Volcanic Ash: Binter, Iberia Halt Flights to La Palma | Airways Magazine

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MIAMI – Canary Island carrier Binter Canarias (NT) canceled all flights to La Palma today while Iberia (IB) canceled its only flight to the island. Binter Canarias said in a statement that the ash cloud produced by the volcano had worsened significantly in the last few hours, forcing it to halt operations to and from…

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O vulcão Cumbre Vieja encontra-se na fase de maior atividade desde que entrou em erupção, no domingo. O aeroporto está inoperacional devido à cinza que cai.
La Palma. Aeroporto está inoperacional devido às cinzas
RTP.PT
La Palma. Aeroporto está inoperacional devido às cinzas
O vulcão Cumbre Vieja encontra-se na fase de maior atividade desd

desvendada a origem dos polinésios

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Mistério sobre povoamento de ilhas do Pacífico é desvendado em novo estudo. De Samoa à Ilha de Páscoa, DNA revela a rota do povoamento da Polinésia
25.set.2021 às 6h00
PARIS | AFP
Milhares de quilômetros de oceano separam as populações das Ilhas Marquesas do arquipélago de Páscoa ou do Taiti. Mas todas permanecem conectadas por seus genes, de acordo com um estudo que, graças ao DNA, traça a rota dos ancestrais exploradores do Pacífico Sul.
Arqueólogos e historiadores há muito se perguntam sobre as origens dos habitantes das ilhas da Polinésia, uma enorme extensão marítima que foi uma das últimas áreas habitáveis a ser colonizada pelo homem.
nove grandes estátuas em forma de homem, ao fundo, e três cavalos mais à frente, pastando
Cavalos pastam perto de fileira de moais na costa sul da Ilha de Páscoa – Pedro Carrilho – 13.fev.2012/Folhapress
“É um dos capítulos mais fascinantes da história da colonização humana e quase não há vestígios tangíveis”, explica à AFP Andrés Moreno-Estrada, coautor do estudo publicado na quarta-feira (22) na revista Nature.
Durante suas viagens pela região no final do século 18, o capitão britânico James Cook percebeu as semelhanças entre as línguas faladas pelos povos do arquipélago da Sociedade (onde fica o Taiti) e as das ilhas localizadas a 1.600 quilômetros de distância, as Ilhas Cook.
Esse grupo de línguas –austronésias– vem da distante Taiwan e é a família linguística mais difundida do planeta.
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QUEBRA-CABEÇA INCOMPLETO
As pesquisas linguísticas, junto com as descobertas arqueológicas, permitiram aproximar essas populações dispersas. Mas a história ainda estava incompleta.
“Até agora, nenhum estudo tinha sido capaz de localizar o ponto exato dos primeiros assentamentos polinésios”, segundo Andrés Moreno Estrada, pesquisador do Laboratório Nacional de Genômica para Biodiversidade do México.
A rápida expansão dessas populações enganava os cientistas. E foi apenas quando analisaram o DNA dos habitantes atuais que a equipe de pesquisadores foi capaz de encontrar a peça que faltava no quebra-cabeça.
“O genoma dessas populações insulares guarda a história de seus ancestrais”, descreve Alexander Ioannidis, o outro autor do estudo, que sequenciou o DNA de 430 habitantes de 21 ilhas do Pacífico Sul, amostra nunca antes analisada nesta região do mundo.
“Comparando as pegadas biológicas de uma ilha a outra, podemos ver quando o genoma se dividiu e é possível estimar quando essas populações coexistiram pela última vez”, acrescenta o geneticista da Universidade de Stanford, na Califórnia.
Os resultados das primeiras investigações mostram uma cartografia detalhada dos assentamentos desses pioneiros, que entre os séculos 9 e 13 se moveram do oeste para o leste.
As primeiras migrações teriam partido das Ilhas Samoa, no oeste, na direção sudeste.
Estabeleceram-se em Rarotonga, a maior das Ilhas Cook, por volta de 830 d.C. Os navegadores teriam localizado a ilha de longe graças às colunas de nuvens do relevo vulcânico da ilha.
A migração se dirigiu então para o noroeste, chegando às Ilhas Sociedade por volta de 1050. Mais tarde, em 1110, essas populações pisaram no arquipélago de Tuamotu, formado por várias dezenas de atóis, e pouco povoado atualmente.
Na época, essas ilhotas recém-emergidas das águas apresentavam condições de vida bastante favoráveis, com terras agricultáveis e matas jovens.
GRANDES NAVEGANTES
O arquipélago Tuamotu, parte da Polinésia Francesa (como o Taiti), teria “desempenhado um papel decisivo na colonização do Pacífico Sul”, insiste Alexander Ioannidis.
“Tuamotu é enorme, uma área equivalente à distância entre a Inglaterra e a Grécia. Os primeiros colonizadores deveriam ter uma cultura marítima altamente desenvolvida para poder navegar de ilha em ilha”, diz Ioannidis.
Esse conhecimento técnico teria permitido aos exploradores navegar milhares de quilômetros.
Assim, o estudo revela que Tuamotu é o ponto de partida das migrações posteriores: para o norte, em direção às Ilhas Marquesas, e para o leste, passando por Mangareva (no arquipélago dos Gambier) no século 12, até o extremo leste, as Ilhas de Páscoa.
“Este estudo é um feito genético que nos permite traçar um cenário muito detalhado” dessa epopeia, comemora Florent Détroit, paleoantropólogo do Museu Nacional de História Natural da França.
Nesse caso, como aponta esse cientista francês, as semelhanças genéticas corroboram as descobertas arqueológicas. E o estudo publicado na Nature aponta a hipótese de que as grandes construções megalíticas, como os moais na Ilha de Páscoa, têm uma origem comum em Tuamotu.
Mistério sobre povoamento de ilhas do Pacífico é desvendado em novo estudo
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Mistério sobre povoamento de ilhas do Pacífico é desvendado em novo estudo
De Samoa à Ilha de Páscoa, DNA revela a rota do povoamento da Polinésia
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Alunos norte-americanos criaram petição a pedir regresso da escravatura – NO Revista

