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Magnitude: ML 3.2, Region: AZORES ISLANDS, PORTUGAL, Date time: 2021-03-10 04:58:25.0 UTC, Location: 37.95 N ; 26.32 W, Depth: 1 km.
Source: Earthquake – Magnitude 3.2 – AZORES ISLANDS, PORTUGAL – 2021 March 10, 04:58:25 UTC
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O investigador português André Antunes foi reconhecido pelo seu trabalho na área da Astronomia pela revista Nature, disse hoje a Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST, sigla em inglês)
Source: Visão | CORREÇÃO: Investigador português de universidade de Macau reconhecido pela revista Nature
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FOTOGRAFIA: EDUARDO MARTINS/ARQUIVO O Chefe do Executivo disse à televisão estatal chinesa que a base da educação no território e em Hong Kong tem de ser patriota para não ser influenciada pelo est…
Source: Educação em Macau é patriota para evitar interferência estrangeira, garante Ho Iat Seng
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É uma aposta forte da SATA, para a operação entre 01 de junho e 30 de setembro, na permuta de turismo entre os dois arquipélagos, mas também aproximando cidades como Boston e Toronto à Madeira. A SATA/Azores Airlines procedeu a uma profunda alteração na programação para o Verão IATA 2021, na operação que tem entre São Miguel (Açores) e a Madeira, comparativamente à oferta habitual.A primeira grande novidade, e que acontece pela primeira vez, vai no sentido de que entre 1 de junho a 30 de setembro, a transportadora açoriana passará a ter dois voos diários Ponta Delgada-Funchal-Ponta Delgada, às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras e diários nos outros dias, conferindo 10 frequências semanais em cada sentido.Nos horários, igualmente pela primeira vez, a aeronave pernoita na Madeira, passando o voo diário para novos horários: Funchal-Ponta Delgada às 05h15 e Ponta Delgada-Funchal às 20h10. Horários que constituem um estímulo à procura pelo ponto a ponto, mormente com origem na Madeira, garantindo ligações imediatas de e para todas as ilhas dos Açores.Este um horário irá prevalecer diariamente e os voos adicionais às segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras operam no horário habitual, com partida de Ponta Delgada às 08h10 e do Funchal às 11h55, propiciando ligação de e para Toronto (Canadá) e Boston (Estados Unidos), naquela que é uma aposta da companhia em promover uma ponte aérea entre a Madeira e aquelas cidades.Na lógica do madeirense, o horário constituiu uma mais valia, mas o tráfego com origem nos Açores ficará em desvantagem, pois os horários encurtam o tempo de estadia na Madeira.Os voos, comercializados sob o código da Azores Airlines (S4), serão operados em avião ‘Bombardier’ – Dash Q400 da SATA Air Açores, com capacidade para 80 passageiros em classe económica, o que traduz uma oferta semanal de 800 lugares em cada sentido. Nos quatro meses, a Azores Airlines ficará com uma capacidade de cerca de 12.800 lugares em cada sentido.Em outubro, entre os dias 01 e 30, volta à operação habitual, com um voo diário Ponta Delgada-Funchal-Ponta Delgada, no horário normal: saída dos Açores às 09h05 e regresso da Madeira às 12h50.Já de 28 do corrente mês a 31 de maio, a operação ficará reduzida com quatro frequências semanais (segundas, quartas, sextas e sábados), naquele horário, que permitem ligações aos voos da capital de São Miguel para Toronto e para Boston, e vice-versa. Aprovado reforço da promoção no continente norte-americanoAo JM, Nuno Vale, diretor executivo da Associação de Promoção da Madeira, não escondeu a sua satisfação por esta operação da SATA. “Sem dúvida que o mercado Estados Unidos e o mercado do Canadá hão de ser mercados importantíssimos para nós e têm sido alvos de intensos estudos para acertar, em termos de montagens de estratégias de alavancagem. Sem dúvida, também, que qualquer operação que permita estimular as ligações para a Madeira vindas do continente norte-americano, são importantíssimas” referiu.De resto, lembrou que “para este ano já foi aprovado um reforço do investimento de promoção para esses mercados”, ressalvando que “estamos a falar do mercado dos Estados Unidos e do mercado do Canadá, no geral”. Atrativo é ainda essa possibilidade de os Açores, enquanto mercado emissor, reforçarem a presença na Madeira. Em termos de promoção, Nuno Vale diz que “sim, estamos a trabalhar no mercado dos Açores. Basicamente, quando consideramos o mercado nacional, não é só o Continente, mas também as outras ilhas”.Tudo isto inserido numa estratégia em que, neste momento, “há muitas conversações com companhias aéreas e com situações de aumento de alocações”. Está, pois, a ser feito um trabalho no sentido termos um verão bastante forte. Assim nos deixe a pandemia. Com a evolução da vacinação e da própria pandemia, que esperamos que seja no sentido da diminuição sustentada, trabalhamos, a todos os níveis para que possamos ter operações consolidadas”, disse ainda Nuno Vale.
