Antonio Conceição Junior OS TERRORISTA DE HK

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Recebi este video e fiquei chocado. Não tem autor. Assina-o um grupo de cidadãos.
Se isto é lutar pela liberdade e democracia, é de facto um combate estranhíssimo. A destruição descontrolada e sobretudo gratuita retira à causa que dize defender, toda a razão de existência. Vejam até ao fim.
Se quiserem PARTILHAR, não ajam como eles. Deixem uma palavra por delicadeza e boa educação. Obrigado

-4:26

SÍRIA APOIA CURDOS

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SÍRIA – ASSAD MANDA TROPAS EM FAVOR DOS CURDOS

DW.COM
Regime sírio, um aliado russo, desloca tropas para a fronteira em apoio a milícias curdas, que estão sendo atacadas pela Turquia desde que perderam apoio de Trump. Nova aliança representa reviravolta no conflito.

32º COLÓQUIO JORGE ARRIMAR, MARIANA BETTENCOURT, A CADELA PURA

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jarrimar@gmail.com JORGE ARRIMAR E O 32º COLÓQUIO DA LUSOFONIA

Uma das interessantes comunicações que se ouviram durante o 32º Colóquio da Lusofonia, que teve lugar este ano na ilha Graciosa, nos Açores, foi a de Mariana Bettencourt, que nos surpreendeu agradavelmente com uma perspectiva psiquiátrica da personalidade e da vida perturbada (e perturbadora) da formosa Margarida Victória, Marquesa de Jácome Correia, nascida em Ponta Delgada em 1919. Não pude deixar de intervir no final da sua comunicação, lendo um poema de Vitorino Nemésio, que por este fora dedicado a Margarida Victória. Ora, com este belíssimo poema de amor de um dos mais importantes poetas da literatura portuguesa, havia embelezado eu um texto escrito três anos antes e que fora publicado no blog Palavras no Branco de Eduardo Bettencourt Pinto, meu amigo, que também se encontrava a ouvir a comunicação de Mariana. Tratava-se de um comentário meu a um texto de Eduardo, intitulado “Uma casa no meio do mar”, no qual o autor fazia referência a várias situações vividas no nosso tempo micaelense (ambos residimos em S. Miguel, nos Açores, depois de 1976), entre elas, a da publicação na ilha de um livro insólito, que chamava a atenção pelo título provocatório: Amores da Cadela ‘Pura’. Tratava-se de um livro de confissões apaixonadas e pungentes de uma vida de encontros e desencontros de sua autora, a Marquesa de Jácome Correia. A mesma personagem tema da comunicação de Mariana Bettencourt.

No seu texto o Eduardo também fazia referência a três cadelinhas de pêlo curto e de olhar sombrio que o assustavam quando ele, para alcançar “o quarto de banho tinha de passar por elas na cozinha e invadir-lhes o espaço. Era então que, erguidas “dos seus leitos com veemência plástica”, recuavam de olhos cintilantes para ele que, estarrecido, tentava acalmá-las num esforço que resultava estéril. (MARÇO 12, 2016)

O meu Comentário:

“Cheguei a S. Miguel com os ventos frios e húmidos de Janeiro, faz quarenta anos, quando a ilha era só água. A chuva que caía fazia da terra mais uma onda, mais uma vaga.

Fiquei hospedado nas águas furtadas de dona Maria, uma casa antiga na rua do Saco. A sua residente mais apaparicada e, ao mesmo tempo, mais resmungona era a cadela Milú, tão bravia como as três de “pelo curto e olhar sombrio” que te alarmavam a casa da Vila Nova. A cadela de dona Maria não admitia confianças a nenhum estranho. Na primeira manhã do primeiro dia como habitante daquela casa, passei por momentos difíceis. Quando consegui atravessar o corredor, pé-ante-pé para a Milú não dar por mim, mal chegado à casa de banho atirei-me lá para dentro como um náufrago se atira a um salva vidas. Mas não demoraria a perceber que, salvo dos dentes afiados da Milú, tinha-me trancado numa casa de banho para morrer. A cadela, cujo instinto lhe garantia que, naquele lugar, qualquer estranho poderia encontrar um final pouco feliz, ficou silenciosa. Eu estranhei. Despi-me e, feliz pelo banho retemperador que me aguardava, liguei o esquentador e abri a água. Tudo corria bem, até começar a sentir que o velho esquentador, que resistia há décadas por cima da banheira de dona Maria, não só aquecia a água como envenenava o ar.

No palácio de Santa Luzia, Margarida Jácome Correia mergulha numa funda banheira de mármore polido, enquanto duas criadas a ajudam, com extrema delicadeza, a tomar banho. Da água elevam-se nuvens de vapor perfumado e inebriante. Próxima da grande banheira, uma cadela dormita com as patinhas fofas sobre dois livros, ou melhor, sobre dois volumes de um livro só “Os Amores de uma Cadela Pura”.

Ainda na banheira de esmalte maltratado, começo a sentir a cabeça às voltas. Incomodado, acho que será mais seguro sair dali o mais depressa possível. Lá fora, a cadela começa a latir e a arranhar a porta. Maldita cadela!, digo alto. E começo a ter alucinações, a perder a orientação. Os latidos da cadela estão cada vez mais dentro da minha cabeça, como se a própria Milú habitasse nela.

