Timor-Leste/Cheias: Governo estima danos de 100 milhões de dólares em infraestruturas – Impala

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Timor-Leste/Cheias: Governo estima danos de 100 milhões de dólares em infraestruturas – Impala

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Professor morre a levar comida para comunidade isolada em Baguia – Record TV Europa

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“Estava a atravessar uma ponte pequena aqui em Samalari que se abateu e ele foi arrastado no carro”, contou a responsável de uma associação.

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Comissão Europeia aprova apoio de 35 milhões de euros para apoiar empresas dos Açores no contexto da pandemia – Comunidade Cultura e Arte

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A Comissão Europeia aprovou um regime português no valor de 35 milhões de euros para apoiar as empresas da região dos Açores afetadas pela pandemia de coronavírus. O regime foi aprovado ao abrigo do Quadro Temporário relativo a medidas de auxílio estatal. No âmbito do regime, o apoio público ass

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Açores com 82 águas balneares identificadas este ano, mais sete do que em 2020 – Açoriano Oriental

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Os Açores têm 82 águas balneares aprovadas para este ano, mais sete do que em 2020, uma “distinção” que visa assegurar a sua qualidade.

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SAUDE-OU-SATA-OSVALDO-CABRAL

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As contas já foram feitas pela Direcção Geral do Orçamento e replicadas pelo Governo da Madeira: no ano passado o peso das despesas afectas ao combate à pandemia foi maior no arquipélago vizinho (10%), enquanto nos Açores foi de apenas 3,9%, mesmo assim ligeiramente acima da média do país, que se quedou pelos 3,3%, se incluirmos os valores despendidos pela Segurança Social.
Os dados estão incluídos nas contas do Procedimento dos Défices Excessivos, onde se observa que a Madeira gastou 137,5 milhões de euros nas medidas contra o Covid-19, o que é um esforço significativo mesmo em termos de peso sobre o PIB, enquanto os Açores utilizaram mais esforço para a cura da SATA, que já nos absorveu dois empréstimos garantidos, um de 65 milhões de há dois anos, e o de agora, com 132 milhões (tanto quanto a Madeira gastou no combate à pandemia no ano passado).
Ou seja, o contributo da SATA para a dívida regional já vai em 197 milhões de euros, nada comparado com o que gastamos em medidas para mitigar a crise pandémica.
Mesmo na área da Segurança Social, tanto o governo da República como o dos Açores, parecem ter poupado mais na aplicação de medidas de apoio, a julgar pelos valores do peso no PIB.
Se na Madeira a despesa relativa às medidas covid em Segurança Social representa 3,5%, dos 3.981,1 milhões de euros, nos Açores foi de apenas 1,3% (no universo de 4.143,2 milhões de euros), uma décima abaixo dos gastos nacionais.
Na República, a única explicação para um investimento tão baixo no combate à pandemia é a obsessão no Ministério das Finanças em controlar o orçamento para apresentar em Bruxelas o floreado da saída do défice excessivo.
Jorge Sampaio criou a célebre expressão de que há mais vida para lá do défice.
Hoje, os portugueses devem estar a pensar que há mais saúde para lá do défice.
Para a baixa execução nos Açores a explicação poderá ser outra e terá a ver com opções políticas então tomadas: salvar a SATA a todo o custo, mesmo que isto implique a falta de recursos para outras despesas, como é o caso do combate à pandemia.
Trata-se de uma opção respeitável politicamente, mas que custa a engolir por quem está a passar por imensas dificuldades no meio deste turbilhão pandémico.
Urge, por isso, corrigir rapidamente a trajectória.
O actual Governo Regional não pode poupar em medidas de apoio à economia e às famílias, mesmo que isto nos custe um agravamento nas contas públicas, que, aliás, tem sido francamente ascendente na última década.
Ir à procura de outras alternativas, como é o caso do episódio das vacinas, não olhando a meios, é um bom sinal, mesmo que isto custe alguns engulhos à República.
O mais provável é não conseguirmos nada ou muito pouco, mas ao menos tentamos, porque de um governo central que tem menosprezado as Autonomias e com ministros como Augusto Santos Silva, o expoente máximo do centralismo provinciano, o tal que, faz hoje uma década, arrastou-nos com o seu amigo Sócrates para a falência, não se pode esperar nenhuma ajuda ou colaboração na procura de soluções externas.
Não será fácil a tarefa dos governantes regionais daqui para a frente.
Mas rebaixar-nos aos tiques centralistas em troco de dinheiro, nem pensar.
A divisa açoriana “antes morrer livres…” vai aparecer muitas vezes nos próximos tempos.
(

Osvaldo Cabral

– Diário dos Açores de 07/04/2021)

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há um ano com saudades dos colóquios

