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As forças militares americanas usaram este produto na Base das Lajes?

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“Maria Eugenia” is for sale.
“Maria Eugenia” is one of the last living pieces of Azorean naval architecture. It was built in the Santo Amaro shipyards, on the island of Pico, by Master Builder Manuel Bento, in the early decades of the last century, based on a design by Manuel Inácio Nunes (who at the time had already emigrated to California) by request of a ship-owner from Graciosa Island.
Like others built in the shipyards of Santo Amaro do Pico at that time, this boat represented the coming together of the famous art of the builders of that island with the experience gained by the first Azorean emigrants in California, who were able to understand and develop the techniques and use them in their homeland.
“Maria Eugenia” sailed from then (about 1920) until the end of the 1980s.
The hull was completely restored in Santo Amaro do Pico by Mestre José Adriano, which was completed in 2011, with the purpose of transforming her into a school boat, a project now abandoned.
She can be visited in Santo Amaro at Mestre José Adriano’s shipyard.
Proposals are welcome.
Contact: adpma@cabotagem.org
Patrimônio dos Açores.
Um barco com história que bem podia ser como escreveu Carlos De Bulhão Pato Homenagem aos estaleiros feitos em cima de rochas pelos seus construtores sem apoios de ninguém deixaram uma grande obra Naval dos Açores de grandes marinheiros de todas estas ilhas dos Açores. Atenção Secretaria da Cultura a nova diretora pode fazer história se tiver coragem. Assim vai os nossos Açores.
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14 hrs
As ilhas açorianas em livro de excelentes crónicas: uma sugestão
Caro João Câmara! Tu, que me conheces há muitos anos, sabes bem que eu não sou de hipocrisias e falsos elogios. Se não gostasse das crónicas que tens escrito sobre as nossas ilhas, calava-me ou criticava mesmo. Acontece, porém, que tenho apreciado muito – muito mesmo! – esses teus textos, num estilo leve e apetecível para a leitura, cheios de pormenores e curiosidades. Estás a prestar um excelente serviço à promoção no exterior das ilhas açorianas. Mas eu quero fazer-te uma sugestão: com esta qualidade de escrita e com esta riqueza de informação, nomeadamente histórica, geográfica, paisagística e sociológica, tudo bem articulado e harmonizado, no final estas nove crónicas merecem e devem ser publicadas em livro, eventualmente com algum ajuste para o efeito, acompanhadas com boas fotografias. Não tenho dúvidas que esse livro será um sucesso editorial!

17 hrs
ILHA DO FAIAL NA VISÃO
Fechamos hoje o périplo pelas ilhas do grupo central do arquipélago com o desembarque da Visão no bonito Faial, a ilha azul.
Boas leituras.
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1 hr
ândola sejam momentos de fraterno reencontro.
Um abraço Tio.




10 hrs
J. H. SANTOS BARROS:
Eis, finalmente, os Poemas Todos do mais intenso e diverso poeta açoriano revelado nos anos 60 do século passado.
Organização de Jorge Reis-Sá para a Imprensa Nacional.