Margarida pede a uma das empregadas que lhe traga a toalha e enrola-se nela. Já não é nova, mas o seu corpo ainda guarda alguma da grande beleza que tinha tido. Pura, pura, vem cá! Vem cá, meu bichinho. Ao ouvir o seu nome, a cadela salta-lhe para o colo onde é afagada com meiguice. Margarida dispensa o apoio das suas empregadas e começa a vestir-se. Teria um convidado especial nesse dia. Um poeta oriundo da ilha Terceira. Um amor de poeta.

Não cantarei a virgem que o cavalo

Com um xairel de sangue arrebatou,

Quebrada pelo bruto, nem levá-Io

Ao potro vingador de um verso vou.

Não cantarei tal noite aziaga. Falo

Apenas do que tenho, do que sou

Com ela, como o vinho no gargalo

Do frasco em que me bebe e me esgotou.

Nem cantarei a vítima do resto,

Violada na inocência que perdeu

Nas emboscadas de um punício lodo:

Que só meu próprio amor acendo. E atesto

A chama da Victória que me deu

Na margarida branca o mundo todo.

(V.N.)

Estonteado, consigo chegar à porta e empurro-a com a força que ainda me resta. A cadela, entalada contra a parede, põe-se a ganir. Caio, bato com a cabeça num vaso de flores e desmaio. Quando acordo, a cadela lambe-me a cara. Afasto-a devagar e levanto-me a custo. Após algum descanso, saio para dar uma volta pela cidade. Preciso de ar puro. Ponta Delgada é a minha cidade mais recente. Sinto com agrado o ar fresco e húmido tocar-me o rosto. Desço até ao Largo 2 de Março e não encontro o Sr. Raúl, com “a mão direita ao alto, branca como uma asa de gaivota”, como o vê o meu amigo Eduardo. Mas cumprimento o Sr. Raposo, que, da porta da Farmácia onde trabalha, observa tudo. No ‘Gil’ tomo o pequeno-almoço e sinto a as forças regressarem aos poucos. Mais uns passos e, na Tabacaria Açoriana, chama-me a atenção um livro com um título curioso, provocador, “Os Amores de uma Cadela Pura”, de Margarida Vitória. Compro-o e levo-o comigo. No Campo de S. Francisco aproximo-me do banco de Antero, onde moram alguns pombos, e sento-me entre eles. São tristes os pombos, como se tivessem assistido ao disparar da pistola sobre a têmpora do poeta. Naquele lugar não sinto vontade de ler o livro que comprei. Fá-lo-ei quando chegar a casa… se a cadela me deixar entrar.”

Jorge Arimar

SÃO CENTENAS OU MILHARES QUE DEVIAM SER NOTIFICADOS E NÃO APENAS UMA DEZENA

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INFORMAÇÂO

“Pelo menos uma dezena de pais já foi notificada a responder pelo consumo de álcool dos filhos com idade inferior a 18 anos.
A informação é de Suzete Frias, que chama os pais e encarregados de educação a uma maior responsabilização.
Anuncia agora a distribuição de mochilas de água nos recreios das escolas. Isto depois da secretária da Saúde anunciar esta medida como inovadora nos festivais deste Verão e que afinal ninguém viu.
Para Suzete Frias todos têm a responsabilidade e dever de denunciar situações em que há menores a consumirem álcool.”. (CV)
https://www.rtp.pt/play/p1248/e432910/jornal-das-18-00 (a partir minuto 10’38)

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West Papua Should Get its Freedom…

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JOURNAL-NEO.ORG
More than ten years ago, in Nadi, Fiji, during a UN conference, I was approached by the Minister of Education of Papua New Guinea (PNG). He was deeply shaken, troubled, his eyes full of tears: “Please help our children,” he kept repeating: “Indonesian army, TNI, is kidnapping…

Visão | Disfarçar as vacas de zebras pode ser uma forma de proteger os animais – e o ambiente

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Um estudo científico conclui que pintar riscas brancas e pretas nos bovinos leva a reduções de 50% das picadas de moscardos, o que pode permitir que se use menores quantidades de pesticidas para controlar estes insetos

Source: Visão | Disfarçar as vacas de zebras pode ser uma forma de proteger os animais – e o ambiente

Português x Indonésio: semelhanças incríveis.

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José Mário Costa

https://youtu.be/b5mzDMZOvIw

Português x Indonésio: semelhanças incríveis.

[ão mais de 100 as palavras herdadas do Português pelo Bahasa indonésio (língua planeada inter-étnica (criada pelos holandeses no tempo colonial) baseada principalmente no malaio, com contribuições selecionadas de entre as principais línguas regionais do país.).

Fenómeno idêntico ocorre com mais de 10 línguas da Ásia oriental e setentrional e da Oceania.]

-2:03

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num infantário a educadora tem um problema

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Para descontrair…😍
“Num infantário a Educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:
– As botas estão trocadas!
A Educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz:
– Bolas… estava a ver que não… custou…
– Sabe é que estas botas não são minhas!
A Educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente.
Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
– OK! De quem é que são estas botas, então?
– São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A Educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:
– Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
Estão dentro das botas!”🤣😍😁
Copyright: Laurinda Maria”