FÉLIX RODRIGUES, A distância social e o COVID-19

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Partilha-se o meu artigo de opinião publicado no jornal Diário Insular de Hoje.

A distância social e o COVID-19

Temos que recuar aos anos 20 do século passado para recuperar o Modelo Epidemiológico SIR de Kermacke e McKendrick, para termos uma ferramenta que preveja o desenvolvimento de uma epidemia numa extensa população, à semelhança do que se passa com o COVID-19. As variáveis que aí se encontram permitem-nos entender como a infeção se liga a comportamentos e atitudes dos governos e da população.
A redução da epidemia nesse modelo passa por estabelecer distâncias sociais adequadas e por outro lado tem em conta o número de pessoas que se vão tornando imunes. Isso não é válido neste momento para qualquer lado, exceto China e talvez Itália. Há quem aposte nas duas vertentes, equilibrando o número de infetados com o aumento do resguardo social. A diminuição da taxa de contactos sociais entre indivíduos ocorre normalmente aos fins de semana, onde as famílias estão mais em casa do que durante a semana. No mínimo dos mínimos devemos reduzir os nossos contatos a metade do que era habitual antes desta epidemia.
Temos também que atender à distância mínima que devemos estar das outras pessoas, especialmente, quando tudo é aleatório. Essa distância mínima tem sido considerada de um metro, mas no modelo epidemiológico em análise isso corresponde a uma unidade, unidade essa que ainda não é muito clara. Assumamos então ser razoável no mínimo um metro.
A natureza dos contatos sociais é muito diferente nos diversos grupos etários: Normalmente os mais novos têm maior frequência de contactos do que os mais velhos, daí que juntar mais novos com mais velhos claramente só aumenta a taxa de contacto entre todos os elementos dos grupos.
Com o tempo, tudo isso tenderá para o equilíbrio, pois em média, todos tentarão não ser infetados, mantendo as distâncias de segurança e diminuindo os contactos sociais.
Dependendo da virulência, e neste caso o COVID-19 é mais virulento que a gripe, as regras de higiene permitem não só que um simples indivíduo não fique doente, mas pretende essencialmente que não seja agente de propagação da doença à comunidade. Não é só uma medida de proteção pessoal mas também uma medida que visa diminuir o aumento dos focos. Restringir os contactos às pessoas que se conhecem, retiram dessa equação as infeções aleatórias, que são as mais frequentes.
Havendo várias cadeias de transmissão, o isolamento profilático permite por exemplo que o marido possa acompanhar a esposa se ela ficar infetada, como se prepara para ser ajudado por ela quando ele próprio vier a ser infetado e ela curada, pois a probabilidade de tal acontecimento é mais elevada.
Controlar entradas de pessoas infetadas numa região é aconselhável só até ao momento em que não existam vários focos de infeção num determinado local. Havendo vários focos de transmissão numa comunidade, o controlo de viagens não tem qualquer efeito e o fecho de fronteiras também não, a não ser que se tente evitar contágios noutros locais fora dessa região infetada, e nesse caso é pertinente que as outras regiões não estejam também elas no mesmo grau de infeção. Isso porque até os viajantes querem manter-se em níveis máximos de segurança e reduzem os contactos sociais e aumentam inconscientemente as distâncias de segurança.
Apesar da epidemia estar a crescer em todo o lado, é facto que vai continuar a crescer, se não se mantiverem por alguma razão as distâncias de segurança e não haja uma diminuição do número de contactos. É óbvio que se isso não ocorrer naturalmente os governos vão implementar essas medidas. Os efeitos dessas medidas não se repercutem no imediato, no máximo podem ter efeitos semanas depois.
Separar grupos infetados de não infetados é sem dúvida o procedimento normal, apesar de no grupo de não infetados poderem existir infetados.
Perante o que se expôs, resulta desse modelo que se devem evitar contactos com desconhecidos, pois é aí que não há qualquer controlo de variáveis, mas isso pode implicar apenas e tão só manter-se a uma distância de segurança adequada.
Se o afastamento social implicar um aumento de contactos, esse isolamento social deverá ser evitado e continuar-se com a atividade normal. Vejamos um exemplo: Um agricultor que trabalha apenas com um funcionário durante o dia, e vice-versa, se eles ao estarem em isolamento social estão em contacto com famílias numerosas, tal isolamento não é tão eficaz como se pode pensar. Essa situação é completamente diferente de quem tem contacto permanente com o público. Quem o tem, deve exigir a distância de segurança.
Evitar ajuntamentos é manifestamente adequado, pois diminui drasticamente os contatos sociais e como tal este é um dos fatores mais importantes no controlo de uma epidemia.
O que se passa com as infeções normais onde a taxa de infeção é usualmente 1, ou seja, uma pessoa infeta uma pessoa, o número de casos cresce inevitavelmente. No caso do COVID-19 essa taxa é de 2.2, o que significa uma pessoa infeta em média duas pessoas, implica que o seu crescimento é muito mais acentuado do que vimos nas últimas pandemias.
É baseado neste modelo SIR e no seu número básico de reprodução de 2.2 que se afirma que o COVID-19 infetará 70% da sociedade. Tal cenário não acontecerá porque tal resultado não conta com os comportamentos das pessoas e dos governos, ou seja, assume que perante um cenário de infeção serão apenas algumas pessoas que começarão a assumir algumas distâncias de segurança até que praticamente toda a gente o faça numa situação de equilíbrio.Não conta com medidas políticas que poderão ser capazes de obrigar a que haja uma diminuição das taxas de contactos pessoais ou regras para as distâncias de segurança.
Após contágio, a maioria dos casos manifesta-se em 5,1 dias, mas pode de facto vir a desenvolver-se até aos 14 dias. Por questões de elevado grau de segurança, os governos decretaram a quarentena de 14 dias. Há nesses valores, no primeiro caso, um certo conforto psicológico( 5,1 dias) e no segundo, um pragmatismo importante (14 dias).