Já saiu a Obra completa do José Henrique Santos Barros!!
Maravilhosa prenda pela mão da INCM, sob orientação do Jorge Reis-Sá, com prefácio do António Lobo Antunes e a preciosa ajuda dos amigos em especial o Urbano Bettencourt que há pouco me deu a notícia.
Uma obra justíssima e necessária. Uma oportunidade para revisitarmos todos os seus trabalhos, uma oportunidade para (re)conhecermos e colocarmos o José Henrique no lugar que merece na Literatura Açoriana e Portuguesa.
Jorge Reis-Sá afirma esperar que J.H. Barros Santos seja lembrado “como um dos mais inventivos poetas de língua portuguesa, imerecedor do esquecimento a que foi votado durante quase 40 anos”.
Lobo Antunes destaca os poemas do final de vida do poeta “em plena maturidade”, que aponta como “peças de primeira água pelas quais [J.H. Santos Barros] deverá ser julgado”, atrevendo-se, como escreve, a referir que “quatro ou cinco (…) resistirão ao tempo
Espero que os lançamentos que decerto se farão, quer na Terceira, quer em São Miguel, quer em Grândola sejam momentos de fraterno reencontro.
Um abraço Tio.
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TURISMO E CULTURA…
O turismo, seja do ponto de vista de quem recebe, de quem organiza ou de quem promove, tem muito de invasão.
Não usa armas letais, mas tem um impacto, profundo e duradoiro, aos mais diversos níveis.
Nada fica como dantes, independentemente do número de turistas a visitar um local ou uma comunidade. Porque todos somos portadores de uma certa forma de ver as coisas e, desde que entremos em contacto com alguém, todos ficamos diferentes. Nós e os outros.
Por outro lado, um turista nem sempre é uma visita. Aliás não costuma sê-lo, mas há que o transformar nisso, sempre que possível. A diferença nem sequer é subtil. Uma visita tem algum grau de amizade, um turista habitualmente não tem. Uma visita não costuma pagar, um turista paga e, porque paga, sente-se no seu natural direito de receber, em troca, aquilo que acredita que comprou.
Venho com isto tudo porque temos turismo nas ilhas e convém que tenhamos. Por razões económicas, culturais, políticas e sociais. Económicas porque a entrada de dinheiro é boa para as contas; culturais porque recebemos gente diferente, com ideias diferentes e isso areja o pensamento; políticas e sociais porque, de facto, o turismo, apesar das características de invasão, também pode ser um caminho de construção da paz, e precisamos disso, neste mundo actual. Nada é melhor, para um ser humano, do que perceber que não está sozinho no mundo, com problemas que julga só seus.
É por isso que o envolvimento de todos os interessados é fundamental. É por isso que ninguém deve ser afastado dos circuitos por onde o turismo passa.
Porque ele vem ter connosco, e, com poucos ou muitos visitantes, com poucos ou muitos industriais, o resultado será sempre o mesmo, se deixarmos as coisas nas mãos de outros: A vida muda sem a gente perceber, as coisas alteram-se, devagarinho ou depressa, e, um belo dia, tudo mudou!
A questão também não pode ser resolvida criando zonas estanque, do tipo “turistas e profissionais de turismo” para um lado e “nós que vivemos aqui e não queremos ter nada a ver com isso”, por outro. Deixá-lo à solta é que não!
É essencial, portanto, uma perspectiva agregadora, sobretudo num território como os Açores, onde a nossa vida e a nossa cultura são feitas dos impactos sucessivos de ondas, planetárias, de mudanças e choques, ao longo de cinco séculos de vida.
Daí que os agentes culturais não se podem alhear desta dinâmica, nem ser vistos ou tomarem-se como adversários dela. Porque ela é, além de económica, profundamente social e cultural. Porque a cultura é recriação constante. Altera-se e vive, precisamente, de todos os contactos que a rodeiam.
Temos, TODOS, de conhecer aquilo que entendemos por raízes e vivências culturais nossas. De as estudarmos, de as vivermos. De percebermos como podem continuar a existir ou modificar-se sem se destruir. Só assim poderemos saber até que ponto, em que quantidade e como, temos condições de partilhar.
Só se partilha o que se conhece e só assim se pode transformar um negócio, com o impacto de uma invasão, em troca cultural, benéfica para todos.
(in Diario Insular Sábado 2 de Março)
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A Obra Completa de J.H. Santos Barros, “Alexandrina, como era”, organizada por Jorge Reis-Sá, inclui vários inéditos, e conta com um prefácio de António Lobo Antunes, que qualifica alguns dos poemas como “magníficos”.
Source: Obra Completa de J.H. Santos Barros, “Alexandrina, como era”, inclui inéditos – Açoriano Oriental
https://www.acorianooriental.pt/noticia/obra-completa-de-j-h-santos-barros-alexandrina-como-era-inclui-ineditos-297718
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26 February at 22:41
So… even Chinese robot vacuum cleaners upload information on a daily basis to China… (Link courtesy Pedro Aniceto)

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Jose Antonio Salcedo10 hrs
Many interpretations of old religious texts are simply and/or conveniently wrong. Take the myth of Sodom and Gomorrah as an example: it has nothing to do with homosexuality! Link courtesy Eleanor Wynn)

