delete facebook?

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A capa da conhecida revista Time. Há 11 anos a revista publicava a mesma pessoa eleita “homem do ano”. Como muda o conto. Nesta plataforma publicamos os nossos trabalhos, ideias, sentimentos, comunicamos virtualmente com pessoas que nunca vimos e com as que partilhamos gostos, interesses, uma parte da nossa vida que não se acha nas ruas, nem no lugar de emprego, nem nos meios de comunicação. Nem em nenhum outro lado.
Porém, a plataforma é privada, tem dono absoluto que pode acabar com o negócio sem consultar mais ninguém. Se isso acontecesse, muitas eleições seriam mais limpas. Mas também perderíamos os avanços do reintegracionismo, a publicação de trabalhos e investigações, a circulação de informações alternativas aos meios de comunicação, a presença d@s sem voz, o alto-falante digital das ruas, a possibilidade de uma nova forma de comunicação social.
Talvez não haja que “deletar” Facebook, só obrigá-lo a cumprir umas garantias democráticas e de direitos humanos. Como deveria acontecer em toda a parte já na vida analógica.
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You, Fiz Pousa, Mário J. Herrero Valeiro and 9 others
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memórias dos colóquios ourense galiza 18º colóquio 2012

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Em Orense, com os escritores Chrys Chrystello (Chrys), Concha Rousia e Eduardo Bettencourt Pinto. Uma Tertúlia com a língua portuguesa a mediar diferentes realidades linguísticas.
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You, Pedro Paulo Camara, Margarete Silva and 12 others
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26 vulcões ativos

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A CAUSA DAS COISAS
Mais de 80% da superfície da Terra – acima e abaixo do nível do mar – é de origem vulcânica.
Existem 26 vulcões ativos em diversos locais do planeta!
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Sabia que ….
Mais de 80% da superfície da Terra – acima e abaixo do nível do mar – é de origem vulcânica?
Reportado ao dia de ontem, existiam 26 vulcões ativos em diversos locais do planeta!
Artur Arêde and 1 other
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O português inventou a mulata – Campo Neutro

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José Inácio Werneck Sigam-me em Twitter https://twitter.com/brasilcopa70 e https://twitter.com/WerneckInacio Avon, CT (EUA) – O tema para este “post” me ocorreu depois de ler uma entrevista do técnico Tite. Nela, Tite fala de racismo no Brasil e exemplifica com o fato de que a maioria dos torcedores consideraram Fernandinho o grande culpado pela eliminacão da Seleção, diante da Bélgica, em 2018. Segundo Tite, Fernandinho foi considerado o grande culpado porque é negro. Êpa, a grande veneração do povo brasileiro a um jogador de futebol é dada a Pelé, negro. Eu estava na Dinamarca, em 2018, em um quarto de hotel, sem […]

Source: O português inventou a mulata – Campo Neutro

Apoio à mobilidade geográfica laboral entre ilhas açorianas merece cautelas de empresários – Açoriano Oriental

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Empresários dos Açores consideraram “boa” a intenção da proposta do PSD na Assembleia Legislativa dos Açores para apoiar a mobilidade geográfica laboral entre ilhas, defendendo que “exige algumas cautelas”.

Source: Apoio à mobilidade geográfica laboral entre ilhas açorianas merece cautelas de empresários – Açoriano Oriental

