A DESTRUIÇÃO DO JARDIM DO MUSEU E OUTROS DESMANDOS EM PONTA DELGADA

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Melito Bento

Coisas de arqueólogos panfletários que dão para rir que não para pensar.
Acabei de ler um artigo assinado por Diogo Teixeira Dias no Correio dos Açores sobre a obra que o Governo dos Açores apadrinha no Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, São Miguel-Açores. Identifico Ponta Delgada-São Miguel para não haver confusão com a Cidade Património Mundial… Quer dizer, estas “coisas” de que direi mais adiante são coisas de micaelenses. Por exemplo, nasci numa Ponta Delgada que agora é outra. Avenidas que destruíram traçados e cais antigos é coisa que já vem desde o período do Estado Novo. Que disse o senhor arqueólogo que me levou a procurar refúgio nas almas sensíveis a quem a cultura faz com que não percamos a nossa identidade, História e princípios?
Diogo Teixeira Dias no final do seu “imparcial e técnico” escrito:
“Para a frente com a obra. O tempo de levantar barreiras já passou. Ganha o Museu, ganha Ponta Delgada, ganha a ilha , ganham os Açores, ganha o Património Cultural que tem de deixar de ser uma coutada de interesses pouco claros e arena de antagonismos pessoais.” Deve ganhar mais alguém, só não sei quem…Ora bem, todos têm direito a expressar o seu pensamento. Não é isso que está em causa. O que está em causa é que o senhor arqueólogo Diogo Teixeira Dias é nem mais nem menos do que Técnico Superior na Área de Arqueologia e História, exercendo funções públicas em Vila Franca do Campo que emite para o Diário da República a seguinte redação: Diário da República nº. 228/2019 – Série II de 2019-11-27. O senhor arqueólogo obteve a nota de 16 valores em Vila Franca do Campo. Também pelo Aviso 4316/2018 publicado no Diário da República, 2ª série, nº.64 de 2 de abril de 2018, foi celebrado contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado… com os trabalhadores : Diogo José Teixeira Dias…5ª posição do nível 27 da Tabela de Remuneração Única. Perante tanta apreensão e responsabilidade a favor do Património Cultural de Ponta Delgada e não de Angra do Heroísmo – convém distinguir o que os terceirenses entendem por Património Cultural versus micaelenses, – fica-nos a dúvida de como é que um arqueólogo de São Miguel encara a Arqueologia e a História. Estará numa de construtor civil a sua Arqueologia e História? Não cabe aos arqueólogos e diplomados em História preservarem o que pertence á área do património Cultural? Pertence o senhor historiador e arqueólogo aos tabelados do novo-riquismo que por cima da História a embrulham com betão? Não sei. O que sei é que o senhor ao acusar os moradores de interesses pouco claros tombou para um campo que lhe pode sair caro, Que interesses, senhor arqueólogo? Não contente com este aleive ainda se atreve a dizer que aquela zona é uma arena de antagonismos pessoais. Porquê, alguém quer montar um carrinho de castanha assada e não obteve a respetiva licença? Aquele Largo de Santo André dá para tudo… Eh pá, se o senhor como arqueólogo está à espera que as futuras escavações a realizarem-se naquele espaço classificado e de valor patrimonial tragam vestígios da Atlântida, eu já me calo. Até contribuiria com algum para uma estátua sua que ficasse ao lado do seu ilustre conterrâneo Padre Ernesto Ferreira ali para os lados dos Franciscanos.
PS: não convém partidarizar a questão,” senão ainda teremos de importar bastante sabão…

O que aprendemos até agora sobre o Covid-19? – Expediente Sínico

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O Covid-19 foi comunicado pela primeira vez à Organização Mundial de Saúde a 31 de Dezembro de 2019.  A sequência genética deste novo coronavírus é em 80 por cento semelhante à do coronavírus respo…

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António Sarmento. “Andar na rua de máscara, ir ao supermercado de máscara, não faz sentido”

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O diretor do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de São João, onde estão internados a maioria dos doentes, explica por que motivo é importante investir na fase de contenção.

Source: António Sarmento. “Andar na rua de máscara, ir ao supermercado de máscara, não faz sentido”

calamidade hospitalar em itália

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Itália. Hospitais cheios e médicos convertidos em pacientes.

Um especialista em doenças infecciosas disse esta semana ao jornal norte-americano Washington Post que o coronavírus atingiu a unidade hospitalar onde trabalha “como um tsunami”.

