morreu Leonardo Sousa

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Estamos de luto! Faleceu Leonardo Manuel Ferraz de Sousa, nosso fundador e Presidente da Direção da Solidaried’arte. O velório decorre no Centro São Lázaro da Agência Funerária Ferreira. O funeral terá lugar amanhã de manha após missa de corpo presente celebrada naquele Centro às 9:00. À família do Leonardo, as nossas mais profundas condolências, especialmente à Ana Rita, Carlota e Matilde. Perdemos parte de nós hoje!

Sonia Nicolau

Soube há minutos que morreu Leonardo Sousa. Incompreendido por muitos, nas suas lutas e causas. Gostava e compreendia-o tão bem. Nos Mosteiros em fevereiro, estivemos juntos, sempre com o seu tom crítico e rodeado de jovens, onde, também, me sentia tão bem. Ponta Delgada, perdeu um grande homem, eu um amigo, e a SOLIDARIED’ARTE Açores o seu farol. Viva à Liberdade, Leonardo. Até um dia destes.
a HELENA CHRYSTELLO tinha-o selecionado para a nova antologia de autores açorianos em 2022

“Triste dia para a literatura, o dia em que morre Mário Vargas Llosa”

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“Foi com ele que mergulhei na euforia mágica das letras hispano-americanas, ao lado de Paz e Márquez”, revelou o ministro dos Negócios Estrangeiros nas redes sociais.

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O Kamasutra ainda pode salvar milhões de mulheres

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O prazer sexual feminino continua a ser um tabu em muitas culturas. Mas o Kamasutra pode revolucionar a vida de milhões de mulheres. Por detrás da visão “suja”, o Kamasutra esconde uma mensagens profundas: é um tratado sobre a autonomia sexual, que pode ser revolucionário para as mulheres. Em várias sociedade mais retrógradas,  o prazer sexual das mulheres é muitas vezes invisível, enterrado sob camadas de silêncio cultural. As mulheres são frequentemente ensinadas a reprimir os seus desejos, as suas vozes são abafadas por tradições que dão prioridade às necessidades masculinas. Ler também: Tanto os homens como as mulheres preferem

Source: O Kamasutra ainda pode salvar milhões de mulheres

GENE HACKMAN A MORTE E A SOLIDÃO

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“O que morre primeiro? O homem ou o mundo ao redor?
Gene Hackman morreu antes de seu coração parar de bater.
Teve fome. Teve sede.…

