Aventuras na História · Triângulo das Bermudas interfere no campo magnético da Terra, sugerem cientistas da NASA

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Segundo a recente descoberta, a misteriosa região é cercada por um campo magnético bem mais fraco do que o esperado

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Ai Wei Wei: “Enfrentamos um monstro maior do que imaginamos. Não sabemos onde o inimigo está” | Internacional | EL PAÍS Brasil

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Artista perseguido pelo Governo chinês teve seu filme exibido no Festival de Cinema de Direitos Humanos de Genebra depois de ser ignorado por grandes plataformas de streaming como Netflix e Amazon. Para ele, um sinal de como o Ocidente foi derrotado pelo gigante asiático

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caos no aeroporto de lisboa

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CAOS À CHEGADA AO AEROPORTO DE LISBOA
Apenas tendo ao serviço dois funcionários do SEF, passageiros de várias origens amontaram-se involuntariamente, “despejados” por duas escadas rolantes no patamar que dá acesso à zona de recolha das malas, com as portas de vidro encerradas.
Fui eu quem deu um berro para perguntar ao único polícia que se encontrava na zona quem era o responsável por aquele aglomerado. Nada respondeu.
Dei mais um berro para que parassem as escadas rolantes. Ao fim de alguns minutos alguém, lá no alto, parou as escadas.
Ao perceber que do outro lado dos vidros havia uma outra multidão, ficámos a saber que estavam fazer um controle sanitário individual de todos os passageiros de todos os voos.
Berrei outra vez, repetindo a frase “os cidadãos nacionais que chegaram dos Açores não são são obrigados a controle sanitário “. Outros passageiros chegados no voo da Horta, fizeram coro comigo.
Entretanto , o funcionário e a funcionária do SEF continuavam impávidos e serenos, fazendo de conta que tudo estava bem.
Quando chegou a minha vez para ser atendido, perguntei à jovem agente do SEF qual era a entidade responsável por aquele ajuntamento descontrolado. A resposta foi, pura e simplesmente, “a organização”!…
Um dos passageiros com fez coro comigo, gritou lá do fundo, “eles ainda te prendem…”
Ao que respondi em tom alto, “sei muito bem quem deveria ser preso”…
A demora foi tanta que, pela primeira vez na vida, as malas chegaram ao carrossel primeiro que eu!
Se eu adoecer com COVID-19, processarei o Estado Português.
(As fotografias foram tiradas entre as 14h55 e as 15h10)
May be an image of one or more people, people standing and indoor
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blue tongue lizard

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May be an image of outdoors
This cheeky guy was found wandering around Kata Tjuṯa last week.
The Centralian Blue-Tongue Lizard is know as Lungkaṯa by the Aṉangu. Lungkaṯa is one of the cr…

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  • Blue Tongue awesome creatures…….. have one living under my verandah💙

Kata Tjuta, AUSTRALIA

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May be an image of nature
Kata Tjuta never fails to impress 🤩
​@caitensphoto captured this ancient landscape from a different angle, did you recognise it? From the air, you can truly take in and been blown away by Kata Tjuta’s 36 giant domes.
​Want to take to the skies when you visit Uluru Kata Tjuta National Park? Daily flights are on offer from @professional_helicopters and @ayersrockscenicflights 🚁 We reccommend getting the sunset or sunrise option to capture the epic colours and shapes across the landscape like in @caitensphoto shot!
​Discover scenic flights at Uluru Kata Tjuta National Park here 👉 https://bit.ly/2ZNCHyJ — at

Uluṟu-Kata Tjuṯa National Park
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May be an image of nature
Kata Tjuta never fails to impress 🤩
​@caitensphoto captured this ancient landscape from a different angle, did you recognise it? From the air, you can truly take in and been blown away by Kata Tjuta’s 36 giant domes.
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Uluṟu-Kata Tjuṯa National Park
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um morto nas águas do cais de Ponta Delgada

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https://www.facebook.com/acores.hoje/videos/785201645705790/
0:28 / 4:10