No hospital de Cremona, no norte de Itália, mais de 100 das 120 pessoas admitidas com o novo coronavírus desenvolveram pneumonia.

Outro hospital próximo, em Lodi, está a braços com escassez de funcionários, à medida que os profissionais de saúde adoecem e se tornam pacientes.

Médicos, virologistas e funcionários da saúde posicionados na linha de frente da batalha contra o novo coronavírus em Itália, em mais de uma dúzia de entrevistas, descreveram um sistema de saúde que está a ser puxado ao limite, um cenário extremo que outros países podem enfrentar à medida que o vírus se dissemina e ganha terreno na Europa.

Num esforço para reforçar o combate à doença, as autoridades italianas estão a convocar estagiários e estudantes de enfermagem e a requisitar os serviços de profissionais da área médica que já se encontram na reforma.

Hospitais nas regiões mais atingidas estão a adiar cirurgias não essenciais e a fazer um esforço para aumentar em cinquenta por cento a capacidade de internamento nas unidades de cuidados intensivos.

“Este é o pior cenário que já vi”, disse Angelo Pan, chefe da unidade de doenças infecciosas do hospital de Cremona, ao Washington Post.

O clínico explica as gravidade da situação com a prevalência de complicações decorrentes da pneumonia: 35 dos pacientes internados no seu hospital precisam de intubação ou ventilação mecânica para respirar.

As autoridades italianas estão a conduzir uma extensa bateria de testes para travar a disseminação do coronavírus, incluindo em pessoas que não apresentam nenhum sintoma de Covid-19, a doença causada pelo patógeno.

Até ao início da noite de terça-feira, 2.263 pessoas tinham testado positivo.

Desses pacientes, 1.263 foram hospitalizados, incluindo 229 que foram internados nos cuidados intensivos.

Setenta e nove pessoas tinham morrido.

O número aumentou para as 197 vítimas mortais ao final do dia de sexta-feira, dia em que as autoridades italianas registavam já 4636 infecções.

Os especialistas dizem que, embora a maioria dos casos de infecção pelo novo coronavírus tenda a ser leve, no norte da Itália a doença começa a apresentar contornos mais ferozes.

A doença está a atingir uma população envelhecida, com uma alta incidência de cancro e outros problemas de saúde subjacentes, o perfil demográfico mais vulnerável à doença.

“A situação é bastante má no epicentro do surto”, confirma Giovanni Rezza, director do departamento de doenças infecciosas do Instituto Nacional de Saúde italiano.

“Estamos perante uma população muito envelhecida, que precisa de apoio e de assistência hospitalar. O surto epidémico constitui um fardo muito elevado para os hospitais dessa área”.

A exemplo do que sucedeu no estado norte-americano de Washington, onde está situado o epicentro da doença nos Estados Unidos, os virologistas acreditam que o vírus se tenha espalhado durante semanas no norte da Itália antes que alguém se tivesse apercebido.

O italiano de 38 anos, que foi o primeiro a testar positivo na região da Lombardia para a o novo coronavírus, e que permanece internado nos cuidados intensivos, não tinha viajado para o exterior.

Os médicos inicialmente enviaram-no para casa.

À beira do colapso

Depois do coronavírus ter ganho contornos epidémicos, os hospitais do norte de Itália viram-se rapidamente sobrecarregados.

Nessa altura, dezenas de médicos e outros profissionais de saúde já tinham sido infectados.

“A lição aqui é que é necessário intervir muito, muito depressa e de uma maneira muito decidida”, disse Rezza.

“Caso contrário, a doença constituirá um fardo demasiado pesado e o sistema de saúde é comprometido. Não podemos facilitar”

Apesar de serem acusadas de terem sido lentas na detecção do primeiro caso, as autoridades italianas de saúde tomaram medidas decisivas, colocanto 50.000 pessoas em isolamento e submetendo milhares a testes de despistagem, num esforço para conter a propagação do vírus.

As autoridades de saúde dizem que esperam que as medidas surtam o efeito desejado no final da semana.

Mas Rezza defende que as restrições aos movimentos e reuniões devem ser estendidas para além das duas semanas inicialmente definidas, para avaliar melhor se estão ou não a funcionar.

O especialista defende ainda que a área de contenção pode ser ampliada.

Rezza acredita que, embora a contenção do vírus talvez já não seja possível nesta fase, ainda é importante desacelerar a sua circulação: “O pior é quando existem muitos casos num único lugar.”