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Comments
  • Ana Ferreira Muito obrigado pela sua delicadeza de,por outras palavras explicar o que se vai passando embora,alguns teimem em não perceber!É mau!Para eles e para nós!

Covid-19. Irão anuncia morte de um `ayatollah` e mais de 800 vítimas mortais

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Fontes oficiais iranianas anunciaram que o ayatollah Bathaei-Golpaygani morreu esta segunda-feira, vítima do novo coronavírus. O Irão conta já com mais de 850 mortes relacionadas com o Covid-19, sendo o terceiro país do mundo mais afetado pelo coronavírus.

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Covid-19: China regista 16 casos novos e 14 mortos nas últimas 24 horas | TVI24

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Dos 9.898 pacientes infetados, 3.032 permanencem em estado crítico

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Espanha regista mais de 1.000 novos casos de infeção por Covid-19. Presidente da Comunidade de Madrid infetada – TSF

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Madrid regista quase metade dos dos casos de Covid-19, em Espanha.

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Coronavirus Australia: Queensland researchers find ‘cure’

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A team of Australian researchers say they’ve found a cure for the novel coronavirus and hope to have patients enrolled in a nationwide trial by the end of the month.

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Espanha intervém em hospitais privados para evitar colapso do sistema público de saúde por Covid-19 – Linha Direta

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O primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez decretou neste final de semana o estado de alerta para deter a propagação do coronavírus no país que aumentou rapidamente nos últimos dias. A Espanha não de…

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REINO UNIDO A MORTE ANUNCIADA

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Richard Zimler and 3 others shared a link.
Vulnerable people should not be exposed to Covid-19 right now in the service of a hypothetical future, says William Hanage, a professor of the evolution and epidemiology of infectious disease at Harvard

Vulnerable people should not be exposed to Covid-19 right now in the service of a hypothetical future, says William Hanage, a professor of the evolution and epidemiology of infectious disease at Harvard

Covid-19: OMS pede à Indonésia que declare estado de emergência

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Covid-19: OMS pede à Indonésia que declare estado de emergência – imprensa