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Esta manhã cerca das 7:50h e por motivos que estão por apurar, um carro conduzido por um homem de cerca de 70 anos caiu ao mar, no cais 4 do porto de Ponta Delgada.
Esta zona é normalmente utilizada pela a embarcação da empresa Parece Machado, que efetua as ligações a Santa Maria, sendo pois uma zona aberta ao público e ainda antes do controlo de segurança da entrada ao porto.
De acordo com as informações disponíveis o homem terá falecido.
O óbito foi declarado no Hospital de Ponta Delgada depois de demoradas tentativas de reanimação que começaram logo que o corpo foi retirado da água.
Especulava-se no local sobre a possibilidade de o carro ter sido conduzido propositadamente para o mar.
O homem que residia na canada do Padre Joaquim em Ponta Delgada tinha cerca de 70 anos.
O Capitão do Porto de Ponta Delgada, Fernando José Abrantes Horta, dirigiu as operações de salvamento e explicou ao Açores Hoje o que se tinha passado.
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NO DIA DO PAI, 7.11.1914-05.02.1992

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ALBERTO DE MEIRA-BARBOSA CHRYSTELLO 7.11.1914-05.02.1992

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NA MINHA PARTIDA PARA MACAU DEZº 1976

 

 

 

 

 

UMA DAS ÚLTIMAS FOTOS QUE TIREI AO MEU PAI 88, E NOS DEIXOU EM FEVº 1992

A morte, como já escrevi muitas vezes, é tabu na sociedade ocidental que não se prepara para ela nem a aceita livremente quando ela chega. Prefiro a maneira de ser oriental, em que toda a vida é vivida tendo em mente que a morte é o fim de cada vida, o objetivo primário. A vida é uma fase transiente e passageira, e não um fim em si. Apenas uma curta etapa da passagem por esta orbe que diariamente destruímos.

 

 

a ausência dessas pessoas pesa na minha forma de estar na vida hoje, pois muitas vezes existem pequenas conquistas e alegrias que gostaria de partilhar com elas e já o não posso fazer da forma mais direta.

 

hoje ficaria contente por saber que os seus livros serão preservados, junto com os meus em Belmonte fruto da doação feita em 2019

Apresentação do Livro “Menina e Moça me Levaram” | Aida Baptista

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27SATURDAY, 27 MARCH 2021 AT 16:30 UTC-01Apresentação do Livro “Menina e Moça me Levaram”Free · Online eventGo to linkAida Baptista invited youInterestedGoingMoreAboutDiscussionInviteDetails27 people respondedOnline: us02web.zoom.usSaturday, 27 March 2021 at 16:30 UTC-01Price: freePublic · Anyone on or off Facebook“Menina e Moça me Levaram”, organizado por Aida Baptista e prefaciado por Manuela Aguiar, é um conjunto de histórias, contadas na primeira pessoa, de mulheres das mais diversas origens, profissões e faixas etárias, que, levadas por escolhas alheias (salvo raras exceções), passaram por processos migratórios em diferentes contextos geográficos.Apesar de estarmos perante experiências distintas, um fio condutor as une – a enorme força e capacidade de vencer em situações adversas dos novos espaços -, que as fez destacarem-se no universo feminino como referências de afirmação, autonomia, sucesso pessoal e profissional.See less

Source: Apresentação do Livro “Menina e Moça me Levaram” | Facebook

 

 

A AICL ESTEVE COM A AIDA EM 2012 EM TORONTO, NOS 65 ANOS DOS ESTUDOS PORTUGUESES

NB ELA viveu no Canadá creio que oito anos, como leitora de Português na Universidade de Toronto. Deixou o Canadá há muitos anos. Trabalhou ainda noutros sítios e agora, aposentada, vive entre sua terra, o Sardoal, e Lisboa.(NOTA DO ONÉSIMO T ALMEIDA)

ARTE AUSTRALIANA

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Spotlight Australia Down Under: Aboriginal totems. The artwork depicted in the photos is displayed in a Sydney Hospital. The art work has been developed in collaboration with twelve different artists who live in Western Sydney. Each totem represents their receptive country area within New South Wales. Each animal is their own spiritual totem carried down through their tribal area for centuries.💙
Photo Credit; Misha Hello
No photo description available.
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Transparência José Soares

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Transparência José Soares

SEFServiços de Emprego da Força

Já não é de agora que os problemas do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) alarmam pelos meios empregues aos que procuram Portugal pelas mais diversas razões, sobretudo na busca do mesmo que muitos portugueses procuravam a salto em França, Alemanha e outros países nas últimas décadas do século XX, quando Portugal vivia em plena ditadura e a União Europeia era apenas um vislumbre para o regime de então.

Não há memória de algum português ter sido maltratado e muito menos sido morto pelos serviços de fronteira desses países.

Excluindo muitos bons funcionários existentes no SEF, como em tudo, há no entanto aquela velha cultura militarista da violência imposta pelo uniforme, derivada de uma formação fascista de todas as forças de segurança. O mesmo acontece na PSP ou na GNR.