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Um grupo de alunos, de uma escola no estado norte-americano do Missouri, criou uma petição a pedir o regresso da escravatura.De acordo com a Associated Press, a petição online foi criada durante a semana passada por um número indefinido de alunos da Escola Secundária Park Hill South, em Kansas C

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Scientists Sank Three Dead Gators to the Seafloor and They Have Only Scary Explanations As to What Happened to One of Them – Earthly Mission

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https://www.youtube.com/watch?v=-DhlmnVv2cU

Could the Kraken really exist?

Source: Scientists Sank Three Dead Gators to the Seafloor and They Have Only Scary Explanations As to What Happened to One of Them – Earthly Mission

PAULA SOUSA LIMA Acerca das palavras XXXII – gramática implícita

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AMIGOS, cá vai a crónica de Sábado, no Açoriano Oriental.
Acerca das palavras XXXII – gramática implícita
De há uns tempos para cá, tenho publicado (não “postado”, que há palavra portuguesa) no Facebook pequenos textos onde exponho medonhos erros de língua, erros esses que vou “pescando” aqui e ali e para os quais proponho a justa correção. Dos muitos “gostos” (não “likes”, pois há, novamente, palavra portuguesa) que tenho recebido, não pequena parte acrescentam comentários – e deveras interessantes, devo dizer. Forma-se, naquele espaço da rede social, uma espécie de tertúlia de gente interessada na nossa língua, que, muitas vezes, de forma direta ou indireta, formula esta pergunta: porquê? Por que razão tantos falam e/ou escrevem de forma tão errada?
Uma das comentadoras do Facebook, entusiasta da língua portuguesa, não duvido, deu esta explicação: quem comete os tais medonhos erros é burro e atrasado mental. Não me vou aqui pronunciar sobre a falta de bom-senso de quem assim falou, até porque já muita gente lhe demostrou o seu repúdio; interessa-me, tão-somente, esclarecer o que já na “rede” esclareci: quem comete erros de língua não é burro nem atrasado mental, pode ser mesmo muito inteligente e capaz, simplesmente não teve boas referências linguísticas. De facto, ninguém aprende a falar pelos livros nem tendo aberta ao lado uma gramática. Aprende-se a falar mimeticamente, isto é, por imitação dos discursos ouvidos recorrentemente no dia-a-dia, portanto aprende-se a falar de forma natural e espontânea. A partir desta imitação, vão-se, intuitivamente, desenvolvendo “regras”, as quais passam a configurar a chamada gramática implícita, que todos possuímos muito antes de conhecermos as regras prescritas pela gramática normativa.
E é a gramática implícita que nos “regula” quando falamos, não a gramática aprendida nos bancos da escola, infelizmente. De facto, os modelos que copiámos na infância e que, muitas vezes, continuam presentes ao longo da nossa vida vão ter sempre mais poder do que aqueles que nos são ensinados formalmente, na escola. Ou, dito de outro modo, o que uma pessoa ouviu e continua a ouvir dos pais, vizinhos, colegas, amigos, enfim, daqueles que fazem parte do seu “habitat natural”, vai ser mais relevante do que uma série de regras ouvidas duas vezes por semana na aula de Português. Fala com correção aquele que sempre ouviu falar bem, fala erradamente aquele cujo ambiente foi/é composto de maus falantes, de gente que fala mal porque também viveu num ambiente propício a uma deficiente gramática implícita. E, as mais das vezes, a escrita reproduz discursos orais, logo se uma pessoa fala com erros, também os comete na escrita.
Não há, portanto, nada a fazer? Há, claro que há. Ensinar, persistir no ensinar, corrigir, persistir na correção. E mostrar que falar e escrever de forma correta é fundamental para bem se fazer compreender e para se ser um cidadão completo. Mas substituir a gramática implícita pelas regras corretas da gramática formal depende, sobretudo, da vontade de cada pessoa. Em não querendo alguém modificar a maneira como fala e escreve, em desejando continuar a falar e a escrever como sempre falou e escreveu, pouco ou nada há a fazer. Não deixa de ser relevante, e muito, que a pessoa com défices no falar e no escrever mude de ambiente linguístico, o que, supostamente, acontece na escola. Porém… Ah, isso é que é complicado. É que na escola há apenas professores de Português. Dos restantes, muitos estimam a nossa língua, falam e escrevem com correção. Mas também bastantes há que displicentemente usam a língua de Camões.
Tanto queria eu deixar uma mensagem de esperança, mas. O bom uso da nossa língua, a luta contra gramáticas implícitas plenas de erros, isso depende de tantos quereres…
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