Inundação em ilha na Indonésia provoca 23 mortos e dois desaparecidos | Catástrofes naturais | PÚBLICO

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Além das 23 vítimas mortais, há ainda nove pessoas feridas na sequência da inundação. As chuvas torrenciais provocaram a destruição de pontes e estradas. Dezenas de casas ficaram cobertas de lama.

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páscoa inundada em díli timor

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Atualidade!
Inundasaun Capital Dili – Rai kotu
Alberto Borges, Maria João Moniz Barreto and 69 others
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Díli está inundada e não pára de chover…
Família e amigos, para já estamos bem. As redes de telecomunicações estão péssimas e estamos sem eletricidade desde ontem à noite.
Rosa Horta Carrascalao, Rosely Forganes and 85 others
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    Para irem acompanhando a situação, podem seguir as publicações do

    Antonio Sampaio

    , da LUSA, que apesar de também ter a casa inundada, continua a informar, e do

    Jose Lius Alves

    , que trabalha com a proteção civil.

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contra as obras em ponta delgada

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Atentado à harmonia da cidade
Como muita gente sabe, a Praça Gonçalo Velho Cabral, em Ponta Delgada, foi construída na década de 1950, aproveitando espaço conquistado ao mar e inspirada na mais do que secular Praça do Comércio, em Lisboa.
Há poucos anos a Praça do Comércio foi alvo de uma intervenção urbanística, questionável em alguns aspectos, mas não ficou mal. Agora também pretendem realizar uma alegada requalificação da Praça Gonçalo Velho Cabral (e áreas contíguas), mas não inspirada na obra que decorreu naquele vasto espaço lisboeta.
De resto, penso que não são comparáveis a obra na Praça do Comércio e a intervenção prevista na Praça Gonçalo Velho Cabral, absurda, feia e inoportuna, em minha modesta opinião.
Vamos então por partes. A Praça do Comércio já teve árvores há muitos anos e foram retiradas numa intervenção anterior para dar maior visibilidade a todo o edificado envolvente. Pelo contrário, querem plantar árvores na Praça Gonçalo Velho Cabral. Na Praça do Comércio não descaracterizaram o edificado, nomeadamente as arcadas. Na Praça Gonçalo Velho Cabral está previsto pintar as cantarias de branco. Na Praça do Comércio não construíram umas banquetas circulares que parecem uns bidés ou lava-pés, como querem fazer na Praça Gonçalo Velho Cabral. O piso na Praça do Comércio está com um aspecto discreto, em consonância com a monumentalidade existente, enquanto na Praça Gonçalo Velho Cabral o chão ficará com umas linhas estonteantes, se é que essa obra será concretizada. E mais diferenças poderia apresentar.
Realço apenas que a obra prevista para a Praça Gonçalo Velho Cabral me parece até ferida de ilegalidade, porque a Igreja Matriz de São Sebastião, que é dos monumentos mais antigos e belos dos Açores, deve ter um perímetro de proteção, que não permite fazer tudo o que se quer, muito menos obras alegadamente “bonitinhas”, mas precipitadas. O próprio edifício dos Paços do Concelho e as Portas da Cidade, pela sua antiguidade e características, também não permitem em seu redor delírios arquitectónicos.
Ponta Delgada tem vários edifícios particulares em ruínas, alguns ameaçando a segurança nas ruas onde se localizam. Um até tem sido motivo de queixas na imprensa e a Proteção Civil já alertou para o perigo existente. São edifícios particulares, mas a Câmara Municipal tem a responsabilidade de intervir, demolindo até e passando os custos para os proprietários, em defesa do bem colectivo, mas nesse aspecto tem sido muito passiva.
É com essas questões e outras naturalmente, como a limpeza e a manutenção do piso das ruas, que a Câmara Municipal deve preocupar-se em primeira linha, em vez de estar a inventar obras completamente inoportunas, polémicas e caras.
Tenho consideração e apreço pela senhora presidente da edilidade, drª Maria José Lemos Duarte, mas penso que ela está muito mal aconselhada quanto à anunciada intervenção na Praça Gonçalo Velho Cabral.
Gostaria de recordar que uma vereação anterior lembrou-se de construir em Ponta Delgada um Museu de Arte Contemporânea. Encomendou o projecto ao mais famoso arquitecto brasileiro e um dos mais talentosos em todo o mundo. O projecto custou muito dinheiro, mas não passou de projecto, porque nunca houve Museu e muito menos Arte Contemporânea. E, pronto, lá se foi uma “pipa de massa” de dinheiro público, à conta da leviandade de um executivo municipal. Haja memória para não repetir erros!
Oxalá não estejamos novamente perante uma situação semelhante. A Câmara Municipal está a pagar – e muito, com certeza – a arquitectos e a consultores por esse projecto de chamada requalificação da “baixa” de Ponta Delgada, para depois possivelmente nada ser feito, porque está à vista que a população citadina está a recusar as alterações previstas, porque, de facto, não fazem sentido e representam um atentado à harmonia da cidade.
You, Roberto Y. Carreiro and 10 others
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″Tudo aponta para que Cabrilho seja português apesar destas novas teorias que vão aparecendo″ 