Episódios de violência extrema sem justificação plausível, acontecem pelo planeta. Nos Estados Unidos da América (USA) estas cenas são decorrentes de uma multiplicidade social complexa, que alia e confunde direitos constitucionais com porte de armas facilitado em demasia, numa geografia extensa aonde a Justiça era impossibilitada de chegar a todos os cantos e cada cidadão tomava-a em suas mãos.

Com forte historial esclavagista, os EUA tomaram como ‘Princípio de Direito Constitucional’ a supremacia branca, que olhava as outras etnias de soslaio desde a colonização do continente, exterminando nativos para a “conquista” de territórios enormes e planícies infindáveis.

Com a adoção da Carta Universal dos Direitos Humanos pelas Nações Unidas, esboçada pelo jurista canadiano John Peters Humphrey a seguir ao final da 2ª Guerra Mundial, a 10 de dezembro de 1948, o Direito Internacional, através das Convenções e dos Tribunais Internacionais, enveredaram pela implementação do consagrado naquela Carta Universal. À medida que os governos autoritários iam caindo de podres, as democracias nasciam e adotavam a humanização como nova ordem mundial.

Apesar de Portugal estar há 47 anos em experiência democrática (com regime partidocrático), tantos anos como os da ditadura salazarista, sobram ainda muitas réstias de atitudes despóticas por uma parte da sociedade. Não podemos esquecer o fraco grau de escolaridade de muitas forças militarizadas que vieram do antigo regime, como da monarquia de oitocentos anos para a frágil república de 1910.

Já muito desse comportamento esfumou-se, com a formação moderna nas academias e os novos elementos a cumprir civicamente os direitos e liberdades do cidadão.

Esporadicamente, os mesmos que manifestam comportamentos violentos domésticos, transportam no caráter individual esses comportamentos para a vida profissional. Para estes casos existem os tribunais.

A transgressão grave ocorrida no SEF, não só terminou com a morte de um cidadão ucraniano, já em si grave, como custou ao erário público quase um milhão de euros em justa indemnização à família. (A desculpa esfarrapada do dinheiro sair dos cofres do SEF é ridícula. Esse dinheiro continua a ser do erário público). E veja-se que a compensação paga pela Câmara Municipal de Minneapolis, pela morte do negro americano George Floyd às mãos da polícia, foi de 27 milhões de dólares…! (cerca de 23 milhões de euros).

Que este caso sirva de lição a todos e todas. Mesmo à Comunicação Social, que levou nove meses a torná-lo público. Se se tratasse de um cidadão português morto à entrada de qualquer país, todos sabemos que a história teria outra cobertura rápida.

Quanto ao ministro responsável pelo caso, Eduardo Cabrita, o sistema da partidocracia protegeu-o como se protegem uns aos outros a casta política. A sua demissão veio a público mas foi esquecida. Nestas como noutras, todos os partidos se combinam na resistência ao cerco da opinião pública. Sem luz à vista na alteração constitucional portuguesa, na lei eleitoral e noutras, os vícios prolongam-se e abusam da paciência do povo. Estão autodefendidos pela própria legislação que criaram, aprovaram e praticam.

Haja Transparência.

O PRIMEIRO GOVERNADOR CIVIL DO DISTRITO DE ANGRA DO HEROÍSMO APÓS A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA

