ecologia a mentira das baterias dos carros elétricos

Views: 2

May be an image of fire and outdoors
The battery of electric cars is approximately 500 kg. To make a car battery, 10 tons of salt is required to be processed for lithium, 15 tons of ore for cobalt, 2 tons of ore for nickel and 12 tons of ore. A total of 200 tonnes of soil is excavated for a single battery. How can anyone in good conscience say this is better for the environment than fossil fuel cars? “

See original

Rate this translation
1 share
Like

Comment
Share
0 comments

velhos e pobres

Views: 0

n
s

A Fundação Francisco Manuel dos Santos esteve a comprar os municípios portugueses em matéria de bem-estar de desigualdade social e concluiu em quase um terço dos municípios de Portugal mais de metade das famílias são pobres e há mais idosos do que crianças em 96% dos concelhos do país.
Estudo revela que somos um país cada vez mais envelhecido e mais pobre
RTP.PT
Estudo revela que somos um país cada vez mais envelhecido e mais pobre

turismo de massas sem massa 2

Views: 0

A fila para o ilhéu mesmo para quem chega às 8:00. Turismo de massas mesmo a preços elevados e apesar de haver controlo da quantidade de bilhetes à venda.
49
9 comments
6 shares
Like

 

Comment
Share
9 comments
View 6 previous comments

All comments

  • Fátima Ferreira

    Desta forma nós ilhéus nunca mais temos vaga prá ir visitar o nosso património 😱
    • Like

       

    • Reply
    • Share
    • 1 m

Someone is typing a comment…

a minha revolução

Views: 1

May be a cartoon of one or more people and text that says "E , o que faremos? Poesia, esses cahalhas nào suportam poesia R."

736, não à guerra na ucrânia, 28. fevº 2022

 

já não ouço os tambores de guerra

silenciaram as sirenes aéreas

os alarmes calaram-se

as bombas não caem

os soldados não disparam

o choro das crianças ficou suspenso

os mortos não estrebucham

os feridos não gemem

nesta guerra não há bons nem maus

nem o czar nem os falcões eua

neste mar de gente

morta e inocente

feneceu a humanidade

dois em um que não deu certo

Views: 0

May be an image of 1 person, furniture and indoor
Olivier Coucelos is feeling annoyed.

Mais uma ideia absurda dos Centros Ambientais (ou seja da SRAAC), neste caso aqui no Pico.
Alem de já não não haver provas no Centro de Interpretação da Paisagem da Cultura da Vinha, para visitar tenho que comprar um bilhete único com marcação previa para a Casa dos Vulcões. Dois temas ligados de uma certa forma mas bem diferentes; mas pronto, porque não. O problema é que se não houver disponibilidade na Casa dos Vulcões (o que é geralmente o caso nesta altura d ano), não posso visitar o Centro de Interpretação dedicado a cultura da vinha que tem porta aberta mesmo ao lado!! Não faz nenhum sentido. Isto sem falar das condições de trabalho dos meus colegas dos ditos centros que trabalham un quantos dias seguidos sem folga!
Quem tem ideias é um idiota! Não descansam enquanto não derem cabo dito tudo!
4
Like

Comment
Share
0 comments

Da Roménia, do romeno e da força da poesia

Views: 1

Da Roménia pouco se se fala nos noticiários, mas algum conhecimento sobre a sua História e situação linguística ajuda a compreender a Europa, o mundo e a profunda reorganização geoestratégica em curso.

Source: Da Roménia, do romeno e da força da poesia

Uma defesa do Facebook

Views: 2

POSTAL DOMINGO
Uma defesa do Facebook
1.
As redes sociais são uma latrina. Um lugar de ressentidos, de gente que parece ser feita de asco, um esgoto a céu aberto.
Nos últimos anos muitas são as opiniões que diabolizam o Facebook (e todas as outras redes sociais). Um intelectual que se preze tem de malhar forte e feio na opinião sem mediação, na soberania do consumidor, nos perigos de contaminação, na manipulação da informação, na propaganda dos fascistas, nos negócios espúrios.
Muitos têm reduzido o Facebook a isso. Uma dimensão do Mal, um cavaleiro do Apocalipse, uma ignomínia.
Ainda hoje, num jornal desportivo, um jornalista queixou-se do Facebook, chamava-lhe um esgoto – como se o mundo do futebol antes das redes sociais fosse o Jardim do Éden.
2.
Ao longo destes anos também eu fui aqui atacado. Regra geral a generalidade das pessoas tem a tendência de gostar apenas dos textos que vão ao encontro daquilo que já pensam. Existe pouco o esforço de pensar e avaliar argumentos contrários ao que já se tem incorporado. Somos maniqueístas – queremos o branco e o preto, o sim ou o não, a verdade ou a mentira, os bons ou os maus.
Sou atacado e defendido em função do que vou escrevendo. A mesma pessoa que me insulta num dia é capaz de dizer que sou extraordinário noutro dia. Faz parte. Mas eu não me posso queixar, sou nesse aspeto um verdadeiro privilegiado.
3.
É tudo verdade o que se diz, mas também é verdade o contrário.
No Facebook encontrei pessoas extraordinárias. Encontrei ideias magníficas. Li e acompanhei notícias que não estão nos jornais ou não passam nas televisões. Conheci heróis de carne e osso. Comprometi-me por combates justos – pela igualdade, pela cultura, contra o racismo, a favor da democracia, contra a tirania e a violência doméstica.
No Facebook encontrei-me a mim próprio. Nos textos que escrevi e que partilhei pude conhecer amigos para a vida. Gente a quem abraço como se fossem família. Aqui aprendi a pensar sobre o que era banal, aqui tentei oferecer textos que pudessem chegar a todos (doutorados e com o ensino primário).
4.
O Facebook é tudo o que somos fora do Facebook.
É uma latrina, mas é também o céu e o Sol.
É o Mal absoluto, mas também o Bem absoluto.
É perverso, mas também solidário.
O Facebook é o nosso espelho. Se somos sombra, o espelho reflete em dobro o que somos. Se somos luz, refletirá naturalmente a luz em duplicado.
Somos o que regamos.
No Facebook e fora do Facebook.
E estou farto que desvalorizem o que faço aqui.
Por isso, hoje… digo-vos que vale a pena estar aqui. Porque entre a luz e a sombra ganha sempre a luz quando a escolhemos. E entre aquilo que ganhei e o que perdi não tenho a mais pequena dúvida de que estou a ganhar.
Obrigado por isso. Que sejamos o espelho uns dos outros… se viermos para o Bem.
Ah.
E amanhã voltamos a encontrar-nos.
LO
Fotografia Bárbara Monteiro/Gerador
May be an image of 1 person