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Luso-americano acaba de publicar o livro Portuguese in California dedicado a uma comunidade que dá hoje três congressistas aos Estados Unidos e que tem entre os seus heróis o navegador que no século XVI ao serviço de Espanha foi o primeiro europeu nessa costa.

Source: ″Tudo aponta para que Cabrilho seja português apesar destas novas teorias que vão aparecendo″ 

o que é a lusofonia (colóquios da lusofonia)

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A Lusofonia é uma capela sistina inacabada; é comer vatapá e goiabada, um pastel de bacalhau ou cachupa, regados com a timorense tuaka ao ritmo do samba ou marrabenta; voltar a Goa com Paulo Varela Gomes, andar descalço no Bilene com as Vozes anoitecidas de Mia Couto, ler No país de Tchiloli da Olinda Beja, rever os musseques da Luuanda com Luandino Vieira, curtir a morabeza cabo-verdiana ao som De boca a barlavento de Corsino Fontes, ouvir patuá no Teatro D. Pedro IV na obra de Henrique de Senna-Fernandes e na poesia de Camilo Pessanha; saborear a bebinca timorense em plena Areia Branca ao som das palavras de Francisco Borja da Costa e Fernando Sylvan, atravessar a açoriana Atlântida com mil e um autores telúricos, reencontrar em Salvador da Bahia a ginga africana, os sabores do mufete de especiarias da Amazónia, aprender candomblé e venerar Iemanjá, visitar as igrejas e casas coloridas de Ouro Preto, Olinda, Mariana, Paraty, Diamantina, e sentir algo que não se explica em Malaca, nos burghers do Sri Lanka, em Korlai ou no bairro dos Tugus em Jacarta. É esta a nossa lusofonia.

abril 2019

A presença portuguesa no Museu da Imigração do Canadá – TV Europa

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A emigração de portugueses para o Canadá começou a ser expressiva a partir de 1953 e o testemunho dessa emigração encontra-se no Museu Nacional da Imigração Canadiano, como refere Daniel Bastos neste seu artigo.

Source: A presença portuguesa no Museu da Imigração do Canadá – TV Europa

Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense

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As cheias que atingiram hoje grande parte da cidade de Díli provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço atualizado, mas ainda provisório da Proteção Civil, estando as autoridades a planear a resposta de emergência.

Source: Pelo menos onze mortos em inundações na capital timorense

TERTÚLIA 29 PAULA SOUSA LIMA, DIOGO OURIQUE E LEONARDO SOUSA

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https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/videos/144264857604706/?cft[0]=AZXqvRSjGIyyRcJLFeqO5N0elOpWWBairL_E9AiMAgKIMJOElKePH-6jEAAULx8uP_YuCrJxKzGagb49nGqRKZPANuvPpIZ4gCJmmr4Cq4xCJ15zgUSqjhaTn7nB_IxNvzaI2-zySfz3XctrSSRokdu8xnw8b4O82B1RbWr_I73Re-0bWtFzfL4cNLyGrriqDY00PXv7IrOrPePEsMDk8L_M&tn=-UK-R