Recently, Franklin Graham reacted to a commentmadebyformerPresident Jimmy Carter to theHuffingtonPostseveralyearsago. Carter said, “Jesus wouldpromoteanyloveaffairifitwashonestorsincereandwasnotdamaging to anyoneelse. AndIdon’tseethat gay marriagedamagesanyoneelse.”
Breitbartdugupthecommentrecently, and Graham responded, “Ihave to respectfullydisagreewithformerPresident Jimmy Carter onthisone. Heisabsolutelywrongwhenhesaid Jesus wouldapproveof gay marriage. Jesus didn’t come to promotesin, He came to saveusfromsin. TheBibleisveryclear. GoddestroyedthecitiesofSodomandGomorrahbecauseofhomosexuality.” Graham concludedhispostbyquotingRomans 1:24-27.
TheGenesistext
ThestoryofSodomandGomorrahisoneofthefavoritepassagesofpersonswhoopposesame-sexbehavior. ItoccursinGenesis 19:1-29. However, twoearlierpassages are prelude to this. InGenesis 13:12-13, thetextsaysthatthepeopleofSodomwere “wicked, greatsinnersagainsttheLord.” Also, in 18:16-21 Godinforms Abraham: “HowgreatistheoutcryagainstSodomandGomorrahandhowvery grave theirsin!” (v. 20). However, neithertextexplainswhatmakesthesecitiessinful. Soreaders must inferthenatureoftheirsinfulnessfromthestorytoldinGenesis 19.
Here’s the story: Abraham’s nephew, Lot, lives in Sodom. Two angels in the guise of men come to Lot’s home in Sodom. Lot invites them to spend the night in his home. At first, the two angels say they prefer to spend the night in the town square (v. 2), but Lot is able to persuade them to come inside his home (presumably where it is safer). Before they all go to bed “the men of Sodom, both young and old, all the people to the last man, surrounded the house” (19:4) and demand that Lot send out his two guests so that “we may know them.” Lot tries to dissuade the mob from its course, even offering his two daughters to them (v. 8); but the crowd dismisses Lot as an “alien” and tries to seize him. The two angels pull him back inside the house to safety, and then they strike the men outside with blindness (v. 11). The next morning, the angels lead Lot’s family out of the city. Then God pours down sulfur and fire on Sodom and Gomorrah, destroying its inhabitants (v. 25).
Using Ezekiel and Judges to interpret
While several other biblical texts refer to Sodom (and sometimes Gomorrah), the only one that comments on Sodom’s sinfulness is the sixth century BCE prophet Ezekiel: “This was the guilt of your sister Sodom: she and her daughters had pride, excess of food, and prosperous ease, but did not aid the poor and needy. They were haughty, and did abominable things before me; therefore I removed them when I saw it” (16:49-50). The Hebrew word translated “abominable things” is to’evah. Sometimes this term is used with reference to sexual offenses (as in Leviticus 18:22), but this term has a broad range of meanings. According to the Encyclopedia Judaica, “Common to all these usages is the notion of irregularity, that which offends the accepted order, ritual, or moral.” Ezekiel 16 says nothing about same sex behavior. Context determines what Ezekiel meant by “abomination”: Sodom’s “abomination” was that she did not aid the poor and needy.
Judges 19 provides a chillingly similar story to the Sodom story in Genesis. An unnamed man from the tribe of Levi is traveling with his servant and his concubine. They arrive in the town of Gibeah and plan to spend the night in the town square. A little later, a man living in Gibeah, but described as from the country of Ephraim, comes upon them. He warns them that they are not safe in the open and takes the three to his home. Soon “the men of the city, a perverse lot” surround the house and demand that the owner send out the Levite “so that we may know him.” Like Lot, the owner tries to dissuade the mob. He offers to send out his virgin daughter and the Levite’s concubine. When the mob refuses to accept this offer, the Levite throws his poor concubine out the door anyway. The men of Gibeah rape her and abuse her all night long. It is a horrific story. The women dies as a result.
The Sodom story and the Gibeah story mutually interpret one another. First, the angels and the Levite are strangers, aliens. Lot and the Ephraimite man who lives in Gibeah are “resident aliens”. They are not native to Sodom or Gibeah. Such people were vulnerable to citizens suspicious of outsiders. Second, the men of Sodom and Gibeah use sexual violence—rape—to maltreat the outsiders. The Gibeah episode makes clear that the interest of the mob is not sexual gratification or homosexual behavior; their objective is to inflict violence on the aliens in their midst.
Homosexual: a word that’s biblically non-existent
The Sodom story never tells us that the men of Sodom were homosexuals. That word does not exist in the Bible. Genesis says that all of the city of Sodom “to the last man” came out to surround Lot and his visitors (19:4). Are we are to imagine a city comprised exclusively of homosexual men? Surely, there were women and children in the city! It is a fair inference that some of the mob gathered about Lot’s door were married men. The same holds for the Gibeah story. If one insists that the actions of the men of Sodom are an indictment of homosexual behavior, would one also not have to interpret the Gibeah story as an indictment of heterosexual behavior?
The stories of Sodom and Gibeah are examples of mob violence committed against outsiders. That’s the sin of Sodom—not homosexual behavior.
This post is the opinion and contribution of the author. It does not necessarily reflect the opinion of Westar or its scholars. Westar welcomes diversity of thought. If you’d like to contribute to the blog, click here.
Perry V. Kea is Associate Professor of biblical studies at the University of Indianapolis, Indiana. He has been a Fellow of the Jesus Seminar since 1987, in the course of which he has contributed several papers. He has also written for The Fourth R. In addition to his academic interests and responsibilities, Kea is an active United Methodist layperson and has made numerous presentations about the Bible for clergy and lay groups.
Continuar a ler Sodom and Gomorrah it has nothing to do with homosexuality
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um povo que não respeita sua história está condenado ao olvido e à extinção Chrys Chrystello 1996
Fantástico!
Antigo sistema de receber águas das chuvas.
No incio rebocado com pozolana, tufo, areia fina e Cal.
Tem as marcas de vários períodos século XVIII? Tem um aplicador de ferro fundido de bombear a água do século XIX.No século XX as casas e estábulos de cavalos levaram telhas em canudo e as águas das telhas foram canalizadas para o interior deste circulo que tem um grande tanque bem fundo. A arquitetura Rural era engenhosa e funcional.
Foi uma grande surpresa para mim encontrar este belíssimo sistema .



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Fantástico!
Antigo sistema de receber águas das chuvas.
No incio rebocado com pozolana, tufo, areia fina e Cal.
Tem as marcas de vários períodos século XVIII? Tem um aplicador de ferro fundido de bombear a água do século XIX.No século XX as casas e estábulos de cavalos levaram telhas em canudo e as águas das telhas foram canalizadas para o interior deste circulo que tem um grande tanque bem fundo. A arquitetura Rural era engenhosa e funcional.
Foi uma grande surpresa para mim encontrar este belíssimo sistema .