É esse o caso na cidade de Lodi, 32 quilómetros a leste de Milão, onde dois andares do hospital local foram alocados aos 250 pacientes infectados com o coronavírus.

Cerca de 70 encontram-se em estado crítico.

Os médicos estão a tratar o surto como um “ocorrência com vítimas em massa”, panorama agravado pelo facto de que os números ao nível do pessoal médico também foram afectados.

“Este hospital mergulhou numa situação muito complexa”, disse Enrico Storti, chefe dos serviços de emergência e de cuidados intensivos do hospital de Lodi.

“Médicos, enfermeiros, técnicos de saúde também estão infectados e foram forçados a ficar em casa.”

As autoridades de saúde italianas dizem que cerca de 10 por cento dos profissionais de saúde da região da Lombardia foram infectados pelo novo coronavírus.

Costantino Troise, chefe do sindicato médico Anaao Assomed, esclarece que os profissionais de saúde constituem cerca de cinco por cento das infecções em Itália.

Os recentes cortes no financiamento do sistema de saúde italiano significam que, mesmo antes do vírus chegar, o país deparava-se com escassez de profissionais, na ordem dos milhares de médicos e enfermeiros.

No hospital de Lodi, a médica Francesca Reali, 43 anos, passou para o outro lado da barricada depois de contrair o vírus.

Reali diz que os seus sintomas eram principalmente leves, embora mais fortes que a gripe.

A clínica supõe que contraiu o novo coronavírus nos dias que antecederam a tomada de consciência de que o coronavírus estaria já a circular nos hospitais da região, numa altura em que os profissionais de saúde estavam a trabalhar sem protecção extra.

“Muitos de nós testaram positivo ao novo coronavírus”, disse Reali sobre os médicos do hospital de Lodi.

“Pelo menos cinco.”

Massimo Vajani, chefe da associação médica de Lodi, tosse enquanto concede uma entrevista por via telefónica ao jornalista do Washington Post.

O clínico foi submetido a testes de despistagem do novo coronavírus cinco dias antes e estava a aguardar os resultados.

Três dos quatro médicos de família na cidade de Castiglione d’Adda, na Lombardia, estão em quarentena, sublinha.

“Precisamos de mais médicos e enfermeiros.”

Os médicos estão a fazer o que lhes é possível para ajudar os pacientes à distância, sublinha.

Pan, no hospital de Cremona, mostra-se, ainda assim, optimista: “Acho que o sistema vai conseguir lidar com esta situação, mas depende de como as coisas se desenvolvem nos próximos dias”.

Outros serviços estão a sofrer, sublinha.

Se os tratamentos de quimioterapia continuaram a ser administrados, as cirurgias não essenciais foram atrasadas e o serviço de ambulatório de HIV foi temporariamente interrompido.

No hospital de Lodi, Giovanna Cardarelli visita o pai, de 92 anos, que tinha sido internado com problemas cardíacos pouco antes do novo coronavírus ter entrado de rompante no quotidiano dos italianos.

O idoso não pode ser transferido para outra unidades hospitalar para ser submetido a uma pequena cirurgia até que seja submetido a um teste de despistagem e teste negativo para o vírus.

Os outros hospitais, diz Cardarelli, estão preocupados com o contágio: “Não culpo ninguém, mas é muito estressante”, sustenta, enquanto remove as coberturas protectoras que usa sobre os sapatos e lava as mãos com desinfectante: “Ando nisto há duas semanas. Ele está deprimido e nós estamos todos cansados. “

http://expedientesinico.com/…/italia-hospitais-cheios-e-me…/

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Hotel desaba na China com 70 pessoas em quarentena do coronavírus | VEJA

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Até o momento, 34 já foram resgatadas, segundo autoridades locais; prédio está localizado na cidade de Quanzhou, na província de Fujian, no sudeste do país

Source: Hotel desaba na China com 70 pessoas em quarentena do coronavírus | VEJA

Mobilização geral de médicos para reforçar linha de apoio e conter vírus – DN

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Começam a surgir os casos positivos de covid-19 em Portugal, a maioria por contaminação local. Médicos pedem a colegas que reforcem LAM para se conseguir responder a todas as situações.

