muito menos aviões nos céus

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1 hr

In the first photo, airspace is appreciated on a totally normal day, and in the second photo an airspace affected in the wake of the coronavirus. 😕🌍 😕🌍 😕🌍 😕🌍

proibidas as romarias, romeiros regressam

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Carmen Ventura

Antena 1 Açores – Estão canceladas todas as romarias nos Açores.
Amanhã regressam os romeiros que estão na estrada e já ninguém sai.”..para não por em risco a sua vida e a vida das famílias que os recebem em casa.

Entre os que saíam na próxima madrugada e os que ainda estão em romaria seriam ao todo mil romeiros nas estradas de São Miguel. Isto sem falar em famílias e amigos que costumam acompanhar os ranchos.
Em virtude das recomendações do Governo para evitar a propagação do coronavirús, o Movimento decidiu cancelar todas as romarias, principalmente para não colocar em perigo as famílias que os acolhem, explica João Carlos Leite.
Ao todo são 55 ranchos. Entre estes, dois são de Toronto.
A partir da próxima madrugada, deveriam sair dez… a maior parte acolheu de imediato a decisão … outros nem por isso.
Esta Quaresma fica marcada pela quebra de uma tradição centenária. João Carlos Leite diz que a grande romaria é agora outra: é não sair em romaria.
Até agora já percorreram as estradas de São Miguel 21 ranchos de romeiros.” (CV)
https://www.rtp.pt/play/p1249/e461661/jornal-das-13-00 (a partir minuto 8’36)

AS MUDANÇAS DE RETÓRICA DA SAÚDE EM PORTUGAL

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Nao esquecrr: António Costa e estas duas senhoras ficarāo como a imagem da irresponsabilidade em Portugal.

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Rui Mendes FerreiraFollow

Eis Graça Freitas, Directora Geral de Saúde de Portugal.
Pior que qualquer virus, é ter os nossos serviços de saúde públicos nas mãos destas duas figuras. Isso sim, é motivo suficiente para enorme preocupação.

Governo assegura que as medidas extraordinárias de proteção social dos trabalhadores terão aplicação direta na Região – Jornal Açores 9

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Na sequência da aprovação pelo Conselho de Ministros de um conjunto de medidas extraordinárias e de caráter urgente de resposta

Source: Governo assegura que as medidas extraordinárias de proteção social dos trabalhadores terão aplicação direta na Região – Jornal Açores 9

Recomendação do SIM a todos os médicos – Notícias – Sindicato Independente dos Médicos

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O SIM recomenda a todos os médicos que se recusem a atender todos os doentes agudos com sintomas respiratórios agudos sem Equipamentos de Proteção Individual adequados e nos quais se incluem máscaras respiratórias (e não cirúrgicas), comunicando ao Sindicato e à Ordem dos Médicos tal ocorrência.

Source: Recomendação do SIM a todos os médicos – Notícias – Sindicato Independente dos Médicos

‘Complete saturation’: Italian hospital is receiving a new coronavirus patient every 5 minutes – ABC News

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A top infectious disease expert cautioned Thursday that the country is likely two weeks away from seeing the deadly disease reach its peak.

Source: ‘Complete saturation’: Italian hospital is receiving a new coronavirus patient every 5 minutes – ABC News

É TEMPO DE PARAR, DIZ A NATUREZA, FILÓSOFO MORELLI

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Bela reflexão do psicólogo Morelli

“Acredito que o cosmos tem sua própria maneira de equilibrar as coisas e suas leis, quando elas estão perturbadas.
“O momento em que estamos a viver, cheio de anomalias e paradoxos, faz-nos pensar…
Numa época em que as mudanças climáticas causadas pelos desastres ambientais atingiram níveis preocupantes, a China em primeiro lugar, e muitos países depois, são forçados a congelar; a economia entra em colapso, mas a poluição diminui consideravelmente. O ar melhora; você usa a máscara, mas respira…

Num momento histórico em que certas ideologias e políticas discriminatórias, com fortes referências a um passado mesquinho, estão sendo reativadas em todo o mundo, chega um vírus que nos faz experimentar que, em um instante, podemos nos tornar os discriminados, os segregados, os presos na fronteira, os portadores de doenças. Mesmo que a culpa não seja nossa. Mesmo que sejamos brancos, ocidentais e viajando em classe executiva.

