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EUA: (Ouvido agora na BBC)
– 70 000 MORTES POR ANO DEVIDO A DROGAS
– 1/7 DA POPULAÇÃO VIVE ABAIXO DO NÍVEL DE POBREZA
– TAXA DE SUICÍDIOS MAIS ELEVADA DOS ÚLTIMOS 30 ANOS

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EUA: (Ouvido agora na BBC)
– 70 000 MORTES POR ANO DEVIDO A DROGAS
– 1/7 DA POPULAÇÃO VIVE ABAIXO DO NÍVEL DE POBREZA
– TAXA DE SUICÍDIOS MAIS ELEVADA DOS ÚLTIMOS 30 ANOS

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Vale a pena ler e pensar nisto…
Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava…
Os seus cachorros-quentes eram os melhores!
Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, e notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
– Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crística. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, acha isto, então só pode ter razão!
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela notícia da crise, já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis…
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos…faliu.
O pai, triste, disse ao filho: – Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: – ‘Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar Economia, ele é que me avisou da crise…’
O original deste texto foi publicado em 1958 num anúncio da Quaker.
A pensar: o que faz REALMENTE mal – a crise ou as notícias da crise? Ou como o conhecimento ‘empírico’ pode ser mt + sábio e eficaz que o letrado…
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Uma especialista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) disse esta quarta-feira que os Açores já estão mais expostos a eventos extremos, como a seca, a chuva intensa e o aumento da temperatura, devido às alterações climáticas. – Economia , Máxima.
Source: Clima: Açores já estão mais expostos a eventos extremos – ambiente – Jornal de Negócios
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LOCOMOTIVAS DO PORTO DE PONTA DELGADA COM DESTAQUE INTERNACIONAL




O site britânico The International Steam Pages apresenta um interessante artigo sobre as históricas locomotivas que tiveram papel fundamental na construção do porto de Ponta Delgada e da Avenida Infante D. Henrique.
Muitos têm sido os turistas britânicos que visitam as instalações da Portos dos Açores, precisamente com o intuito de apreciar dois dos três exemplares existentes daquele género de locomotiva.
De uma dessas visitas resultou este artigo que poderá ser consultado em – http://www.internationalsteam.co.uk/trains/azores01.htm
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A Propósito de uma visita à Grená.
No passado dia 12 de janeiro integrei um grupo de amigos que visitou a Grená, propriedade de 18 hectares localizada na margem da Lagoa das Furnas.
Foi o britânico Edward Harvey que, por volta de 1835, terá pensado habitar nas margens da Lagoa das Furnas, começado a construção de uma casa e plantado, nas proximidades daquela, várias espécies novas para a ilha de São Miguel, como o freixo.
Não tendo acabado a construção, a propriedade foi adquirida, em 1858, pelo cônsul inglês Samuel Vines que a terá concluído.
José do Canto, também, está ligado à Grená, pois, em 1869, alugou por cinco anos a propriedade aos Vines para poder acompanhar mais de perto os trabalhos que estavam a decorrer na sua propriedade.
Em 1870, a propriedade foi adquirida por James Hinton e em 1882 por George Hayes, bisavô de George Hayes, professor de inglês e guia turístico aposentado, residente no Livramento, que foi um dos participantes na visita referida e que teve a oportunidade de nos contar alguns episódios, ocorridos na Grená, que envolveram alguns dos seus antepassados.
O primeiro George Hayes referido, em 1875, era armazenista e um dos administradores da Caixa filial do Banco Lisboa e Açores, em Ponta Delgada.
De acordo com Nestor de Sousa, “o chamado prédio da Grená abrangia residência, jardim e terrenos de cultivo com laranjais” e “a casa compunha-se de três salas- uma ampla de visitas; outra mais pequena servindo de escritório; e a de jantar-além de seis quartos de cama, cozinha, dispensa, quarto de engomar, falsa, e dois corredores, um em cada piso, comunicantes por escada atapetada”.
A 15 de setembro de 1924, o vila-franquense Urbano de Mendonça Dias, fundador do Externato de Vila Franca, comprou a Grená a Manuel do Couto que a havia comprado aos herdeiros de George Hayes.
Em 1987, a propriedade foi adquirida pelo Estado que a deixou ao abandono, tendo em 2015 passado para a posse da Região que mais tarde decidiu pela sua venda em hasta pública.
Em dezembro de 2019, depois de um ano de trabalhos de limpeza, abertura de trilhos e criação de pequenos miradouros, a Grená abriu ao público e tem surpreendido pela positiva muitos dos visitantes que àquele parque têm ocorrido para usufruir dos seus tempos livres.
Há mais ou menos 50 anos visitei a Grená na companhia de minha avó e minhas tias, para recolher flores de azáleas para atapetar as ruas para a passagem da procissão dos enfermos que se realizava na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo. Embora não me lembre de muita coisa, o que me ficou na memória é a quantidade de azáleas existente nos caminhos que davam acesso à casa e que, resultado do abandono, despareceram por completo.
Durante a visita, para além das vistas magníficas, da imponente queda de água, os visitantes puderam apreciar o vultuoso trabalho já efetuado. A propósito da ribeira e da queda de água, Urbano de Mendonça Dias, no seu livro História do Vale das Furnas, escreve que a ribeira que atravessa a Grená é “chamada do Enchiqueiradouro que vem da Achada, caindo a prumo do salto do Bragado, da altura de 96 metros.”
Hoje, as espécies predominantes são a criptoméria e o incenso, enquanto que no passado terá predominado o pinheiro.
Apenas dois pequenos senões que não mancham o que de muito bom já foi feito: a presença numa pequena poça de jacintos-de-água, uma espécie invasora, e a de um vaso com uma planta de plástico, que não acreditámos que tenha sido colocado pela equipa que está a fazer a recuperação do local
Vale a pena uma visita!
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 32035, 22 de janeiro de 2020, p.17)


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A tese ainda está em debate há quase quarenta anos, ainda sem consenso na comuinidade científica: o nível de inteligência medido pelos testes de QI está em queda nos países mais desenvolvidos, para o que contibui uma infinidade de fatores.
Concomitantemente à diminuição da inteligência, assiste-se ao empobrecimento da linguagem das pessoas… a que não é alheio, obviamente, o uso das redes sociais e da escrita desmazelada do SMS.

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A Região Autónoma dos Açores garantiu um financiamento de 50 milhões de euros em dívida de curto prazo. A taxa de juro da operação foi de 0%.
Source: Açores emitem 50 milhões em dívida com taxa 0% – ECO
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General
” O que devemos fazer com a nossa vida quotidiana…é deixar entrar a luz da poesia na casa do pensamento.”
Mia Couto