Díli, 16 mar 2020 (Lusa) – A Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou ao Presidente indonésio, Joko Widodo, para que declare o estado de emergência no país e alargar os mecanismos de resposta de emergência para conter o surto de Covid-19.
Na edição ‘online’, o diário Jakarta Post noticiou que o pedido foi feito numa carta enviada a Widodo pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Na carta, o responsável disse que a organização notou “casos não detetados ou sub-detectados nas fases iniciais do surto [que] resultam em aumentos significativos de casos e mortes em alguns países”.
A OMS recomendou, por isso, várias ações a serem tomadas para reduzir a transmissão e impedir a disseminação do coronavírus, incluindo “alargar os mecanismos de resposta a emergências, incluindo uma declaração de emergência nacional”.
Ghebreyesus defendeu que a Indonésia deve intensificar a busca de casos, o rastreamento de contactos, a monitorização, a quarentena de contactos e o isolamento de casos.
“Ficaria agradecido se a República da Indonésia pudesse fornecer à OMS informações detalhadas sobre a abordagem de vigilância e testes, identificação e rastreio de contactos da Covid-19 e quaisquer dados”, escreveu.
O assunto foi depois abordado num telefonema entre Ghebreyesus e Joko Widodo.
O porta-voz presidencial Fadjroel Rachman disse que o Governo indonésio tem vindo a tomar várias medidas recomendadas pela OMS.
“O Governo aumentou os esforços na gestão da Covid-19, emitindo um decreto presidencial que determina a formação de um grupo de gestão acelerada de Covid-19, bem como o decreto do ministro da Saúde sobre protocolos para o governo central e administrações regionais”, explicou.
A Indonésia tem registados até ao momento um total de 117 casos e cinco mortes.
O novo coronavírus responsável pela pandemia de Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 6.500 mortos em todo o mundo.
O número de infetados ronda as 170 mil pessoas, com casos registados em pelo menos 148 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 245 casos confirmados. Do total de infetados, mais de 77 mil recuperaram.

ASP // EJ
Lusa/Fim

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Coronavirus | Rusia advierte que pueden terminar en prisión los que se salten cuarentena por COVID-19 | Moscú | NNDC Europa | Peru21

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Las autoridades insisten en que los viajeros que retornan de países con una “situación desfavorable” con el letal virus se mantengan aislados de otros ciudadanos durante dos semanas.

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LUCIANO MELO: Covid-19, infectados severos ou críticos, Ventiladores, Quarentena e os Açores.

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Covid-19, infectados severos ou críticos, Ventiladores, Quarentena e os Açores.

O novo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença Covid-19, é o mais sério desafio que alguma vez enfrentamos nas nossas vidas. Para reter; não se trata de brincadeira nenhuma a pandemia que à entrada da 12.ª semana do ano da (des)Graça de 2020 já ceifou mais de 6 mil vidas, virou do avesso os hábitos de vivência em comunidade e ameaça fazer colapsar os pilares sócio-económicos até dos países mais desenvolvidos e com recursos que julgávamos suficientes para lidar com uma crise desta magnitude.

Dando por adquirido que a fase de negação já está ultrapassada, deixo alguns números para reflectirmos e uma conclusão cada vez mais óbvia, atendendo a que somos uma Pátria filha de Roma, com tudo o que isto significa:

1. A Itália, tem 6 vezes mais população que Portugal e, à data de ontem, registava pouco menos de 25 mil casos e 1.800 mortos, com uma taxa de mortalidade que é o dobro da média mundial;
2. A vizinha Espanha, 8 mil casos e 300 mortos, para uma população 4.6 vezes maior que a nossa;
3. Portugal, 245 casos e 0 fatalidades, sendo previsível que no decorrer desta semana, cheguemos ao (1.º) milhar de infectados e registem-se as primeiras mortes;
4. Os Açores representam cerca de 2,5% dos residentes no nosso país.
5. Por cada 1.000 casos em Portugal acabaremos por ter um n.º não muito diferente, no final, de 25.
6. Por cada 10 casos, 2, em média, são severos ou críticos, exigindo cuidados intensivos, com recurso, entre outros meios diferenciados de tratamento, a Ventilador;
7, Escolham o cenário que quiserem, o mais optimista, para facilidade de raciocínio, e perceberão a angústia e ansiedade dos responsáveis açorianos e madeirenses em “fecharem” as duas regiões.
8. Quando Portugal atingir os 2 mil doentes Covid-19, alguém se espantará que os Açores venham a contar, uns dias depois, com um acumulado de 50 casos, 10 dos quais a requererem os tão procurados Ventiladores? Ventiladores estes que são fundamentais para salvar vidas decorrentes de outras enfermidades e acidentes que ocorrem paralelamente!
9. Quantos Ventiladores existem nos Açores … doze? Estarei longe da realidade?
10. Leiam novamente e reflictam.

Oxalá a curva de evolução de novos casos seja o mais achatada possível, para que nunca falte nada a quem (mais) precisa de todos os meios para a sua sobrevivência.