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*** O PRIMEIRO GOVERNADOR CIVIL DO DISTRITO DE ANGRA DO HEROÍSMO APÓS A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA ***
~ A sua chegada a Angra do Heroísmo ~
Ora vejam o que me chegou hoje às mãos.
Desconhecia a existência deste Semanário Republicano, de 1911, publicado em Angra do Heroísmo, com o título “O ALARME”
~ HENRIQUE BRAZ ~
[N. Angra do Heroísmo, 9.2.1884- m. Furnas, ilha de S. Miguel, 11.8.1947] Estudou no Liceu da sua cidade natal, mas completou o curso do Liceu em Lisboa. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, onde participou activamente na greve académica de 1907, colaborou na Alma Académica e dirigiu a Revista Atlântida. Coimbra, onde desenvolveu o seu ideal republicano, marcou-o profundamente como político e como escritor. Foi nestas duas vertentes que se veio a destacar quando regressou a Angra do Heroísmo, onde seguiu uma carreira de advocacia e de notário, ocupando o lugar de director da Secretaria Notarial.
Como político, foi o primeiro governador civil do distrito de Angra do Heroísmo após a proclamação da República, cargo que exerceu entre 5.10.1910 e 17.2.1912.
Foi eleito deputado pelo círculo de Angra do Heroísmo, primeiramente nas eleições suplementares de 1913 e, depois, pela União Republicana, na IV Legislatura (1919-1921) e senador em 1921, ocupando ainda nesse ano o lugar de Chefe de Gabinete de António Granjo, durante o curto governo deste. Foi de novo senador pelo mesmo círculo em 1925-26. Presidiu à Junta Geral do distrito, em 1918, e ainda à Câmara Municipal da sua cidade.
Dentro das hostes republicanas foi um moderado. Com o fim da 1ª República retirou-se da política activa, refugiando-se nos seus livros e estudos históricos.
Era um orador notável, quer como chefe político, quer como conferencista. Foi sócio fundador do Instituto Histórico da Ilha Terceira, em 1942, quando esta agremiação pretendeu superar o vazio no campo cultural do Estatuto Autónomo das Ilhas Adjacentes.
Como escritor, dedicou-se, sem êxito, à poesia, que abandonou, e à literatura de viagens, relatando impressões das suas deambulações pela Europa. A sua obra fundamental, porém, é no campo da historiografia, essencialmente com estudos referentes às viagens de açorianos no Atlântico Norte e no descobrimento da América, mas a sua obra mais notável é Ruas da Cidade. É um escritor exigente para com a sua prosa e grande cultivador da forma e frase burilada, ligado à escola ultra-romântica, o que não deixa, hoje, de prejudicar os seus escritos.
Foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem de Leopoldo da Bélgica. J. G. Reis Leite (Jul.2000)
Obras Principais:
(1912), Vagidos (primeiros versos). Angra do Heroísmo, Sousa e Andrade.
(1934), Longe do meu horizonte: Crónicas de viagens. Angra do Heroísmo, Tip. Medina.
(1943), José Fernandes Lavrador. Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira.
(1944), A descoberta da Terra Nova do bacalhau. Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira.
(1945), A propósito da descoberta pré-colombiana de terras da América. Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira [polémica com Duarte Leite].
(1947), Ruas da Cidade (notas históricas e anedóticas. Subsídios para a toponímia da cidade de Angra). Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira.
(1985), Ruas da Cidade e outros escritos. Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira [compilação dos seus principais trabalhos].
Fonte: Direção Regional da Cultura (Açores)
NA BGA BIBLIOGRAFIA GERAL DA AÇORIANIDADE CONSTAM ESTES TÍTULOS
  • Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1912). Vagidos, primeiros versos. Angra. Ed. Sousa e Andrade.
  1. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1934). Longe do meu horizonte: Crónicas de viagens. Angra. Tipografia Medina.
  2. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1943). José Fernandes Lavrador. Angra IHIT vol. 1: 7-20
  3. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1943). “Testamento de Pero de Barcellos e de sua mulher Ignez Gonçalves”. Angra. Boletim IHIT vol. 1 nº 1: 21-40.
  4. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1944). “Pero de Barcelos e João Fernandes Lavrador”. Angra. Boletim IHIT 2: 276-295
  5. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1944). “Manuel de Barcelos, piloto”. Angra. Boletim IHIT 2: 297-298
  6. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1944). “A descoberta da Terra Nova do Bacalhau”. Angra, Boletim IHIT 2.
  7. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1944). “Bibliografia insulana”. Angra. Boletim IHIT 2: 294-295
  8. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1945). “A propósito da descoberta pré-colombiana de terras da América [polémica com Duarte Leite]”. Angra. Boletim IHIT 3: 295-288
  9. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1946). “Ruas da cidade: notas para a toponímia da cidade de Angra”. Angra. Boletim IHIT vol. 4: 65-258
  10. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1947). Ruas da Cidade, notas históricas e anedóticas. Subsídios para a toponímia da cidade de Angra do Heroísmo da ilha Terceira. Angra: Tipografia Andrade
  11. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1947). “Curiosidades toponímicas de S. Miguel”. Ponta Delgada, Insulana vol. 3
  12. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1985). “Ruas da cidade e outros escritos. Notas para a toponímia da cidade de Angra da ilha Terceira”, Prefácio de José Guilherme Reis Leite. Angra, Boletim IHIT
  13. Henrique [Ferreira de Oliveira]. (1985) in Afonso, João. Forjaz, J. e Leite, J. G. R: “A figura e obras de Henrique Braz” In Ruas da Cidade e outros escritos. Angra, Boletim IHIT: 9 e segs.