Numa sociedade baseada na produtividade e no consumo, em que todos corremos 14 horas por dia atrás do desconhecido, sem sábados nem domingos, sem mais vermelhos no calendário, de um momento para o outro, vem a paragem.
Parados, em casa, dias e dias. Para contar com um tempo cujo valor perdemos, se não for mensurável em compensação, em dinheiro.
Ainda sabemos o que fazer com ele?

Numa fase em que o crescimento dos filhos é, por necessidade, muitas vezes delegado a outras figuras e instituições, o vírus fecha às escolas e obriga-as a encontrar soluções alternativas, para voltar a colocar mães e pais junto dos filhos. Obriga-nos a começar uma nova família.

Numa dimensão onde as relações, a comunicação, a sociabilidade são jogadas principalmente no “não-espaço” da rede social virtual, dando-nos a ilusão de proximidade, o vírus tira-nos a verdadeira proximidade, a verdadeira proximidade: sem tocar, sem beijar, sem abraçar, à distância, no frio do não-contato.
Quanto é que tomámos estes gestos e o seu significado como garantidos?

Numa fase social em que pensar no próprio jardim se tornou a regra, o vírus envia-nos uma mensagem clara: a única saída é a reciprocidade, o sentido de pertença, a comunidade, o sentimento de fazer parte de algo maior para cuidar e que pode cuidar de nós. A responsabilidade partilhada, o sentimento de que o destino não só de vocês, mas de todos à vossa volta depende das vossas acções. E que tu dependes deles.

Então, se pararmos de fazer caça às bruxas, pensando de quem é a culpa ou por que tudo isso aconteceu, mas pensando no que podemos aprender com isso, acho que todos nós temos muito o que pensar e nos comprometer.
Porque com o cosmos e suas leis, obviamente, temos uma dívida de gratidão.
O vírus está a explicar-nos, a um grande custo”

UMA MÉDICA DO Serviço Nacional de Saúde (SNS) ESCLARECE

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Neste texto muito claro, tranquilo e pedagógico publicado pela Colega Telma:

“Caros amigos,
Não somos entidades com nomes sonantes nem peritos em epidemiologia, apenas a arraia miúda, médicos que vivem diariamente num Serviço Nacional de Saúde (SNS) que no seu basal já trabalha no limite, e como tal, vemos com apreensão os dias que se avizinham.

Não estamos satisfeitos com o modo como a situação da COVID-19 tem sido conduzida pelas entidades competentes. Na tentativa atendível de não causar pânico, a verdadeira mensagem não está a passar e a nossa perceção é que pessoas fora da área da Saúde acham que o atual cenário “é um exagero”. Compreendemos em plenitude, não fossem tantas as vezes que a comunicação social nos anuncia a catástrofe iminente, que como ao proverbial rapaz os ignoramos quando há mesmo um lobo.

Assim, pretendemos deixar umas notas, que vindas de alguém que conhecem poderão ter o impacto que conferências de imprensa não têm conseguido.

Com base no cenário que vemos em Itália e que começamos a ver em Espanha (e na informação que vai sendo partilhada entre a comunidade médica) consideramos ser necessário dizer e reforçar o seguinte:

1- Mais de 80% das pessoas infetadas com a COVID-19 terão sintomas muito leves, semelhantes a uma simples constipação ou a um síndrome gripal ligeiro. Estes casos podem e devem evitar idas aos Serviços de Urgência. Não o dizemos por capricho! Não há qualquer tratamento a oferecer aos casos ligeiros, não há nada que se possa fazer num hospital que os impeça de agravar (e a vasta maioria não agravarão e passarão por si sós!). Breve, ir ao hospital não vos adiantará nada pessoalmente e pelo contrário porá em risco todos os outros utentes e profissionais.

2- Pelo menos 10% dos casos serão graves o suficiente para causar falta de ar e obrigar a idas ao Hospital. Alguns destes serão graves o suficiente para precisarem de ventilação mecânica (“ficar ligado à máquina”). Apesar de estes casos graves serem maioritariamente pessoas idosas ou com doenças que os fragilizam, também acontecerão casos de pessoas jovens saudáveis (se 0.2% dos jovens afetados precisarem de ventilação, no caso de 10.000 afetados serão 20 jovens em Portugal em estado grave). Nos idosos e pessoas com problemas de saúde, essa percentagem pode chegar aos 15-20%, o que significa potencialmente uma enormidade de doentes graves que o SNS não terá capacidade de assistir da melhor forma, que é o que se vê acontecer em
Itália, onde ventiladores estão a ser recusados logo à partida, sem qualquer contemplação, a pessoas com mais de 60 anos.

