro de uma ou duas semanas. Que falta de visão! Se calculassem o custo diário de um internamento nos cuidados intensivos + o valor de uma única evacuação de uma ilha sem hospital, perceberiam que tudo o que gastariam agora com o essencial seria incomparavelmente inferior ao que poderão gastar no futuro por falta desta percepção. Agora é que é, com tudo e com toda a força para ser eficaz na contenção e prevenção… Que sentimento de impotência… E já começamos com a transmissão local de coronavírus. Porquê? Já não se lembram? Eu lembro-me perfeitamente… Inactividade, falta de visão e de coragem. A lista de medidas ineficazes é apresentada todos os dias… um somatório constante. Tudo numa perspectiva de reação e nunca de prevenção. Eu já não sei o que posso mais dizer… que impotência. Para mim esta história é muito simples, cada caso suspeito ou positivo tem de ser evitado, isolado e resolvido, cada morte será sempre uma derrota. ACÇÃO!
Há um caso de transmissão local e a freguesia não é isolada?
Imagem: tabela de custos do SNS português

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Hoje, não tivemos números da China, em nenhuma das fontes internacionais a que tenho recorrido. Ficamos, assim, com a Europa e outros países na Ásia e nas Américas onde a pandemia também acelera. Entraram mais dois para este quadro, no Resto do Mundo, por terem superado os 1.000 casos: Chile e Paquistão.
Ao fim do dia 25 de Março, os casos de Coronavirus subiram a 468.577 (ontem, 417.693), tendo provocado 21.185 mortes (até ontem, 18.605). Registavam-se 333.575 doentes “activ…

Os números de hoje no Relatório diário da DGS sobre a situação da pandemia em Portugal, confirmaram que os números de ontem eram sol de pouca dura. Repetiu-se o que se passara em 19 e 20 de Março: o crescimento diário de casos voltou ao ritmo anterior, contando-se em 24 horas mais 633 infectados, colocando o número de casos confirmados em 2.995. Ainda por cima tem havido erros e imprecisões nos números apresentados, o que só serve para abalar a indispensável confiança.
Quanto ao número de novas mortes foi igual ao da véspera: mais dez, fixando o total em 43.
Continuamos com a doença Covid-19 em expansão e ainda longe do ponto de viragem, se se confirmarem as previsões oficiais de o pico ser atingido cerca de 14 de Abril.
Preparemo-nos para três semanas com dias cada vez mais difíceis.