Source: Verão terá 10 voos semanais entre a Madeira e os Açores – Rádio Calheta
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Vai tornar-se um dos locais mais seguro do planeta, no que respeita à Covid-19. A ilha do Corvo nos Açores começa hoje a dar o último passo em direção à imunidade de grupo, com a administração da segunda dose da vacina aos habitantes. São mais de trezentos a receber a vacina.
Source: Ilha do Corvo deverá ser primeiro território português a conseguir imunidade de grupo
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AEROPORTO NO CTA PODERÁ CUSTAR, NA PRIMEIRA FASE, 1,9 MIL MILHÕES DE EUROS E NÃO O QUE A ANA AEROPORTOS PRETENDE FAZER PASSAR.Na sequência da rejeição, liminar, da ANAC à apreciação prévia da localização do Aeroporto Complementar do Montijo, vieram a terreiro um conjunto de personalidades, jornalistas, comentadores e outros pretendendo induzir uma versão dos custos sobre o Novo Aeroporto Internacional de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete.Alguns, numa versão benévola, terão feito isso por falta de conhecimento ou porque as fontes estavam inquinadas e contaminadas. Outros, conhecedores que são dos verdadeiros números, fingiram-se de mortos e aplaudiram o que outros foram escrevendo alimentando e soprando o ruído, a confusão e a não verdade.O documento (foto) que aqui publicamos, integra o Memorando de Entendimento assinado entre o Governo português e a ANA Aeroportos S.A. (MEMORANDO7 ASSINATURAS).Importa referir que tal Memorando não está, ao contrário do que seria de esperar, publicado em qualquer plataforma oficial do Estado Português. Decerto que se enquadra, não em qualquer segredo de estado ou segredo de negócio mas sim num percurso de opacidade e de fuga ao escrutínio dos portugueses.A razão do porquê nunca terrem sido investigados todo este processo, no qual se inclui o Contrato de Concessão do Serviço Aeroportuário, devia ser explicada e tornada clara.Em 10 de Outubro de 2018 e no âmbito da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da Republica foi aprovad0, por unanimidade dos deputados, um pedido de auditoria, pelo Tribunal de Contas, ao processo de privatização da ANA Aeroportos, auditoria que devia incluir o Contrato de Concessão do Serviço Aeroportuário.Até hoje não se conhece qualquer acção nesse sentido. Todo este conjunto de situações, acontecimentos, omissões e inacções adensa o clima de suspeita, no mínimo, de falta de transparência.Impunha-se, deste modo, que as autoridades com competências nesta matéria (Procuradoria Geral da República e Tribunal de Contas, nomeadamente) exercessem o seu papel.O próprio Relatório da Comissão de Acompanhamento da privatização da ANA Aeroportos suscitou dúvidas quanto a alguns aspectos do processo. Nomeadamente por não ter sido efectuada, como seria normal, uma avaliação por pelo menos duas entidades, do real valor da ANA. Apenas foi efectuado um relatório, confidencial, efectuado pelo Banco BIG.Mais recentemente assistimos a declarações e afirmações, sem que sejam provadas, de que não só a construção do Novo Aeroporto Internacional de Lisboa custaria entre 7 a 9 mil milhões de euros e mais. É igualmente referido que, caso o Estado Português não aceite o Aeroporto complementar do Montijo, teria de indemnizar a concessionária em cerca de 10 mil milhões de euros.Tal é falso e faz parte do processo de contaminação da opinião pública, de alarmismo e de tentativa de condicionar as decisões.Conforme se sabe e pode provar, a construção do Aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete na sua fase inicial com duas pistas de 4 quilómetros, aerogare e outras infraestruturas necessárias, do lado ar e do lado terra, custaria cerca de 1,9 mil milhões de euros, valor aproximado ao que se estima possa custar o remendo na BA6.Tais dados constam do Plano Director da ANA Aeroportos em 2009. Mesmo actualizando aos preços de hoje, essa verba nunca teria um acréscimo que seria inferior a 10%.No open day, este Aeroporto podia assegurar 100 movimentos por hora enquanto que o Montijo, na sua fase mais adiantada, nunca conseguiria ir além dos 24 movimentos. Acresce que o Montijo, com o que se conhece no Estudo de Impacte Ambiental, nunca poderá acolher aeronaves acima dos Airbus A 320 e, como tal, nunca conseguirá aceitar aviões de outro porte de curso intercontinental, nomeadamente.Ao invés, o Aeroporto no CTA poderia receber todas as aeronaves (Airbus e Boeing) e operar, em condições compatíveis com o bem estar das populações próximas, 24 horas sobre 24 horas aumentando assim a sua rentabilidade. Coisa que nunca poderá ocorrer com o aeroporto complementar do Montijo e com o Aeroporto Humberto Delgado.Noutros artigos tentaremos desmitificar a narrativa acerca do suposto problema da distância à capital, Lisboa, de cada uma das infraestruturas.Barreiro, 8 de Março de 2021
Source: A MENTIRA TEM PERNA CURTA. – Plataforma Cívica Aeroporto BA6-Montijo Não!
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