Source: Mobilização geral de médicos para reforçar linha de apoio e conter vírus – DN

a vida em quarentena CODOGNO – A VIDA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS

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CODOGNO – A VIDA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS
José Tolentino Mendonça
Expresso, 07.03.2020
Há um verso de T. S. Eliot que diz que a vida e a morte estão entre aquelas coisas que mais queríamos esquecer. Mas a verdade é que uma e outra possuem uma realidade pegada à nossa carne, uma realidade teimosa, resiliente, irremovível, que emerge para lá das nossas previsões e se insinua continuamente, contrariando o frágil bricabraque dos nossos ocultamentos. É sintomática a expressão “cisne negro” usada na economia para descrever acontecimentos de baixíssima probabilidade e que provocam, porém, um abalo de altíssimo impacto. Neste nosso século XXI, foi assim com o 11 de Setembro. Tem sido assim com a emergência dos refugiados. É agora assim com o coronavírus.
O controlo tornou-se um mito das nossas sociedades. Criámos a ilusão de um controlo a cem por cento, com uma eficácia que julgamos blindada, à prova de fogo. Reduzimos a abordagem do real a um monte de automatismos. E, desse modo, enxotámos a vida, na sua complexidade, e a morte, na sua nudez sem palavras, para uma dimensão quase fantasmática, onde elas deslizam sim, mas supostamente distantes de nós e no reverso daquilo que quotidianamente vivemos ou esperamos. Isto é, passamos a encarar ambas com a baixíssima probabilidade que a economia atribui aos chamados cisnes negros.
Por isso, o medo que nos assalta quanto à contaminação do coronavírus, em parte é, de facto, pelo coronavírus e em parte é porque encontramos aí uma forma para exteriorizar tantos outros medos, racionais e irracionais, que nos habitam, mas aos quais não permitimos expressão. A iminência de uma crise viral como que nos autoriza a dar voz aos nossos medos submersos, e a exorcizar, através da precipitação numa angústia social extrema, aquela que é a nossa angústia mais profunda e reprimida. Devemos saber, porém, que o medo é um adversário difícil. E por uma razão: ele promove uma batalha não apenas contra o nosso corpo, mas avança poderoso sobre a nossa alma, e, quando a captura, não nos dá mais sossego. As nossas sociedades da era da globalização descobrem traumaticamente aquilo que o sociólogo Zygmunt Bauman explicou: que estamos provavelmente mais fortes com tudo aquilo que temos, mas também mais expostos aos golpes do destino, face aos quais nos tornamos sempre mais vulneráveis, impreparados emotivamente para geri-los, desprovidos de uma visão que lhe confira sentido.
Mas nem sempre é assim. E prova-o uma história destes dias, a de Codogno, a atribulada localidade onde, no último 20 de fevereiro, se detetou o paciente número 1 infetado com coronavírus no território italiano. Continua a estar na declarada “zona vermelha” e sujeita a medidas drásticas (ninguém pode sair ou entrar em Codogno sem autorização; todos os serviços estão fechados, salvo os essenciais; os transportes públicos estão suspensos…). Mas, um destes dias, um professor que habita ali enviou uma carta a um jornal nacional onde a par do sofrimento vivido por aquela comunidade testemunha que também há coisas boas a acontecer: “Ao longo da alameda, quando damos um passeio com os cães, encontramos imensas pessoas, poucas agora usando máscara, e damos por nós a conversar com perfeitos desconhecidos, que provavelmente se tornarão amigos. As ciclovias que dão para a mata estão frequentadas como nunca as vi. Procuramos todos dar uma mão e colaborar, desde os bens de supermercado às pequenas necessidades quotidianas.” No dia em que publicou esta carta, o jornal mostrou um outdoor produzido por uma associação local que dizia o seguinte: “Codogno é uma doença que não nos larga mais.”

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diretor médico de Macau fala do COVID-19

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A post to be read from Dr. Jorge Sales Marques, Director of Pediatrics at Conde S. Januário Hospital Center, Macau. 🇲🇴

What we learned until now about Covid-19?

Covid-19 was first reported to WHO on 31/12/2020 .

This new coronavirus has 80 % of its genetic sequence similar to SARS coronavirus.

The transmission is by droplets of saliva, human to human.

The incubation period can be from 2 to 14 days with the pick around 5 th day.

Adults with more than 55 years and with chronic diseases and with deficiency of his imune system are more sensitive to get Covid-19.

Why the virus affected less children under 10
years of age (less than 0.1 %)?

The frequent stimulation of the imune system by early vaccinations in the first 18 months of age, followed by vaccine booster at 5-6 y and 10-13 y and frequent virus infections during the infancy and later in the kindergarten and schools, can be responsible for this surprising situation.