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Maria João Ruivo

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José Andrade

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Nesta fase de quarentena que nos prende todos em casa, mando um abraço à irmandade da Lusofonia neste tempo de sonhar com o Colóquio de Belmonte que devia ter acontecido neste começo de abril em que estaríamos todos juntos num são e enriquecedor convívio, naquela linda e acolhedora vila.
Belmonte, 7 de abril, 17
Belmonte é um encanto. Situada a cerca de 20 km da Covilhã, no Monte da Esperança, é quase tão antigo como a Nacionalidade e faz-nos recuar a este nosso Portugal cheio de História e de histórias para contar. Teve foral em 1199 e é vila berço de Pedro Álvares Cabral.
Fui pesquisar e fiquei a saber que no séc. XIII comprova-se a existência de uma já próspera comunidade Judaica, que sobreviveu ao longo dos séculos, mantendo os seus rituais e tradições e que é responsável pela existência de uma sinagoga de que resta uma inscrição datada de 1296. Atualmente, é uma das poucas comunidades que ainda tem um Rabi. Esta manhã fomos precisamente visitar a Sinagoga e a Judiaria, ainda tão bem preservadas.
O Homem ocupou estas terras desde a Pré-história, como comprovam os vestígios megalíticos com cerca de 6 mil anos em algumas freguesias das redondezas.
Mais uma vez se nota a marca inequívoca da presença romana. Efetivamente, os romanos atraídos pela riqueza mineira e agrícola desta região, depressa se aperceberam da importância estratégica e económica deste território, atravessando-o com vias de comunicação.
Viemos a um dos Colóquios da Lusofonia e, por alguns dias, Belmonte transformou-se num pequeno cosmos luso. Portugal, Brasil, Galiza, Timor, Cabo Verde acorreram à chamada do Chrys Chrystelo, o grande regente desta orquestra.
Para além dos diversos temas que vão sendo apresentados ao longo dos vários dias de Colóquio e que põem sempre em cima da mesa algo em que pensar, é muito agradável o convívio com os participantes, alguns já habitués destas andanças. São dias que nos trazem a ideia de que há muita coisa que se pode fazer para evitar que a vida se torne um deserto.
De tarde fomos visitar Centum Cellae, na freguesia de Colmeal da Torre. É um dos mais monumentais vestígios da época romana em Portugal e tem sido alvo de várias interpretações históricas e arqueológicas. Em torno desta torre em ruínas, a imaginação humana tem inventado uma enorme variedade de lendas e histórias. Trata-se de um edifício retangular, que teria tido três andares separados por frisos em pedra e sem qualquer cobertura. Possui múltiplas janelas, de dimensões variadas.
Diz a História que a villa teria sido propriedade de um abastado cidadão romano, negociante de estanho, que a teria erguido pelos meados do século I. De acordo com os testemunhos arqueológicos, foi destruída no século III por um grande incêndio, e reconstruída posteriormente.
As teorias dividem-se. Uns dizem que este terá funcionado como albergue para viandantes de passagem, enquanto outros acham que, pelas suas características, poderá ter tido objetivos comerciais, eventualmente para armazenamento de cereais.
Na Idade Média, sobre os seus restos, construiu-se uma capela sob a invocação de São Cornélio, que as lendas associavam ao local, mas que caiu em ruínas e terá desaparecido por completo no século XVIII. Pelo que li, é possível que no período medieval esta estrutura tenha tido algum papel na consolidação e defesa da fronteira oriental do reino de Portugal com o de Leão, tendo recebido foral de Sancho I em 1188, onde surge referenciada como Centuncelli.
O que não vem em nenhum documento e por isso quero que aqui fique registado, é o fascínio que aquela ruína exerceu em todos nós, erguendo-se ali aos nossos olhos, misteriosa e imponente, naquele final de uma tarde doce e rosada de Belmonte.
E sinto, mais uma vez, que este Portugal ancestral mexe com a alma da gente. Adoro andar pelo meio de pedras velhas. Cada uma delas encerra em si uma história por contar. Penso sempre que alguém antes de mim, muito antes, pisou aquele chão, respirou os mesmos ares e vislumbrou algo muito parecido com isto que vejo. Aqui se viveram amores e ódios, se resolveram quezílias, se pensou, talvez, num futuro por vir e se realizou alguns sonhos, mesmo que não se pensasse que os sonhos fazem parte da vida.
Maria João Ruivo

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TEOLINDA GERSÃO 40 ANOS DE VIDA LITERÁRIA

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Exposição A Árvore das Palavras

(nos 40 anos de vida literária de Teolinda Gersão)

 

A vastíssima obra literária de Teolinda Gersão convoca um sistemático diálogo interartístico que a Cooperativa Árvore e o CLEPUL querem celebrar / evidenciar.

 

Assim, convidamos para a inauguração da exposição A Árvore das Palavras, em que as obras plásticas de 16 artistas – Afonso Pinhão Ferreira, António Gomes, Celeste Ferreira, Do Carmo Vieira, Florentina Resende, Henrique do Vale, Irene Gonçalves, Isabel Ferreira, Isabel Patim, Isabel Saraiva, José Barrias, José Emídio, José Rosinhas, Júlia Pintão, Luísa Gonçalves, Manuela Mendes da Silva e Rosa Bela Cruz – dialogam com romances da autora.