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O que morre primeiro? O homem ou o mundo ao redor?
Gene Hackman morreu antes de seu coração parar de bater.
Teve fome. Teve sede.
E ninguém veio.
E então Gene Hackman, o grande Gene Hackman, morreu. Não de doença, não de fome. Morreu de esquecimento. Qual a verdadeira morte? A do último suspiro ou a do instante em que ninguém percebe a sua falta?
Gene Hackman morreu sozinho. Um dia, todos nós estaremos solitários no momento do encontro com o nosso destino final. É inevitável. Mas para Gene a morte chegou de um jeito mais lento, mais esquecido e doloroso. Ninguém bateu à porta. Nenhum amigo ligou. Nenhum familiar estranhou a ausência.
Betsy, sua esposa, morreu primeiro. Hantavírus. Uma doença rara, transmitida pelo pó das fezes de roedores. Pouco antes ela foi à farmácia e levou o cãozinho ao veterinário. Não sabia que aquelas eram suas horas finais, que seria abatida por algo mortal carregado pela poeira invisível, das coisas que existem e não se veem. Um dia ela estava ali, no outro não. Talvez tenha passado a manhã dobrando roupas. Talvez tenha planejado o jantar. E então veio a febre, o cansaço, o nada. De repente, o fim. Fulminante, sem aviso, sem tempo para despedidas e providências.
Gene ficou sozinho, sem entender. Por sete longos dias, perambulou pela casa sem saber o que fazer, sem lembrar como agir. Aos 95 anos, o Alzheimer já havia apagado parte de sua memória e a capacidade de pedir ajuda. Talvez tenha, no fundo da mente, sentido o vazio. Talvez tenha chamado por Betsy. Mas isso não se soube ou saberá, porque ninguém estava lá.
Ninguém veio.
O que acontece quando um homem se torna invisível?
Gene Hackman foi um dos maiores atores de Hollywood. Um ícone. O rosto duro, a voz grave, o talento bruto. Interpretou presidentes, assassinos, heróis. Foi duas vezes vencedor do Oscar, amado pelo público, respeitado pelos colegas. No auge da carreira, era forte, imbatível, voz que não tremia. Mas o que isso significa quando se tem 95 anos e se está sozinho e desamparado em casa? Quando a memória se apagou, o corpo está fragilizado e os amados ausentes?
A fama é um engano que o tempo desfaz.
O que resta quando o telefone para de tocar? Quando as pessoas presumem que você não quer ser incomodado? Quando a casa grande e confortável se torna um território de esquecimento?
De que vale um nome célebre quando se está idoso, doente e só?
A solidão não chega de repente. Ela começa no dia em que ninguém mais pergunta como você está. No dia em que as pessoas supoem que você já tem tudo, que está bem. O esquecimento vem devagar. Constrói-se aos poucos, como uma casa onde ninguém entra.
Gene – que não se dava ares de celebridade – buscou se distanciar de Hollywood. Escolheu o isolamento, apostou que a esposa, trinta anos mais jovem, o assistiria até o final. Acreditou que não precisava de um cuidador, enfermeiro ou outros empregados. Porém, o que durante muito tempo foi bênção, converteu-se em armadilha. A casa grande ficou menor. O silêncio ficou maior. A porta ficou fechada.
Ninguém bateu.
E o homem um dia visto por milhões, partiu sem que ninguém olhasse.
A solidão dos que vivem muito por vezes me assusta. A velhice é um país estrangeiro e inóspito. Ninguém quer visitá-lo sem garantias e medidas de segurança, mas poucos são os que ousam pensar no que acontecerá quando os dias se tornarem longos demais e as noites silenciosas em excesso. Raros são os que tomam decisões conscientes para que a vida não se dissolva quando não houver mais reuniões de trabalho, estreias, jantares com amigos, idas ao cinema.
Recolho em mim cada lição dessa tragédia: morrer é um caminho sem testemunhas; a fama, uma ilusão que se desmancha na poeira; o sucesso, um eco que não se sustenta; e escolhas para a velhice devem considerar vários cenários, pois a vida é mutável e imprevisível. Ela nos surpreende em uma esquina qualquer, com a sua maleta transbordante de espantos.
No fim, somos casas sem luz se não há quem bata à porta.
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mortes macacas e macabras..Gene Hackman morreu de doença cardíaca e tinha Alzheimer. Hantavírus matou a esposa

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Causas das mortes de Gene Hackman e da esposa Betsy Arakawa foram reveladas após ambos terem sido encontrados sem vida em casa na Califórnia.

Source: Gene Hackman morreu de doença cardíaca e tinha Alzheimer. Hantavírus matou a esposa

MORREU jose antonio saraiva

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Obituário
José António Saraiva (1948-2025)
Morreu o jornalista e arquitecto José António Saraiva, que foi diretor do Expresso e fundador do jornal Sol, também conhecido pelo livro de memórias em que revela conversas privadas de políticos.
(Descansa em Paz)
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Ator Gene Hackman e a mulher encontrados mortos em casa. Não há suspeitas de crime  perdi um dos meu ídolos de cinema

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Ator norte-americano tinha 95 anos e a mulher, Betsy Arakawa, 63. Também o cão do casal foi encontrado morto.