On the other hand, we know that we have 4 coronavirus that affect humans with low to moderate respiratory symptoms like common cold and can be responsible for 10-25 % of all upper respiratory tract infection.

All these reasons can stimulate the immune memory and help the younger people to response better for the new virus infection.

In adults they also have virus infections and do vaccines but their immune memory is not the same.

The Covid-19 symptoms are like flu, with cough and running nose in 80 % of cases, diarrhea in 4 % and respiratory distress, pneumonia.

Some cases can let the patient in critical respiratory failure and even dead.

The mortality is around 2.5 %, lower that SARS dead cases that was 9.4%.

But the risk of contagious is higher!

So far more than 100 000 cases (SARS around 8000) affecting already 100 countries!

What is recommended?

There are 4 things that any one in any country can do!

1 – use mask correctly

2 – wash your hands during at least 20 seconds and repeat many times a day

3 – avoid overcrowded places

4 – keep at home as must as you can

What happened in Macau?

What we did?

The people of Macau strictly fulfilled the recommendations from the Health Bureau and the government.

The people used mask in everyplace they need to go, including work, public transport and streets.

They washed their hands with water and soap or alcohol gel.

They keep at home.

They avoid going to places with many people.

They followed all recommendations with total complicity between them and the government and Heath Bureau!

During this time of coronavirus crisis, we saw streets almost empty, shoppings, private clinics, gyms, some hotels and even casinos closed.

We closed all schools, from primary to universities and the students are doing e-school’s until all is considered under control.

We checked the temperature of anyone that came outside Macau and also in any place in Macau.

In hospital, we stop consultations and we did by phone or video.

We stop patients visiting.

We restricted people coming from outside and stop visitors from risks areas, we did and keep doing tests for people with risk of contagious.

For those that was infected or have contacted people with Covid-19, we put on quarantine.

We protect our Macau citizens and also help to diagnose people (tourist or not) that want to enter Macau for visiting, shopping, gambling or only tasting our excellent food.

Macau with this total cooperation between government, Health Bureau and his citizens is the best example for all over the world!

We don’t have new cases for one month and our all 10 cases that were affected, all are discharged!

With all respect for all countries that are affected and their health bureau program against Covid-19, they need to take the same measures we did.

To stop spreading the coronavirus in their own countries or to others cities or countries, the only way is convinced their citizens that this is a serious disease.

Them, recommend the citizens the 4 main thinks they need to follow, support the health professionals not only with mask, gloves and special clothes but also practical flow chart with constant update.

And finally, but also crucial for the success, each government need to have courage to take difficult measures.

This fight against Covid-19 is not only a Macau fight.

All cities, countries and WHO need to join together forces to win this war against this new coronavirus.

And learn from others cities or countries, what they did to stop virus spreading.

If the results are good, we need to learn and why not ask people with more experiences or better results for an opinion, suggestions or help.

This is a global fight with only one enemy – Covid-19!

Join the forces please!

(da página do Facebook de Jorge Sales Marques).

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duas pestes (Viriato Soromenho Marques)