3- O que podemos fazer? Tentar que em vez de termos 10.000 casos até ao final de Março, tenhamos esses 10.000 casos espalhados no tempo ao longo de 6 meses. Faz muita diferença um hospital ter no mesmo dia 10 pessoas a precisar de ventilador ou ter 50 pessoas a precisar de ventilador. É simples, não vai haver para todos. Como podemos atrasar então o surgimento de novos casos? Isolarmo-nos o mais possível. E cada dia conta no atraso que vamos conseguir!

4- Se és dono de uma empresa ou de um escritório considera fechar portas e colocar os funcionários a trabalhar tanto quanto possível de casa. Pensa assim, vais ter que fechar portas em duas semanas de qualquer forma, com uma grande diferença: salvaste vidas!!

5- Se podes trabalhar de casa, deves absolutamente fazê-lo.

6- Não vás ao ginásio, vai dar uma corrida (não em grupo!) e faz umas flexões em casa. Não vás ao café. Não vás ao restaurante. Escusado será mencionar esse ambiente fresco e arejado que existe em discotecas e bares noturnos. Almoço de fim de semana em casa dos avós? Cancelem. Jantar de anos da Filipa? Não vai dar, a Filipa compreenderá, mais não seja em duas semanas quando perceber a dimensão do problema.

7- As crianças, ao contrário do que se viu escrito em alguns locais, parecem ser bastante contagiosas. Apresentam também muito poucos sintomas quando estão infetadas. Ou seja, devemos evitar o contacto entre as crianças da família e respetivos avós e outros membros mais frágeis. Pelo lado bom e para tranquilizar: tanto quanto sabemos (e já sabemos alguma coisa após tantos milhares de casos pelo Mundo) não há qualquer caso de doença grave em crianças menores de 10 anos. Os sacanitas são rijos, mas muito contagiosos.

8- A máscara só é útil para quem já está a tossir e espirrar – para pessoas sem sintomas ajuda pouco. Importante mesmo é lavar as mãos frequentemente e evitar tocar na cara/boca/olhos. E manter distância social: não há apertos de mão, não há beijinhos e falar de perto é também má ideia (vá, todos conhecemos aquela pessoa que manda muitos “perdigotos”).

9- Não é demais salientar que durante esta época as outras doenças, acidentes e infortúnios vários não vão tirar férias. Continuarão a existir AVCs, ataques cardíacos, outras infeções, acidentes de viação, exatamente na mesma quantidade de antes. Com uma diferença saliente: quando esses doentes graves precisarem de vaga nos cuidados intensivos (que mesmo num dia bom já são insuficientes e difíceis de gerir), podem bem
não a ter. A mortalidade do COVID não é só a mortalidade do COVID – com um sistema a trabalhar para lá do limite, todas as outras doenças que já antes matavam, matarão mais.

10- Terminamos com uma nota importante: o pânico é contraproducente. Ninguém tem necessidade de açambarcar setecentos rolos de papel higiénico. A sociedade como a conhecemos não colapsará. Mas isto não é a gripe A, não é a vespa asiática, não é a crise dos combustíveis, não é nenhuma das mais recentes catástrofes sempre anunciadas e felizmente nunca cumpridas. Desta vez é a sério (palavra de escuteiro) e cabe a cada um de nós fazer a sua parte para que seja o menos sério possível. Cabe a cada um de nós fazer a sua parte para que seja o menos sério possível. E acima de tudo não esqueçam esta importante mensagem:
Há que articular tudo isto de forma coerente.”

China diz que militares dos EUA podem ter levado o Covid-19 para Wuhan – JN

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A China registou mais de 80 mil infetados pelo novo coronavírus, mas as autoridades do país recorrem agora a teorias da conspiração para defenderem que o vírus não teve necessariamente origem no país.

Source: China diz que militares dos EUA podem ter levado o Covid-19 para Wuhan – JN

A TRAGÉDIA DAS CHUVAS EM TIMOR

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Quero agradecer a todos os que hoje colaboraram com a Lusa para permitir dar informação a tempo sobre a situação em Dili. Da imprensa timorense vi muito pouco ou nada. O impacto verdadeiro só se vai saber amanhã. Mas vai ser terrível. Hoje está ainda escondido pela noite. Há vítimas. Não sabemos ao certo quantas. Muitas famílias perderam tudo. Muitas tiveram as casas alagadas e vão ter dias complicados. Instituições como a Escola Portuguesa sofreram danos graves. E espera-se mais chuva. Tenham cuidado por aí.

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