A Conclusão: sem uma Vacina – que nem tão cedo estará disponível – a única forma de atrasarmos ou impedirmos a propagação deste amaldiçoado vírus é mantermo-nos EM CASA, de QUARENTENA, respeitando, sem refutar, as recomendações e ordens das Autoridades, esperando que a mudança de estação e/ou as medidas de contenção e isolamento social, ajudem a mitigar os graves danos que esta Covid-19 trouxe a todos nós.

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Comments
  • Paulo José Cabral Bom dia caro Luciano Melo.
    Não deixa de ser irónico.
    Há alguns anos atrás, estava o Luciano sentado em frente ao primeiro ministro PPC a fazer aquela pergunta que mudaria a vida dos Açorianos para sempre e que, estaremos sempre agradecidos, permitindo a vinda das Low Cost para os Açores.
    Hoje, e também muito bem, estamos a pedir para que elas não venham.
    Excelente texto com excelente análise.
    Vamos tentar todos seguir as recomendações.
    Bom dia.

    Luciano MeloLuciano Melo replied

    1 reply 39m

  • Luis Mota 12? Estávamos ricos. Temos 4 quartos de baixa pressão, que são os quartos equipados com estes materiais todos necessários, no hospital de santo Espírito, na terceira.
    1 caso por ilha e já precisamos escolher quem morre.

    Ricardo CordeiroRicardo Cordeiro replied

    3 replies 22m

  • Francisco Botelho Não se pode parar o vírus….nem se pode isolar ilhas ou manter toda a população fechada em casa durante anos…quando chegarmos a Junho terão que ser tomadas decisões difíceis….
    • Luciano Melo A Vacina terá de aparecer e o comportamento deste corona vírus tem de ser semelhante aos restantes e não resistir ao calor, dando tréguas e tempo à ciência!!! O “tem de” é crítio neste processo !

Visão | “Por favor fechem o País”. É o apelo de um médico que está a tratar os infetados nos cuidados intensivos

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Tomás Lamas é um dos médicos dos cuidados intensivos que está a lidar com os doentes ligados aos ventiladores. Garante que é urgente tomar medidas mais duras para evitar uma catástrofe

Source: Visão | “Por favor fechem o País”. É o apelo de um médico que está a tratar os infetados nos cuidados intensivos

A DOENÇA EM GRÁFICOS.

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A previsão para hoje, não só deste modelo como de todos os que vi por aí, bateu certíssimo, mais uma vez. Assim, o modelo actualizado com os dados desta manhã mantém-se praticamente inalterado. Tal como tinha acontecido ontem.
Isto também quer dizer que não houve novidade nenhuma hoje. Não faz sentido defenderem hoje políticas que não defendiam ontem, ou estarem mais em pânico hoje do que ontem. Não aconteceu nada hoje que não se soubesse já que ia acontecer.
Como podem ver, a previsão para amanhã é de 340. Se o valor anunciado amanhã andar nesta casa, não haverá muito a dizer.

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Comments
  • Diogo Miguel Até ao fim da semana não haverá alterações, uma vez que as medidas mais musculadas só foram tomadas agora. O crescimento exponencial irá manter-se certamente.
  • António Pais A matemática a poder dar uma ajuda aos decisores políticos.
  • Vasco Campilho Tb é sinal q o sistema de saúde português estará a detetar casos a um ritmo semelhante ao que eles aparecem. Aqui no Luxemburgo os dados não batem tão certo, o q me faz desconfiar mais dos dados do q do modelo.
  • Filipe Carvalho Luís Aguiar-Conraria, podes partilhar o ficheiro Excel?
  • Catarina Matos Vou partilhar.
  • Bruno Alves Uma pergunta (e é mesmo pergunta): isto não reflecte apenas e só o ritmo a que as pessoas estão a ser testadas (por outras palavras, o número de testes que se faz por dia) e não propriamente o ritmo (e o crescimento) de pessoas infectadas?
    Write a reply…
  • Vasco Caldeira Era interessante ver esse gráfico em escala logarítmica no eixo vertical. É trivial reconhecer e extrapolar uma linha recta
    Write a reply…
  • Serafim Guimarães Também quer dizer que a politica (os critérios) e teste da população não se alterou. A Alemanha e a França, que têm números muito semelhantes, têm, outcomes muito diferentes, quer em doentes graves, quer em mortes. Provavelmente os alemães fazem os testes mais cedo.
  • Pedro Casinhas Um exercício interessante seria acompanhar a malta sobre vigilância (grupo de onde é mais provável saírem os novos casos) que me parece ter vindo a decrescer.