OSVALDO CABRAL (EDUCAÇÃO) Um ovo amargo

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Um ovo amargo
Há uma declaração da Secretária Regional da Educação que passou despercebida nesta Semana Santa.
Disse Sofia Ribeiro que “há uma percentagem avassaladora de alunos que provêm ainda de famílias com necessidades, que perfazem 61,4% de todos os alunos”.
Qual pandemia, qual confinamento, qual ensino à distância, comparado com a gravidade da denúncia…
São 43% do investimento escolar destinado ao apoio social.
Mais de 9 milhões de euros destinados ao apoio à acção social nas escolas, o que é revelador da calamidade social em que se encontram muitas famílias açorianas.
Num quadro destes nenhum açoriano devia ter uma Páscoa com a consciência tranquila.
Quando se discute o “aprofundamento da Autonomia” é disto que se devia falar, da vergonha que foi percorrer todos estes anos em regime autonómico e não conseguir resolver a pobreza e profunda desigualdade entre tantas famílias açorianas.
Só assim se explica os péssimos indicadores do sucesso escolar e as consequências que tudo isto acarreta para o futuro da nossa região.
Sem formação e qualificação nenhuma comunidade vai longe, muito menos se continuar a esconder as suas incapacidades e incompetências atirando dinheiro para cima das pessoas.
Ainda agora lemos no inquérito às condições de vida e rendimento, realizado em 2020, que a nossa região foi aquela em que a diferença entre os rendimentos dos 20% mais ricos ‘versus’ os 20% mais pobres foi superior: 3,3% acima da média nacional.
Cruzando estes dados com a enorme lista de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, é fácil perceber porque temos tantas crianças na escola a necessitar de apoio social.
Nenhum político pode dormir descansado com estes números.
Nenhum cidadão pode viver a Páscoa com este ovo amargo na boca.
Se a ressurreição, celebrada neste domingo de Páscoa, é o fundamento da fé cristã, então que nos penitenciemos todos até conseguirmos debelar a imensa pobreza que vai por aí.
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 04/04/2021)

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  • Uma triste realidade que só não vê quem não quer! Perguntem a qualquer professor, por mais inexperiente que seja!
    Não basta andar com os pés na terra é preciso que a cabeça também cá esteja! É caso para dizer que andamos há mais de 40 anos a “produzir”…

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TIMOR DÍLI DEBAIXO DE ÁGUA

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Rosely Forganes

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TIMOR INUNDAÇÕES 11 MORTOS

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Rosely Forganes

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Admin

1tsSpom1nesorSmede

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Última Hora – Balanço das cheias em Díli aumenta para 11 vítimas mortais
Díli, 04 abr 2021 (Lusa) – As cheias que atingiram hoje grande parte da cidade de Díli provocaram pelo menos 11 mortos, segundo um balanço atualizado, mas ainda provisório da Proteção Civil, estando as autoridades a planear a resposta de emergência.
Responsáveis do Governo e das várias estruturas de emergência estiveram reunidos de urgência no Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) para analisar os danos causados pelas cheias, que arrastaram casas, destruíram estradas e várias outras estruturas.
Entre as prioridades definidas nessa reunião alargada liderada pelo CIGC está o apoio à evacuação das zonas mais afetadas e ao realojamento de centenas de famílias afetadas pelas inundações em vários pontos da cidade.
Participantes no encontro explicaram à Lusa que as prioridades passam igualmente pelo apoio humanitário de emergência a todas as vítimas e pelas operações de limpeza e recuperação de infraestruturas danificadas.
A reunião contou com a presença da equipa de liderança do CIGC, de vários membros do Governo, de vários diretores e ainda de elementos da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), da Proteção Civil e dos Bombeiros, entre outros.
O encontro deliberou que a resposta às inundações deve ter em conta os esforços continuados de combate à covid-19, procurando separar ao máximo as famílias.
As medidas estão a ser tomadas tendo em conta o facto de Timor-Leste estar a viver o pior momento da pandemia e, em particular, o facto de as inundações terem afetado várias estruturas usadas no combate à doença.
Entre os locais mais afetados contam-se o Centro de Isolamento de Vera Cruz, onde estão três doentes considerados moderados e um doente considerado grave, e que tiveram que ser realojados no Hospital de Lahane, devido às inundações.
Registaram-se ainda inundações no Laboratório Nacional e no centro de isolamento de Tasi Tolu, bem como no Serviço Autónomo de Medicamentos e Equipamentos de Saúde (SAMES), a farmácia central timorense.
No caso das pessoas infetadas que estão em Tasi Tolu, as autoridades estão a tentar identificar outros locais onde possam ser alojadas.
Funcionários da empresa ETO apoiaram os funcionários do SAMES e conseguiram retirar do local vários medicamentos e ainda algumas arcas com vacinas de vários tipos, ainda que muitos fármacos tenham ficado destruídos.
Paralelamente, as autoridades timorenses estão já a delinear as intervenções urgentes em termos de obras públicas, nomeadamente “reconstrução das vias rodoviárias mais afetadas e essenciais, limpeza das ribeiras.
“Vão ser ainda feitos preparativos para mais inundações porque a chuva pode durar mais alguns dias”, disse à Lusa um dos participantes no encontro.
A coordenação das intervenções imediatas vai ser coordenada com o secretário de Estado da Proteção Civil, com a Proteção Civil a recolher os dados das necessidades e das vítimas e policiais e militares a apoiar no realojamento das famílias.
“Foram também tomadas medidas de imediato para que já amanhã haja máquinas a limpar e a reconstruir e a ajuda a ser distribuída em larga escala”, referiu a fonte.
ASP // FPA
Lusa/Fim
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