Source: Ator Gene Hackman e a mulher encontrados mortos em casa. Não há suspeitas de crime – Mundo – Correio da Manhã

roberta flack dead

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February 24, 2025

Singer Roberta Flack Dies at 88

https://www.newsweek.com/singer-roberta-flack-dies-88-2035352?utm_source=STMailing&utm_medium=email&utm_campaign=BreakingNews&user_email_address=af2e335c6f392dd9cbe94fecb2bb135e&emh=e0f830137ab2f9dcb43e4473d13d3effe005b122cff554801909187e14ab599c&utm_term=%5BAudience%5D%20-%20BreakingNewshttps://www.newsweek.com/singer-roberta-flack-dies-88-2035352?utm_source=STMailing&utm_medium=email&utm_campaign=BreakingNews&user_email_address=af2e335c6f392dd9cbe94fecb2bb135e&emh=e0f830137ab2f9dcb43e4473d13d3effe005b122cff554801909187e14ab599c&utm_term=%5BAudience%5D%20-%20BreakingNews

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fyoutu.be%2FmrudT410TAI%3Fsi%3DRKfWjLYiNSUX-I_7%26fbclid%3DIwZXh0bgNhZW0CMTEAAR0pzZwqpXmabhtb23ONAQFHBJ1vl-H_2X2bs76Tp5pJTFQhuhJRbcZ1R98_aem_-M_TDQt_WHtM82paeEKyqQ&h=AT3qo7uHer9f4HXbFCTACB1EqXkmol1Dv6u2tc3SU6BT8qs-VQvIjHq-M9sBeDJg_wuY2PX26dbwcp2lhfh64kkzlwfDGH4HkrItRh7IRVdoL-HbieWUOTm3Um5XaPNhB-SBPdFCh79Cbl4Vn1VD&__tn__=%2CmH-R&c[0]=AT2fkaY3FnCPYrfHuK5RdsJPf5vuY7eiTEgur3-7fnCfHZhM5eFA24wW8i2wV1hzVqPt25k1jil_Bz6PcZSVel1kLvkC-e70coXT5QNong5x9cmErJDZZbuPGh1bi_lqCS8Vx3061tztyE61KdWV9VHp0hthKXH9DiRv3OB7Y8b_qYLoCK_9Hx0TDx6t53re9ROU81hml0yCnVRPTVbCz_1C19lrzW5jziAMWBnO1S7oXURv_Jnt

Grammy-winning singer Roberta Flack died Monday at her home surrounded by family, her publicist announced. She was 88. Here’s what we know.

PDL DE LUTO

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Faleceu Monsenhor Weber Machado, 93 anos de idade, 66 de sacerdote.
Foto: Açoriano Oriental

Tomás Quental

Partiu o “pai dos pobres”
Faleceu hoje, em Ponta Delgada, aos 93 anos de idade, monsenhor dr. Weber Machado Pereira, mais conhecido como o “pai dos pobres”.
Sacerdote, professor, homem de Cultura, escritor, colaborador de jornais e democrata, a vida do “padre Weber”, como era mais conhecido, foi sempre pautada pela defesa e pelo apoio aos mais frágeis da sociedade, através da Cáritas e de outras instituições.
Era vê-lo com frequência transportando alimentos para os mais pobres, sempre no silêncio, usando o seu próprio dinheiro também.
Nunca se encostou aos poderes, nem antes nem depois da instauração da democracia em Portugal. De resto, assumiu-se sempre como um opositor ao regime salazarista do Estado Novo. Se era mal visto pelo poder de então, a verdade é que também no interior da própria Igreja Católica, por vezes, foi encarado com desconfiança e indiferença.
Os pobres, os verdadeiramente pobres, que ainda existem nos Açores, principalmente na ilha de São Miguel, vão sentir a falta do “padre Weber”, que muito fez por eles, numa solidariedade e numa generosidade sem limites, durante longas décadas.
Conheci pessoalmente monsenhor dr. Weber Machado Pereira e tive o privilégio de ser seu amigo desde o tempo em que fui redactor no Correio dos Açores, em que ele era colaborador, versando quase sempre questões sociais e apelando às autoridades por maior apoio aos mais vulneráveis da sociedade.
Presto à sua ilustre memória o preito da minha mais sincera admiração.
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Filho de Salgueiro Maia quer ser reconhecido – Últimas – Correio da Manhã

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Testes de ADN dão razão ao requerente, mas os tribunais portugueses dizem que falhou os prazos legais para apresentar o seu pedido.