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DUAS PESTES
Viriato Soromenho Marques in DN
«Sempre que ocorre uma ameaça de saúde pública com características de pandemia, existem, nos melhores cenários, dois momentos inevitáveis: a) o do medo, que pode ganhar contornos de pânico; b) o do veredicto crítico dos especialistas retrospetivos, aqueles que depois de tudo ter passado, sem deixar os destroços que se temiam, censuram as autoridades sanitárias por alarmismo e excesso de zelo… O covid-19 não constituirá exceção. As situações extremas destapam sempre as facetas mais sombrias e detestáveis da condição humana. A diferença no espectro de reações entre as pandemias pré-industriais e as pandemias modernas – dominadas pela eficácia da tecnologia farmacêutica, que leva à arrogância de Trump ordenando o desenvolvimento de uma vacina por decreto presidencial – reside mais na superfície, pois na exuberância patética de fundo tudo permanece idêntico.
Na Grande Peste Negra do século XIV, que, depois de seguir a Rota da Seda e ter entrado na Europa pela Sicília (final de 1347), se espalhou pela Europa continental, causando um declínio duradouro na população europeia e mundial de que temos estimativas aceitáveis (a população só recuperaria os efetivos do século XIV no século XVII), o que domina é a impotência e o desespero. O testemunho literário deixado por Boccaccio no Decameron (1353) documenta em primeira mão a fuga do contágio nas cidades, para o refúgio no isolamento campestre. Sabemos também que a busca de um bode expiatório levou a uma sucessão de massacres em larga escala das comunidades judaicas europeias. Nas pandemias contemporâneas, a mortalidade tende a ser incomparavelmente menor. Contudo, se os avanços na medicina nos permitem preservar a saúde, mesmo em tempos de perigo generalizado, há uma outra ameaça quotidiana e gigantesca que a expansão do covid-19 tem trazido à luz do dia.
Repetidamente, os registos da NASA e de outras instituições científicas, ligadas à rede mundial de sistemas de monitorização do estado do ambiente planetário, revelam-nos diminuições espetaculares nos indicadores de impacto negativo da ação humana sobre o ambiente, em particular nas emissões de gases com efeito de estufa. Primeiro na China, e agora um pouco por todo o mundo, à medida que o vírus se vai espalhando. Os economistas orgânicos vão juntar ao receio do covid-19 o pânico da recessão. Mas isso é mera poluição de palavras vazias e sinal de ausência de pensamento. O covid-19 devolve-nos, sem maquilhagem, o rosto assustador da verdadeira peste do nosso tempo. A nossa servil e suicida adição ao encarniçado crescimento exponencial, que corrói os próprios ecossistemas de que depende a nossa sobrevivência como civilização! Que seja um vírus a ter sucesso onde todas as políticas públicas de ambiente e sustentabilidade têm falhado, levando a moderar o consumo, a produção, as viagens, o ritmo e a intensidade do trabalho, a colocar um freio numa “economia que mata” – na designação realista do Papa Francisco – só nos pode convocar para um humilde exercício de meditação.» (Viriato Soromenho Marques)

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Coronavírus. Sobe para 18 o número de casos confirmados em Portugal. Hotel usado para isolar infetados colapsou na China – ObservadorMEO

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Source: Coronavírus. Sobe para 18 o número de casos confirmados em Portugal. Hotel usado para isolar infetados colapsou na China – ObservadorMEO

O estigma sobre o suspeito não infetado

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« (…) A experiência de estar fechado em casa e não poder ir fazer uma compra ou qualquer outra coisa nem sequer é muito estranha. Sente-se um medo em relação ao resto da sociedade poder apontar o dedo, acusar “não é um dos infetados?” É certo que já lá vão quase todos os dias de quarentena, mas o suspeito é sempre olhado como um perigo que pode pôr em causa a saúde pública. Mesmo que as pessoas continuem a andar de autocarro e metro, vão a centros comerciais e lojas, ou a restaurantes e cinemas. Podem fazê-lo porque não são suspeitos e não têm o estigma do vírus…

O estigma torna-se ainda mais real quando um familiar é expulso do trabalho meia hora depois de comunicar que o pai esteve no Correntes e fica a teletrabalhar, e outra pessoa próxima é corrida do local de trabalho, mesmo que não tenha tido contacto direto com o alegado infetado, e que depois de um minicomício também seja posta fora pelos próximos 14 dias. Dois exemplos apenas da histeria.

Não aconselho a ninguém que esconda qualquer sintoma, mas aviso que vai sentir na pele situações que não imaginava serem possíveis em 2020. Que só tínhamos visto, por exemplo, no filme Philadelphia em que Tom Hanks é marginalizado por ter sida e o filme é de 1993.

Vamos a ver como será o regresso…»

[João Céu e Silva, “Diário de Notícias”, 7/03]

O primeiro sintoma de quem é suspeito de estar infetado com o coronavírus é o estigma social. E se a tosse não surge nem a temperatura aumenta, ainda custa mais ao alegado suspeito esse sentimento por parte daqueles com quem convive. Senti isso na pele desde domingo, quando se soube que o escrit…
DN.PT
O primeiro sintoma de quem é suspeito de estar infetado com o coronavírus é o estigma social. E se a tosse não surge nem a temperatura aumenta, ainda custa mais ao alegado suspeito esse sentimento por parte daqueles com quem convive. Senti isso na pele desde domingo, quando se soube que o escrit…
O primeiro sintoma de quem é suspeito de estar infetado com o coronavírus é o estigma social. E se a tosse não surge nem a temperatura aumenta, ainda custa mais ao alegado suspeito esse sentimento por parte daqueles com quem convive. Senti isso na pele desde domingo, quando se soube que o escrit…