 

Programa – 16 de abril de 2021

 

17h30m – Boas vindas pelo Presidente da Direção da Árvore, José Emídio

17h40m – Apresentação de Teolinda Gersão por Isabel Ponce de Leão

17h50m – Reflexão sobre a obra – Maria do Carmo Mendes

18h15m – Visita guiada à exposição com o apoio dos autores das obras expostas

 

A exposição estará aberta ao público de 16 de Abril a 8 de Maio, prevendo-se visitas guiadas em pequenos grupos com marcação prévia.


 

Curso Livre

Do Caos à Ordem: Ar, Água, Terra e Fogo

Criação, vida e morte nas tradições místicas e espirituais

Organização:

LIVRARIA-GALERIA MUNICIPAL VERNEY, OEIRAS

ÁREA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES, UN. LUSÓFONA

Transmissão on-line no Facebook das Bibliotecas de Oeiras

(entrada livre, sem inscrição)

Desde a mais remota antiguidade que os Quatro Elementos alimentaram as formas de compreender o mundo e de explicar as suas funções. Pureza, alimento, dor, intangibilidade, tantas foram, e são, as simbologias que resultam de uma hermenêutica do mundo.

Com base nestas simbologias, religiões, místicas e espiritualidades criaram caminhos, rituais e iniciações que integram o Humano no Cosmos, dando-lhe a capacidade de dele fazer parte. Da Ordem ao Caos, mas não é que a forma de num mundo caótico encontrar linhas de leitura que demonstrem que ele, afinal, é Ordem, benéfico e benfazejo.

 

Plano do curso:

Todas as sessões decorrem entre as 15 e as 17h (hora de Lisboa)

Abril, 10: A criação do Mundo e as águas primordiais

Paulo Mendes Pinto

 

Abril, 17: O Homem, fruto do oleiro e do barro

Porfírio Pinto

 

Abril, 24: Entre a Filosofia e Física: os Elementos nos filósofos pré-socráticos

Rui Lomelino de Freitas

 

Maio, 8: O batismo pelas águas. Significados e simbologias

Rui Oliveira

 

Maio, 15: A morte pelo Fogo: de Sodoma ao Inferno

Luís Larcher

 

Maio, 22: O significado dos Elementos no ritual de iniciação maçónico

José Manuel Pereira da Silva

Curso gratuito, não sujeito a inscrição

Informações: maria.rijo@cm-oeiras.pt

 

O seu nome está registado na nossa lista de contactos para divulgação de notícias e actividades, próprias ou em co-organização.

O Regulamento Geral de Protecção de Dados (RGPD), adoptado pelo Parlamento Europeu consagra o que tem sido nosso entendimento relativamente à protecção dos dados pessoais e da privacidade: os seus dados são usados apenas para divulgação das nossas actividades ou das de instituições parceiras. Os seus dados serão mantidos em sigilo e não serão nunca comercializados ou cedidos a terceiros para fins publicitários/comerciais.

Caso pretenda deixar de receber informação oriunda deste e-mail, queira responder a esta mensagem com a indicação de “Remover” no assunto.

Com os nossos melhores cumprimentos,

O Secretariado

os pirossomas que estarrecem

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«Acabo de assistir à Lua a pôr-se em toda sua glória, e olhei para essas luas menores, os belos Pyrosoma, brilhando como cilindros incandescentes na água».
(Thomas Henry Huxley, 1849)
Os pirossomas (Pyrosoma sp.) são tunicados pelágicos que vivem em águas oceânicas quentes e temperadas. São formados por milhares de clones (os zoóides), envolvidos num tecido gelatinoso, numa formação tubular capaz de ultrapassar os 18 metros de comprimento.
Cada zoóide, com apenas alguns milímetros de comprimento, filtra a água do mar desde a zona exterior expelindo-a para a zona interior do tubo. Este processo não só mantém a forma tubular do pirossoma, como ajuda na sua locomoção e permite filtrar o fitoplâncton do qual se alimentam.
O nome Pyrosoma tem como etimologia o grego pyro = “fogo” e soma = “corpo”, uma referência à sua bioluminescência, emitindo
uma luz azul-esverdeada, visível a vários metros de distância.
As colónias de Pyrosoma muitas vezes apresentam ondas de luz que oscilam para a frente e para trás através da colónia, já que cada indivíduo zoóide detecta a luz pela sua vizinhança e, em seguida, emite luz em resposta. Cada zoóide contém um par de órgãos luminescentes localizados perto da superfície exterior da túnica, que são recheados por organelos produtores de luz que podem ser bactérias intracelulares bioluminescentes. As ondas de bioluminescência que se movem dentro de uma colónia, aparentemente, não são propagadas por meio de neurónios, mas por um processo fótico.
Quando os zoóides emitem impulsos luminosos não só estimulam os outros zoóides dentro da colónia para bioluminescerem, mas também as colónias próximas exibem bioluminescência em resposta. As colónias bioluminescem em resposta a estimulação mecânica (táctil), bem como à luminosa.
Em Portugal estes organismos ocorrem ao largo das ilhas da Madeira e Açores e já foram registados ocasionalmente na costa continental.
📷

Guy Costa
No photo description available.
Maria Antónia Fraga and 6 others
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  • Ainda há dias vi um na costa norte do Pico, enquanto andava a cuscar umas algas, bem baixinho!
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