Source: Filho de Salgueiro Maia quer ser reconhecido – Últimas – Correio da Manhã

RAT RACE

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Jamie Freeman

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The alarm clock buzzes at 6:30 a.m., yanking you from restless sleep into yet another miserable day in the life of a British family. Your body aches from a night of tossing and turning, the relentless stress gnawing at your peace even while you sleep. Welcome to the reality show you didn’t sign up for—the endless grind of existence on this dreary little island. Outside, the weather is predictably depressing: a suffocating blend of grey skies, drizzle, and mist hangs like a damp blanket, refusing to lift. England—the land of weather manipulation, chemtrails, and misery.
You stumble into the kitchen, barely functioning. You gulp down a cup of instant coffee (barely warm), the cheap granules dissolving into something vaguely resembling fuel for the soul. It does little to wake you up, but it’s enough to get you moving towards the daily torment known as the school run. The roads are a battlefield—endless traffic jams, roadwork signs on every corner, and streets littered with potholes deep enough to swallow a Mini Cooper. Traffic lights flicker from red to green with cruel efficiency, herding you like cattle through the labyrinth of urban decay.
Each honk of a car horn feels like a jab at your sanity. Car fumes mix with the chemical stench of fake rain and geoengineering experiments disguised as “natural weather patterns.” You feel the metallic taste of the air, and your thoughts wander—what exactly are they spraying today? The kids sit in the back, half-asleep, scrolling on their phones—mindless zombies, faces illuminated by the cold glow of TikTok and Instagram. Their silence is unnerving, broken only by the occasional sound of a notification pinging.
By 9 a.m., the school drop-off is complete, and it’s your turn to join the madness on the way to work. Another round of bumper-to-bumper traffic awaits, with every commuter trapped in their own bubble of frustration and despair. You glance at the grey faces walking along the pavement, headphones glued to their ears, oblivious to everything except the mind-numbing entertainment piped directly into their brains. They shuffle like the walking dead, hypnotised by the digital narcotics they’ve been fed since childhood. Each step they take is a sleepwalk deeper into the Matrix.
And for what? To work a dead-end job under the fluorescent glow of an office, serving some faceless corporation while your dreams wither and die. The walls hum with the vibration of computers and the low murmur of small talk—conversations about weekend sales and Netflix shows. The architecture around you is a blend of concrete brutality—an endless sprawl of uninspired grey boxes designed to keep you uninspired, just like your life. Every day, you trade hours of your life for a meagre pay cheque, handing most of it back to the state in the form of taxes, rising energy bills, and the privilege of barely surviving.
At 5 p.m., your day is far from over. If you’re lucky, you might pick the kids up from school; if not, someone else handles that. By the time you drag yourself home, you’re too drained to cook a decent meal. The fridge hums as you stare at its contents, hoping for inspiration, but there’s nothing there except processed junk and the same ready meals you’ve heated up a dozen times this week. The microwave hums with a familiar, monotonous tune as it heats up another round of cheap, processed freezer food—chemically enhanced and nutrient-deprived, just like the society that produced it.
The kids vanish to their rooms, eyes glued to Xbox consoles and YouTube screens, while you and your partner collapse on the sofa to “relax.” You flip on the TV for the latest dose of fear from the news—another murder, the looming shadow of economic collapse, crime waves flooding the headlines—each one designed to stoke fear and keep you docile. Everything carefully curated to keep you anxious and obedient.
By now, the weight of the day has you questioning everything. You worked so hard for what? Extortionate mortgages that leave you trapped for decades, relentless inflation, and the rising cost of even the simplest pleasures. Taxes are squeezed out of every corner of your life—road tax for the pothole-ridden streets, council tax for services you barely see, and income tax to fund wars you never asked for.
Britain—a country once proud and strong, now reduced to a crumbling dystopia of high crime rates, decaying infrastructure, and Orwellian surveillance. This is no longer a nation; it’s a giant hamster wheel, spinning endlessly, keeping its people running in place while the elites dine at the top.
The worst part? Most people don’t even realise they’re trapped in the Matrix. The system has trained them well—keep running, keep paying, keep consuming, and above all, don’t ask questions.
Welcome to the British rat race. A life you never chose, in a game you never signed up for, yet here you are—running to nowhere, day after day.
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