PARA COMER BEM NÃO ESCOLHA CHEFS

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O “Chef” Avilez, que estragou dois magníficos restaurantes, o Tavares e, principalmente, o Belcanto. E como esta praga não é nacional apenas, dedicado também ao Alain Ducasse, que assassinou o em tempos magnífico Louis XV, o restaurante (emblemático) do Hotel de Paris, em Monte Carlo.
Felizmente, neste caso, pelo menos continua a magnífica
garrafeira.
Restaurantes não são santuários…
Estou cansado da religião dos chefs: restaurantes não são santuários…
O melhor restaurante do mundo?
Ora, ora: é o Eleven Madison Park, em Nova York.
Parabéns, gente.
A sério.
Espero nunca vos visitar.
Entendam: não é nada de pessoal.
Acredito na vossa excelência.
Acredito, como dizem os críticos, que a vossa mistura de “cozinha
francesa moderna” com “um toque nova-iorquino” é perfeitamente
comparável às 72 virgens que existem no paraíso corânico.
Mas eu estou cansado da religião dos chefs.
Vocês sabem: a elevação da culinária a um reino metafísico,
transcendental, celestial.
Todas as semanas, lá aparece mais um chef, com a sua igreja,
apresentando o cardápio como se fossem as sagradas escrituras.
Os ingredientes não são ingredientes.
São “elementos”.
Uma refeição não é uma refeição.
É uma “experiência”.
E a comida, em rigor, não é comida.
É uma “composição”.
Já estive em vários desses santuários.
Quando a comida chegava, eu nunca sabia se deveria provar ou rezar.
Os meus receios sacrílegos eram acentuados pelo próprio garçom, que
depositava o prato na mesa e, em voz baixa, confidenciava o milagre
que eu tinha à minha frente:
– Pato defumado com pétalas de tomate e essências de jasmim.
Escutava tudo com reverência, dizia um “obrigado” que soava a “amém” e
depois aproximava o garfo trêmulo, com mil receios, para não perturbar
o frágil equilíbrio entre as “pétalas” e as “essências”.
Em raros casos, sua santidade, o chef, aparecia no final.
Para abençoar os comensais.
No dia em que beijei a mão de um deles, entendi que deveria apostatar.
E, quando não são santos, são artistas.
Um pedaço de carne não é um pedaço de carne.
É um “desafio”.
É o teto da Capela Sistina aguardando pelo seu Michelangelo.
Nem de propósito: espreitei o site do Eleven Madison Park.
Tenho uma novidade para dar ao leitor: a partir de 11 de abril, o
Eleven vai fazer uma “retrospectiva” (juro, juro) com os 11 melhores
pratos dos últimos 11 anos.
“Retrospectiva.”
Eis a evolução da história da arte ocidental: a pintura rupestre de
Lascaux; as esculturas gregas de Fídias; os vitrais da catedral gótica
de Chartres; os quadros barrocos de Caravaggio; a tortinha de quiche
de ovo do chef Daniel Humm.
Gosto de comer.
Gosto de comida.
Essas duas frases são ridículas porque, afinal de contas, sou português.
E é precisamente por ser português que me tornei um ateu dos
“elementos”, das “composições” e das “essências”.
A religião dos chefs, com seu charme diabólico, tem arrasado os
restaurantes da minha cidade.
Um deles, que fica aqui no bairro, servia uns “filetes de polvo com
arroz do mesmo” que chegou a ser o barômetro das minhas relações
amorosas: sempre que estava com uma namorada e começava a pensar no
polvo, isso significava que a paixão tinha chegado ao fim.
Duas semanas atrás, voltei ao espaço que reabriu depois das obras.
Estranhei: havia música ambiente e a iluminação reduzida imitava as
casas de massagens da Tailândia (aviso: querida, se estiveres a ler
esta crônica, juro que nunca estive na Tailândia).
Sentei-me.
Quando o polvo chegou, olhei para o prato e perguntei ao dono se ele
não tinha esquecido alguma coisa.
“O quê?”, respondeu o insolente.
“O microscópio”, respondi eu.
Ele soltou uma gargalhada e explicou: “São coisas do chef, doutor.”
“Qual chef?”, insisti.
Ele, encolhendo os ombros, respondeu com vergonha: “O Agostinho”.
O cozinheiro virou chef e o meu polvo virou calamares.
Infelizmente, essa corrupção disseminou-se pela pátria amada.
Já escrevi sobre o crime na imprensa lusa.
Ninguém acompanhou o meu pranto.
É a música ambiente que substituiu o natural rumor das conversas.
É a iluminação de bordel que impede a distinção entre uma azeitona e uma barata.
É o hábito chique de nunca deixar as garrafas na mesa, o que significa
que o garçom só se apercebe da nossa sede “in extremis” quando existem
tremores alcoólicos e outros sinais de abstinência.
Meu Deus, onde vamos parar?
Não sei.
Mas sei que já tomei providências: no próximo outono, tenciono aprender a caçar.
Tudo serve: perdiz, lebre, javali.
Depois, com uma fogueira e um espeto, cozinho o bicho como um homem
pré-histórico.
O pináculo da civilização é tortinha de quiche de ovo do chef Daniel Humm?
Então chegou a hora de regressar às cavernas de Lascaux…”
.
*João Pereira Coutinho
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RECUPERAÇÃO DE PATRIMÓNIO NO CORVO

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Ana Monteiro and Joana Félix shared a link.

Telejornal Açores de 07 Out 2021 - RTP Play - RTP
RTP.PT
Telejornal Açores de 07 Out 2021 – RTP Play – RTP
Todos os dias a RTP-Açores leva a todos os açorianos a atualização de toda a informação da região do país e do mundo.
1ª Campanha do Património da Ilha do Corvo
Arqueólogos localizam antigo engenho de pastel e defendem recuperação de antigo moinho de maré.
“Este é o único moinho de maré conhecido nos Açores. Funciona com um movimento gravitacional de uma lagoa para a outra. A ruína tem cerca de 100 anos e encontra-se em boas condições.”

novo caderno de estudos açorianos Nº 37 F COTA FAGUNDES

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ESTE E ANTERIORES DISPONÍVEL EM https://www.lusofonias.net/acorianidade/cadernos-acorianos-suplementos.html#426-cadernos-e-suplementos-de-estudos-acorianos

cadernos açorianos 37 francisco cota fagundes

Campanha SOS Cagarro.

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Campanha SOS Cagarro.
O cagarro (Calonectris borealis) é uma ave marinha que viaja para o arquipélago dos Açores para se reproduzir entre Março e Novembro, englobando cerca de 75% da população mundial. Em Abril, cada casal gera um único ovo do qual nasce uma pequena cria em Julho. Chegando a Outubro-Novembro, as crias de cagarro já grandes começam a sair dos ninhos, aventurando-se nos primeiros voos para se juntarem aos pais no mar, que preparam a viagem de regresso para o hemisfério sul onde passam o inverno. No entanto, estes novos cagarros são ainda inexperientes, e muitas vezes caem em terra durante a noite, ofuscados e desorientados pelas luzes brilhantes das ruas, dos edifícios e dos portos à beira-mar.
A CAMPANHA
A Campanha SOS Cagarro tem como objectivo patrulhar locais críticos de quedas durante a noite e recolher os cagarros caídos, que desorientados podem colidir contra obstáculos e ficar incapacitados para levantar voo novamente com sucesso. Desta forma, evitamos que estes cagarros fiquem nas ruas e estradas, vulneráveis à predação ou atropelamento. Na manhã seguinte são libertados novamente, para poderem regressar ao mar em segurança.
Ao participares nesta campanha, estás a salvar cagarros que de outra forma poderiam nunca chegar ao mar, e a contribuir para que esta espécie tão emblemática continue a visitar o nosso arquipélago!
AZORES.GOV.PT
www.azores.gov.pt
Maria Helena Frias, Act Azores and 3 others