a humanidade foge da verdade

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A Verdade
A humanidade foge, horrorizada e envergonhada, ao ver-se retratada no espelho da Verdade. Só a criança se vira para a verdade e estende-lhe os seus braços
Pintura de Faugeron
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o regresso dos cruzeiros

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Os cruzeiros poderão voltar aos Açores já no próximo mês de Junho.
Com efeito, e segundo a notícia divulgada hoje na ilha da Madeira, o empresário Mário Ferreira, operador da Mystic Cruises já obteve do Governo Regional da Madeira a autorização para operar naquela região autónoma com embarques e desembarques na cidade do Funchal em cruzeiros semanais de 7 dias entre aquele arquipélago e os Açores, com escalas em alguns portos açorianos. Estes cruzeiros serão realizados pelo navio WORLD VOYAGER, navio português construído em Viana do Castelo, em 2020, e que se encontra ao serviço da Nicko Cruises.
O World Voyager é um navio de um segmento muito luxuoso. Possui 126 metros de comprimento, 26 metros de boca e um calado de 4,7 metros. Tem capacidade para alojar 200 passageiros e 100 tripulantes. Nestes itinerários, e atendendo às apertadas regras de segurança, só deverá transportar menos de 100 passageiros e de nacionalidade alemã, que já estejam vacinados contra a COVID 19, para além de terem de apresentar testes PCR negativos.
Vamos aguardar que o GRA seja lesto na concessão da autorização, para que o navio possa operar nos portos da Região.
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Livraria Portuguesa de Macau: uma vitrina da cultura lusófona no Oriente – TV Europa

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A Livraria Portuguesa de Macau assume a missão de persistir em preservar e difundir a língua portuguesa, e como refere Daniel Bastos, neste seu artigo, é um espaço relevante na promoção da língua e cultura lusófona no Oriente.

Source: Livraria Portuguesa de Macau: uma vitrina da cultura lusófona no Oriente – TV Europa

DOM JOÃO O REI QUE AMAVA FREIRAS

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D. JOÃO V: DO CONVENTO PARA O BORDEL
«Acerca do senhor de Mafra escreveria Voltaire: “quando ele desejava uma festa, organizava uma procissão, quando desejava um novo edifício, construía um convento, quando desejava uma amante, procurava uma freira.
E Voltaire não exagerava. O libidinoso rei teve várias freiras como amantes durante o seu longo reinado, de que terá tido dezenas de filhos, incluindo dois dos três Meninos de Palhavã: o futuro inquisidor-geral, D. José, e o futuro arcebispo de Braga, D. Gaspar. Em 1780, um velho padre italiano recordava D. João V passando “horas de retiro luxurioso numa câmara ornada de espelhos e carpetes, num palácio encantado que comunicava com a clausura de Odivelas”.
Foi aí que encontrou a madre Madalena de Miranda, de quem terá tido D. Gaspar. Mas a sua amante mais famosa foi a madre Paula Teresa da Silva, a pequena freira-concubina de Odivelas que fora objeto das régias atenções durante mais de vinte anos e que deu à luz vários filhos bastardos do rei, incluindo o já mencionado D. José, príncipe de Palhavã.
Na sua predileção por freiras, o rei não estava só. No século XVIII, a diferença entre os conventos de Lisboa e os seus bordéis era praticamente nula. “Pondo de lado as (…) vestes, batom, sinais e diamantes”, as freiras da cidade eram, segundo um observador francês, “pouco mais do que prostitutas de clausura”, que “incitavam (…) à mais refinada galanteria e passavam por ser as eleitas mais atraentes da nobreza portuguesa.” Eram tantos os nobres que buscavam o prazer em conventos que as parteiras se referiam aos recém-nascidos como “pequenos cónegos da Igreja Patriarcal” ou “pequenas monjas capuchinhas”. Ainda hoje se vendem na capital certos docinhos bojudos com o nome de “barrigas de freiras”, “suspiros de freira” e papos-de-anjo”.»
Mark Molesky, O Abismo de Fogo – O Grande Terramoto de Lisboa
Sérgio Rezendes, Ana Maria (Nini) Botelho Neves and 28 others
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RIBEIRA GRANDE MONUMENTO AO SURFISTA POR RUI GOULART

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Monumento ao Surfista
Escultura em bronze – registos da memória para a posteridade
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Lena Goulart, Luís Godinho and 93 others
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não há vacinas seguras mas vamos vacinar todos???

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  • André TopGames

    Há seres humanos com comportamentos de bichos, este não foge a regra.
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  • Luis Rodrigues

    Estão se este…《~&%#*/÷^ vem para os mídia dizer e confirmar que não há vacinas seguras!!
    Porquê insistem em querer obrigar a vacinar toda a gente?💉☠⚰
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JÁ NÃO SE FAZEM FESTAS ASSIM..-SANTA INQUISIÇÃO, EM LISBOA ERA UMA FESTA

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AUTOS DE FÉ EM LISBOA
«O mais espetacular e inventivo castigo criado pela Inquisição foi, de longe, o auto de fé, que, em Lisboa, o povo considerava uma autêntica festa religiosa – o que, em certo sentido, era verdade. A cidade engalanava-se com flores e estandartes. Soldados e padres alinhavam-se pelas ruas e as mulheres usavam as suas mais finas roupas e joias e punham-se à janela apreciando o desenrolar da cena. Depois da missa da manhã, os condenados, segurando velas e envergando longos hábitos e mitras, eram levados pelas ruas da cidade até ao Rossio ou ao Terreiro do Paço. Aí, de pé ou de joelhos, permaneciam ante o rei e outros dignitários, enquanto as suas sentenças eram lidas em voz alta pelo bispo, que presidia à cerimónia. Se os crimes fossem graves, eram entregues ao “braço secular” (porque a Igreja estava moralmente proibida de realizar execuções) e eram então enforcados, como o fora Malagrida [Gabriel Malagrida (1689 – 1761), padre jesuíta], ou queimados vivos em estacas verticais.
Enquanto os condenados se contorciam, agonizantes, no meio das chamas, eram frequentemente escarnecidos pelos seus carrascos e pela multidão e açoitados com grandes bastões. Se os ventos dominantes lograssem evitar-lhes a morte por inalação de fumo, a sua sorte seria ainda mais tremenda. Quando tudo estava terminado, o inquisidor-geral, como era prática, recebia vários convivas em sua casa para uma refeição tardia. Embora as execuções públicas se tenham mantido como um acontecimento comum por toda a Europa até ao século XIX, inclusive, os autos de fé eram mais raros do que se acreditava (entre 1682 e 1691), por exemplo, apenas dezoito pessoas foram executadas desta forma em todo o país). Não obstante, nenhum outro aspeto da civilização portuguesa foi tão inexoravelmente condenado – como esta reminiscência das Guerras de Religião.»
Mark Molesky, O Abismo de Fogo – O Grande Terramoto de Lisboa
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  • Jose Encarnação Arroteia

    Se o inferno existir a igreja tem lá uma forte representação; e como tão ladrão é o que vai à vinha como o que cá fica fora, os que assistiam prazenteiros, a estas cenas de horror, também lá têm um lugar cativo…só que ainda não percebi como é que tal organismo da igreja se chamava de SANTA INQUISIÇÂO…

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